jul
17
Posted on 17-07-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 17-07-2010


================================================

BOA NOITE!!!

jul
17
Posted on 17-07-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 17-07-2010

Neojibá: aplausos se multiplicam

MARIA OLÍVIA

Direto de São Paulo

Na volta ao Brasil depois de apresentações na Europa , a Orquestra Juvenil da Bahia fez belíssima apresentação na manhã fria deste sábado na Sala São Paulo, dando continuidade a primeira turnê Sudeste, após o sucesso da Turnê Nordeste, em agosto de 2009, que visitou sete capitais da região.

A OJBA é a principal orquestra do Programa Neojibá (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), que tem como objetivo promover a integração social por meio da prática orquestral, fundado em 2007 pelo pianista e maestro Ricardo Castro .

A turnê começou no dia 13 de julho, em Belo Horizonte, no Teatro Sesiminas. Hoje, 17, na capital paulista, Orquestra teve o prestígio de se apresentar na Sala São Paulo, a melhor sala de concertos da América Latina. Ao final, a moçada da Bahia foi aplaudida de pé, emocionante.

Para encerrar, retorna ao Festival Internacional de Inverno de Campos de Jordão, com um concerto neste domingo dia 18. Desta vez, no Auditório Claudio Santoro. Segundo participantes do festival, a apresentação do ano passado, realizada na Praça Capivari, foi apoteótica.

Para o maestro Ricardo Castro, diretor e fundador do Neojibá, a turnê representa o prestígio que o programa tem alcançado e a garantia de que veio para ficar: “Os convites para as apresentações na Europa são um reflexo do reconhecimento do nosso trabalho e do alto grau de excelência alcançado por estes jovens músicos em menos de 3 anos”.

A Orquestra Neojibá realizou nos dias 10 e 11 de julho sua primeira turnê internacional, com apresentações concorridas em Londres e Lisboa. Ponto para a Bahia e para o maestro Ricardo Castro, esses jovens têm um longo e belo caminho profissionalizante pela frente. Palavras do maestro e criador do programa: Eles tocam na primeira orquestra sinfônica juvenil criada na Bahia e participam de um programa que tem como meta levar a pratica orquestral a todos os jovens e crianças do Estado.

Uma tarefa que levará tempo e que pelo pioneirismo no âmbito nacional coloca desde já esses jovens músicos/monitores na vanguarda da educação musical para os próximos anos.

Maria Olívia é jornalista

jul
17

Milton Trajano/IG

==================================================
Pode festejar torcida rubronegra baiana, que a noite de sábado só está começando. Bom motivo não falta: O Vitória acaba de quebrar um tabu de quase dez anos sem ganhar um adversário de grande tradição e envergadura. Esta noite, porém, o finalista da Copa do Brasil venceu o São Paulo por 3 a 2, no estádio Barradão, e encerrou com um período sem triunfos diante do rival que durava desde o Campeonato Brasileiro de 2001 – eram nove vitórias seguidas da agremiação paulista.

Como assinala o portal IG, ao time paulista, que segue de olho no confronto contra o Internacional pela Libertadores, resta controlar a pressão dos próximos dias por conta de mais um tropeço. Desde a retomada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo só acumula derrotas (duas seguidas).

Com os três pontos conquistados hoje, o campeão baiano dá um salto na tabela de classificação do brasileiro. Chega a 12 pontos e alcança a parte de cima da tabela do Brasileirão, sendo agora o oitavo colocado na tabela de classificação. O São Paulo permanece com 11 e encerra o dia na modesta décima colocação – ainda pode cair mais depois dos jogos deste domingo.

Na próxima rodada do Brasileirão, as duas equipes atuam na quarta-feira, às 19h30. O São Paulo enfrenta o Grêmio Prudente, no Morumbi, enquanto o Vitória mede forças com o Goiás, novamente no Barradão.

=================================================
FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 3 X 2 SÃO PAULO

Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 17 de julho de 2010, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Hilton Moutinho Rodrigues e Dibert Pedrosa Moises (ambos Fifa-RJ)
Cartões amarelos: Schwenck e Vanderson (Vitória); Rodrigo Souto, Dagoberto e Junior Cesar (São Paulo)
Gols:
Vitória: Elkeson, aos 13 minutos do primeiro tempo; Schwenck, aos dois, Ramon, aos 12 minutos do segundo tempo.
São Paulo: Jean, aos 38 minutos do primeiro tempo. Fernandão, aos 16 minutos do segundo tempo.

VITÓRIA: Viáfara; Nino, Anderson Martins, Wallace e Egídio; Vanderson, Ricardo Conceição, Fernando (Neto) e Ramon (Renato); Elkeson (Renan Oliveira) e Schwenck
Técnico: Ricardo Silva

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Miranda, Xandão e Richarlyson; Jean, Rodrigo Souto, Hernanes, Marlos (Cleber Santana) e Júnior Cesar; Dagoberto (Fernandinho) e Fernandão (Washington)
Técnico: Ricardo Gomes

(Com informações do IG)

jul
17
Posted on 17-07-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 17-07-2010

Serra e Souto na zona do cacau/Terra

================================================

Uma no cravo, outra na ferradura. Assim transcorre a visita do candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, à região cacaueira do sul da Bahia, cenário dos romances de Jorge Amado na fase áurea da produção do cacau e atualmente vivendo uma crise aparentemente sem fim, desde o surgimento da praga da vassoura de bruxas que praticamente dizimou a maior fonte de renda da região durante décadas.

Em Ilhéus, Serra degustou um quibe no famoso bar Vesúvio, cenário do romance de Gabriela com o turco Nagib, atualmente um dos pontos de maior atração turística da região cacaueira. Depois, o tucano junto com Paulo Souto, candidato do DEM ao governo da Bahia, seguiram, ao lado dos candidatos a vice-governador, Nilo Coelho, e a senador, José Carlos Aleluia, para o bairro Nossa Senhora da Vitória.

Antes, eles passaram pelo bairro popular  Teotônio Vilela. Souto aproveitou a proximidade com as pessoas para distribuir o seu jornal de campanha “Digaí”, que traz realizações e propostas para Ilhéus.

Mais tarde, na cidade de Itabuna, Serra e Souto guardaram a vestimenta de turistas em campanha, e assumiram o traje de duros oposicionistas aos governo de Jaques Wagner, no estado, e de Lula no plano nacional. Os dois citaram Itabuna como uma das cidades mais violentas do país e disseram ali o governo federal, em caso de vitória dos tucanos, será um dos postos avançados do plano nacional de combate à violência do PSDB e do DEM.

Índios ameaçados de perder suas terras e cacauicultores endividados ainda aguardam para falar com Serra e Souto.

(Postado por Vitor Hugo Soares )

jul
17
Posted on 17-07-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 17-07-2010

Sucessão baiana: onde estão os fatos?

=====================================

Em seu artigo deste sábado, na Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho analisa a movimentação na campanha sucessória estadual, e chega a uma conclusão: ” a coisa na Bahia está, ao menos por enquanto, muito mais para fuxico do que para campanha eleitoral que se preze”. Na mosca!

Confira o texto que Bahia em Pauta reproduz.

( VHS )


OPINIÃO POLÍTICA

Da campanha e do fuxico

Ivan de Carvalho

Tivemos uma semana política teoricamente muito movimentada. As três coligações mais importantes inauguraram, com festa, seus comitês centrais de campanha eleitoral para suas chapas de candidatos às eleições majoritárias, lideradas pelo governador Jaques Wagner, pelo ex-governador Paulo Souto e pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Se teoricamente a semana foi politicamente movimentada, na prática foi uma pasmaceira total. Estamos no sábado e até a noite de ontem os eleitores não haviam recebido durante a semana que finda sequer uma informação adicional relevante sobre as propostas de governo dos três postulantes ao Palácio de Ondina.

Por isto é que dá vontade de escrever sobre assuntos nacionais, a respeito dos quais se poderia citar que a candidata a presidente da República Marina Silva, do PV, em entrevista, quebrou a rotina do discurso governado pelo marketing e pela suposta conveniência eleitoral dos seus concorrentes e foi de uma sinceridade admirável.

Mas isto não é muito para a sucessão federal, pois os demais candidatos e o presidente Lula não saíram de seus respectivos discursos rotineiros, ressalvando-se a inovação de Lula ao citar “a bunda” de burocratas que ficam sentados em seus gabinetes. Mas nem isto chega a ser uma inovação na essência, pois o presidente tem uma queda para esse linguajar popular.

Então voltemos à campanha na Bahia, que insisto em abordar hoje. Por enquanto – Deus permita que mude e dê um forte empurrão nesta direção, pois a simples permissão pode não ser suficiente – parece conversa de comadres, um fuxico interminável, envolvendo pixações, número maior ou menor de prefeitos que compareceram à inauguração deste ou daquele comitê, o deputado que era governista, mas do PR e assumiu a linha do partido, indo à festa de inauguração do comitê da coligação liderada pelo PMDB, ocasião em que deu um abraço de quebrar ossos no presidente estadual deste partido, Lúcio Vieira Lima, irmão do candidato a governador Geddel. Ou o prefeito da capital, peemedebista que derramou lágrimas na inauguração do comitê do deputado ACM Neto, do DEM, que participa levemente da administração municipal.

Só vi uma coisa que tem certo significado não exclusivamente de marketing político-eleitoral – a proposta da oposição, feita no bojo das negociações sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias, de “dobrar o orçamento da segurança pública” para 2011, em relação a 2010. O governo, claro, não aceita isso. A iniciativa, no entanto, vale por sinalizar a prioridade que as forças políticas que fazem a proposta dizem querer dar à questão da segurança ou insegurança pública. Dificilmente, porém, um governo que eventualmente se origine da atual oposicão duplicaria, de um ano para o outro, o orçamento da segurança. Ainda que isto seja plenamente justificável, tão grande se tornou o problema.

Bem, feita essa ressalva, a coisa na Bahia está, ao menos por enquanto, muito mais para fuxico do que para campanha eleitoral que se preze.

jul
17

Viáfara:segurança no gol

======================================

deu no IG

O São Paulo enfrenta o Vitória no Barradão neste sábado, às 18h30 , pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. As duas equipes tentam manter o pensamento na competição nacional para vencer e ganhar confiança para as decisões que terão pela frente nas próximas semanas. Os baianos disputam com o Santos a final da Copa do Brasil. Os paulistas fazem com o Internacional uma das semifinais da Copa Libertadores.

No São Paulo, o grande desafio é não desviar o foco de atenção, ainda mais depois da derrota para o Avaí por 2 a 1 no meio da semana. Faltando ainda mais de dez dias para o embate pela Libertadores, o técnico Ricardo Gomes quer que os jogadores esqueçam do compromisso contra o Internacional e, por enquanto, pensem somente no Vitória.

“O Brasileiro é tão importante quanto a Libertadores. Não tem motivo para haver desinteresse da nossa parte. Não tem nada disso”, garante o treinador do Tricolor, que tem seu discurso endossado por Dagoberto. “A realidade desse jogo da Libertadores está daqui a alguns dias ainda. Precisamos pensar por enquanto no Vitória”, complementa o atacante, que deve formar dupla de ataque com Fernandão.

Para o confronto, Ricardo Gomes não poderá contar com o zagueiro Alex Silva, que contra os catarinenses levou seu terceiro cartão amarelo e está suspenso. Xandão ganha a vaga no time e atuará na sobra. Miranda, pela direita, e Richarlyson, pela esquerda, completam o trio defensivo.

Apesar de ter à disposição quase todo seu elenco, o treinador do Tricolor prevê dificuldades contra o Vitória, sobretudo pelo local da partida, o estádio Barradão, onde o time baiano ainda não perdeu no Brasileirão. Foram duas vitórias e um empate em três partidas.

“O Vitória atravessa um bom momento, fez um bom resultado contra o Grêmio [empate por 1 a 1] e é finalista da Copa do Brasil. O jogo lá é difícil. Ganhamos no ano passado por 1 a 0, mas foi complicado. É um dos times que tiram maior proveito do fator casa”, acredita o treinador.

O time baiano segue com um desfalque importante. O pai de Junior faleceu nesta terça-feira e o atacante, que já não enfrentou o Grêmio, no meio da semana, segue fora da lista de relacionados. O ataque formado por Elkeson e Schwenck deve ser repetido pelo técnico Ricardo Silva, que não sofre com o desfalque de nenhum atleta por motivos disciplinares.

“Em casa teremos o apoio de nossa torcida e vamos fazer o máximo para buscar os pontos. Sabemos que não será fácil, pois o adversário conta com um elenco de qualidade, rápido e que leva perigo na bola parada, mas estamos prontos”, avalia Elkeson.

A novidade fica por conta do retorno dos volantes Bida e Neto Coruja ao grupo de relacionados pelo treinador. Os jogadores, que ficaram fora do embate com o Grêmio por problemas físicos, estão à disposição de Ricardo Silva, mas não devem entrar na equipe titular.

jul
17
Posted on 17-07-2010
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 17-07-2010

Luiz Fernando no Super Sincero…

…E Marina na sabatina da Record

 ============================================================
ARTIGO DA SEMANA

SUPER SINCERA NA TV

Vitor Hugo Soares

Sabatinada esta semana na Rede Record de Televisão, no primeiro encontro com os candidatos à presidência da República da série programada pela emissora, Marina Silva, do Partido Verde, pode até não ter marcado pontos em futuras pesquisas de opinião, mera suposição ainda a verificar. Do ponto de vista político e jornalístico, porém, ela cumpriu como se deve o papel de um candidato nesta quadra da vida nacional: Falou a verdade, disse o que sente e ofereceu matéria de sobra para notícia, opinião e reflexões.

Nos instantes mais interessantes e cruciais da conversa com a apresentadora e jornalistas convidados, ou ao responder a questões propostas pelos tele-eleitores, Marina lembrou muito – para o bem e para o mal – aquele personagem vivido pelo ator Luiz Fernando Guimarães, no quadro O Super Sincero, que abrilhantava as noites de domingo no programa Fantástico, da Rede Globo.

Recordo, por exemplo, um episódio em especial, no qual o personagem da televisão atrasado a caminho do escritório de trabalho no centro da metrópole, se vê, de repente, no meio de uma ruidosa manifestação de ambientalistas. Destas com o propósito de salvar a humanidade de todos os perigos representados pelos predadores ambientais de todos os tipos e espécies.

Bloqueado pela passeata, sem conseguir se livrar da confusão, o personagem de Luiz Fernando bate de frente com uma jovem de cara pintada, daquelas que aqui na Bahia são chamadas com perversa ironia de “militante cri cri da natureza”. Atraente e sem perder a calma, diante de cada resposta ou argumento desconcertante do ator, ela tenta a todo custo “ganhar” Luiz Fernando para a “causa”, como diziam os antigos militantes de esquerda dos 60/70.

Sosseguem que não pretendo “torrar” a paciência de ninguém com detalhes da história, que pode ser vista em vídeos espalhados por inúmeras esquinas da Internet. Digo apenas que a moça acaba levando o personagem para conhecer o seu apartamento, um mini-universo do politicamente correto no terreno da defesa ambiental. No fim, não resisto revelar, depois de tudo (que não conto) os dois retornam aos seus papeis originais.

Voltemos então à candidata do Partido Verde na sabatina da Record. No estúdio, jovial e simpática como a moça da passeata ambientalista, Marina Silva, no entanto, esbanja sinceridade nas respostas ao tiroteio de perguntas a que é submetida, como o personagem do extinto quadro dominical da TV Globo.

Quão útil e oportuno seria sua apresentação neste período tão marcadamente insincero de campanha política, principalmente por parte dos dois candidatos melhores colocados nas pesquisas de opinião: Dilma Rousseff, do PT, e José Serra, do PSDB. Ambos, com suas diferenças específicas, provavelmente convencidos por seus condutores e conselheiros de que é isso exatamente o que as eleitores esperam de postulantes a cargos públicos. Insinceridade!

A acreana, boa conhecedora dos segredos da selva – embora talvez nem tanto do bicho homem, do animal político principalmente – preferiu caminhar por trilhas diversas às de seus adversários na briga pelo posto maior da República. Sem temer preconceitos ou ser chamada de “careta”, a candidata verde falou sem meias palavras de temas polêmicos e delicados, dos quais os demais postulantes ao Palácio do Planalto em geral se esquivam, ou respondem com meias verdades – o que no fundo não passa de uma mentira completa.

Na sabatina da Record, Marina Silva afirmou que nunca fumou maconha e acrescentou ser contra a legalização da droga. Nunca tomou bebida alcoólica, “só Biotônico Fontoura”, ressalvou, para ser totalmente verdadeira e ao lembrar do tônico famoso bebido na infância de menina pobre e raquítica, que fez a delícia de gerações inteiras e despertou o amor de muitos brasileiros pelo bar e a farra, como este que vos escreve.

Perguntada sobre o casamento homossexual, aprovado esta semana pelo Congresso da Argentina contra a vontade da Igreja Católica e sob o patrocínio corajoso – suicida para alguns – da presidente Cristina Kirchner, a candidata verde não fugiu da raia ao opinar sobre o casamento gay.

“No meu entendimento, o casamento é um sacramento. Não faço aquele jogo de falar por entre os dentes, de ir à Igreja e dizer uma coisa e ir à comunidade e dizer outra”, atirou. Marina ainda assinalou que o uso do Santo Daime em cultos religiosos não pode ser visto com preconceito, mas uma vez retirado do contexto, pode levar a aborrecimentos. “É uma prática religiosa que tem origem em comunidades indígenas. Tirado do contexto e tratado de forma esteriotipada, pode criar problemas”. Mesmo fazendo parte do contexto geográfico e humano do Daime, a candidata fez questão de frisar que jamais tomou um gole da bebida com poderes ditos “alucinógenos”.

Marina se queixou de sofrer preconceito simplesmente por ser evangélica. Ela opina, com razão, que o fato de ter e praticar uma religião não a torna – nem a ninguém – passível de pré-julgamentos e condenação prévia. “Fico triste quando vejo algumas pessoas acharem que pelo simples fato de professar a fé evangélica eu seria, a priori, uma pessoa limitada, conservadora”.

E, nesse ponto, a Super Sincera candidata mostrou as garras na TV: “Nunca gostei da forma como muitas vezes, até no meio religioso, as pessoas ficavam dizendo que o presidente Lula ia acabar com a Bíblia e com a religião”.

Na mosca. Pena que a sabatina de Marina tenha sido tão pouco noticiada e repercutida além dos limites da Rede Record, por nossos melhores jornais, emissoras de rádio, TV, blogs e portais na Internet – salvo honrosas exceções como o Terra, em seu espaço “Eleições 2010”. Meios tão generosos (e as vezes complacentes) com os dois candidatos melhores colocados nas pesquisas, como se a escolha presidencial não passasse de mero plebiscito.

A Super Sincera Marina merecia mais olhares e atenções para suas palavras.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: Vitor_soares1@terra.com.br

  • Arquivos

  • julho 2010
    S T Q Q S S D
    « jun   ago »
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031