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Casillas: “minha mãe aprovou”

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O romance entre o goleiro Iker Casillas e a jornalista Sara Carbonero tornou-se um símbolo da conquista do título mundial pela seleção espanhola. Sobretudo por causa do famoso beijo do casal, ao vivo para a televisão, na zona de entrevistas rápidas logo após o jogo com a Holanda no Soccer City de Joanesburgo.

Esse momento, considerado um dos mais altos do Mundial, já teve mais de cinco milhões de acessos no YouTube.

E até os próprios companheiros, no avião, em plena viagem de regresso a Madrid, fizeram questão de homenagear a iniciativa do capitão da selecção espanhola. David Villa, Sérgio Ramos e Pepe Reina cantaram uma adaptação de uma canção do porto-riquenho Elvis Crespo, ouvida pela equipe no ônibus antes dos jogos, a que deram o nome de “Sarita da minha vida”. O trio fez mesmo um comboio entre os bancos do avião sob as gargalhadas de todos, incluindo Casillas e Sara, que viajaram lado a lado.

O beijo já é considerado em Espanha como uma das melhores jogadas do Mundial 2010 e até lhe chamam beijogol. Casillas explicou depois que foi um gesto cheio de “espontaneidade” e revelou um pormenor curioso: “A minha mãe telefonou-me logo a seguir e disse-me que ‘aquele foi o beijo de Espanha. Foste muito corajoso !’.”

O goleiro do Real Madrid acrescentou ainda que, afinal, é uma pessoa “como todas as outras”. “Mostramos a nossa maneira de ser nas nossas manifestações”, sublinhou.

Na hora de fazer a festa, o capitão da seleção espanhola aproveitou ainda para deixar uma crítica a todos os que ligaram o gol sofrido frente à Suíça, ao fato de a sua namorada estar atrás da trave. “Fizeram uma matança, tentaram fazer-nos mal e isso custou-me muito porque não compreendo essa má intenção. Deram-me bofetadas e recebi-as em silêncio. Não quero responder com bofetadas aos que nos fizeram mal”, adiantou Casillas, que não esquece o fato de Sara Carbonero e a própria estação de televisão Telecinco, para a qual trabalha, terem sido duramente criticadas pela Associação da Imprensa de Madrid, cujo presidente – Fernando González Urbaneja – considerou “uma vergonha” a colocação da jornalista atrás da baliza da seleção espanhola. A vitória na final do Mundial acabou por ultrapassar a polêmica e o beijogol selou o maior triunfo do desporto espanhol.

(Deu no Diário de Notícias, de Portugal)

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Comentários

wamberto da silva on 16 julho, 2010 at 0:33 #

divulguem isso, é melhor que divugar crimes ou frangos….


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