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Posted on 02-07-2010
Filed Under (Artigos, Janio) by vitor on 02-07-2010

Marina: “pense numa cabocla jeitosa”

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CRÔNICA/ DESCOBERTAS

Dilma, Abílio Diniz e João Vaqueiro

Janio Ferreira Soares

Leio na Folha de São Paulo que a candidata Dilma Rousseff participou de uma reunião com mulheres da alta sociedade paulistana na mansão do empresário Abílio Diniz, dono do Pão de Açúcar.
Segundo a bem informada Mônica Bergamo, em cuja coluna o sorriso dos habitués parece que fez um pacto com o botox, no ágape estava presente grande parte do PIB feminino que apenas gasta, além de outras moçoilas independentes que ostentam tailleurs Armani com a mesma pose que suas antepassadas desfilavam valentinos pelos salões do Grand Hotel Ca’d’Oro. Ah, que saudades do bollito misto circulando nos almoços dominicais!
Como sempre faço quando leio essas coisas, corri para contar a boa nova a seu João Vaqueiro, oitenta e tantos de galhofa e gabolice que, para minha surpresa, agora adotou sobre as pálpebras um suspeito aro tartaruga com lentes semi-rayban, que nem de longe lembra àquele que se mantinha na ativa graças a uma fita isolante grosseiramente enrolada na haste esquerda. Coisas do Bolsa Família, ele confessa com um sorriso matreiramente diagonal.
Lhe conto que muitas convidadas se surpreenderam com o novo visual de Dilma. “Ela é muito mais bonita pessoalmente. Não que seja linda, mas você vê que ela deu um trato, fez uma plástica. O pescoço está tudo de bom, o olho nem tanto”, disse uma das presentes.
Depois de me servir um copo de ki-suco de groselha com um dedo de açúcar no fundo, ele tira o paraguaio rajado do rosto e noto que seu olho esquerdo também está meio arriado. Suponho um derrame, mas imediatamente ele me corrige justificando que foi de tanto piscar pras meninas na trezena de Santo Antonio da Glória. Agora seja!
Tempos atrás ele dizia que se pegasse Dilma num forró ela ia ver com quantos paus se fazia uma canoa. Pergunto se ainda encararia uns rodopios gonzaguianos com a pupila do monsenhor Inácio agora que ela sofreu uma repaginada capilar e epidermiana e ele responde que vontade ainda tem, o problema é que, com a plástica no pescoço, o molejo tende a ficar prejudicado.
“Quer um pouco de Jurubeba? É bom pro fígado e dá sustança”. Declino, e lhe pergunto quem vai ganhar a eleição. Para minha surpresa ele diz que torce pra Marina Silva. Antes que eu lhe peça motivos, justifica: “Pense numa cabocla jeitosa! E pra completar, eu soube que ela tem asma. E você deve saber que não tem afrodisíaco melhor prum homem da minha idade do que um piado no pé do ouvido no meio da madrugada”. Vivendo e aprendendo. Grande João Vaqueiro!

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso, no Vale do São Francisco.

jul
02
Posted on 02-07-2010
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Serra e Dilma: cabeça a cabeça

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DEU NO UOL / BLOG DE JOSIAS DE SOUZA

A 46 dias do início da propaganda eleitoral televisiva, José Serra e Dilma Rousseff permanecem tecnicamente empatados, informa pesquisa Datafolha.
Serra amealha 39% das intenções de voto. Dilma, 38%. Marina Silva parece com 10%. A margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos.
Em pesquisa feira nos dias 20 e 21 de maio, o Datafolha apontara empate de Serra e Dilma em 37%. Marina tinha, então, 12%.
O quadro de empate técnico se mantém no cenário de um eventual segundo turno: Serra, 47%; Dilma, 45%. Em maio, ele tinha 45%. Ela, 46%.
Os pesquisadores do Datafolha foram ao meio-fio na quarta (30) e na quinta-feira (1º).
Ouviram-se 2.658 eleitores em todo país. Desse total, apenas 5% responderam que tencionam votar branco ou nulo. Outros 9% ainda não sabem em quem votar.
Incluindo-se os presidenciáveis nanicos no páreo, o empate permanece, informa o Datafolha. Serra tem 39%. Dilma, 37%. Marina, 9%.
A sondagem indica que Serra deve a manutenção de seus índices nos patamares de maio à superexposição televisiva.
Entre o final de maio e o junho, o tucano protagonizou três programas partidários: DEM, PSDB e PTB. Dez minutos cada um.
Segundo o Datafolha, 50% dos pesquisados declararam ter visto alguma das peças estreladas por Serra.
Os efeitos da TV são mais perceptíveis na pesquisa espontânea, em que os pesquisados se manifestam sem que lhes seja exibida a lista de candidatos.
Em maio, Serra beliscava 14% na sondagem espontânea. Agora, tem 19%. Dilma subiu de 19% para 22%. Marina manteve-se no mesmo patamar: 3%.
A exemplo da pesquisa de um mês atrás, a nova rodada do Datafolha aponta para a perspectiva de crescimento de Dilma.
Por quê? Nas respostas espontâneas, 5% declaram que vão votar em Lula, que não será candidato.
Outros 4% afirmam que votarão no nome que o presidente indicar. E 1% diz que votará no “candidato do PT”.
Caiu a taxa de rejeição de Serra. Em maio, 27% diziam que não votariam nele de jeito nenhum. Agora, 24% o rejeitam.
A taxa de rejeição de Dilma se manteve em 20%. O índice de Marina também não se alterou: 14%.

jul
02

Julio Cesar: vergonha do goleiro

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DEU NO TERRA

Bob Fernandes
Direto de Port Elizabeth

Mais do que nunca, uma torcida multinacional para a Seleção Brasileira. Da Europa, Ásia, Américas, África, em especial África do Sul, quem ficou pelo caminho escolhe outro para torcer. À entrada do estádio, gente de todas as cores e línguas com camisetas, bonés, chapéus, lenços ou bandeiras do Brasil.

E, recordemos, os sul-africanos têm motivos históricos, contas a acertar com os antigos colonizadores, os holandeses.

Felipe Melo de volta ao time, que já se aqueceu e voltou aos vestiários. Pintaram o gramado, que é irregular, ruim.

Dia lindo, tarde de sol e 24 graus, mais um belo estádio – e futuro elefante branco – o Nelson Mandela Bay de Port Elizabeth. As torcidas fazem festa. Na bancada da mídia, tensão.

A Seleção, hoje de camisas azuis, no túnel de acesso. Dunga, gripado, já no banco, repetindo o casacão Herchcovitch. A câmera no rosto do técnico, que expira, não há como esconder a ansiedade, a tensão.

Ao contrário de outras partidas, não há sorrisos no túnel de acesso, salvo quando Boulahrouz se aproxima, abraça Luis Fabiano e Daniel Alves.

Robben, o astro holandês, passa a mão esquerda nos lábios e a câmera flagra: um esparadrapo no anular… e os dedos estão tremendo.

Lúcio lê mensagem da FIFA contra o racismo e, por conta própria, em inglês, acrescenta um “Deus te abençoe”:
– God Bless you.

Bola rolando.

Van Bommel encrenca com Luis Fabiano, que reage, aos 2’. Robben encena. Empurra-empurra aos 3’. A Holanda encena a cada chegada do Brasil. O juiz é japonês, Nishimura.

Gol aos 7’. O bandeira marca impedimento de Daniel Alves, meia perna, antes de Robinho fazer o gol.

Lançamento sensacional de Felipe, que levanta a cabeça, vê Robinho se deslocando por trás da zaga e joga a Jabulani no vazio. Diante de Stekelenburg, Robinho executa, com um toque de pé direito faz um a zero aos 9’.

Galvão Bueno, nosso Himalaia de convicções, opina:
– Em 94, Bebeto e Romário fizeram gols de contra-ataque. E assim o jogo se abriu… me impressionou a batida do Robinho, de primeira, nem precisou ajeitar…

Aos 22?, Galvão engasga e fica rouco. Quiçá, a praga viral, via web. Galvão calado por alguns segundos. A voz quase não sai. Arnaldo e Casagrande comentam enquanto o narrador tenta se recuperar.

Aos 15’, Lúcio brinca, comete o erro que vem ensaiando em toda sua, grande, Copa, e dá um presente.

Lúcio lança Kaká, mal, Michel Bastos, na esquerda, se queixa.

Robben encena de novo, o juiz marca. Dunga enlouquece diante do banco e do juiz, e encena a loucura.

Daniel toca aos 24 e Juan quase faz o segundo.

Robinho enrosca, dribla, ginga, dribla de novo e toca para Kaká. A Jabulani ia no ângulo esquerdo, em curva para dentro, mas Stekelenburg vai buscá-la com ponta dos dedos. Quase um golaço de Kaká.

Escanteio migué de Robben, que dá um toque mínimo e deixa a bola no lugar, para ninguém perceber uma jogada ensaiada, mas Daniel Alves se toca e estraga a surpresa holandesa.

Falta. Julio Cesar defende. E beija a Jabulani.

O juiz, depois de ter avisado, amarela Michel Bastos.

O quarto árbitro chega em Dunga, que havia acabado de sapatear e espernear novamente, contra Nishimura. Juiz japonês para um jogo pegado e catimbado como esse? Encrenca garantida.

Contra-ataque, Daniel rola para Maicon, final de jogada que lembra o gol de Carlos Alberto Torres em 70, o quarto contra a Itália. Maicon bate, o goleiro trisca na bola, o bandeira não dá o escanteio.

Dunga esperneia, soca a própria mão, esbofeteia a lateral do banco de reservas.

Júnior, ex-lateral esquerdo da Seleção, analisa:
– Essa zaga é uma mãe, Galvão, já era pra esse jogo estar decidido.

Arnaldo Cezar Coelho se penitencia:
– Parece jogo de Libertadores… quebrei a cara, disse que seria jogo fácil (pra arbitragem).

Fim do primeiro ato.

De novo lembram 70. Felipe Melo, como Clodoaldo no gol da Itália, inventa um calcanhar a 1’ do segundo tempo. Por sorte, a zaga do Brasil atenta.

Michel faz falta em Robben, que encena. Jorginho fala algo com Dunga. Ou trocam Michel Bastos ou será expulso.

Cruzamento de Sneijder. Julio Cesar e Felipe Melo trombam no ar, aos 8’. Gol da Holanda.

Outro dramático Brasil x Holanda.

Kaká, aos 19’, mata no peito e bate. Raspando a trave.

O Brasil sentiu o primeiro gol, não se encontra mais em campo. Escanteio, Kuyt se antecipa a Luis Fabiano e trisca, Sneijder, sem que Felipe Melo encoste, faz o segundo.

Felipe Melo, aos 28’, encarna o papel de vilão, por tantos desenhado para ele na Copa. Faz falta em Robben, pisa no holandês que está no chão. É expulso.

O Brasil mais que perdido, desarvorado em campo. A Copa começa a ficar distante. A multinacional torcida silencia, os holandeses festejam.

Faltam 11’. Falta para a Holanda. Van Persie. Na arquibancada.

Nilmar entrou, saiu Luis Fabiano.

Agora, a se cumprir a tradição verde-amarela, caça aos culpados, como em 2006, quando o eleito foi Roberto Carlos.

Galvão Bueno dá o tom:
– Felipe Melo, expulsão já prevista.

Tô fora dessa. Copa se ganha e se perde. Ponto.

Ronaldo, El Gordo, no twitter:
– Felipe Melo não deve passar férias no Brasil.

Absolutamente dispensável o comentário, justo ele que já viveu a boataria e perseguição depois da final em 1998.

Juan e Julio Cesar se desentendem, descontrole total. O Brasil entregue, sem capacidade alguma de reação, os jogadores já sabem que estão fora da Copa, desistem da luta. A Holanda não faz o terceiro porque não força, porque brinca diante de Julio Cesar.

Fim do segundo ato.

Jorginho de cabeça baixa. Dunga não espera seus comandados, desce para os vestiários. Lágrimas nas arquibancadas, irritação da bancada de imprensa.

A Seleção jogou um ótimo primeiro tempo, mas não matou o jogo quando poderia ter matado. Com o gol de empate, viu-se aquilo que Marwijk, o técnico holandês, classificou como “arrogância positiva” da equipe brasileira. Eles, os jogadores verde-amarelos, não esperam, não estão preparados para a derrota, nem mesmo para o anúncio da derrota. Com o gol de empate, se perderam.

Fim da Copa. Hora de lágrimas, e da triste tradição de caça aos culpados.

Hora de voltar para casa.

jul
02
Posted on 02-07-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 02-07-2010


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Ode ao 2 de Julho

Castro Alves

Era no Dois de Julho
A pugna imensa
Travara-se nos cerros da Bahia…
O anjo da morte pálido cosia
Uma vasta mortalha em Pirajá.
“Neste lençol tão largo, tão extenso,
“Como um pedaço roto do infinito …
O mundo perguntava erguendo um grito:
“Qual dos gigantes morto rolará?! …

Debruçados do céu. . . a noite e os astros
Seguiam da peleja o incerto fado…
Era tocha — o fuzil avermelhado!
Era o Circo de Roma — o vasto chão!
Por palmas — o troar da artilharia!
Por feras — os canhões negros rugiam!
Por atletas — dous povos se batiam!
Enorme anfiteatro — era a amplidão!

Não! Não eram dous povos os que abalavam
Naquele instante o solo ensangüentado…
Era o porvir — em frente do passado,
A liberdade — em frente à escravidão.
Era a luta das águias — e do abutre,
A revolta do pulso — contra os ferros,
O pugilato da razão — com os erros,
O duelo da treva — e do clarão! …

No entanto a luta recrescia indômita
As bandeiras – corno águias eriçadas —
“Se abismavam com as asas desdobradas
Na selva escura da fumaça atroz…
Tonto de espanto, cego de metralha
O arcanjo do triunfo vacilava…
E a glória desgrenhada acalentava
O cadáver sangrento dos heróis!

Mas quando a branca estrela matutina
Surgiu do espaço e as brisas forasteiras
No verde leque das gentis palmeiras
Foram cantar os hinos do arrebol,
Lá do campo deserto da batalha
Uma voz se elevou clara e divina.
Eras tu — liberdade peregrina!
Esposa do porvir — noiva do Sol!…

VIVA A BAHIA!!!

E VAMOS LÁ, BRASIL. PRA CIMA DA HOLANDA!

jul
02
Posted on 02-07-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 02-07-2010

Indio da Costa: agente provocador?

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O jornalista político Ivan de Carvalho comenta sobre dois temas em seu artigo desta sexta-feira, na Tribuna da Bahia. Um deles, a repercussão da surpreendente escolha do deputado federal Indio da Costa, DEM-RJ, para candidato a vice na chapa oposicionista de José Serra (PSDB). O colunista prevê: “Não vai demorar muito e haverá patrulhas petistas acusando o candidato a vice-presidente, de agente provocador”. Confira.
(VHS)
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OPINIÃO POLÍTICA

Agente provocador

Ivan de Carvalho

1. Esta semana, o governador Jaques Wagner, no programa de televisão Balanço Geral, depois de deixar claro que fez ou já preparou a feitura de quase tudo que havia ou há para fazer na Bahia (parabéns, governador, não é todo mundo que consegue isso, ainda mais em menos de quatro anos), sugeriu que o complexo esportivo que vai surgir no lugar onde hoje está o saudoso estádio da Fonte Nova seja chamado Luís Inácio Lula da Silva, vulgo Lulão. O governador disse para fazer simpatia, mas sabe que não pode, pois obras públicas, atualmente, recebendo nomes de pessoas, só podem ser batizadas oficialmente com os nomes de pessoas mortas. E Lula está vivíssimo. Também não poderá o novo estádio chamar-se Jaques Wagner, pelo mesmo motivo e mesmo que ele se reeleja. Bem poderia o que for erguido no lugar do estádio moribundo herdar o nome antigo, do governador Octávio Mangabeira, responsável pela construção da Fonte Nova, mas creio que isso não é muito provável. “O tempo, traça que medra nos livros feitos de pedra, rói o mármore, cruel”, escreveu o poeta que também nos deixou Ode ao 2 de Julho. E o tempo passou. Bem, duas idéias. Primeira) Pode-se dar ao estádio o nome do maior poeta brasileiro, o baiano Castro Alves, pois deste o tempo ainda não roeu o gênio e a memória. Segunda) Ao invés do nome dele, pode-se dar – e lembro isto hoje, quando se comemora a efeméride (desculpem os colegas o palavrão) – ao futuro estádio o belo nome de Estádio 2 de Julho. Assim, pelo menos, acho que, juntando com o Largo 2 de Julho, a Praça 2 de Julho e o complexo viário construído perto do aeroporto e cujo nome também é 2 de Julho, ninguém mais vai insistir inutilmente em perturbar o espírito de Luís Eduardo Magalhães, cujo nome continuará, já então pacificamente, a designar o Aeroporto Internacional de Salvador.
2. Não vai demorar muito e haverá patrulhas petistas acusando o candidato a vice-presidente na chapa de José Serra, Índio da Costa, de agente provocador, um rótulo que nos saudosos (para a esquerda) tempos do poder da propaganda soviética universalizada era às vezes aplicado a reais ou supostos “agentes da CIA” e quase sempre a democratas autênticos que não transigiam com a pregação e não se submetiam aos métodos totalitários dos adeptos do comunismo, hoje morto como doutrina, mas ainda moribundo, insepulto, como regime totalitário em alguns países – a exemplo da China continental, Coréia do Norte, Cuba, para ficar apenas nos três mais notórios, embora não únicos. Índio da Costa é um jovem advogado formado da acreditada Faculdade de Direito Cândido Mendes, com pós-graduação em Políticas Públicas pela UFRJ, autor de dois livros sobre gestão pública. Está em seu quarto mandato eleitoral, sendo somente o atual na área federal (Câmara dos Deputados, onde se notabilizou por ser o relator do projeto de lei Ficha Limpa, por sua destacada atuação na CPI dos Cartões Corporativos e por denúncias de corrupção no governo federal). Mas por que “agente provocador”? Simples. Ontem, enquanto o candidato a presidente José Serra debatia a convite da Confederação Nacional da Agricultura (Dilma Rousseff arranjou uma viagem para não comparecer e Marina Silva não foi alegando a ausência de Dilma). Índio da Costa estava numa das primeiras filas. E aproveitou o laptop que levara para por em seu twitter: “Lula diz que não me conhece, esqueceu que tentou barrar o ficha limpa, mas não conseguiu”. Agente provocador, dos mais legítimos, está aí.

jul
02
Posted on 02-07-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 02-07-2010

Dunga: motivos para sorrir
  

DEU NA UOL

O técnico da seleção brasileira Dunga está com uma aprovação considerada ótima ou boa para 69% da população, segundo pesquisa nacional realizada pelo Datafolha.

A pesquisa foi feita nos dias 30 de junho e 1 de julho e foram ouvidas 2.658 pessoas (1.291 homens e 1.367 mulheres), em 163 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Desde que assumiu a equipe brasileira há quatro anos, Dunga conquistou todos os títulos que disputou, com exceção dos Jogos Olímpicos de Pequim, quando o time ficou com a medalha de bronze.

jul
02
Posted on 02-07-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 02-07-2010

Lionel Messi alarmou, nesta quinta-feira, a seleção argentina depois de não ter treinado por causa de uma gripe, a dois dias do embate pelas quartas de final do Mundial de 2010 frente à Alemanha.

O porta-voz da seleção de Maradona, Andrés Ventura, revelou que Messi se deslocou ao campo de treinos, na Universidade de Pretória, mas o técnico Diego Maradona decidiu mandá-lo para o quarto descansar.

O “astro” argentino apresenta «sintomas de resfriado, nada de grave», disse o médico da seleção, Donato Villani, informando que o jogador «já irá treinar a todo o vapor na sexta-feira».

O melhor jogador do mundo em 2009 ainda não marcou gol no Mundial, mas assistiu seis dos 11 gols que a Argentina marcou durante a competição e tem concentrado sobre si as atenções dos defesas adversários, libertando espaços para os outros avançados, Gonzalo Higuaín e Carlos Tevez.

Quem tomou o lugar de Messi no treino de conjunto foi o suplente Javier Pastore, juntando-se a dez jogadores que devem fazer parte do time (com Messi) no jogo com a Alemanha , no sábado, na Cidade do Cabo.
(Informações de TSF, Lisboa)

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