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Posted on 31-07-2010
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Alemães lembram tragédia uma semana depois

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Milhares de pessoas reuniram-se neste sábado, em Duisburgo, na Alemanha, para homenagear os 21 mortos resultantes da ‘Love Parade’ que se realizou no sábado passado naquela localidade.

A chanceler Angela Merkel, o novo presidente da República, Christian Wulff, e outras autoridades participaram numa cerimónia solene na igreja de S. Salvador, no centro de Duisburgo, transmitida por vídeo para as outras igrejas locais, e para o estádio de futebol do MSV Duisburgo.

A governadora da Renânia do Norte-Westfália, Hannlore Kraft, disse, no seu discurso, que “eles não estão sós” e que é necessário apurar “quem teve a culpas, quem foi responsável” pela tragédia que causou 21 mortos e mais de 500 feridos, dos quais 25 ainda estão internados.

Hannelore Kraft, cujo filho também este presente no festival de música techno, acrescentou que devem “esses esclarecimentos aos que morreram e aos seus famliares”

Após o sermão, sacerdotes católicos e protestantes, bombeiros e outros socorristas acenderam 21 velas na igreja, uma por cada vítima mortal.

Na quinta-feira, o ministério do interior da Renânia apresentou um inquérito preliminar, em que acusa os organizadores da ‘Love Parade’, a firma de eventos Lopavent, de ter cometido vários erros e de ter descurado a segurança dos participantes.

O outro alvo da maioria das críticas tem sido o presidente da câmara de Duisburgo, Adolf Sauerland, pelo facto de a autarquia ter ignorado advertências da polícia e dos bombeiros sobre os riscos.

jul
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Posted on 31-07-2010
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DEU NO COMUNIQUE-SE (PORTAL DE NOTÍCIAS DOS BASTIDORES DA IMPRENSA)

Da Redação

Neste sábado, dia 31/07, a censura imposta ao Estadão completa um ano, sem perspectivas de solução. A ação judicial, aberta pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), proíbe o jornal de publicar informações sobre a Operação Faktor, conhecida como Boi Barrica, da Polícia Federal, sob pena de multa de R$ 150 mil em caso de descumprimento.

“É essencial para a democracia uma imprensa livre para publicar TUDO – e responder e se responsabilizar pelo que publicou, arcar a posteriori pelo que publicou, mas nunca sendo impedida a priori. Isso é censura prévia”, diz o diretor de conteúdo do Estadão, Ricardo Gandour.

Em dezembro do ano passado, após a decisão ser criticada por diversas entidades ligadas ao jornalismo, juristas e políticos, Fernando Sarney resolveu desistir da ação, mas o Grupo Estado não aceitou.

“O jornal considera que este caso é de importância vital para toda a imprensa, e não apenas para o Grupo Estado. Foi por isso que, quando o empresário Fernando Sarney entrou com pedido de desistência da ação, o jornal não aceitou, preferindo que a Justiça se pronunciasse sobre o mérito, sobre a essência da ação – o que até agora não ocorreu”, explica Gandour.

De acordo com o diretor, mesmo tendo passado um ano da decisão e aparentemente ela ter caído no esquecimento, “sempre que se toca no assunto percebe-se que ele está vivo na preocupação das pessoas”. Gandour não esperava que a censura durasse tanto tempo e espera por uma solução.

“Temos feito tudo o que está ao nosso alcance e a decisão está nas mãos da Justiça”, afirma.

jul
31
Posted on 31-07-2010
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Nas urnas sem saber ler

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DEU NO TERRA (ELEIÇÕES 2O1O)

Rosane Soares Santana

Direto de São Paulo

A maioria dos eleitores brasileiros no Império era analfabeta. “Não lê, nem pode ler jornais”, descreveu Francisco Belisário (O Sistema Eleitoral do Império, Senado Federal). “Incapazes de ler um jornal, um decreto do governo, um alvará da justiça, uma postura municipal”, completou José Murilo de Carvalho (Cidadania no Brasil, Civilização Brasileira). Também não podiam assinar a cédula de votação, como estabeleceu a legislação entre 1824 e 1842. Mas, num processo eleitoral marcado pela fraude e pela violência, havia sempre quem o fizesse em lugar do eleitor na hora de depositar o seu voto.

Pela legislação eleitoral criada logo após a Independência, de acordo com o cientista político Jairo Nicolau (História do Voto no Brasil, Jorge Zahar), os votantes (eleitores de primeiro grau) eram obrigados a colocar na urna uma lista com a relação dos nomes dos candidatos. Mas esta já vinha pronta, não era feita diante da mesa eleitoral, donde supõe-se que alguém o fazia pelo eleitor, colocando nomes que nem mesmo ele podia identificar, já que era analfabeto.

“O votante é, por via de regra, analfabeto… de político só sabe o seu voto, que ou pertence ao Sr. Fulano de tal por dever de dependência (algumas vezes também por gratidão), ou a quem lho paga por melhor preço, ou lhe dá um cavalo, ou roupa de ir votar à freguesia…”, outra vez Belisário.

Minoria votava

Dos cerca de cinco milhões de habitantes do Brasil, à época da Independência, uma minoria ia às urnas. Havia mais de um milhão de escravos e 800 mil índios, que estavam excluídos do processo eleitoral, juntamente com as mulheres, além de outras categorias indicadas pela legislação.

No final do Império, em 1872, o número de habitantes saltou para 8,4 milhões. Mas, não obstante os esforços de liberais e conservadores no Governo Central e no Poder Legislativo para “civilizar” o Brasil, a partir da Independência, com a criação de escolas primárias, formação de professores, catequese de índios e construção de bibliotecas públicas, o índice de analfabetismo permaneceu praticamente inalterado, fruto do descaso da colonização portuguesa com a educação, ao contrário do que ocorrera nas colônias espanholas da América.

No período imperial, no Brasil, a educação possuía o maior orçamento, depois da Segurança Pública. Na Bahia, por exemplo, em 1839, com uma população de cerca de 500 mil habitantes (30% de escravos, sem qualquer direito civil ou político), já existam 171 escolas primárias, 43 escolas secundárias e uma Escola Normal. Os numeros são significativos, se considerarmos que a administração portuguesa sempre tratou com descaso a educação, inicialmente entregue aos jesuítas e, após a expulsão destes, no século XVIII, relegada a segundo plano pelo Estado.

Na Bahia, descartados os escravos, cujo estatuto jurídico não permitia o acesso à cidadania e, portanto, à educação, tínhamos uma escola secundária para cada 8.140 habitantes e uma escola primária para cada 2.047 habitantes, se forem verdadeiros os números apresentados pelo, então, presidente da província, Thomaz Xavier Garcia de Almeida, à Assembléia Legislativa Provincial da Bahia, em 2 de fevereiro 1839.

Exclusão dos analfabetos

A reforma eleitoral de 1881, aprovada pela Câmara dos Deputados, introduziu o voto direto, eliminando os dois turnos nas eleições, e proibiu a participação de analfabetos no pleito. A medida mereceu o protesto de parlamentares como Joaquim Nabuco, porque provocou uma redução drástica no número de eleitores, que perdurou até os anos 30 do século XX, ou seja, todo o período da República Velha.

Em 1872, havia mais de um milhão de votantes (eleitores de primeiro grau), o equivalente a 13% da população livre. Em 1886 pouco mais de 100 mil eleitores participaram das eleições para deputado, representando 0,8% da população geral – redução de 90% do eleitorado, num universo onde somente 15% dos habitantes eram alfabetizados, segundo José Murilo de Carvalho.

Em pleno século XXI, a baixa escolaridade e o analfabetismo ainda atingem a maioria do eleitorado. São permanências da nossa formação social e grande entrave para a nossa evolução política e econômica. Ainda somos uma país onde mais da metade do eleitorado (53,56%), avaliado em pouco mais de 133 milhões de pessoas, não possui nenhuma escolaridade ou são analfabetos funcionais, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, divulgados na semana passada.

Um desafio a ser vencido em plena Era do Capital Intelectual, apesar dos avanços com a introdução do voto digital, que torna o processo eleitoral brasileiro, neste aspecto, o mais moderno do mundo.

Rosane Soares Santana é jornalista, com mestrado em História pela UFBA. Estuda o Poder Legislativo, elites políticas e eleições no Brasil. Integra a cobertura de eleições do Terra.

Leia mai eleições na história no Terra

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4596114-EI6578,00-Maioria+dos+eleitores+era+analfabeta+no+Brasil+Imperio.html

jul
31
Posted on 31-07-2010
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DEU NO BLOG DE CRISTIANA LOBO ( de O GLOBO)

A pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira mostra que o PT atingiu o objetivo estabelecido: o de levar a candidata Dilma Rousseff à dianteira nas pesquisas eleitorais até o início do propaganda na televisão, que vai começar dia 17. Dilma abriu uma diferença de cinco pontos porcentuais sobre José Serra – 39% a 34%. Segundo a pesquisa, Dilma subiu três pontos e Serra caiu dois pontos porcentuais.

Segundo dados da pesquisa, Dilma subiu nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Apenas na região Sul José Serra recuperou pontos, onde subiu de 42% para 46% das intenções de votos, contra Dilma que perdeu quatro pontos – de 35% para 31%. Esta é a única região em que Serra está na frente.

A principal virada de Dilma foi na região Sudeste – a mais populosa, com 58,9 milhões de eleitores ou 43,3% do eleitorado. Nesta região que reúne os Estados do Rio, Minas e São Paulo, Dilma fica com 37% das intenções de votos contra 35% para Serra que, aliás, se segura em São Paulo, mas perde a dianteira para Dilma em Minas. Ela ainda abre vantagem de 19 pontos porcentuais sobre Serra no Rio de Janeiro – terra do vice de Serra, Índio da Costa. Dilma ainda avança sobre o eleitorado de Serra nas regiões Norte e Centro-Oeste – ela sobe 5 pontos porcentuais e Serra perde.

A esta altura da campanha, portanto, vê-se que Dilma superou a marca do PT que era de algo em torno de 33%. Com 39% das intenções de votos, ela está agregando votos que lhe são transferidos pelo presidente Lula – por exemplo, da faixa dos menos escolarizados e voto feminino, eleitorado nitidamente beneficiado pelos programas sociais do governo.

Este cenário favorável à Dilma chega antes da prometida presença maciça do presidente Lula nos programas eleitorais de televisão. Até agora, a oposição avaliava que estava se esgotando o potencial de transferência de votos de Lula para Dilma.

O PT, agora, considera que Dilma pode alcançar a marca de 70% dos votos válidos na região Nordeste, onde a aprovação do presidente Lula é mais alta – em alguns municípios supera os 90% dos consultados, conforme as pesquisas. Nesta pesquisa Ibope, Lula é aprovado por 77% dos consultados em todo o país, mas com diferença maior no Norte e Nordeste.

A subida de Dilma na região Sudeste, particularmente, em Minas explica a iniciativa do tucano de abrir comitês eleitorais na terra de Aécio Neves. Lá, segundo o coordenador da campanha petista junto aos prefeitos municipais, Márcio Lacerda, pegou entre prefeitos o voto “dilmasia” – em Dilma para a presidência e em Anastasia para o governo Estadual.

Anastasia também subiu na pesquisa, mas continua atrás de Hélio Costa (PMDB). O placar lá é de 39% para Costa e 21% para Anastasia. No Rio, também, Dilma abriu uma diferença de 19 pontos porcentuais sobre Serra.
(Reproduzido do Blog do Noblat))
Em São Paulo, Dilma também subiu na pesquisa, mas José Serra mantém a dianteira no Estado. A diferença entre eles, agora, é de 11 pontos porcentuais – em números absolutos, inferior a 3 milhões de votos. Pelos cálculos do PT, bastaria ao partido reduzir a vantagem de Serra para menos de 4 milhões de votos para obter um bom desempenho na campanha eleitoral.

jul
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Um livro mágico de Saramago
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ARTIGO DA SEMANA

NA VÉSPERA DE AGOSTO

Vitor Hugo Soares

Acabo de ler “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, um dos primeiros e mais fabulosos romances de José Saramago. Agora entendo porque esta obra foi a razão inicial do encontro e da paixão da espanhola Pilar Del Rio pelo recém falecido escritor português, no cenário da incrível Lisboa dos anos 30 que o livro retrata, quando do retorno a Portugal logo depois da morte de Fernando Pessoa, do heterônimo mais clássico do grande poeta, que se auto exilara no Rio de Janeiro.

Ainda estonteado pela mágica e embriagadora atmosfera da história e de seus personagens, escuto um leve bater na porta do apartamento em Salvador. É agosto que pede licença para entrar neste domingo do ano eleitoral de 2010. Sétimo mês do calendário gregoriano, tão emblemático e sugestivo da vida do País, a começar por um dos fatos de maior impacto nas recordações do jornalista quando garoto: o suicídio de Getúlio Vargas, chefe da Nação e guia do antigo trabalhismo brasileiro – de fim tantas vezes decretado, e tantas vezes ressuscitado, principalmente quando o tempo é de pedir votos.

Lembro nitidamente do momento em que a notícia chegou, no meio do formigueiro humano da construção da primeira usina da Companhia Hidroelétrica do São Francisco, (CHESF), em Paulo Afonso, que iluminaria o Nordeste nos anos seguintes e tornaria Getúlio um mito ainda maior na região. Veio através de um potente serviço da auto-falante instalado no centro da praça principal da Vila Poty, coração da cidade operária, que naquele instante parecia atingida por fragmentos do disparo no Palácio do Catete, no Rio tumultuado dos 50. Ontem como hoje, já se vê.

Impossível esquecer. Mas fiquem tranqüilos, que não contarei de novo a historia do impacto daquele dia na vila baiana, como já o fiz tantas vezes em outros artigos. Este, por enquanto, é só um breve registro para não deixar passar em branco a chegado do novo mês, que na pauta do jornalismo nacional tem peso inescapável. Comparável ao do preço do quiabo, do camarão e do dendê na época do caruru de Cosme e Damião, nas pautas dos jornais baianos, no mês de setembro.

Na verdade, três assuntos me ocuparam a atenção nesta semana de pré-agosto: O clima de conversa de comadres no “ti ti ti” que invade, praticamente, todos os espaços da cobertura da campanha presidencial – e para os governos estaduais também – de nossos mais lidos diários e revistas semanais; a torcida pelo Esporte Clube Vitoria, o rubro-negro baiano que enfrenta os “santásticos” meninos da Vila Belmiro, na decisão da Copa do Brasil de futebol; e como já informei no começo, a leitura de “O Ano da Morte de Ricardo Reis”.

A campanha política é esse disse me disse inconseqüente e enganador que se sabe. O sexo dos anjos é o tema que mais se discute até aqui. Ultimamente substituído pela polêmica em que se engalfinham os petistas de Dilma Rousseff e os tucanos de José Serra, para tirar a limpo quem é de esquerda e quem é de direita na geléia geral da campanha, o que no final das contas se resume na mesma cantilena e só reforça as suspeitas levantadas pela verde Marina Silva, de que petistas e tucanos não passam de duas faces da mesma moeda.

O Vitória perdeu o primeiro jogo na Vila. Foi baleado duas vezes, mas os “santásticos” comandados por Neymar deixaram vivo o time baiano, mesmo que respirando “por aparelhos”, como insinua o comentarista Milton Neves na Band News. Os 90 minutos decisivos do jogo serão quarta-feira que vem em Salvador, na fogueira rubro-negra do estádio do Barradão, onde o Leão da Barra não tomou um gol sequer nesta Copa do Brasil. Quem sabe o troco, apesar de toda beleza e perigo do gingado do Santos?…

Por enquanto, o conforto vem mesmo é das páginas do livro de Saramago, inclusive no que concerne ao jornalismo, como diria Janio Quadros. No romance “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, uma passagem marcante neste particular é quando, de volta do Brasil para Portugal, em seguida à morte de Fernando Pessoa, o médico heterônimo do grande poeta luso pega os jornais para ler, depois de passar um tempo na ignorância do que se passava no mundo.
Não que por inclinação Ricardo Reis fosse leitor assíduo, pelo contrário, fatigavam-no as páginas grandes e as prosas derramadas, mas por simples falta do que fazer, revela Saramago sobre o personagem. “Demissão do governo espanhol, aprovada a dissolução das cortes, é uma das notícias do jornal que o médico tem nas mãos naquele 1936. O Negus num telegrama à Sociedade das Nações diz que os italianos empregam gases asfixiantes, é outra notícia.

O personagem constata: “São assim os periódicos, só sabem falar do que aconteceu, quase sempre quando já é tarde demais para emendar os erros, os perigos e as faltas”. Bom jornal, reflete o personagem do romance, seria aquele que no ano de 1914, tivesse anunciado o rebentar da guerra para o dia 24 de Julho. Disporíamos então de quase sete meses para conjurar a ameaça, quem sabe se não iríamos a tempo, e melhor seria ainda se aparecesse publicada a lista dos que iriam morrer.
Saramago com a palavra final para quem quiser escutar ainda: “Milhões de homens e mulheres a ler no jornal da manhã, ao café com leite, a notícia de sua própria morte, destino marcado e a cumprir, dia, hora e lugar, o nome por inteiro, que fariam eles sabendo que os iam matar, que faria Fernando Pessoa se pudesse ler, dois meses antes, o autor da Mensagem morrerá no dia trinta de novembro próximo de cólica hepática, talvez fosse ao médico e deixasse de beber, talvez desmarcasse a consulta e passasse a beber o dobro, para poder morrer antes.”
Magnífico romance! Magnífico Saramago!!!

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

jul
31


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A canção com Nelson Gonçalves para começar o dia neste belo sábado de véspera de Agosto vai, em agradecimento, para Cristina Guerra, Laura Tonhá, Margarida Cardoso , Graça Tonhá e Marcia Fonseca, militantes ativas do Bahia em Pauta, que se mobilizaram generosamente para superar problemas técnicos e trazer de volta ao ar este resistente site blog baiano antenado no mundo.

BOM DIA A TODOS!!!

(Vitor Hugo Soares, editor )

Nelson Gonçalves – A Volta do Boêmio

jul
29
Posted on 29-07-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 29-07-2010


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BOA NOITE!!!

jul
29
Posted on 29-07-2010
Filed Under (Charges) by vitor on 29-07-2010


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RONALDO – JORNAL DO COMÉRCIO – RECIFE(PE). REPRODUZIDO NO BLOGBAR DO FONTANA.

jul
29
Posted on 29-07-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-07-2010

O governo venezuelano ocupou, nesta quinta-feira, fazendo uso de força militar, uma fazenda propriedade do presidente de Globovisión, estação de televisão crítica de Hugo Chávez. A informação é uma das manchetes da noite do portal europeu TSF.

Com o apoio de militares, os funcionários do Instituto Nacional de Terras da Venezuela ocuparam, esta quinta-feira, uma fazenda, propriedade de Guillermo Zuloaga, presidente de Globovisión, estação de televisão crítica de Hugo Chávez.

«Não é uma fazenda abandonada, é uma fazenda que é propriedade privada, que tem alguns bens e temos um documento emanado de um organismo do Estado que credita esse bem à família Zuloaga», disse Perla Jaime, advogada que representa o empresário.

Segundo a advogada, a fazenda ocupada está situada em San Fernando de Apure, no Sul da Venezuela, e as autoridades dizem «que estão retomando umas terras».

No seu entender, a acção é «mais uma outra contra o presidente da Globovisión», atualmente exilado nos Estados Unidos, depois de ter sido acusado, conjuntamente com um dos filhos, pelas autoridades venezuelanas, de «usura genérica continuada» e armazenamento irregular de 24 viaturas de um stand do qual são proprietários.

Guillermo Zuloaga acusou o presidente venezuelano, Hugo Chávez, de «perseguição» e anunciou que não regressará ao país por não acreditar que teria um julgamento justo.

(Informações do portal TSF, de Lisboa)

jul
29

DEU NO “COMUNIQUE-SE” (PORTAL DE NOTÍCIAS DE BASTIDORES DA IMPRENSA)

Da Redação

Apesar da aposta dos partidos na comunicação pela internet, a TV é a principal fonte de informação dos eleitores brasileiros, indica pesquisa realizada pelo Datafolha. Dos entrevistados, 65% apontaram esta mídia como preferida para conhecer as propostas dos candidatos.

Os jornais aparecem em segundo lugar, com 12%, e a internet e o rádio empatados em terceiro, com 7%. Conversas com amigos e familiares são apontadas por 6%.

Em 2008, nos EUA, a campanha presidencial pela internet teve destaque, principalmente na candidatura do presidente eleito, Barack Obama. De acordo com o Pew Research Center, a web foi a principal fonte de informação de 20% do eleitorado do país.

No Brasil, isso não está se repetindo. Mesmo quando os entrevistados apontaram três mídias, apenas 27% mencionaram a internet, que ficou em último lugar, atrás de conversas com amigos e familiares (32%), rádio (52%), jornais (54%) e TV (88%).

(Com informações da Folha de S. Paulo. )

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