jun
22
Posted on 22-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 22-06-2010

Henri e Domenech:  Vergonha na entrada e na saída do Mundial na  África do Sul.

jun
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Dunga na Copa:  recuos só em campo

O repórter Bob Fernandes, editor-chefe da revista digital Terra Magazine, segue na Africa do Sul abrindo cortinas e percorrendo bastidores do futebol, para desvendar segredos da guerra de poder entre Dunga X Rede Globo e o resto da mídia em volta. JORNALISMO DE PRIMEIRA. Confira.
(Vitor Hugo Soares)

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Bob Fernandes
Direto de Durban

Resumo da ópera Dunga x Globo & Mídia em geral nesta terça-feira, 22 de junho de 2010: Dunga não vai ceder.

A seleção continuará fechada, focada nos termos em que Dunga e os jogadores decidiram, e o treinador não atenderá a apelos de quem quer que seja. O chamado “grupo”, a seleção brasileira, está pactuada com seu técnico.

Quem teve e tem acesso aos fatos, nada além de Sua Senhoria O Fato, conta:
– …o consenso interno é esse… Dunga não cederá, irá com sua filosofia até o final, dê no que der. Ele tem a convicção de que tem gente que quer detonar o trabalho dele e que não é hora para privilegiar ninguém.

Isso de um lado do cabo de guerra. De outro, as reações da Globo depois do episódio de domingo entre Dunga e o comentarista Alex Escobar – narrado aqui, na segunda-feira, no post “Dunga divide e racha com a Globo, que reage”.

O editorial de domingo, lido no “Fantástico” pelo apresentador Tadeu Schmidt, foi redigido nos mais altos escalões do jornalismo da emissora.

A Globo, depois da reação inicial, decidiu dar o episódio por encerrado. Até que os fatos, ou os fados, a levem a voltar ao tema, trabalhará apenas nos bastidores.

A emissora entende que deve cobrir a Copa como se o episódio tivesse sido superado, deixando sempre clara sua torcida pela melhor performance do Brasil.

A Globo leva em conta, para tomar essa decisão, o rumo da opinião pública, amplamente favorável a Dunga neste momento da Copa.

Mais ainda.

A emissora percebe claramente os riscos e não pretende se prestar ao papel – nem mesmo num plano secundário – de ”vilã” no caso de uma derrota. Se as coisas não caminharem bem para a seleção, entendem, que fique claro que a emissora nada fez além de jornalismo.

Insistir agora em críticas exacerbadas ao treinador seria, além de pouco produtivo, levar a Globo para uma posição de risco excessivo diante da opinião pública, sempre volúvel e sensível a quaisquer ventos em momentos de comoção.

Uma derrota e eliminação da seleção brasileira em Copa do Mundo é, sempre, um fator para comoções. Recordemos: Roberto Carlos até hoje paga pela célebre arrumada no meião no jogo contra a França em 2006, seja ele culpado ou não.

Barbosa, o goleiro de 1950, morreu meio século depois carregando a cruz da suposta falha no gol de Ghiggia na final contra o Uruguai. Para não irmos tão longe, fiquemos em 1998.

Até hoje prosperam boatos ridículos sobre a final França 3, Brasil 0. Um deles, sem pé nem cabeça, envolve imaginários interesses da Nike. Quem for aos comentários a esse texto, em seguida, perceberá claramente como o boato ainda vive.

Outro boato, também em 1998, criou problemas para um profissional correto e sério da emissora, que chegou a receber ameaças após a derrota. Não volto ao núcleo da boataria de então para não reacender os mesmos apetites.

E Viva Palermo, o dono do dia na Copa

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22

Palermo vibra com gol: consagração

Com um time misto formado sem sete titulares, o bom futebol argentino apresentado nos dois primeiros jogos não foi repetido na terceira rodada do grupo B da Copa do Mundo. Mas mesmo sofrendo com a forte retranca montada pela Grécia, o time do técnico Diego Maradona brilhou no conjunto da obra: venceu por 2 a 0 e chega às oitavas de final em primeiro da chave, com 100% de aproveitamento.

A partida serviu também para a consagração definitiva do atacante Palermo no coração dos argentinos. O ídolo do Boca e do treinador e ex-craque Maradona, jogou apenas 15 minutos mas fez um dos gols contra os gregos, para enormo contentamento do próprio jogador, de seus companheiros, do técnico e, principalmente, delírio da majoritaria torcida da Argentina na Africa do Sul. A festa é grande ainda nas ruas de Buenos Aires onde em cada parte ecoam gritos de “Palermo”, “Maradona”. Messi, o melhor jogador do mundo, apesar de ter jogado bem, não conseguiu marcar em sua terceira apresentação no Mundial 2010.

Sem sete titulares das primeiras rodadas, a Argentina sofreu com a falta de ritmo de seus jogadores no início da partida. Destaque nas duas primeiras partidas, Messi sofreu com a forte – mas leal – marcação da Grécia, quase sempre dobrada.
Samaras foi o único homem de frente da Grécia e, completamente isolado na maior parte do tempo, levava pouco perigo
Agora, na primeira rodada do mata-mata, a seleção argentina reencontra o México, que terminou como segundo colocado do grupo A. Os dois times já se enfrentaram nas oitavas do Mundial da Alemanha.No outro jogo da chave, a Coreia do Sul sofreu, mas ficou no empate de 2 a 2 com a Nigéria e garantiu a segunda vaga para enfrentar o Uruguai nas oitavas.
(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do UOL)

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DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Pelo menos 32 pessoas perderam a vida e mais de 100 mil tiveram de abandonar as suas casas devido às fortes chuvas e inundações registadas nos últimos dias na região nordeste do Brasil, anunciou hoje a Defesa Civil. Mais de mil são consideradas desaparecidas entre Alagoas e Pernambuco.

No Estado de Pernambuco, onde foi declarado o Estado de Emergência em 53 municípios, 13 pessoas morreram e mais de 42 mil tiveram de deixar as suas casas enquanto que 18 mil foram levadas para centros de acolhimento.

Na região de Alagoas teriam morrido 19 pessoas nos 22 municípios afetados pelas chuvas, enquanto que o número de desalojados ultrapassa os 58 mil.

Segundo um comunicado, autoridades já distribuíram 20 mil cestas com alimentos, colchões e mantas pelas populações afetadas.

O presidente Lula da Silva anunciou entretanto a criação de fundos de apoio às vítimas das enxurradas e comprometeu-se a “atuar com a mesma rapidez” que no Estado do Rio de Janeiro, onde em abril mais de 200 pessoas morreram também devido a fortes temporais.

jun
22
Posted on 22-06-2010
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DEU NO LANCEPRESS

Ari Ferreira

Em entrevista coletiva concedida em Johannesburgo na manhã desta terça-feira (horário de Brasília), o meia Kaká não conseguiu fugir das perguntas que ainda tratavam de sua expulsão na partida contra a Costa do Marfim, domingo passado.
Entretanto, ele defendeu a atitude da Seleção Brasileira dentro de campo, que, mesmo sendo alvo de entradas duríssimas por parte dos marfinenses, em nenhum momento deixou de jogar da forma como havia começado a partida.

– Apesar de ser um grupo super tranquilo, ninguém tem sangue de barata. Vocês viram o que aconteceu em campo, e em nenhum momento fomos desonestos e desrespeitamos o adversário, jogando com ou sem bola. Vocês nunca viram a Seleção violenta, mas nunca verão retroceder quando tiver de ir para um confronto físico, de divididas duras – afirmou.

Kaká também se mostrou consciente da importância de sua presença em campo nesta Seleção, e em um torneio como a Copa do Mundo, e garantiu que o fato não irá se repetir e que, para isso, se resguardará.

– Não é uma situação confortável, mas acho que sim, tenho que me policiar mais dentro de campo, pois a arbitragem tem sido severa, e isso também cabe para mim – declarou.

Esta foi a terceira expulsão da carreira do craque do Real Madrid, que já havia levado o cartão vermelho por duas vezes quando ainda atuava pelo São Paulo, clube que o revelou.

A Casa Branca considerou nesta segunda-feira que a presença do presidente executivo da BP numa corrida de barcos de luxo foi uma “gafe” e convidou-o a utilizar o veleiro na limpeza do Golfo do México.

O caso do vazamento da plataforma da BP está longe de ser resolvido e os passos do diretor executivo da petrolífera estão agora a ser minuciosamente escrutinados. De tal forma que um passeio de fim-de-semana num veleiro mereceu um “puxão de orelhas” de um porta -voz da Casa Branca.

Este fim de semana, Tony Hayward participou numa competição de barcos de luxo e a Casa Branca, sem querer meter-se nos tempos livres do empresário, não deixou escapar a oportunidade.

O porta-voz da presidência, Bill Burton, convidou Hayward a usar o luxuoso veleiro, um barco de 300 mil euros, nas operações de limpeza do Golfo do México.

Para a Casa Branca, o passeio do presidente executivo da BP não é um episódio isolado, mas faz parte de uma longa série de erros e de “gafes” de comunicação.

Questionado sobre o fato de o presidente norte-americano ter no mesmo sábado jogado uma partida de golfe durante algumas horas, o porta-voz da Presidência disse apenas que Barack Obama também tem direito a descansar um pouco.

Aliás, acrescentou Bill Burton, o descanso do presidente faz bem a todos os norte-americanos.

Também esta segunda-feira, a BP anunciou que já gastou quase 1,7 mil milhões de euros nas operações de emergência e limpeza e recebeu 65 mil reclamações de pessoas que se dizem afectadas pela grande maré de petróleo.

( Informações do portal TSF, texto da reporterCláudia Arsénio, do site europeu)

jun
21
Posted on 21-06-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 21-06-2010


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De Luiz Fontana, do Blogbar, na área de comentários do Bahia em Pauta nesta segunda-feira:

“No meio da retranca suiça, uma lembrança, o camisa 10, Blaise Nkufo, natural do Congo, naturalizado suiço, é a cara de Francico Egídeo.

Retrancas costumam mesmo terminar em “dores de cotovelo”, viva Francisco Egídeo”.

Viva! BP agradece e traz para seu espaço principal o link com o clip do Youtube mandado por Fontana para recordar o cantor romântico que parece com atacante do time retranqueiro. Confira.

BOA NOITE !!!

(vhs)

Geddel e Dilma no estilo baiano

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No primeiro evento de estardalhaço da sua campanha ao governo da Bahia, o candidato Geddel Vieira Lima demonstrou que infernizará o palanque do governador Jaques Wagner, apimentando seus vínculos com o governo Lula e a ex-ministra Dilma Rousseff, presente à convenção estadual do PMDB nesta segunda-feira (21). Do apelido “Geddelzinho” – carinho de Dilma revelado pelo senador César Borges – à ponga nas obras de Transposição do Rio São Francisco, coordenadas pelo ministério da Integração Nacional, o rival de Wagner usará armas do próprio PT para robustecer sua candidatura.

Sem modos diplomáticos, Geddel atacou o petista na frente da convidada especial, Dilma, que apenas retraiu o sorriso nos momentos mais ásperos. Em coletiva à imprensa, a ex-ministra garantiu que vai subir nos dois palanques e declarou-se feliz com o duplo andaime no Estado.

Para alvejar Wagner, Geddel recorreu até mesmo ao descomedimento dos jingles, apresentando-se como o candidato que trabalha e acorda cedo, a sugerir que o rival não dá pelota ao despertador. E mais: se for preciso, usará a mobilização de diretórios do interior, com dezenas e dezenas de ônibus fretados. A convenção do PMDB deu mostras da generosidade do caixa para mobilizar lideranças interioranas. Cerca de uma centena de ônibus e vans ziguezagueram no extinto parque aquático. Na entrada, placas com Lula, Dilma e Geddel, para ampliar as zangas no arraiais petistas.

( Claudio Leal)


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Reporter é repórter, onde quer que esteja e em qualquer situação.É assim agora com Bob Fernandes, na cobertura da Copa na Africa do Sul, como sempre na vida profissional :na Radio Jornal do Brasil FM-Salvador, nos anos 70, na sucursal da VEJA-BA, no Jornal do Brasil , na Isto É, na Carta Capital, e agora no comando da revista digital Terra Magazine e na coordenação jornalística da cobertura Eleições 2010 do portal Terra.
Da Africa do Sul, onde cobre a Copa do Mundo, Bob conta os bastidores da feroz briga de poder que envolve a Rede Globo e o técnico Dunga, a prevê a crise que se aproxima cada vez mais da concentração dos pentacampeões mundiais de futerbol e as prováveis consequências disso tudo. Confira.

(Vitor Hugo Soares )
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DEU NO TERRA MAGAZINE

Bob Fernandes

Direto de Johannesburgo

Soccer City, caminho entre o estádio e as tendas da FIFA que abrigam o Centro de Mídia. Galvão Bueno, Arnaldo Cezar Coelho e o diretor da Central Globo de Esportes, Luiz Fernando Lima conversam, não escondem a irritação e nem se preocupam com quem passa ao lado e ouve. O alvo é o técnico da seleção brasileira, Dunga. Minutos antes, na coletiva pós Brasil x Costa do Marfim o técnico, numa dividida bem a seu estilo, deu na canela do comentarista Alex Escobar, da Globo.
Luiz Fernando Lima lembra as conversas recentes da emissora com Dunga, já na África do Sul:
– Falamos com ele duas vezes e ele não consegue entender que não é “a Globo”, ele está falando para todo o país…
Seguem as observações do grupo, sempre ferinas. Um deles chega a dizer: – …e a única coisa que eu acho que ele aprendeu em quatro anos foi falar ‘conosco’ e não mais ‘com nós’ como sempre fez…
A cena do entrevero de Dunga para com Escobar pode ser vista aqui, no YouTube.
Poucas horas depois, no que pode ser o início de uma escalada, um dos apresentadores do programa, Tadeu Schmidt, da África para o “Fantástico” mandou uma reportagem sobre a rusga. Soou mais a um editorial da emissora.
Essa é, sem dúvida alguma, uma crise a rondar a seleção brasileira. Mas uma crise em tudo diferente das que envolvem a França e a Inglaterra, seleções que vivem crises internas, para dentro do elenco.
Anelka x o técnico Domenech, o capitão Evra contra o preparador físico, Zidane nos bastidores, sacodem a França. Até o presidente Sarkozy já palpitou. (De Carla Bruni ainda não ouvimos nada).
Na Inglaterra, o trivial básico: o ex-capitão Terry, que já derrubou Mourinho e Felipão no Chelsea, agora pôs a boca no trombone, e na mídia, contra o técnico italiano da seleção, Fabio Capello.
A crise que ronda o Brasil é uma crise para fora, que não envolve os jogadores. É uma crise de poder.
De um lado o poderoso sistema Globo, que carregou 300 profissionais para a África do Sul e quer um retorno para tanto. Em outras palavras, deseja o que querem os quase mil profissionais do Brasil que aqui estão: acesso. E quanto mais privilegiado, melhor.
Assim foi, assim é da índole e história da Globo, de emissora que no Brasil tenha a dimensão que ela tem.
O problema é que, na outra ponta, está Dunga, o Schwarzenegger. E como sabemos desde quando ele era o pitbull da seleção amarela, quando divide, o Dunga racha.
Está claro, cada dia mais claro, que secundado por quem ele confia e a quem tem como leais, casos de Jorginho e Taffarel, o técnico Dunga fechou um pacto com seus jogadores. De um lado ele, eles, do outro, o resto. Em especial a mídia e quem mais, dentro ou fora da seleção, não reze integralmente pela mesma cartilha.
Se há fissuras no chamado “grupo” não se sabe; não se sabe mesmo, não existem informações concretas que levem a dizer isso. Estas coisas, que sempre existem em agrupamentos humanos, costumam aparecer, vide França e Inglaterra, quando pintam os fracassos.
No Tempo Dunga na seleção não há fracassos; salvo na Olimpíada da China, quando máquinas se moveram para derrubá-lo. Como não há fracassos, parece evidente que Dunga escolheu um caminho: vencer ou vencer.
Por mais que pareça rudimentar a lógica “ou está comigo ou contra mim”, o técnico da seleção já viveu e apanhou o suficiente para saber o que significa a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar.
Dunga, que apanhou injustamente entre as Copas de 90 e 94, cuja família teve que suportar o marido, o pai, o filho a carregar por 4 anos a negativa marca da “Era Dunga”, certamente sabe o que alimenta contra si de rancor, de ressentimento, a cada bordoada que distribui.
Ele, que já me admitiu em 2007 não terem cicatrizado ainda as feridas da “Era Dunga”, obviamente sabe que está jogando a cartada mais arriscada de sua vida profissional. A de construir para si mesmo a alternativa “vencer ou vencer”.
Quando se decide por enfrentar a Globo, Dunga sabe que está encurtando seu caminho à frente da seleção brasileira, perca ou ganhe. Dunga sabe quais são e como se movem os interesses para a Copa 2014, e sabe quem maneja boa parte dos cordéis.
Nos idos da Copa América e Olimpíada, eventos que acompanhei, Dunga distribuiu fartamente bordoadas contra o sistema Globo. Durante e depois. Basta consultar os noticiários, capturar o que disse aqui e ali o técnico. São fatos.
Fato é, também, que depois disso tudo um acordo foi costurado. Com a participação do diretor de Comunicação da CBF, Rodrigo Paiva, encontraram-se o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e um dos Marinho da Globo.
Selou-se, então, um acordo de paz, de convivência por conta dos mútuos interesses. Não por acaso duas entrevistas exclusivas ao Jornal Nacional na Copa das Confederações, não por acaso Dunga na bancada do Jornal Nacional depois da convocação para a Copa de agora.
Isso é inegável. São os fatos. Não há como negá-los.
Mas, havia, há um Dunga no meio do caminho. Com a mesma determinação que jogou em 94, que então protegeu Romário de si mesmo e do assédio da mídia, Dunga agora se fecha com seu grupo.
A propósito, Romário, que não é bobo, sentiu o cheiro da crise e nesta terça-feira postou em seu twitter, @Romário11, as seguintes mensagens de apoio ao capitão do Tetra:
– Infelizmente sobrou pro Escobar (ele é gente boa e americano). Mas geral só gosta de bater, então apanhar um pouco faz bem!
– Parceiro “Dunga”, não perca o foco, vamos em frente e faltam 5 jogos!
Ao se fechar tanto, Dunga comete erros. Erros como o de enxergar e tratar a todos, sem distinção, como se fossem adversários, inimigos mesmo, e isso não é uma verdade.
Em algum momento Dunga perceberá, ou algum amigo lhe dirá, que não seria preciso tanto e contra todos. Nesta terça-feira, com a experiência de quem já viveu e enfrentou essa tsunami, Felipão Scolari aconselhou. A todos:
– Pelo bem da Seleção não adianta um dar um soco e o outro revidar, depois um dar um chute e o outro dar um chute também, porque, se não, nunca vão se entender…
Dunga, o Schwarzenegger, decidiu-se por pagar o preço, por queimar as caravelas. A ele e seu grupo só uma coisa importa. Vencer. Ganhar a Copa do Mundo. Custe o que custar.
O velho parceiro Romário, herói do Tetra a quem Dunga tanto deve e vice-versa, também nesta tarde postou em seu twitter:
– A gente já sabe o que vai acontecer. Se o Brasil ganhar é obrigação, se perder não vou querer estar na pele do Dunga…

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