jun
13

A organização do Mundial 2010 estuda a proibição das vuvuzelas nos estádios na Copa do Mundo da África do Sul, devido ao barulho. «A reflexão é permanente», disse o presidente do Comitê Organizador.

O presidente do Comitê Organizador, Danny Jordan, contou à BBC que recebeu muitas reclamações, de televisões e particulares, e afirmou que a retirada daqueles instrumentos ainda pode acontecer.

«Se tivermos algum fundamento para fazê-lo, sim. Já dissemos que se alguma vuvuzela for lançada no campo (…) vamos tomar uma atitude», disse, admitindo que o barulho daqueles instrumentos incomoda e garantindo que estão sendo tomadas medidas para minimizar os impactos.

«Pedimos que as vuvuzelas não sejam tocadas durante os hinos nacionais ou anúncios nos estádios», disse, acrescentando, no entanto, que é uma tarefa «difícil».

(Informações do portal europeu TSF )

Lula na convenção do PT: “eu sou Dilma”

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ARTIGO/ELEIÇÕES

FICÇÃO E REALIDADE EM DILMA

Rosane Santana

No país mais patriarcal da América Latina – herança da Casa Grande e Senzala -, a candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, tenta conquistar o voto do eleitorado feminino – maioria dos votantes -, onde o adversário dela José Serra é mais forte. Tarefa, diria, quase impossível, porque comportamentos culturais, de origem até medieval, não são mudados da noite para o dia, muito menos às vésperas de uma eleição, por mais eficiente que seja o marketing eleitoral.

Em tese, o discurso encarnado por Lula na convenção nacional do PT, “Dilma sou eu”, no que pese o sentido de continuidade que deseja imprimir, pode fazer a candidata perder votos. Com o mercado de trabalho mais competitivo por causa da maior participação da mulher, não raras vezes com grau de escolaridade superior ao do homem, esse tipo de discurso gera certo desconforto no eleitorado feminino.

Frases como atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher”, que é mais ou menos o que Lula está dizendo sobre Dilma Rousseff e reforçará a medida que a eleição se aproxime, podendo também fragilizar a sua candidata, não são bem aceitas, num momento que ainda é de busca e de afirmação da identidade feminina.

Isso reforça o preconceito e o machismo, numa realidade onde as mulheres ainda são fortemente discriminadas no mercado de trabalho, com salários inferiores àqueles pagos aos homens na mesma função e onde a violência contra a mulher não mereceu até agora uma ação mais vigorosa e à altura dos crimes bárbaros que se sucedem dia após dia. Neste particular, a sociedade brasileira mais se assemelha ao mundo muçulmano.

Fica mesmo a idéia de oportunismo, na falta de outra alternativa, colocar uma mulher candidata a presidência da República, sem qualquer experiência eleitoral anterior, num universo de presença marcadamente masculina, como é o cenário político do Brasil. Masculino e conservador, basta ver nos partidos aliados ao PT, que dão sustentação a Dilma, os tipos de figuras masculinas que se destacam.

Nada há de vanguarda em Dilma, tampouco em sua candidatura, pois ela está passando a idéia de uma mulher controlada ora por Lula, ora pelos marqueteiros e coordenadores da campanha. Por isso, é uma fraude compará-la a nomes como Pagu, Chiquinga Gonzaga e Mãe Aninha – mulheres muito além do seu tempo. Como é também uma fraude colocar no mesmo saco Luíza Mahin, Maria Quitéria, Anita Garibaldi, Chiquinha Gonzaga, Patrícia Galvão (Pagu) e Mãe Aninha.

Maria Quitéria, por exemplo, nada tem de vanguarda. Depois da independência da Bahia voltou à vida familiar, casou-se etc., como provam novos trabalhos historiográficos.

Aliás, este mesmo recurso – a associação de Dilma com figuras históricas de destaque – foi usado no programa do PT veiculado em 13 de maio, em rede national de televisão, quando a vida da candidata foi comparada a de Mandela. São construções fictícias, delírios de marqueteiros que, por ora, podem até surtir efeito, mas não se sustentam em um debate de televisão, por exemplo, quando a Dilma de carne e osso for colocada diante do experiente José Serra – um intelectual na política – e da simplicidade desconcertante de Marina Silva, verdadeiramente a força da mulher brasileira, heroína de fato.

Encontro recente com industriais, em São Paulo, revelou quão frágil é a candidata de Lula e suas explicações sobre o cenário econômico, mesmo sendo ela formada em economia; Serra deu aula e Marina encantou.

Decididamente a eleição no Brasil, a exemplo do que observou o historiador John Lukacs, nos Estados Unidos da segunda metade do século XX, transformou-se em um concurso de publicidade, onde a democracia foi relegada a um plano inferior. E não surpreendem as decepções posteriores do eleitorado com alguns candidatos eleitos, quando há um fosso entre aquilo que realmente eles são e o que o marketing construiu.

A candidatura de Dilma tem mais de ficção do que de realidade eleitoral. Nasceu em laboratório. Resta saber se será vitoriosa. Tenho dúvida. Acho difícil, num cenário em que ficará cada vez mais evidente a sua dependência de Lula e, portanto, a sua fragilidade.Mas, em tempos de pós-modernidade política, não é impossível.

Rosane Sanatana é jornalista

jun
13
Posted on 13-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 13-06-2010

DEU NO TERRA – ELEIÇÕES 2010

Claudio Leal

Direto de Brasília

O técnico Vanderlei Luxemburgo, filiado ao PT há um ano, participa na manhã deste domingo (13) da convenção nacional petista, que vai oficializar a candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República. “Acho boa a continuidade, tem que continuar o trabalho de Lula, nesse caso a mudança é ruim”, diz o técnico, chegando ao evento.

“Traz uma estrelinha pro Luxemburgo!”, pede um militante.

Ex-Seleção Brasileira, ele não pretende mais se candidatar ao Senado este ano. Garante que veio a Brasília apenas para ajudar Dilma e os amigos do Tocantins – o Estado que pretende usar como domicílio eleitoral. “Na próxima, quem sabe?”, diz ele.

jun
13


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De Pádua ou de Lisboa, viva Santo Antonio, o mais querido dos baianos e dos brasileiros. Com dedicação especial para o povo de Santo Antonio da Gloria, na margem do Rio São Francisco, terra de Janio Ferreira, cronista e colaborador deste Blog, onde o editor deste site blog viveu na infância as mais belas e inesquecíveis festas ao glorioso Antonio de sua vida.

( Vitor Hugo Soares)

(VHS

jun
13
Posted on 13-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 13-06-2010

Felipão: regresso do guerreiro

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O brasileiro Luiz Felipe Scolari, ex-treinador da seleção portuguêsa, é o novo treinador do Palmeiras. O contrato , válido até ao final de 2012, será assinado no dia 15 de julho, segundo um comunicado da assessoria de imprensa do técnico. A informação é a manchete da hora no portal português TSF.

O treinador brasileiro conversou nos últimos dias com o vice-presidente do Palmeiras, Gilberto Cipullo, tendo comunicado este domingo, por telefone, o acordo para assinar contrato.

Luiz Felipe Scolari, que levou Portugal à final do Campeonato da Europa de 2004 e ainda às semi-finais do Mundial de 2006, na Alemanha, regressa ao Palmeiras e ao seu país.

Pelo Palmeiras, de 1997 a 2000, Scolari conquistou a Taça do Brasil, a Taça Mercosul e Taça dos Libertadores. Chegou ainda à final dos campeonatos Brasileiro e Paulista, da Taça Mercosul e da Taça dos Libertadores.

Scolari trabalhou também no Chelsea, depois de sair da selecção portuguesa após o Europeu de 2008, e, na última época, treinou o Bunyuodkor, garantindo o título da liga do Uzbequistão, com 27 vitórias e três empates.

(Informações do portal europeu TSF )

jun
13

Chloe, a aniversariante…

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CRÔNICA/SENTIMENTOS

Chloe, na flor da idade

Regina Soares

Ser avó tem lá seu lado positivo. Não estou falando do que já é conhecido: a gente ama, mostra, faz todas as vontades, mas na hora do chega pra cá não é conosco. Estou me referindo àquela sensação gostosa de ver o desdobramento da célula mater se multiplicando e a gente se reconhecendo em cada uma. Sinto um amor todo especial por minha neta, diferente do que sinto por meus filhos.

Chloe Isabella está celebrando 15 anos de linda existência nesse nosso conturbado planeta. Se revelou uma benção para nós todos que temos o privilégio de tê-la na nossa familia. Meiga, carinhosa super inteligente, ativa, sociável, tem tudo para apostar na vida e ganhar.

Na nossa cultura, 15 anos é um marco que separa a infância da juventude. Abre as portas para um mundo novo onde o núcleo familiar diminue enquanto o grupo social aumenta com a entrada dos amigos. Chloe teve a benção de viver esses anos em um lugar paradisíaco, Fort Bragg, CA no condado de Mendocino, rodeada pela espetacular beleza natural da floresta de Redwoods do Norte da California e o Oceano Pacífico.

Quando chegou ao Brasil de visita, Chloe parecia que ali havia nascido, se sentiu em casa,completamente a vontade, e deixou seu pequeno coração no Porto da Barra, fazendo-me jurar que ali voltaria a passar mais tempo e conhecer melhor.

Senhor do Bomfim & Santo Antonio, nossos padroeiros, que me ajudem a cumprir a promessa e a desfrutar de muitos mais anos ao lado dessa preciosa criatura.

HAPPY BIRTHDAY CHLOE!!!!!!!!!!!

Para ela, “Menina moça”,de Miltinho, uma canção do tempo da sua vó, mas que ainda vale:

Regina Soares, advogada, mora em Belmont, na área da Baia de San Francisco, Califórnia.


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Green: um gol de fazer inveja aos maiores frangueiros do mundo.

(VHS )

jun
12
Posted on 12-06-2010
Filed Under (Artigos, Claudio) by vitor on 12-06-2010
DEU NO TERRA ( POLÍTICA 2010 )

Claudio Leal

Direto de Brasília

Na celebração da aliança com o PMDB, que escolheu Michel Temer para a vice na chapa governista, a pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, usou a memória do emedebista Ulysses Guimarães para desarmar os ataques do PSDB e defender a democracia no Brasil. A petista citou um lema de Ulysses na campanha da anticandidatura de 1973, “Navegar é preciso”, e atacou: “Foi a democracia que nos trouxe aqui… Nós vamos defendê-la com todo o coração dos nossos inimigos… Vamos defender a democracia também dos seus inimigos, os seus maiores inimigos: a mentira, a manipulação, a falsidade! Vamos defender a democracia com a verdade que ilumina”.

“Ulysses se lançou anticandidato contra a ditadura, valendo-se da sua coragem… ‘Navegar é preciso’, esse verso de Ulysses mostrava que, sobretudo, mesmo quando a esperança é pequena, a coragem das pessoas tem que levá-la a lutar”, completou a pré-candidata, que se vinculou ao MDB no combate à repressão política. (Originalmente, a frase “Navegar é preciso, viver não é preciso” é do líder romano Pompeu).

Dilma invocou Tancredo Neves e afagou o senador Pedro Simon, outra liderança da redemocratização do País. A referência a Simon foi maior do que a dedicada ao ex-presidente José Sarney, prócer da Arena na ditadura militar, merecedor de um rápido elogio. Simon apoiou, no PMDB, a pré-candidatura de Roberto Requião.

Do púlpito da convenção do PMDB, a petista elogiou a escolha de Michel Temer para a sua vice, definindo-o “como portador da vocação democrática do PMDB”. “(Michel) sintetiza a força democrática do partido que ele ajudou a construir. Ele sabe ouvir. E saber ouvir é muito importante. Como diz o presidente Lula, muitas vezes ouvir é melhor do que falar”.

Outro eixo do discurso não é novidade: a defesa do governo Lula, principalmente na condução da economia brasileira durante a crise financeira mundial. “Nós pagamos a dívida externa, algo que jamais acreditavam que nós faríamos, com a distribuição de renda que criou condições para dar ascensão social”. Segundo ela, “o PMDB e o PT se unem mais uma vez para fazer história. Isso significa avançar de maneira mais sólida com nossa aliança pelo Brasil”.

No encerramento do discurso, uma paráfrase de Ulysses Guimarães: “Para nós, navegar é sempre preciso”. E veio o hino nacional.

Mais notícias de eleições presidenciais »
Terra -Eleições 2010

http://noticias.terra.com.br/eleicoes

jun
12
Posted on 12-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 12-06-2010

Jogo duro na Convenção

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DEU NO IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

Confirmado hoje como o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, o ex-governador de São Paulo José Serra deu uma nova linha ao seu discurso e subiu o tom em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma fala entusiasmada durante a convenção nacional do PSDB, em Salvador, Serra lembrou o escândalo do mensalão, atacou a gestão de recursos públicos, a política externa do governo e o corporativismo na administração federal.

O tucano continuou evitando citar diretamente o nome de Lula, como fez desde o início do período de pré-campanha. Mas, dessa vez, chegou bem mais perto do ataque direto ao presidente, ao compará-lo ao absolutista francês Luís XIV, a quem é atribuída a frase “O Estado sou eu”. “O tempo dos chefes de governo que acreditavam personificar o Estado ficou pra trás há mais de 300 anos. Luís XIV achava que o estado era ele. Nas democracias e no Brasil, não há lugar para luíses assim”, afirmou.

O tema do Estado forte causou polêmica em fevereiro deste ano, quando o PT preparava diretrizes do programa de governo da ex-ministra Dilma Rousseff, rival de Serra na corrida presidencial. Após o vazamento do texto, que seria apresentado no 4º Congresso Nacional, tanto Dilma quanto Lula decidiram endossar a tese do fortalecimento do Estado.

Os ataques de Serra, entretanto, não se limitaram a esse tema. O tucano agradeceu a indicação para disputar o Planalto, defendeu a liberdade de imprensa e voltou a criticar Lula ao falar sobre o relacionamento com comandantes de regimes ditatoriais. “Não fica bem elogiar continuamente ditadores de todo o planeta só porque esses ditadores são aliados do atual governo”, disse o ex-governador.

Serra também condenou a presença de sindicalistas no atual governo. “Acredito na liberdade de organização social, que trabalhadores e setores da sociedade se agrupem para defender interesses legítimos, não para que suas entidades sirvam como correia de transmissão de esquemas de poder”, disse. “Organizações pelegas e sustentadas com dinheiro público devem ser vistas como são de fato: anomalias”, completou.

Serra voltou a declarar que não tem “patotas corporativas”. Ao falar sobre a importância do Congresso, provocou mais uma vez: “O que o Congresso não pode ser é uma arena de mensalões, compra de voto e silêncios”, disse, numa referência à maior crise política vivida pelo governo Lula, em 2005.

LEIA MAIS NO IG

( http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes )

jun
12


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Argentina 1 x 0 Nigéria. O placar é pequeno mas foi grande o jogo em Joanesburgo. “Nada en vano, todo en vino”.
Bebamos então com os de Maradona.

(VHS)

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