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Posted on 26-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 26-06-2010

Fátima: dificuldades na cobertura da Globo

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Deu no portal COMUNIQUE-SE, especializado em notícias de bastidores na imprensa.

DA REDAÇÃO

A apresentadora do Jornal Nacional afirmou em entrevista à revista IstoÉ Gente desta semana, que se sente frustrada com as restrições do técnico da Seleção Brasileira à imprensa. Apesar de estar desapontada com as limitações no acesso aos jogadores, Fátima Bernardes respeita a decisão de Dunga.

“Tenho feito muitas matérias fora da concentração, exatamente porque sei que nada vai acontecer por lá. Eu gostaria de ter um pouco mais de contato (com os jogadores). É frustrante. Mas eu respeito a decisão de Dunga. Se der certo, vai ter sido ótimo. Se não der, vão falar: “Será que precisava disso tudo?”. Eu acho que tem de haver uma certa privacidade, mas o Dunga poderia flexibilizar um pouquinho”, disse a jornalista.

A polêmica com a Globo cresceu no último jogo do Brasil contra a Costa do Marfim, no domingo (20/06). Após o jogo, a emissora tentou entrevistar alguns jogadores num estúdio especial alugado, mas Dunga vetou.

A Globo admitiu o uso do espaço especial, que é autorizado pela Fifa, mas negou a negociação de qualquer exclusiva com a CBF. De acordo com a emissora, os possíveis “furos” são méritos apenas da equipe de reportagem.

A Globo também desmentiu a informação que circula em blogs e e-mails, de que Fátima Bernardes teria negociado uma exclusiva antes do jogo de domingo, e que o técnico teria se dirigido diretamente a ela negando as entrevistas. Segundo a emissora, a notícia faz parte de um e-mail viral.

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DEU NA FOLHA – MÔNICA BÉRGAMO

ESQUINA DE GIL E PELÉ
O cantor Gilberto Gil, que comemora aniversário hoje com show em Jequié, na Bahia, teve uma rua batizada com seu nome na cidade Senhor do Bonfim, no mesmo Estado. A via faz esquina com a rua Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.

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O diretor do “Le Monde”, Eric Fottorino, na redação (Philippe Wojazer/REUTERS/ PÚBLICO

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A Sociedade de Redatores do “Le Monde”, a principal acionista do prestigiado diário francês, votou maciçamente contra a oferta de aquisição do trio France Télécom-Prisa-Perdriel, apoiada pelo Presidente Nicolas Sarkozy.

Em vez disso, os redatores do “Le Monde” preferiram a oferta do banqueiro com ligações à esquerda Matthieu Pigasse, o patrão da Internet Free Xavier Niel e o mecenas Pierre Bergé, relata a AFP. Escolheram esta parceria com 90,84% dos votos.

O jornal, que tem 65 anos de existência, luta agora pela sua sobrevivência, com uma dívida calculada entre 80 e 120 milhões de euros, e precisa de recapitalizar-se rapidamente. De imediato, o comprador deverá ter de avançar com dez milhões para aliviar as dificuldades de tesouraria do jornal.

Sarkozy tinha ameaçado reter subsídios estatais essenciais para a sua sobrevivência se a Sociedade de Redatores não escolhesse a oferta de aquisição que incluía a France Télécom, detida em 26 por cento pelo Estado. O assunto tornou-se um caso político quando se tornou público que o Presidente tinha convocado o dire tor do “Le Monde”, Eric Fottorino, para lhe dizer que a oferta do trio Bergé-Pigasse-Niel não tinha o seu apoio.

O Partido Socialista apelou ao “respeito pela independência dos media” e os comunistas falaram da “berlusconização” do Presidente francês. “O poder considera que os media devem estar todos sob sua influência”, reagiu por seu lado o centrista François Bayrou.

Claude Perdriel, patrão da revista “Nouvel Observateur”, anunciou entretanto que mantinha a sua oferta, a pedido dos administradores do Conselho de Supervisão do “Le Monde”, onde figuram representantes do pessoal e administradores que representam acionistas exteriores ao jornal. Este órgão deve pronunciar-se na segunda-feira. A decisão definitiva sobre a escolha do comprador do jornal só deve ser conhecida no fim do mês, após uma votação da assembleia-geral de acionistas

(Informações do JORNAL PÚBLICO TSF, de Portugal )


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URUGUAI 2 X 1 COREIA DO SUL. E OS ORIENTAIS DA AMÉRICA DO SUL SÃO OS PRIMEIROS A PASSAR PARA AS QUARTAS DE FINAIS DA COPA DA ÁFRICA DO SUL.
VIVA ALFREDO ZITAROSSA O GRANDE E SAUDOSO COMPOSITOR E INTÉRPRETE URUGUAIO.
VIVA SUAREZ, O GOLEADOR DA COPA.
VIVA URUGUAI E BOLA PRA FRENTE.

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 26-06-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 26-06-2010

Serra: ruídos incomodam na campanha

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Nem o barulho infernal do toque das vuvuzelas durante os jogos da Copa do Mundo na África do Sul consegue esconder os ruídos no seio da candidatura do tucano José Serra a presidente da República. Se a pesquisa abriu recentemente uma crise no principal setor da oposição, a escolha do vice de Serra abriu outra crise, afirma o jornalista político Ivan de Carvalho em seu artigo deste sábado na Tribuna da Bahia, que Bahia em Pauta reproduz.

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OPINIÃO POLÍTICA

Crises na oposição

Ivan de Carvalho

Não bastasse ao candidato tucano José Serra, da aliança PSDB-DEM-PTB-PPS, ter sido ultrapassado pela candidata governista Dilma Rousseff pela primeira vez, na recente pesquisa eleitoral realizada pelo Ibope, lavrava ontem nesse aglomerado partidário oposicionista uma crise que precisava ser debelada com muita rapidez, sob pena de produzir estragos importantes.

Quanto à pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, colocando a petista Dilma Rousseff cinco pontos percentuais à frente de José Serra nas intenções de voto, parece ter sido feita e, mais, divulgada no momento em que o conhecimento dos resultados mais favoreceria a candidata do governo, pois é o momento em que as últimas e importantes decisões estão sendo tomadas antes que para isto se esgote o prazo.

A título de exemplo, vale citar o caso do PP. É um partido com tempo importante de propaganda eleitoral gratuita a agregar à candidatura presidencial a que se aliasse. Bem, o PP, que participa do governo Lula, hesitava entre duas posições. Uma delas, a de ingressar na coligação que sustenta o tucano José Serra e indicar seu presidente nacional, deputado Francisco Dornelles (sobrinho de Tancredo Neves), para candidato a vice-presidente. A alternativa pepista era a neutralidade: não apoiar, como partido, qualquer candidato a presidente e liberar seus filiados a dar apoio a quem cada um quisesse. Logo depois de conhecidos os resultados da pesquisa, as coisas mudaram. Foi eliminada a alternativa de participação na coligação liderada pelo PSDB com indicação do candidato a vice na chapa de Serra. O PP não ingressará também, legalmente, na aliança governista, mas resolveu reunir sua direção e emitir uma declaração de apoio à petista Rousseff, mandando assim a neutralidade para o inferno.

Se a pesquisa abriu recentemente uma crise no principal setor da oposição, a escolha do vice de Serra abriu outra crise. O senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, confirmou sua “convocação” para ser o companheiro de chapa de Serra. Disse que aceitou a proposta “com muita honra”. E o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, escreveu no seu twitter que o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, lhe havia confirmado que o vice de Serra está escolhido e é Álvaro Dias. No fim do dia, o próprio presidente tucano, que estava fazendo as articulações, confirmou que indicara Álvaro Dias: “A gente apresentou o nome dele à aliança”. Serra não quis falar do assunto e ainda falou de conversas em curso, salvo para dizer que Guerra estava conversando com os aliados (sobre Álvaro Dias).

Resolvido? Nada disso. O DEM vinha dizendo, com insistência, nos últimos dias – principalmente por seu presidente nacional e seu líder na Câmara, respectivamente deputados Rodrigo Maia e Paulo Bornhausen – que abrira mão de indicar o candidato a vice apenas em favor do tucano Aécio Neves. Como este não quis, o DEM fazia questão de exigir o cumprimento do acordo que lhe dá o direito de, como principal partido aliado, indicar o vice de Serra. No começo da noite de ontem, lavrava a crise. O presidente do DEM, Rodrigo Maia, disse que seu partido não aceita um tucano como vice de Serra, mas somente um democrata. O ex-senador Jorge Bornhausen, ex-presidente do DEM e com muita influência no partido, consultado sobre a indicação de Álvaro Dias na noite de quinta-feira, desaconselhou e alertou para descontentamentos que a não inclusão de um democrata na chapa causaria no DEM, que fará sua convenção para o dia 30 – para decidir sabendo de tudo.

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Lula bota o pé na lama no Nordeste

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ARTIGO DA SEMANA

INUNDAÇÕES, CAMPANHA E FORRÓ

Vitor Hugo Soares

Meio zonzos e aparentemente desorientados, José Serra, do PSDB, e Marina Silva, do PV, com ajuda de coordenadores políticos, aliados e marqueteiros – alguns mais tontos ainda – tentam assimilar o duro golpe embutido nos números da mais recente pesquisa CNI/Ibope divulgados na quarta-feira. Aqui e ali, basta apurar os ouvidos, já se escuta até quem fale em largar o navio ou trocar de barcos antes da campanha presidencial começar pra valer.

Como um Exu de romance de Jorge Amado, prefiro observar tudo com ironia. Ou contar histórias reais do Nordeste nestes dias de dilúvio e desastres em Alagoas e Pernambuco. Falar da mistura de campanha eleitoral com o futebol da nossa Seleção, do tempo dos folguedos juninos – que deveria ser de música, forró, licor e animação, mas que é de inundação, mortes, saques e tragédia, como mostram imagens que espantam e comovem o país e o mundo.

No começo desta semana, por exemplo, a candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, desembarcou mais uma vez na Bahia. Vinha de um périplo internacional marcado por encontros, conversas, beijinhos, abraços e apertos de mãos em líderes da política europeia e governantes como o francês Sarkozy, o espanhol Zapatero e o português José Sócrates. Tudo entre uma pausa e outra para torcer por nossa Seleção em campos da Africa do Sul, vestida com a camisa “canarinha” e direito a imagens e falas transmitidas nos principais noticiários das maiores redes de emissoras de televisão do País.

Em Salvador, depois da larga travessia do oceano, a ex-ministra veio cumprir a promessa assumida com os aliados do PMDB: participar da convenção estadual realizada em um centro de festejos da capital, para sagração e lançamento do ex-colega de ministério e amigo, Geddel Vieira Lima, ao governo baiano. Dilma promete retornar para a festa do companheiro e candidato petista à reeleição, Jaques Wagner, ultimamente às turras com Geddel. Daí a charge primorosa de Cau Gomez, publicada no jornal A Tarde, em que a petista aparece toda prosa soprando uma vuvuzela com dois bocais. Em um deles está escrito o nome de Wagner. No outro, o de Geddel.

No fim da coletiva à imprensa, em Salvador, a assessora de Dilma pediu pressa e avisou: “Ela vai ter que embarcar para Recife”. OK, já se sabia que, depois da convenção, a agenda da ex-ministra era só forró junino no Nordeste: em Caruaru (PE), em Campina Grande (PB) e finalmente em Aracaju(SE). A candidata só não dançaria “forró pé de Serra” porque “pegaria mal”, tratou de ironizar o presidente do PT, José Eduardo Dutra.

Mas o forró da petista vai ter de esperar outra oportunidade mais propícia. Ainda em Salvador, ela foi informada do drama das chuvas na área que iria percorrer. E a rota foi alterada no caminho para o aeroporto: o jatinho de Dilma voou sem escala para Brasília, enquanto ela recebia mais detalhes direto do Planalto sobre a extensão do drama nordestino. A viagem a Caruaru, em Pernambuco, foi cancelada. Dilma ligou para o governador aliado Eduardo Campos, solidarizando-se. Em Brasília, a candidata cancelou também as viagens ao São João de Campina Grande (PB) e Aracaju (SE).

A petista recolheu-se então aos bastidores e a cena no palco principal foi assumida pelo padrinho e alavanca de sua candidatura. Depois de mobilizar até o ministro da Defesa para uma “operação de guerra” de seu governo em socorro de seus conterrâneos vítimas da catástrofe, o presidente Lula determinou aos seus ministros iniciativas e recursos semelhantes aos assumidos na tragédia recente do Rio de Janeiro.

Na quinta-feira ele mesmo pegou o avião para visitar a região atingida. Comparou o cenário que viu nesta quinta-feira no Nordeste aos estragos causados pelo terremoto que atingiu o Haiti no início deste ano. “São tragédias quase que semelhantes. Sobrevoei o Haiti de helicóptero e depois desci, e fiz o mesmo aqui. Para sentir o drama, tem que estar lá embaixo, pisar no barro, sentir o cheiro, ver as lágrimas”, discursou o presidente, como quem dispara em tucanos no agreste.

Em seguida, o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) fez o de sempre, depois de cada catástrofe semelhante: anunciou que já foram enviados R$ 597 milhões aos Estados de Pernambuco e Alagoas para a reconstrução das cidades destruídas.

No fim dessas histórias nordestinas, haverá quem queira saber o que elas têm a ver com os desastres de Serra e Marina nos resultados das mais recentes pesquisas. “Quem sabe, seu dotô!”, responderia o caboclo do São Francisco.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: Vitor_soares1@terra.com.br

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Posted on 26-06-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 26-06-2010


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E BOM FINAL DE SEMANA, AMIGOS!!!
(Gilson Nogueira)

BOA NOITE!!!

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