Dunga: feliz no treino e de bem com a torcida (crédito: Reinaldo Marques/Terra)
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O repórter Bob Fernandes, editor chefe da revista digital Terra Magazine, segue servindo aos seus leitores uma deliciosa e diferenciada cobertura jornalística em termos de qualidade de texto, conteúdo e visão dos bastidores da Copa do Mundo 2010 da África do Sul. Confira.

(Vitor Hugo Soares )
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Bob Fernandes
Direto de Durban

No Centro de Mídia do Moses Mabidha, outro belíssimo estádio, este em Durban onde o Brasil joga nesta sexta contra Portugal. A Itália está fora da Copa. Pela primeira vez na história o campeão e o vice da Copa anterior caem na primeira fase.

Luca Calamai, da Gazzetta Dello Sport, diz que a expectativa dos isentos, imparciais e objetivos era baixa, tanto que já se sabe o nome do futuro técnico da Itália. Será Cesare Prandelli, da Fiorentina.

Aqui em Durban treino da Seleção à tarde, mas as atenções estão voltadas para o Moses, onde daqui a pouco Dunga dará a entrevista coletiva obrigatória da véspera das partidas.

Diante dos vários embates da semana, expectativa por parte da mídia –a do Brasil e do mundo afora- de mais um round entre Dunga e a bancada da imprensa.

Assim, me apronto para narrar o tão aguardado combate.
No Moses, 26 graus ao ar livre, 29 graus na sala completamente tomada.

De um lado, Dunga, também conhecido como Schwarzenneger. De outro, a bancada da mídia, da imprensa isenta, imparcial e objetiva.

(Alguns pedem, encarecidamente, que republique um cartum de Cau Gomez feito para Copa América 2007, aquele de um jornalista “isento, imparcial e objetivo”. Para dirimir dúvidas quanto à tão complexa expressão, atendo. Aí ao lado está o desenho).

Dunga veste calça e agasalho nas cores verde e amarelo. Em seu cartel, 18 partidas e 1.670 minutos em campo em 3 Copas do Mundo. Cartões, apenas dois amarelos.

Dunga, com 12 vitórias, 3 empates e 3 derrotas é o segundo da equipe amarela com mais minutos em Copas, atrás apenas de Taffarel, agora seu Observador e co-treinador de goleiros.

Títulos de Dunga: Tetracampeão e capitão do Brasil em 94 –com excelente desempenho– e vice-campeão em 98. Estigmatizado em 90, injustamente, depois da eliminação pela Argentina.

Do outro lado do ringue… digo, da Sala de Imprensa, as 322 cadeiras de plástico disponíveis estão ocupadas, vinte e duas câmeras transmitem o evento.

O Assessor de Imprensa da FIFA dá inicio à contenda. Não dá nem pro aquecimento a questão sobre o jogo contra Portugal. É grande o silêncio no recinto. Não são muitos os colegas das emissoras do sistema Globo.

Itália e França fora da Copa é uma pergunta, as enchentes no Brasil é outra. Aquecimento. Dunga, sereno e equlibrado, lembra da brincadeira “futebol é uma caixinha de surpresas” e constata:
-Não há mais surpresas no futebol.

Dunga se movimenta, à esquerda do tablado Rodrigo Paiva, diretor de Comunicação da CBF, acompanha a pugna, atento. Dunga começa a entrar no clima, fala ao povo brasileiro, às populações castigadas pelas enchentes em Alagoas e Pernambuco:
-Nossa solidariedade ao povo de Alagoas e Pernambuco, nós e os jogadores conversamos muito sobre isso hoje na concentração…

Se movimenta e embute o primeiro golpe, de leve, sem citações, mas um golpe. Sereno, lembra o clima depois da derrota para a Bolívia, 2 a 0 em 1994, quando a bancada isenta, então mui justamente, caiu matando:
-…sempre que a Seleção não tá navegando em boas águas vamos buscar o calor do povo de Pernambuco…

E, de novo, fala diretamente para os que o apoiam na contenda:
-Estamos torcendo e rezando, desejando coisas melhores para as pessoas, nosso carinho e solidariedade…

Kaká não conseguiu autocontrole contra a Costa do Marfim? Indagação dirigida a Dunga. Com ressalva; ressalvas se repetirão ao longo do embate:
-…se você não quiser responder… se você não se sentir à vontade… se você não puder… se…

Não é possível detectar, decifrar a expressão de Dunga. Coisa para especialista em Cinesiologia: ele está sereno, contido, ou algo melancólico, com aquele torpor vivenciado após as grandes batalhas?

Quem foi ao treino de pouco antes viu um Dunga feliz, relaxado, brincando e gargalhando.

Dunga responde:

-Cada um tem seu ponto de vista, respeito o seu mas não concordo… Kaká estava muito equilibrado, ele sofreu faltas e o jogador é que foi contra ele, como temos visto na tevê…

Dunga ocupa o espaço:
-No meu entender, Kaká não estava nervoso, Elano e Michel Bastos sofreram faltas e não revidaram e o Brasil tocou 15 vezes na bola sem que o adversário conseguisse tocar no primeiro gol, e depois tocou 25 vezes no campo adversário sem interrupção…

Pergunta feita, Dunga sorri com o canto da boca e desfere um direto:
-…independente de quem entrar pra jogar, tem que jogar pra ganhar…

Pausa. Dunga completa o golpe, e sorri:
– Se não a metralhadora vai disparar…

Pergunta de um italiano: na Itália estão baixando a lenha no eliminado treinador Marcello Lippi.

No fígado, mas sempre no mesmo tom, sereno:
-Se só um treinador é criticado… mas, quando são todos, tem que se pensar sobre isso…

Cosme Rimolli, do R7, manda:
-Todo mundo falou sobre o que aconteceu na coletiva de domingo, menos você. Se você puder, quiser falar sobre isso…

-Vou falar apenas uma vez… – inicia Dunga.

Silêncio na sala.
-Quero pedir desculpa ao torcedor brasileiro pela forma como me comportei. O torcedor quer torcer, não tem nada a ver com problemas pessoais meus… como brasileiro e como torcedor, eu só quero trabalhar…

Silêncio, Dunga avança:
-O torcedor não tem que ouvir desabafo meu, eu só quero fazer um bom trabalho, que me deixem trabalhar…

Um argentino indaga se a Espanha, se passar, não acrescentaria ainda mais pressão sobre Brasil e Argentina. Dunga ataca:
-Brasil e Argentina não precisam de mais pressão, basta a que eles já têm….

Questão delicadíssima. Assunto que requer uma mulher, e jeitosa, Marluci Martins, de “O Dia”, manda. Pergunta como está a cabeça do treinador, o seu “drama pessoal” com o pai doente, se isso o motiva mais…

Edelceu Verri, o pai de Dunga, ex-jogador de futebol como ele, tem Alzheimer.

Silêncio absoluto no recinto. Dunga parece emocionado, mas segue Dunga, no ataque. Não contra Marluci, a quem se dirige respeitosamente, sereno, mas no ataque:

-…o problema do meu pai, não é a primeira vez que ele está nesta situação desde que assumi a Seleção Brasileira. Faz tempo que o meu pai está sofrendo… Pra mim é só mais uma oportunidade de poder mostrar para o meu pai tudo o que ele me ensinou…

Silêncio. Toda a cena, o embate no domingo e nas horas que se seguiram, paira na sala. Quem conhece Dunga antevê o que virá. E vem. De forma equilibrada, mas vem:
– …meu pai me ensinou que homem para ser homem tem que ter virtude, posição, dignidade, coerência, tem que ter transparência… E saber pedir desculpas quando erra…

Dunga prossegue:

-Outra coisa é minha mãe, que é quem mais sofre com meu pai e talvez tenha me dado o maior exemplo. O que tão fazendo com filho dela não é pra se fazer com um ser humano… Ela me ensinou a não largar nunca nada, levar até o final.

Dunga avança, de volta ao passado:

-Fizeram chacota de mim quando falei que ela é professora de história e a história já demonstrou que temos que ter amor ao país. E temos que ser patriotas. Por mais que não gostem quando se fala, temos que ser patriotas…

Fim. O Assessor da FIFA dá por encerrada a contenda. Nesta quinta, quase uma Batalha de Itararé, aquela que não aconteceu depois de anunciadíssima.

Nessa sexta, ao final do jogo contra Portugal, novo round. Que depende, sempre depende, do resultado. Da vitória como diz o próprio Dunga:
-Se não a metralhadora vai disparar…

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jun
24

Vila de Subaúma(BA), domínio de Manoel Vieira Tosta

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ARTIGO/ HISTÓRIA POLÍTICA

Rosane Santana

Sinônimo de poder e de prestígio, o mandato de deputado e senador nem sempre foi a única atividade exercida pelos parlamentares brasileiros no Império (1822-1889). Muitos deles eram proprietários de terra eleitos para as assembléias provinciais, Câmara dos Deputados e Senado em função do poder econômico, num país onde 70% das rendas do Governo Geral provinham da agricultura de exportação e 90% da população vivia na zona rural sob influência desse potentado.
Também havia padres, médicos, comerciantes e burocratas – magistrados e funcionários públicos – entre os parlamentares do período, com a supremacia dos últimos, no fim da Regência e o início do Segundo Reinado (1840). Enquanto o número de proprietários foi reduzido e o de comerciantes praticamente desapareceu, o número de funcionários públicos experimentou um vertiginoso acréscimo no Parlamento.

O fenômeno refletiu um aumento da demanda e a valorização do emprego público no processo de centralização administrativa, iniciado a partir de 1837, com o regresso conservador, como registrou o historiador e cientista político José Murillo de Carvalho em “A Construção da Ordem – a elite política imperial”.

PROPRIETÁRIOS SAEM DE CENA

Os proprientários rurais, a partir do final da Regência, retiraram-se do Parlamento em favor dos filhos bacharéis treinados na Europa e, posteriormente, no Brasil, para tarefas administrativas. É o fenômeno do absenteísmo registrado por Maria Isaura Pereira de Queirós. Todavia, isso não resultou em um vínculo automático de interesses entre pais e filhos e, por conseguinte, na continuidade de mando da família patriarcal, representada pelos proprietários rurais, na ordem pública – a exemplo do que ocorria nas Câmaras municipais no período colonial – como defendem autores como Maria Isaura e Nestor Duarte.
O novo grupo dominante, especialmente os parlamentares bacharéis formados em Coimbra, além daqueles que estudaram nas universidades brasileiras, conhecia as limitações do poder local para o enfrentamento de questões mais amplas, como as exigências da nova ordem mundial marcada pela ascensão do capitalismo industrial.

A estruturação do Estado era, portanto, fundamental para fazer frente às pressões inglesas contra o tráfico e à desagregação da ordem interna, que ameaçavam a unidade terrirorial do Brasil pelo aumento das tensões sociais agravadas pela concentração de renda e o aprofundamento entre do fosso entre ricos e pobres. A construção de uma ordem pública favoreceu à aristocracia rural, por ser o Brasil um país eminentemente agrário, não obstante a influência dos laços de parentesco entre a elite dominante e os proprietários.

SATURAÇÃO DE BACHARÉIS

O utro aspecto ressaltado por José Murilo, no estudo sobre a elite imperial, é o crescimento dos profissionais liberais no Parlamento, sobretudo advogados, que se vai tornando mais intenso com o avanço do Segundo Reinado e o processo de urbanização. Na fase que marca a transição entre a Regência e a Maioridade, o aumento do número desses profissionais – ressalta o cientista político- pode ser atribuído à saturação de bacharéis no mercado, oriundos das faculdades brasileiras, superior às posições da magistratura, dominada pelos coimbranos.
Analisando os dados disponíveis sobre a Província da Bahia, segunda mais importante do Império, depois do Rio de Janeiro, chega-se a conclusões semelhantes. Entre os deputados que ocuparam as 108 cadeiras das três primeiras legislaturas (1835-1841) havia 16 proprietários, um comerciante e proprietário, quatro comerciantes, 31 funcionários públicos (secretários provinciais, militares, juizes e desembargadores), oito profissionais liberais (médicos, profesoores e advogados) e 11 padres. O quadro é repetido entre os suplentes.
As profissões vinculadas à economia – proprietários e comerciantes -, sofrem declínio no período, fenômeno que aponta para o término de um ciclo marcado pelo absenteismo dos primeiros e pela substituição dos últimos pelos ingleses, que não se engajaram diretamente no processo político nacional, segundo José Murilo.
Os médicos perdem ainda mais espaço e os padres desaparecem a partir da terceira legislatuta (1840-1841), no período de transição para a Maioridade.
Rosane Soares Santana é jornalista, com mestrado em História pela
UFBA. Estuda o Poder Legislativo, elites políticas e eleições no Brasil. Integra a cobertura de eleições do Terra.


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ADIO ITÁLIA.  BUONO RITORNO!!!

(vhs)

Marcelo Lippi: desepero de um treinador

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DEU NO IG

Itália, atual campeã mundial , deu vexame e foi eliminada na primeira fase da Copa do Mundo de 2010. O fiasco se confirmou nesta quinta-feira, depois da derrota por 3 x 2 para a Eslováquia no estádio Ellis Park, Em Joanesburgo. Com o resultado, os eslovacos avançam para as oitavas de final em 2º lugar do grupo F, atrás do Paraguai, que empatou por 0 x 0 com a Nova Zelândia.

A eliminação da seleção italiana numa primeira fase da Copa do Mundo não acontecia desde 1974. Neste Mundial, após a derrota, os italianos terminaram sua participação com apenas 2 pontos, no último lugar da chave. O líder Paraguai ficou com 5 pontos, seguido por Eslováquia, com 4, e Nova Zelândia, com 3.

Retrato do primeiro tempo do jogo: os italianos não conseguiram acertar sequer uma finalização no gol de Mucha. Os eslovacos, que foram superiores durante toda a primeira etapa e tiveram bem mais posse de bola, acertaram duas. E fizeram um gol.

O gol saiu aos 25 minutos, quando De Rossi, o melhor jogador italiano na Copa até então, errou um passe na entrada da área e deixou a bola nos pés de Hamsik, jogador que atua no Campeonato Italiano, pelo Napoli. O eslovaco tocou para Vittek, que, da meia-lua, chutou para abrir o placar.

Na segunda etapa, o técnico italiano Marcelo Lippi resolveu mexer no time. Logo no intervalo, tirou Criscito e Gattuso para colocar em campo Maggio e Quagliarella, deixando o time mais ofensivo. Logo aos 11, sacou também Montolivo para a entrada da Pirlo, que, por causa de uma lesão, fazia só então sua estreia na Copa.

O time italiano apresentou melhora e passou a atacar mais. Di Natale perdeu boa chance no início do 2º tempo e pouco depois arriscou um chute de longe. Skrtel, em cima da linha, salvou um chute de Quagliarella na principal chance italiana na partida até então.

Ao mesmo tempo em que atacava mais, a Itália dava espaço para os eslovacos contra golpearem. Mas foi numa jogada iniciada em um escanteio, e não em um contra-ataque, que a Eslováquia marcou o segundo: após cruzamento de Hamsik, Vittek se antecipou a Chiellini e fez 2 x 0.

Pelo que tinha mostrado até então, parecia evidente que a Itália não teria forças para buscar o empate que lhe daria a vaga. Mas o final de jogo surpreendeu e foi um dos mais emocionantes deste Mundial.

Di Natale marcou o primeiro gol italiano, aos 35, fazendo renascer as esperanças da Azzurra. E Quagliarella ainda marcaria o segundo, aos 39, mas sua posição irregular por alguns centímetros fez com que o empate fosse anulado.

Aos 43, em falha da defesa italiana, Kopunek, que acabara de entrar em campo, marcou o terceiro gol da Eslováquia, no que parecia a consolidação da eliminação italiana. Não era, porém, o último gol da partida: em um belíssimo chute de longe, Quagliarella deixava, de novo, a Itália a apenas um gol da classificação. Que, apesar da pressão final e de uma chance clara desperdiçada por Pepe, não chegou.

Cidades devastadas no Nordeste

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Deu no Diário de Notícias (Portugal)

As chuvas que têm fustigado os estados de Alagoas e Pernambuco, no Nordeste do Brasil, causaram, pelo menos, 45 mortos, dos quais 15 no dia de ontem, e mais de 100 mil desalojados.

O maior número de vítimas verificou-se em Alagoas, onde estão confirmadas 29 mortes e permanecem desaparecidas 607 pessoas enquanto 75 mil foram forçadas a abandonarem as suas casas. Várias cidades do estado encontram-se parcialmente submersas e o leito de vários rios não tem parado de aumentar, tendo subido em média mais de 10 metros acima do seu nível normal.

O balanço em Pernambuco é um pouco menos dramático, referindo-se a existência de 16 mortos e de mais de 42 mil desalojados.

Em ambos os estados foram fechadas muitas escolas e foi declarado o estado de emergência em 47 municípios. Foram mobilizados cães treinados para as operações de busca e resgate.

A chuva começou a cair com grande intensidade na última quinta-feira, dia 17, e só diminuiu no domingo e segunda-feira. Terça-feira voltou a cair durante a maior parte do dia, prevendo os meteorologistas que o tempo comece a melhorar a partir de hoje.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, acompanhado do governador do Pernambuco, sobrevoou ontem algumas das áreas mais afetadas pelo mau tempo neste estado, comparando o que viu ao sucedido no Haiti em Janeiro deste ano.

O ministro confirmou que o Governo de Brasília liberou verbas no valor equivalente a 45 milhões de euros para apoio às populações afetadas nos dois estados.

As forças armadas foram também mobilizadas, para trabalhar na reparação de infra-estruturas e no apoio sanitário aos desalojados

Lula com sua escolhida Dilma/Público/Reuters

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Deu no jornal PÚBLICO, de Portugal

Segundo a pesquisa do instituto de sondagens Ibope encomendado pela Confederação Nacional da Indústria, Dilma Rousseff surge com 40% das intenções de voto e José Serra com 35% cento, enquanto a candidata dos Verdes, a antiga senadora e ex-ministra do PT Marina Silva, tem 9 por cento. Numa segunda volta, a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) também venceria o seu adversário do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), com 45% cento contra 38%.

A última sondagem do Ibope, feita no início do mês, dava os dois candidatos empatados com 37% das intenções de voto. A progressão de Dilma Rousseff nas sondagens era esperada à medida que a candidata surge mais associada ao popular Presidente, Luís Inácio Lula da Silva.

Numa entrevista à rádio Belo Horizonte, Dilma Rousseff comentou o resultado da sondagem: “Não vamos subir no salto alto, achando que as coisas estão resolvidas. Todas as pesquisas sempre refletem o momento. É animador por um lado, mas temos a certeza de que haverá um grande desafio pela frente”, afirmou a candidata de Lula. Mas, ressalvou, “ainda tem muita água para rolar debaixo desta ponte”.

Analistas políticos garantem que apesar de as candidaturas já terem sido lançadas, muito vai ainda depender da atenção do público dada à corrida – neste momento, a atenção está toda virada para o futebol.

Serra deverá entretanto anunciar domingo o seu candidato a vice – que poderá ser uma candidata, segundo o site “Último Segundo”.

jun
24
Posted on 24-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 24-06-2010

Principe Alberto e Charlenne: altar à vista

Aos 52 anos, Alberto anuncia casamento com a nadadora sul-africana Charlene Wittosck.
O príncipe Alberto do Mônaco, considerado o eterno “menino rebelde” da realeza européia, parece que vai finalmente fixar um pouso. Aos 52 anos, e quando já ninguém o esperava, o príncipe anunciou o seu casamento com Charlene Wittosck, de 32, a nadadora sul-africana que conquistou o seu coração há já alguns anos. A data da cerimónia ainda não é conhecida mas tudo indica que ela irá realizar-se na catedral do Principado.
Alberto e Charlene conheceram-se em 2001 mas só cinco anos depois o príncipe assumiu publicamente a paixão. O par tem aparecido, desde então, em diversas ocasiões oficiais. Aos poucos, e com o acordo das duas irmãs de Alberto, Carolina e Stephanie, Charlene começou a assumir o papel de primeira dama. De tal forma que, hoje em dia, os monegascos consideram que a ex-atleta é a mulher ideal para assumir o lugar deixado vago por Grace Kelly.
Conhecido pela sua vida boêmia e pelos inúmeros romances – as atrizes Brooke Shields e Angie Everhard, e as modelos Claudia Schiffer e a portuguesa Tasha de Vasconcelos foram algumas das mulheres com quem manteve relacionamentos, Alberto foi ainda forçado a reconhecer (após os testes de DNA) a existência de dois filhos (Alexandre Costa, nascido em 2003, filho de Nicole Costa; e Jasmín Grace Rotolo, nascida em 1992, filha de Tamara Rotolo).
Mas os dias de polêmica ficaram para trás. Alberto vai dizer o “sim” e garante que será para toda a vida.

(Informações do Diário de Notícias, de Portugal)

jun
24
Posted on 24-06-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 24-06-2010


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Chame gente e pode chegar que o forró do BP tá começando a pegar fogo.
(VHS
)

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