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Posted on 21-06-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 21-06-2010


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De Luiz Fontana, do Blogbar, na área de comentários do Bahia em Pauta nesta segunda-feira:

“No meio da retranca suiça, uma lembrança, o camisa 10, Blaise Nkufo, natural do Congo, naturalizado suiço, é a cara de Francico Egídeo.

Retrancas costumam mesmo terminar em “dores de cotovelo”, viva Francisco Egídeo”.

Viva! BP agradece e traz para seu espaço principal o link com o clip do Youtube mandado por Fontana para recordar o cantor romântico que parece com atacante do time retranqueiro. Confira.

BOA NOITE !!!

(vhs)

Geddel e Dilma no estilo baiano

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No primeiro evento de estardalhaço da sua campanha ao governo da Bahia, o candidato Geddel Vieira Lima demonstrou que infernizará o palanque do governador Jaques Wagner, apimentando seus vínculos com o governo Lula e a ex-ministra Dilma Rousseff, presente à convenção estadual do PMDB nesta segunda-feira (21). Do apelido “Geddelzinho” – carinho de Dilma revelado pelo senador César Borges – à ponga nas obras de Transposição do Rio São Francisco, coordenadas pelo ministério da Integração Nacional, o rival de Wagner usará armas do próprio PT para robustecer sua candidatura.

Sem modos diplomáticos, Geddel atacou o petista na frente da convidada especial, Dilma, que apenas retraiu o sorriso nos momentos mais ásperos. Em coletiva à imprensa, a ex-ministra garantiu que vai subir nos dois palanques e declarou-se feliz com o duplo andaime no Estado.

Para alvejar Wagner, Geddel recorreu até mesmo ao descomedimento dos jingles, apresentando-se como o candidato que trabalha e acorda cedo, a sugerir que o rival não dá pelota ao despertador. E mais: se for preciso, usará a mobilização de diretórios do interior, com dezenas e dezenas de ônibus fretados. A convenção do PMDB deu mostras da generosidade do caixa para mobilizar lideranças interioranas. Cerca de uma centena de ônibus e vans ziguezagueram no extinto parque aquático. Na entrada, placas com Lula, Dilma e Geddel, para ampliar as zangas no arraiais petistas.

( Claudio Leal)


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Reporter é repórter, onde quer que esteja e em qualquer situação.É assim agora com Bob Fernandes, na cobertura da Copa na Africa do Sul, como sempre na vida profissional :na Radio Jornal do Brasil FM-Salvador, nos anos 70, na sucursal da VEJA-BA, no Jornal do Brasil , na Isto É, na Carta Capital, e agora no comando da revista digital Terra Magazine e na coordenação jornalística da cobertura Eleições 2010 do portal Terra.
Da Africa do Sul, onde cobre a Copa do Mundo, Bob conta os bastidores da feroz briga de poder que envolve a Rede Globo e o técnico Dunga, a prevê a crise que se aproxima cada vez mais da concentração dos pentacampeões mundiais de futerbol e as prováveis consequências disso tudo. Confira.

(Vitor Hugo Soares )
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DEU NO TERRA MAGAZINE

Bob Fernandes

Direto de Johannesburgo

Soccer City, caminho entre o estádio e as tendas da FIFA que abrigam o Centro de Mídia. Galvão Bueno, Arnaldo Cezar Coelho e o diretor da Central Globo de Esportes, Luiz Fernando Lima conversam, não escondem a irritação e nem se preocupam com quem passa ao lado e ouve. O alvo é o técnico da seleção brasileira, Dunga. Minutos antes, na coletiva pós Brasil x Costa do Marfim o técnico, numa dividida bem a seu estilo, deu na canela do comentarista Alex Escobar, da Globo.
Luiz Fernando Lima lembra as conversas recentes da emissora com Dunga, já na África do Sul:
– Falamos com ele duas vezes e ele não consegue entender que não é “a Globo”, ele está falando para todo o país…
Seguem as observações do grupo, sempre ferinas. Um deles chega a dizer: – …e a única coisa que eu acho que ele aprendeu em quatro anos foi falar ‘conosco’ e não mais ‘com nós’ como sempre fez…
A cena do entrevero de Dunga para com Escobar pode ser vista aqui, no YouTube.
Poucas horas depois, no que pode ser o início de uma escalada, um dos apresentadores do programa, Tadeu Schmidt, da África para o “Fantástico” mandou uma reportagem sobre a rusga. Soou mais a um editorial da emissora.
Essa é, sem dúvida alguma, uma crise a rondar a seleção brasileira. Mas uma crise em tudo diferente das que envolvem a França e a Inglaterra, seleções que vivem crises internas, para dentro do elenco.
Anelka x o técnico Domenech, o capitão Evra contra o preparador físico, Zidane nos bastidores, sacodem a França. Até o presidente Sarkozy já palpitou. (De Carla Bruni ainda não ouvimos nada).
Na Inglaterra, o trivial básico: o ex-capitão Terry, que já derrubou Mourinho e Felipão no Chelsea, agora pôs a boca no trombone, e na mídia, contra o técnico italiano da seleção, Fabio Capello.
A crise que ronda o Brasil é uma crise para fora, que não envolve os jogadores. É uma crise de poder.
De um lado o poderoso sistema Globo, que carregou 300 profissionais para a África do Sul e quer um retorno para tanto. Em outras palavras, deseja o que querem os quase mil profissionais do Brasil que aqui estão: acesso. E quanto mais privilegiado, melhor.
Assim foi, assim é da índole e história da Globo, de emissora que no Brasil tenha a dimensão que ela tem.
O problema é que, na outra ponta, está Dunga, o Schwarzenegger. E como sabemos desde quando ele era o pitbull da seleção amarela, quando divide, o Dunga racha.
Está claro, cada dia mais claro, que secundado por quem ele confia e a quem tem como leais, casos de Jorginho e Taffarel, o técnico Dunga fechou um pacto com seus jogadores. De um lado ele, eles, do outro, o resto. Em especial a mídia e quem mais, dentro ou fora da seleção, não reze integralmente pela mesma cartilha.
Se há fissuras no chamado “grupo” não se sabe; não se sabe mesmo, não existem informações concretas que levem a dizer isso. Estas coisas, que sempre existem em agrupamentos humanos, costumam aparecer, vide França e Inglaterra, quando pintam os fracassos.
No Tempo Dunga na seleção não há fracassos; salvo na Olimpíada da China, quando máquinas se moveram para derrubá-lo. Como não há fracassos, parece evidente que Dunga escolheu um caminho: vencer ou vencer.
Por mais que pareça rudimentar a lógica “ou está comigo ou contra mim”, o técnico da seleção já viveu e apanhou o suficiente para saber o que significa a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar.
Dunga, que apanhou injustamente entre as Copas de 90 e 94, cuja família teve que suportar o marido, o pai, o filho a carregar por 4 anos a negativa marca da “Era Dunga”, certamente sabe o que alimenta contra si de rancor, de ressentimento, a cada bordoada que distribui.
Ele, que já me admitiu em 2007 não terem cicatrizado ainda as feridas da “Era Dunga”, obviamente sabe que está jogando a cartada mais arriscada de sua vida profissional. A de construir para si mesmo a alternativa “vencer ou vencer”.
Quando se decide por enfrentar a Globo, Dunga sabe que está encurtando seu caminho à frente da seleção brasileira, perca ou ganhe. Dunga sabe quais são e como se movem os interesses para a Copa 2014, e sabe quem maneja boa parte dos cordéis.
Nos idos da Copa América e Olimpíada, eventos que acompanhei, Dunga distribuiu fartamente bordoadas contra o sistema Globo. Durante e depois. Basta consultar os noticiários, capturar o que disse aqui e ali o técnico. São fatos.
Fato é, também, que depois disso tudo um acordo foi costurado. Com a participação do diretor de Comunicação da CBF, Rodrigo Paiva, encontraram-se o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e um dos Marinho da Globo.
Selou-se, então, um acordo de paz, de convivência por conta dos mútuos interesses. Não por acaso duas entrevistas exclusivas ao Jornal Nacional na Copa das Confederações, não por acaso Dunga na bancada do Jornal Nacional depois da convocação para a Copa de agora.
Isso é inegável. São os fatos. Não há como negá-los.
Mas, havia, há um Dunga no meio do caminho. Com a mesma determinação que jogou em 94, que então protegeu Romário de si mesmo e do assédio da mídia, Dunga agora se fecha com seu grupo.
A propósito, Romário, que não é bobo, sentiu o cheiro da crise e nesta terça-feira postou em seu twitter, @Romário11, as seguintes mensagens de apoio ao capitão do Tetra:
– Infelizmente sobrou pro Escobar (ele é gente boa e americano). Mas geral só gosta de bater, então apanhar um pouco faz bem!
– Parceiro “Dunga”, não perca o foco, vamos em frente e faltam 5 jogos!
Ao se fechar tanto, Dunga comete erros. Erros como o de enxergar e tratar a todos, sem distinção, como se fossem adversários, inimigos mesmo, e isso não é uma verdade.
Em algum momento Dunga perceberá, ou algum amigo lhe dirá, que não seria preciso tanto e contra todos. Nesta terça-feira, com a experiência de quem já viveu e enfrentou essa tsunami, Felipão Scolari aconselhou. A todos:
– Pelo bem da Seleção não adianta um dar um soco e o outro revidar, depois um dar um chute e o outro dar um chute também, porque, se não, nunca vão se entender…
Dunga, o Schwarzenegger, decidiu-se por pagar o preço, por queimar as caravelas. A ele e seu grupo só uma coisa importa. Vencer. Ganhar a Copa do Mundo. Custe o que custar.
O velho parceiro Romário, herói do Tetra a quem Dunga tanto deve e vice-versa, também nesta tarde postou em seu twitter:
– A gente já sabe o que vai acontecer. Se o Brasil ganhar é obrigação, se perder não vou querer estar na pele do Dunga…

jun
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Posted on 21-06-2010
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DEU NA UOL

O presidenciável José Serra (PSDB) insistiu durante a sabatina organizada por Folha de S. Paulo e UOL nesta segunda-feira (21) que sua adversária Dilma Rousseff (PT) deveria pedir desculpas a ele e a seu partido por conta do suposto dossiê que teria sido preparado a pedido de integrantes da campanha petista.
A negociação de documentos que poderiam afetar a campanha presidencial do PSDB rendeu troca de ataques entre petistas e tucanos nas últimas semanas. Depois de responsabilizar Dilma pelo assunto, Serra foi processado pelo PT.
“Eu acho que, diante das evidências, caberia uma medida mais dramática de reconhecer, afastar as pessoas publicamente”, disse o presidenciável, referindo-se ao ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, acusado de negociar a feitura de um dossiê anti-Serra e que segue na coordenação da campanha de Dilma
“A melhor coisa quando tem um erro que é óbvio é se desculpar e encerrar o assunto. Outra coisa é culpar a vítima. Aquele famoso dossiê dos aloprados parecia que o culpado era a vítima. Não houve um pedido de desculpas, nem nada. Significa que vão continuar fazendo”, criticou o ex-governador de São Paulo.
A respeito de documentos da Receita Federal que vazaram informações sobre outro dirigente tucano, Eduardo Jorge, Serra insinuou a ajuda de petistas no governo para que os dados se tornassem públicos. “Agora é problema da Receita. Por que a Receita vai quebrar o sigilo de alguém? E fazer vazar isso à toa?”, disse.
O presidenciável tucano repetiu os ataques ao governo boliviano, que seria conivente com o narcotráfico. “É impossível que o governo de lá não faça corpo mole. Não tem nada a ver com a Bolívia nem com o povo boliviano. Fui exilado no início na Bolívia. Tenho amor pelo povo boliviano. Mas que o governo lá faz corpo mole, faz”, afirmou.

jun
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Posted on 21-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 21-06-2010

Celebração portuguesa na cidade do Cabo

DEU NO PORTAL TSF (Portugal)

A seleção de Portugal colocou-se, nesta segunda-feira, praticamente nas oitavas de final do Mundial 2010, ao golear a Coréia do Norte por 7-0, na segunda rodada do Grupo G, na Cidade do Cabo.

Raul Meireles (29 minutos), Simão (53), Hugo Almeida (56) e Tiago (60 e 89), o suplente Liedson (81) e, finalmente, o “capitão” Cristiano Ronaldo (87) apontaram os golos da formação comandada por Carlos Queiroz.

Portugal acelerou na saída e em sete minutos criou três oportunidades, destacando-se Ricardo Carvalho (5 e 7 minutos) que, liberto na área, atirou à meia volta, mas por cima, antes de cabecear ao poste direito, na sequência.

O azar pareceu eclipsar o time que viu os solidários e rápidos asiáticos subir no terreno com transições ofensivas rapidíssimas e chutes de todas as zonas, geralmente de forma certeira e com perigo, destacando-se Pak Nam Chol (18), numa recarga de cabeça.

Foi em momento de menor fulgor que Portugal chegou ao gol: Tiago (29 m) fez um passe a rasgar a defesa e Raul Meireles, rápido, surgiu nas suas costas a atirar de primeira (1-0), minutos antes de desperdiçar situação em posição semelhante.

Após o intervalo a equipe de Queiroz manteve-se por cima, mas, com mais espaço para explorar face ao adiantamento adversário, acabou por massacrar a baliza de Ri Myong Guk.


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Postado de São Paulo, onde tralhalha e protesta contra o frio de rachar às vésperas do inverno , a jornalista e colaboradora fidelissima do Bahia em Pauta, Maria Olívia, manda e-mail para o editor:
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” E aí companheiro, como vai a terrinha? Felizmente, a temperatura deu uma trégua por aqui, o frio estava insuportável. Ontem, dia 19, foi o aniversário de Chico Buarque, 66 aninhos, falha nossa o esquecimento (o dia foi intenso com a convenção).

Sugiro, mesmo com atraso, uma homenagem do Bahia em Pauta a este ser maravilhoso e completo, pode ser uma das suas belíssimas canções para o final do dia (boa noite). Beijos em Margô, saudades,

Olivia

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OK, companheira, sugestão sua é lei para o Bahia em Pauta. Este blog e o Senadinho baiano , apesar do curto tempo de ausência, já morrem de saudades. Quando pintar uma folga faça como Claudio Leal: apareça para sentir calor e o abraço afetuoso de sempre.
E Chico vai como bom dia mesmo, para ele e para você.
(Vitor Hugo Soares)

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