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Que Viva México!!!
Mas a doce França sempre no coração.
BOA NOITE !!!

(VHS)

jun
17
Posted on 17-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 17-06-2010

Hernadez comemora primeiro gol do México/Reuters

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O México deu nesta quinta-feira um passo gigantesco rumo a classificação para a fase das oitavas de finais da Copa do Mundo na África do Sul, ao derrotar a França por 2-0 em jogo da segunda rodada do Grupo A, deixando os “bleus” em situação muito complicada, com apenas um ponto em dois jogos.É quase um bilhete de volta da delegação francesa ao seu país ainda na prieira fase do mundial.

Com este triunfo, e depois do empate no jogo inaugural com a África do Sul, os mexicanos passaram a somar quatro pontos e vão mais tranquilos para a última jornada, na próxima terça-feira, frente ao Uruguai, que também tem quatro pontos.Um empate classificará as duas seleções para seguirem na Copa.

O time treinado por Javier Aguirre entrou determinada em garantir o triunfo e teve várias oportunidades para o fazer na primeira parte, face à fraca e fria apresentação francesa, mas só conseguiu inaugurar o marcador aos 64′, por Javier Hernandez. O atacante que atuava no Chivas Guadalajara (vai reforçar o Manchester United na próxima temporada) foi mais rápido que a defesa francesa, mas estava ligeiramente adiantado face ao penúltimo defensor no momento do passe. A jogada prosseguiu e Hernandez bateu Lloris pela primeira vez sem dificuldade.

Aos 79′, é o veterano Cuauhtemoc Blanco a fazer o 2-0, de penalti, que castigou uma falta duvidosa de Abidal sobre Barrero, confirmando a primeira vitória do México sobre a França.
E merecida, diga-se a bem da verdade.

(Com informações do jornal Público, de Lisboa)

jun
17


Bacharel Antonio Rebouças: baiano, autodidata de notório saber jurídico, legislador filho de uma escrava alforriada com um alfaiate português

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DEU NO TERRA – ELEIÇÕES 2010

Rosane Soares Santana

As eleições legislativas no Brasil, no século XIX, levaram para as assembleias provinciais, Câmara dos Deputados e Senado parlamentares cuja formação educacional estava concentrada na carreira jurídica. Eram políticos altamente preparados para o exercício das funções públicas, especialmente aqueles que estudaram na Universidade de Coimbra, em Portugal. Eles exerceram papel estratégico no processo de Independência e na construção do Estado brasileiro, deixando um legado de projetos e leis, cuja influência estendeu-se por todo o Império.

Em estudo que se tornou um clássico, “A Construção da Ordem: a elite política imperial”, o historiador e cientista político José Murilo de Carvalho apontou a importância da educação superior, concentrada na formação jurídica, como fator de unidade ideológica desse grupo. Isso facilitou o alinhamento dos parlamentares em torno de projetos comuns, mesmo no tempo em que ainda não havia partidos políticos no Brasil- a fase que vai da Independência (1822) até a Regência (1831-1840).

Conhecido como o período mais conturbado da história do Brasil e laboratório de experiências políticas diversas,inclusive parlamentarista, a Regência pode ser tomada como uma fase exemplar da atuação dos bacharéis no Parlamento brasileiro. Num primeiro momento, para redefinir o pacto político entre a nação e o grupo dirigente, depois da abdicação de Pedro I, com uma série de medidas de descentralização político-administrativa, entre elas a criação das Assembléias Legislativas Provinciais.

Posteriormente, a partir de 1837, com a Lei de Interpretação do Ato Adicional de 1834, que representou um freio na descentralização de poder, num país sacudido por revoltas federalistas e escravas, movimentos socais e disputas entre elites regionais, acirradas pela distribuição de cargos na máquina pública.
Bacharéis na Câmara dos Deputados

No artigo, “O laboratório da Nação: a era regencial (1831-1840)”, da coleção “O Brasil Imperial” – Vol. II, Marcello Basile aponta entre os liberais moderados – conservadores, na segunda fase da Regência – que se destacaram na Câmara dos Deputados, no período, os bacharéis Bernardo Pereira de Vasconcelos, Honório Hermeto Leão e Cândido José de Araújo Lima, todos graduados em Coimbra. No grupo dos caramurus (ultraconservadores) estavam os também coimbranos Miguel Calmon Du Pin e Almeida, Pedro de Araújo Lima, José Clemente Pereira e Francisco Gê Acaiaba de Montezuma.

Correndo por fora, mas no mesmo grupo, estava o bacharel Antônio Pereira Rebouças. Ele era um mulato baiano, filho de uma escrava alforriada com um alfaiate português, autodidata de notório saber jurídico, que adquiriu o direito de advogar em todo o país, a partir de 1846, com autorização votada pela Câmara dos Deputados. Seu filho André Rebouças foi um dos grandes abolicionistas do Império.

O deputado baiano ultraconservador Miguel Calmon Du Pin e Almeida (futuro marquês de Abrantes), doutor em Leis pela Universidade de Coimbra, ministro da Fazenda no Primeiro Reinado, ao lado dos deputados bacharéis Paulino José Soares de Souza, depois visconde do Uruguai, e Honório Hermeto Carneiro Leão (marquês de Paraná),do Rio de Janeiro, ex-estudantes de Direito em Coimbra como Calmon, integraram a comissão encarregada da Interpretação do Ato Adicional de 1834. No processo também é preciso destacar a atuação decisiva do coimbrano mineiro deputado Bernardo Pereira de Vasconcelos, um dos maiores parlamentares do seu tempo. O grupo se transformou no núcleo duro do que viria a ser o Partido Conservador.

Província que mais enviou estudantes para a Universidade de Coimbra, a Bahia possuía o maior número de políticos bacharéis do Império, incluindo aqueles que também graduaram-se nas universidades de Olinda (PE) e São Paulo (SP), a partir de 1827, com a criação dos cursos de Direito no Brasil. Paulo Pereira de Castro, em “A experiência republicana, 1831-1840” ( História Geral da Civilização Brasileira), observou que na província baiana destacavam-se entre os bacharéis e integrantes da magistratura com atuação no Parlamento, “as clientelas de grandes prestígios individuais que participavam na Corte (Rio de Janeiro) dos meios palacianos”.

Assembleia de bacharéis

Na Assembleia Provincial da Bahia, durante a Regência, 55,5% das 108 cadeiras do novo Poder Legislativo foram ocupadas por bacharéis. Havia 26 deputados graduados em Direito, três doutores em leis e um doutor em Direito Canônico. Entre os coimbranos, estavam os deputados provinciais Albino José Barbosa de Oliveira, João José de Oliveira Junqueira, Honorato José de Barros Paim, João José de Moura Magalhães e Joaquim Marcelino de Brito. Os três últimos, também, ex-presidentes da Província da Bahia.
Os deputados bacharéis Angelo Muniz da Silva Ferraz, Aprígio José de Souza, Evaristo Ferreira de Araújo, Francisco Antônio Ribeiro, Francisco Olegário Rodrigues Vaz, Francisco Borges de Figueiredo, João Carneiro da Silva Rego, Joaquim José Ribeiro Fróes, José Ferreira Souto, José Inácio Bahia, José Joaquim dos Santos, Luiz Antonio Barbosa de Almeida, Manoel José Espínola,

Manuel Maria do Amaral e Victor de Oliveira formaram-se na Escola de Direito de Olinda. Antônio Simões da Silva e Manoel José Vieira Tosta, futuro marquês de Muritiba, transferiram-se de Coimbra para a Universidade de São Paulo, onde se formaram em 1831.
Francisco Gonçalves Martins, deputado e chefe de polícia de Salvador, foi nomeado bacharel por D. Pedro I, depois de ser expulso de Coimbra por causa do seu envolvimento nos episódios da sucessão do trono português em torno de D. Pedro e seu irmão D. Miguel.
A formação educacional dos suplentes de deputados não era diferente daquela registrada para os titulares, o que confirma os mecanismos sociais restritivos de ascensão política no período e a importância dos bacharéis( 40,5% dos suplentes) na composição da Assembleia Legislativa Provincial da Bahia, repetindo um fenômeno registrado na Câmara dos Deputados e em outras assembléias provinciais do país, durante o Império.

Rosane Soares Santana é jornalista, com mestrado em História pela UFBA. Estuda o Poder Legislativo, elites políticas e eleições no Brasil. Integra a cobertura de eleições do Terra.

LEIA MAIS ELEIÇÕES NO TERRA:
http://terramagazine.terra.com.br/interna

jun
17
Posted on 17-06-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 17-06-2010

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Do jornalista Claudio Leal, via e-mail, para o editor de Bahia em Pauta;

“Excelente quadro do CQC, com um humor que realmente vale. Soco nos congressistas enrolões”.

Pura verdade. Confira

(VHS)

jun
17
Posted on 17-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 17-06-2010


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Muita gente anda falando que Dunga tem um estilo meio militar e que é igual a um sargento linha dura. Pois eu já acho que ele se parece mesmo é com Otto, que não é o músico pernambucano meio viking e parrudo que faz um sucesso relativo como artista, mas bate um bolão quando o assunto é traçar atrizes bonitinhas e ordinárias.

O Otto a que me refiro é o cachorro que sargento Tainha cria dentro das páginas do gibi do Recruta Zero como se fora um filho e que, assim como Dunga, odeia recrutas serelepes que quebram as regras pré-estabelecidas da caserna. Tudo supervisionado por Jorginho, que é uma espécie de tenente Escovinha do pedaço. Oremos

( De Janio Ferreira Soares para o BP )


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Um tango do mestre Piazzola, interpretado por Amelita Baltar, para começar a quinta-feira: Vai para Diego Armando Maradona, até aqui o verdadeiro dono da Copa do Mundo na África do Sul, mas também para outro argentino:”el loco Bielsa”, o treinador do Uruguai. Festa em Buenos Aires, Festa em Montevideu, festa na América Latina.

Deixa o time jogar para a festa ficar completa, Dunga!!!

(Vitor Hugo Soares)

jun
17
Posted on 17-06-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 17-06-2010

Paulo Bornhausern:”vice é do DEM”

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OPINIÃO POLÍTICA

O vice de Serra

Ivan de Carvalho

O partido Democratas e o PSDB começaram ontem a conversar a sério, um com o outro, sobre a escolha do candidato a vice-presidente da República na chapa do tucano José Serra. Isso ocorreu em uma reunião, de mais de duas horas, dos presidentes do PSDB, senador Sérgio Guerra e do DEM, deputado Rodrigo Maia.

Nos últimos dias, o tema esteve cercado e até obscurecido por um grande número de rumores, boatos, e até informações, algumas contraditórias, outras não. Basicamente, uma vertente de rumores insistia em que o vice do tucano Serra seria outro tucano e que o candidato a presidente e o PSDB sabiam que o DEM não estava em condições políticas e eleitorais de reagir a este monopólio tucano da chapa. Teria de conformar-se e pronto.

Esta linha de rumores ou informações não confirmadas adiantava até que o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra, de Pernambuco, já teria sido convidado para integrar a chapa de Serra. Se não aceitasse, outro tucano seria convidado e um dos mais prováveis seria o senador Tasso Jereisssati, do Ceará. Álvaro Dias, ex-governador do Paraná, seria outra hipótese, já aí a origem do candidato a vice deslocando-se do Nordeste para o Sul.

Enquanto esses raciocínios e informações eram transmitidos pela mídia como tendo origem no ninho tucano e adjacências, o Democratas afirmava o contrário. Dizia que abrira mão da indicação do nome do candidato a vice-presidente apenas para o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Como Aécio não quis disputar a vice, preferindo candidatar-se a senador, o DEM voltaria a exercer o seu direito de aliado mais importante e indicaria um nome de seus quadros ou, na mais suave das hipóteses, deixaria José Serra escolher entre os quadros democratas o nome de sua preferência.

Após a reunião de ontem entre Sérgio Guerra e Rodrigo Maia, o presidente nacional do DEM comentou que “avançamos positivamente na conversa sobre indicação do vice”. Mas não deu qualquer detalhe ou indicação de rumo. No entanto, o líder do Democratas na Câmara dos Deputados, Paulo Bornhausen (filho de Jorge Bornhausen, por muitos anos presidente nacional do PFL, que se transformou no DEM), foi menos discreto.

Paulo Bornhausen disse ontem que o seu partido irá indicar o candidato a vice-presidente na chapa de Serra e que isto ocorrerá no dia 30, na convenção nacional do Democratas. Acrescentou que um edital que está sendo “finalizado” pelo presidente Rodrigo Maia prevê a definição do vice e a confirmação das alianças do DEM nos Estados e deve ser publicado na sexta-feira. E ainda sugeriu que os democratas mais cotados para a vice são o deputado José Carlos Aleluia, da Bahia e o senador José Agripino Maia, do Rio Grande do Norte.
Aleluia já declarou que não foi convidado, mas acrescentou que “se for, será uma honra”.

jun
17

Sarkozy com Dilma no Eliseu: beijinhos

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A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, foi recebida quarta-feira pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, em encontro no Palácio Eliseu, em Paris, no segundo dia de um tour que a ex-ministra faz pela Europa. Na saída, a candidata do PT se despediu com beijinhos na face do conservador presidente da França, em cena apresentada no Jornal Nacional desta quarta-feira.

Em seguida , ao falar com jornalista, ainda sem conseguir cpnter o nervosismo, Dilma lembrou que França e Brasil trabalham juntos no âmbito do G20 (grupo que reúne os países emergentes e mais desenvolvidos do mundo) para a reforma do  sistema financeiro mundial, abalado pela crise financeira de 2008. A petista disse ainda que conversou sobre o avanço das relações entre Brasil e França que, segundo ela, “evoluíram cada vez mais”. Dilma disse também ter tratado sobre questões de meio ambiente no encontro com Sarkozy.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do JB e JN)

jun
17
Posted on 17-06-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 17-06-2010


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BOA NOITE!!!

TE CUIDA, MARADONA!!!

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