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Postado em 14-06-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 14-06-2010 11:39

DEU NA UOL

TATHIANA BARBAR

DE SÃO PAULO

O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, suspeito de envolvimento com o chinês Li Kwok Kwen, o Paulo Li, acusado de contrabando, foi exonerado do cargo nesta segunda-feira. Ele estava de férias e retornou hoje ao trabalho.

Segundo o Ministério da Justiça, estando fora do cargo, Tuma Júnior poderá melhor promover sua defesa no caso.

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, encaminhou hoje ao Planalto o ato de exoneração. Tuma Júnior responde a três procedimentos apuratórios junto à Comissão de Ética da Presidência da República, junto ao próprio ministério e à Polícia Federal.

Tuma Júnior é exonerado do cargo de secretário nacional de Justiça
Em nota, o ministério destaca os “relevantes trabalhos” prestados por Tuma Júnior à frente da Secretaria Nacional de Justiça.

Investigação da PF mostra que há suspeitas de que o secretário ajudou Paulo Li a regularizar a situação de imigrantes ilegais e interveio para liberar mercadoria apreendida. Nas gravações, Tuma Jr. trata da compra de um celular e de videogame. Li foi assessor de Tuma Jr. quando ele era deputado estadual.

Em entrevista à Folha, Tuma Jr. disse que a investigação da PF cometeu abusos. “Não da PF, mas de pessoas da PF. Fui investigado e chegou-se à conclusão que eu não deveria ser denunciado. O caso foi arquivado”, afirmou.

Ele disse que o caso foi encerrado no ano passado e voltou à tona por causa de seus ataques ao crime organizado. A reportagem não conseguiu localizar Tuma Jr. hoje para comentar a exoneração.

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