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Green: um gol de fazer inveja aos maiores frangueiros do mundo.

(VHS )

jun
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Posted on 12-06-2010
Filed Under (Artigos, Claudio) by vitor on 12-06-2010
DEU NO TERRA ( POLÍTICA 2010 )

Claudio Leal

Direto de Brasília

Na celebração da aliança com o PMDB, que escolheu Michel Temer para a vice na chapa governista, a pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, usou a memória do emedebista Ulysses Guimarães para desarmar os ataques do PSDB e defender a democracia no Brasil. A petista citou um lema de Ulysses na campanha da anticandidatura de 1973, “Navegar é preciso”, e atacou: “Foi a democracia que nos trouxe aqui… Nós vamos defendê-la com todo o coração dos nossos inimigos… Vamos defender a democracia também dos seus inimigos, os seus maiores inimigos: a mentira, a manipulação, a falsidade! Vamos defender a democracia com a verdade que ilumina”.

“Ulysses se lançou anticandidato contra a ditadura, valendo-se da sua coragem… ‘Navegar é preciso’, esse verso de Ulysses mostrava que, sobretudo, mesmo quando a esperança é pequena, a coragem das pessoas tem que levá-la a lutar”, completou a pré-candidata, que se vinculou ao MDB no combate à repressão política. (Originalmente, a frase “Navegar é preciso, viver não é preciso” é do líder romano Pompeu).

Dilma invocou Tancredo Neves e afagou o senador Pedro Simon, outra liderança da redemocratização do País. A referência a Simon foi maior do que a dedicada ao ex-presidente José Sarney, prócer da Arena na ditadura militar, merecedor de um rápido elogio. Simon apoiou, no PMDB, a pré-candidatura de Roberto Requião.

Do púlpito da convenção do PMDB, a petista elogiou a escolha de Michel Temer para a sua vice, definindo-o “como portador da vocação democrática do PMDB”. “(Michel) sintetiza a força democrática do partido que ele ajudou a construir. Ele sabe ouvir. E saber ouvir é muito importante. Como diz o presidente Lula, muitas vezes ouvir é melhor do que falar”.

Outro eixo do discurso não é novidade: a defesa do governo Lula, principalmente na condução da economia brasileira durante a crise financeira mundial. “Nós pagamos a dívida externa, algo que jamais acreditavam que nós faríamos, com a distribuição de renda que criou condições para dar ascensão social”. Segundo ela, “o PMDB e o PT se unem mais uma vez para fazer história. Isso significa avançar de maneira mais sólida com nossa aliança pelo Brasil”.

No encerramento do discurso, uma paráfrase de Ulysses Guimarães: “Para nós, navegar é sempre preciso”. E veio o hino nacional.

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Terra -Eleições 2010

http://noticias.terra.com.br/eleicoes

jun
12
Posted on 12-06-2010
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Jogo duro na Convenção

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DEU NO IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

Confirmado hoje como o candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, o ex-governador de São Paulo José Serra deu uma nova linha ao seu discurso e subiu o tom em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma fala entusiasmada durante a convenção nacional do PSDB, em Salvador, Serra lembrou o escândalo do mensalão, atacou a gestão de recursos públicos, a política externa do governo e o corporativismo na administração federal.

O tucano continuou evitando citar diretamente o nome de Lula, como fez desde o início do período de pré-campanha. Mas, dessa vez, chegou bem mais perto do ataque direto ao presidente, ao compará-lo ao absolutista francês Luís XIV, a quem é atribuída a frase “O Estado sou eu”. “O tempo dos chefes de governo que acreditavam personificar o Estado ficou pra trás há mais de 300 anos. Luís XIV achava que o estado era ele. Nas democracias e no Brasil, não há lugar para luíses assim”, afirmou.

O tema do Estado forte causou polêmica em fevereiro deste ano, quando o PT preparava diretrizes do programa de governo da ex-ministra Dilma Rousseff, rival de Serra na corrida presidencial. Após o vazamento do texto, que seria apresentado no 4º Congresso Nacional, tanto Dilma quanto Lula decidiram endossar a tese do fortalecimento do Estado.

Os ataques de Serra, entretanto, não se limitaram a esse tema. O tucano agradeceu a indicação para disputar o Planalto, defendeu a liberdade de imprensa e voltou a criticar Lula ao falar sobre o relacionamento com comandantes de regimes ditatoriais. “Não fica bem elogiar continuamente ditadores de todo o planeta só porque esses ditadores são aliados do atual governo”, disse o ex-governador.

Serra também condenou a presença de sindicalistas no atual governo. “Acredito na liberdade de organização social, que trabalhadores e setores da sociedade se agrupem para defender interesses legítimos, não para que suas entidades sirvam como correia de transmissão de esquemas de poder”, disse. “Organizações pelegas e sustentadas com dinheiro público devem ser vistas como são de fato: anomalias”, completou.

Serra voltou a declarar que não tem “patotas corporativas”. Ao falar sobre a importância do Congresso, provocou mais uma vez: “O que o Congresso não pode ser é uma arena de mensalões, compra de voto e silêncios”, disse, numa referência à maior crise política vivida pelo governo Lula, em 2005.

LEIA MAIS NO IG

( http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes )

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Argentina 1 x 0 Nigéria. O placar é pequeno mas foi grande o jogo em Joanesburgo. “Nada en vano, todo en vino”.
Bebamos então com os de Maradona.

(VHS)

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Serra: impacto político na Bahia

O jornalista político Ivan de Carvalho registra em seu artigo deste sábado, na Tribuna da Bahia, que a realização da convenção nacional do PSDB neste sábado em Salvador, é um gesto de forte conteúdo político como sinalização ao Nordeste no sentido de que terá grande importância num eventual governo de José Serra. Para o colunista, isso criou preocupação no lado governista, razão pela qual montou-se claramente uma operação que envolveu o presidente Lula e o governador Jaques Wagner, no sentido de neutralizar, tanto quanto possível, o impacto político da opção de localização da convenção de formalização da candidatura de Serra. Bahia em Pauta reproduz o texto.

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OPINIÃO POLÍTICA

As convenções de hoje na Bahia

Ivan de Carvalho

O candidato da coligação DEM-PSDB a governador da Bahia, Paulo Souto, disse ontem que seu partido, o Democratas, poderá sair de sua convenção, a realizar-se no começo da manhã, com chapa completa para as eleições majoritárias, mas ele não considera isto essencial, pois a convenção poderá dar uma delegação à direção partidária para escolher o nome que ontem não estava definido – o de um dos dois candidatos a senador.

A coligação DEM-PSDB tem definidos há algum tempo os nomes do ex-governador Paulo Souto para governador, do ex-governador Nilo Coelho para vice-governador e do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, para uma das duas cadeiras de senador em disputa.

Paulo Souto, presidente estadual do DEM, conversava com o apresentador Mário Kertész, em programa da Rádio Metrópole, na manhã de ontem. Paulo Souto disse ainda que, na convenção nacional do PSDB também pode não haver o anúncio de um nome para vice-presidente na chapa de José Serra e considerou que, como no caso baiano, o anúncio do candidato a vice na convenção de hoje não é essencial.

A coligação PSDB-DEM e que vai incorporar também o PPS e o PTB, pelo menos (entre partidos exprerssivos), não tinha até ontem uma escolha conhecida de candidato a vice-presidente da República. O candidato a presidente, ex-governador paulista José Serra, parecia, nos últimos dias, admitir um anúncio do vice posterior à convenção.

É importante que a convenção de lançamento do principal candidato de oposição a presidente da República se realize na Bahia, um estado inserido na região Nordeste do país, onde o governo e sua candidata Dilma Rousseff têm grande vantagem nas pesquisas eleitorais.

O gesto, de forte conteúdo político como sinalização ao Nordeste no sentido de que terá grande importância num eventual governo de Serra, criou preocupação no lado governista, razão pela qual montou-se claramente uma operação que envolveu o presidente Lula e o governador Jaques Wagner, no sentido de neutralizar, tanto quanto possível, o impacto político da opção de localização da convenção de formalização da candidatura de Serra.

O lado mais notório dessa operação foi a visita à Bahia, na quinta-feira (antevéspera da convenção tucana), do presidente Lula, para a inauguração de reforma do Palácio Rio Branco e um monte de promessas, entre elas a de dinheiro para recuperação e revitalização do Pelourinho.

Misteriosos foram os caminhos que juntaram, numa só área de Salvador, a Barra, no mesmo dia, a convenção que lançará Serra e a Marcha para Jesus, uma iniciativa da Igreja Renascer, que deverá reunir uma enorme multidão (convém não citar números antecipadamente). A convenção, como tantos eventos dessa natureza, tem uma afluência humana bem menor – são esperadas cinco a seis mil pessoas. Os tucanos farão a convenção no Clube Espanhol na parte da manhã, com previsão de conclusão até as 13:30 horas, aproximadamente. A Marcha para Jesus tem previsão de começar às 14 horas. O difícil é saber se há aí política de Deus ou política dos homens – o casal fundador da Renascer já fez oração pela campanha de Dilma em presença da candidata.

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BOA NOITE!!!

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Posted on 12-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 12-06-2010


Torrado, do México, e Teko, da África, no ballet em disputa da jabulani no jogo de abertura da Copa. Beleza. pura! Foto Themba Hadebe, AP)

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