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Helen: voz aposentada

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Helen Thomas, uma das primeiras mulheres a fazer jornalismo político nos Estados Unidos, encerrou a carreira depois de ter defendido semana passada que os judeus deviam «cair fora» do Oriente Médio

Depois de uma longa vida profissional dedicada ao jornalismo e à Casa Branca, Helen Thomas, de 89 anos, acabou a carreira ao proferir declarações polêmicas sobre o Oriente Médio, a partir dos ataques de israelenses a comboios humanitários em águas internacionais.

Em declarações que se transformaram em polêmica nos Estados Unidos, a decana do jornalismo político defendeu, a 27 de Maio, que os judeus devem ir «para casa», para a «Polônia, Alemanha ou Estados Unidos».

O porta-voz da Casa Branca considerou as declarações ofensivas e Helen Thomas pediu desculpas no seu site pessoal, mas a polémica perseguiu-a e, este domingo, a empresa para a qual trabalhava anunciou a aposentadoriria da jornalista.

( Informações do portal europeu TSF )

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Das alterosas montanhas mineiras, a voz, majestosa, de Milton, em tempo de bolas!

BOA NOITE!!!

(Gilson Nogueira)

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Posted on 07-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 07-06-2010

Decreto regulamenta vedação do nepotismo no Executivo Federal

O Diário Oficial da União publica nesta segunda-feira, (07/06), decreto do Presidente da República definindo regras de vedação do nepotismo no governo federal. O decreto proíbe, no âmbito de cada Ministério ou entidades a ele vinculadas, a ocupação de cargos de confiança por familiares do Ministro, dos dirigentes ou de ocupantes de cargo em comissão, função de confiança, chefia ou assessoramento.

A proibição atinge também o preenchimento de cargos para atendimento de necessidade temporária e a contratação de estagiários, salvo quando, em ambos os casos, a contratação tiver sido precedida de regular processo seletivo que assegure o princípio da isonomia entre os concorrentes. As vedações do decreto atingem cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consangüinidade ou afinidade, até o terceiro grau.

Nepotismo cruzado

O decreto proíbe ainda o chamado “nepotismo cruzado”, ao vedar as nomeações ou designações recíprocas envolvendo órgãos ou entidades da administração pública federal, quando caracterizarem ajustes para burlar as restrições ao nepotismo. No caso de familiares do Presidente e Vice-Presidente da República, a vedação abrange todo o Poder Executivo Federal.

No artigo quarto, o decreto exclui das vedações os servidores federais efetivos e empregados federais permanentes, desde que observada a compatibilidade e a complexidade inerente ao cargo a ocupar, além da qualificação profissional do servidor ou empregado.

Ficam excluídas das vedações as pessoas cujas nomeações se deram anteriormente ao início de seu vínculo familiar com o agente público.

Pessoa jurídica

O decreto veda ainda a contratação direta, sem licitação, por órgão ou entidade da administração federal, de pessoa jurídica na qual haja administrador, ou sócio com poder de direção, que seja familiar de detentor de cargo em comissão ou função de confiança que atue na área responsável pela demanda ou contratação.

A nova norma legal estabelece que, em qualquer caso, é vedada a manutenção de familiar ocupante de cargo em comissão sob subordinação direta do agente público, cabendo aos titulares dos órgãos e entidades exonerar ou dispensar os que estejam em situação de nepotismo, ou requerer igual providência à autoridade encarregada de nomear, designar ou contratar, sob pena de responsabilidade.

Cabe à Controladoria-Geral da União (CGU), segundo o ato publicado hoje no DOU, notificar os casos de nepotismo de que tiver conhecimento às autoridades competentes, sem prejuízo da responsabilidade permanente de cada uma delas de zelar pelo cumprimento do decreto.

jun
07
Posted on 07-06-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 07-06-2010

Dez torcedores argentinos que estariam planejando distúrbios durante o Mundial de futebol na África do Sul foram detidos no aeroporto de Joanesburgo e vão ser deportados do país.
“Os detidos planeavam provocar distúrbios com adeptos das seleções rivais da Argentina”

Segundo a agência Reuters, os torcedores argentinos foram detidos ontem no aeroporto de Joanesburgo, provenientes de um vôo de Angola. “De acordo com os serviços de segurança sul-africanos, os argentinos detidos planeavam provocar distúrbios com adeptos das selecções rivais da Argentina no Grupo B do Mundial: Nigéria, Coréia do Sul e Grécia”, anunciaram as autoridades locais.

O grupo deverá ser deportado ainda durante a tarde de hoje, depois de ter passado a noite no aeroporto de Joanesburgo. Um dos dez detidos é suspeito de homicídio.

(Informações Reuters e jornal Público, de Portugal)

jun
07


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E o cantor e compositor Martinho da Vila, hein! Zero voto na eleição da semana passada como um dos quatro candidatos à vaga do empresário e bibliófolo, Jose Midlin, na Academia Brasileira de Letras.

E o poeta e letrista de Vila Isabel não merecia tamanha desfeita.

Ou será que merecia?

(Vitor Hugo Soares)

jun
07

Cavalcanti: novo imortal

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Quem ficou com a vaga do bibliófilo e empresário Jose Midlin na Academia Brasileira foi o diplomata e escritor pernambucano Geraldo Holanda Cavalcanti , novo ocupante da cadeira 29 . Ele recebeu 20 votos dos 38 válidos – 24 acadêmicos votaram presencialmente, 14 por carta e um votou em branco.

Cavalcanti derrotou Martinho da Vila e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Eros Grau, o baiano diretor da Biblioteca Nacional, Muniz Sodré, e o compositor e poeta carioca Martinho da Vila. O primeiro teve 10 votos, o segundo, oito, e o terceiro, nenhum. “Estou muito feliz. Esse é um momento importante na vida de um escritor. Sempre procurei valorizar a língua portuguesa e agora me sentia no direito de me candidatar”, disse Holanda Cavalcanti, pouco depois do resultado ser anunciado e em meio aos preparativos para a festa de comemoração.

O primeiro a se sentar na cadeira 29 foi o teatrólogo Artur Azevedo, quando a ABL foi criada, em 1897. O último ocupante fora o bibliófilo José Mindlin, que morreu, aos 95 anos, em fevereiro. Desde então começou a especulação com relação à sucessão. Enquanto Holanda Cavalcanti fez campanha discreta e Martinho praticamente não se manifestou, Eros Grau e Muniz Sodré se empenharam bastante na tentativa de serem eleitos.

Holanda Cavalcanti nasceu em Recife e tem 81 anos. Formado em Direito, é poeta e ficcionista e foi premiado por suas traduções de autores italianos do século 20, além de obras em espanhol. Diplomata por mais de 40 anos, serviu nas Américas e na Europa, tendo sido embaixador no México, na Unesco e na União Europeia. Quatro anos atrás, recebeu o Prêmio de Tradução da ABL. O diplomata era amigo de acadêmicos como Guimarães Rosa e José Guilherme Merquior, além do poeta João Cabral de Mello Neto, que o estimularam a publicar seus escritos. O primeiro livro, “O Mandiocal de Verdes Mãos”, saiu em 1964. Ele mora no Rio e recebeu a notícia de sua vitória em casa. A posse só será realizada dentro de alguns meses. Holanda Cavalcanti já havia tentado uma vaga na ABL “há três ou quatro anos”, contou ontem, mas ele preferiu abrir mão da candidatura quando soube que “alguns amigos” também estavam concorrendo.

jun
07

Ao rezar missa em Nicósia, na visita ao Chipre, o papa Bento XVI lançou um apelo para a paz no Médio Oriente, pedindo à comunidade internacional que se empenhe num “esforço urgente e concentrado para resolver as tensões” na região para que estas não degeneram em “grandes tragédias”.

“Reitero o meu apelo pessoal a favor de um esforço internacional urgente e concentrado para resolver as tensões atuais no Médio Oriente, especialmente na Terra Santa, antes que tais conflitos conduzam a grandes tragédias”, disse o Papa durante uma missa celebrada num pavillhão desportivo de Nicósia. As suas palavras não podiam ser mais atuais, já que surgem após o ataque israelita a uma frota de barcos com ajuda humanitária destinada aos palestinianos de Gaza.

Bento XVI também prestou homenagem ao chefe da Igreja Católica na Turquia, monsenhor Luigi Padovese, que foi morto com vários golpes de faca pelo seu motorista, na passada quinta-feira, na Turquia, uma tragédia que “não ensombrará o diálogo com o islã”, garantiu o sumo pontífice.

Sublinhando o “papel inestimável” dos cristãos no Médio Oriente, Bento XVI disse esperar que os seus “direitos sejam cada vez mais respeitados, incluindo o direito à liberdade de culto e religiosa” e que “eles não sofram nunca qualquer tipo de discriminações”.

Dirigindo-se aos fiéis que vivem espalhados pelo Médio Oriente, o papa sublinhou: “Vocês desejam viver em paz e harmonia com os vossos vizinhos judeus e muçulmanos. E muitas vezes agem como o artesão da paz no difícil processo de reconciliação.” E por isso encorajou esses fiéis a permanecerem “nos países onde a fé nasceu e cresceu”.

(Informações do jornal PÚBLICO, de Lisboa, e Reuters )

jun
07

Helio Costa, do PMDB: fogo em volta


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Em seu artigo desta segunda-feira , na Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho, comenta sobre o incêndio que começa a grassar nas relações entre PT e PMDB, base de apoio da pré-candidata Dilma Rousseff à presidência da República. O problema para o PT de Minas Gerais é que a direção nacional do PMDB fechou com as exigências de Hélio Costa, candidato do partido a governador do Estado , o que causa sérios desconfortos entre petistas. Bahia em Pauta reproduz o texto.
(VHS)

OPINIÃO POLÍTICA

PT de Minas desafia PMDB

Ivan de Carvalho

As coisas estão pegando fogo entre o PMDB e o PT em Minas Gerais, embora as apostas sejam de 100 contra zero, no sentido de que o PMDB levará a melhor na queda de braço e o PT terá de apoiar o ex-ministro das Comunicações, peemedebista Hélio Costa, a governador, reforçando sua posição para o embate com o tucano Antonio Anastasia, apoiado pelo ex-governador e candidato a senador Aécio Neves.
O representante do PMDB, que seria o presidente estadual do partido e que foi convidado, decidiu não comparecer a reunião realizada ontem para “comparar pesquisas eleitorais” encomendadas pelo PMDB e pelo PT. Então este partido, o PR e outros decidiram apresentar ao PMDB uma chapa em que o candidato a governador seria o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel e na qual o peemedebista Hélio Costa entraria como único candidato a senador da chapa, já que a outra cadeira no Senado é considerada garantida para o tucano Aécio Neves.
Para vice-governador, entraria Clésio Andrade, presidente estadual do PR e manda chuva da Confederação Nacional dos Transportes. Essa chapa, ou proposta de chapa, foi endossada também pelo PC do B. A reunião terminou no início da tarde de ontem.
O que não terminou foi a briga. O PMDB está jogando duro em Minas Gerais. Hélio Costa entende que sem o apoio do PT não teria chance de vencer o candidato tucano Antonio Anastásia, devido à força do apoio de Aécio Neves. Então, Hélio Costa, que não abre mão de ser candidato a governador, também não abre mão de ter o apoio do PT, vale dizer, veta que o PT apresente candidato próprio a governador. Mas o PT mineiro insiste em lançar Fernando Pimentel.
O problema para o PT de Minas Gerais é que a direção nacional do PMDB fechou com as exigências de Hélio Costa e, pelo menos pelo que dizem os líderes peemedebistas, o partido não apoiará Dilma Rousseff se suas condições em Minas não forem aceitas.
O PT mineiro aparentemente se dispõe a aceitar o desafio, talvez não acreditando na ameaça do PMDB, e lançar candidato próprio, mas o presidente Lula, que domina o PT em âmbito nacional e tem poder para impor sua vontade ao PT mineiro, leva a ameaça a sério. O PMDB pode retirar seu apoio ao governo e à candidatura de Dilma Rousseff e isto seria um gigantesco desastre para o governo e sua candidata. Esta é a hipótese radical, que parte da presunção de que o PMDB cumpra integralmente o que deixou claro para o governo que fará, caso seja contrariado em Minas Gerais.
A hipótese mais benigna para o governo e sua candidata é a de o PMDB se dividir profundamente, mas não a ponto de migrar para apoiar o candidato tucano a presidente, José Serra, ou mesmo para quebrar a aliança com a candidatura de Dilma. Esta hipótese, de qualquer forma, faria crescer no PMDB a vertente que se dispõe a dar votos a Serra.
A expectativa, depois da “insubordinação” do PT mineiro, perpetrada ontem, é de que o presidente Lula, diretamente ou por seus operadores políticos maiores, entre para valer e com toda a força na operação para apagar o fogo dos petistas mineiros.

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