Fergie “negocia” Andrew

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A imprensa britânica usa, nesta segunda-feira, adjetivos pesados como «gananciosa, desesperada e patética» depois da notícia, publicada ontem, de que Sarah Ferguson “vendeu” a um empresário por 500 mil libras um encontro de negócios com o príncipe André.

A notícia, publicada este domingo pelo semanário News of the World, é acompanhada de um vídeo em que Sarah, duquesa de York e ex-mulher do príncipe, pede a um suposto empresário 500 mil libras (560 mil euros) em troca de um encontro com o príncipe Andew, representante especial do Reino Unido para o comércio internacional e o investimento.

No vídeo, Sarah propõe a um jornalista daquele tabloide que se faz passar por empresário «acesso ao príncipe Andew», com quem mantém uma boa relação desde o divórcio de há 14 anos, por 500 mil libras, 40 mil das quais dadas em mão, no momento, a título de adiantamento. «Trate de mim que ele trata de você», diz Ferguson, insistindo no entanto que o dinheiro não é para Andrew.

O Palácio de Buckingham reagiu assegurando, num comunicado, que o príncipe, «representante especial do Reino Unido para o comércio internacional e o investimento» desde 2001, ignorava todos os aspectos da transação ou mesmo a realização do encontro da ex-mulher com o suposto empresário.

Sarah Ferguson, que partiu para Los Angeles horas depois da publicação da notícia, lamentou a sua «grave insensatez».

Todos os jornais britânicos puxaram hoje este assunto para as primeiras páginas e recuperaram as muitas ‘gafes’, infidelidades e violações do protocolo de ‘Fergie’, como é conhecida.

A única atenuante admitida pelos jornais é o «montante insignificante» que Sarah recebe do ex-marido a título de pensão de alimentos para as filhas, Beatriz e Eugénia: 15 mil libras por ano.

Os jornais de hoje tentam ainda avaliar as repercussões deste escândalo para o príncipe e a casa real.

O Times, conservador, duvida que a posição de André «não fique comprometida», enquanto o Daily Telegraph escreve que a sua tarefa, oficialmente não-remunerada, lhe rende ainda assim 249 mil libras da pensão dada à rainha pelo Parlamento e cerca de 150 mil libras relativos a despesas das deslocações ao estrangeiro.

(Informações do portal europeu TSF )

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