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Bono Vox: lesão na coluna/ Contigo

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O vocalista da banda U-2, Bono Vox, foi operado de urgência
na coluna nesta sexta-feira em um hospital de Munique, na Alemanha, devido a uma lesão que sofreu durante os preparativos da sua turnê deste ano, “360º”.

Segundo o portal português TSF, o problema de saúde de Bono obrigará ao adiamento do concerto inaugural da turnê do U-2, marcado para 3 de Junho, em Salt Lake City, nos Estados Unidos. O porta-voz da banda, Paul McGuinness, na página www.u2.com, manifesta confiança em que o espectáculo venha a realizar-se posteriormente, embora sem avançar uma data.

O cantor, de 50 anos, está assistido por especialistas em ortopedia e neurologia e passará alguns dias no hospital de Munique, acrescentou.

O porta-voz afirmou ainda que, de acordo com a evolução do estado de saúde do vocalista, serão divulgadas informações sobre as consequências deste contratempo no planejamento da turnê do U2.

A banda irlandesa deveria passar por várias cidades norte-americanas e pelo Canadá nos meses de Junho e Julho e por diversas cidades européias em Agosto, Setembro e Outubro.

Em Portugal, há dois concertos dos U2 agendados , para os dias 2 e 3 de Outubro, no Estádio Municipal de Coimbra, ambos com os bilhetes esgotados.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do portal TSF, de Lisboa)

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Marina e João Jorge do Olodum

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Um grupo de jovens percursionistas da Escola Olodum ficou sem dormir para aguardar com mais umas 50 pessoas a chegada de Marina Silva em Salvador, na madrugada desta sexta-feira (21), quando a pré-candidata do Partido Verde à Presidência da República desembarcou no aeroporto, os tambores mais famosos da Bahia foram os primeiros a saudar a senadora verde do Acre

Marina foi recebida pelo som do Olodum e por um grupo de pessoas vestindo camisetas com a frase “Eu quero um senador negro na Bahia”. Diversas faixas também manifestavam o pedido da população, que se refere à pretensão de lançar a candidatura de João Jorge do Olodum ao Senado, pelo PV. O Partido anunciou, recentemente, que lançará apenas um candidato à vaga, mas a decisão será tomada neste fim de semana.

Na saída do aeroporto, a pré-candidata cumprimentou os integrantes da banda, recebeu presentes e agradeceu o apoio. Hoje tem compromissos marcados com o cardeal arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, na Cúria Metropolitana, coletiva à imprensa no Hotel Othon e palestra sobre suas propostas de governo na Associação Comercial da Bahia (ACB), no Comércio.

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Em seu artigo desta sexta-feira na Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho comenta o acordo de troca, em território turco, de uma parte (metade ou pouco mais) do urânio levemente enriquecido que o Irã diz ter por urânio enriquecido a 20 por cento. Sobre a tentação da bomba o jornalista diz no texto que Bahia em Pauta reproduz: Convém lembrar que o Brasil, signatário do mesmo Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, quis um dia produzir a bomba.

(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Brasil esquece seu exemplo

Ivan de Carvalho

O presidente Lula e a diplomacia brasileira fizeram uma festa em Teerã, por conta de um acordo de troca, em território turco, de uma parte (metade ou pouco mais) do urânio levemente enriquecido que o Irã diz ter por urânio enriquecido a 20 por cento.

Tentou-se passar a impressão festiva de que o acordo resolvia a crítica pendência que envolve, além da teocracia iraniana, a Organização das Nações Unidas, com sua Agência Internacional de Energia Atômica, e muitos dos mais importantes países membros da ONU, convencidos ou séria e fundadamente desconfiados de que o objetivo essencial do Irã não é a utilização de energia nuclear para fins pacíficos, como alega, mas a produção de armas nucleares.

Esta convicção ou fundada desconfiança resulta de evidências e fatos óbvios ou comprovados. O Irã é signatário do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares. Como tal, está comprometido a permitir a fiscalização da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em suas instalações nucleares, sem reservas ou restrições. No entanto, o Irã expulsou os agentes da AIEA há algum tempo e nega-se a permitir que a agência da ONU volte a fazer inspeções no país.

Se o impedimento da fiscalização é um dos três elementos do tripé que justifica a desconfiança e põe a ditadura iraniana sob suspeita quase geral (sempre há alguns tolos), outro desses elementos é que o acordo tão festejado, celebrado entre o Irã, o Brasil e a Turquia, não veda, não sugere, não estimula, não evita que o Irã continue enriquecendo urânio a níveis expressivos, percorrendo assim o caminho tecnológico para chegar à bomba nuclear e acumulando, fora das vistas da AIEA, matéria prima para fabricar esse tipo de arma.

O terceiro elemento do tripé do mal também já está comprovado. É representado pelas instalações nucleares que o Irã construiu secretamente e mantinha secretas até que a inteligência ocidental as descobriu. Foi e continua sendo um vexame para o Irã sustentar suas afirmações de boa fé quanto à exclusividade dos fins pacíficos que diz pretender dar ao seu desenvolvimento nuclear, já que buscou manter instalações nucleares secretas.

Convém lembrar que o Brasil, signatário do mesmo Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, quis um dia produzir a bomba, numa espécie de despirocada rivalidade com a Argentina (durante o regime militar cá e lá) e passou a desenvolver um programa nuclear secreto, com instalações secretas, inclusive uns misteriosos poços (para experiências subterrâneas com artefatos nucleares) na Serra do Cachimbo.

Pois tendo feito isto antes, o Brasil não devia estar querendo fazer o Irã parecer “tão bonzinho”. E dando ao regime de lá (o governo democrático brasileiro parece ter alguma tara, alguma admiração secreta, por governos ditatoriais, violadores dos direitos humanos e coisas assim, a exemplo do iraniano, do cubano, do sudanês, entre outros) mais tempo para adiantar seu plano bélico nuclear.

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