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A música para a noite desta terça-feira é sugestão do farto garimpo de Gilson Nogueira.!!!

BOA NOITE

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DEU NO TERRA MAGAZINE

Marcela Rocha

Direto do Ceará

Em debate promovido pelo jornal O Povo, do Ceará, o pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, disse que não condena o passado ao comentar as decisões sobre privatizações no governo do PSDB: “também fui responsável pelo programa de privatização com vistas a passar para a área privada o que lhe é de direito. Eu não condeno o passado”, disse.

O pré-candidato também falou sobre a postura do PT sobre o mesmo tema, durante o encontro com os jornalistas. “Em São Bernardo, o prefeito do PT Luiz Marinho aprovou um projeto de lei que permite usar organizações sociais em todo o conjunto de sistema de saúde. Isso não significa que fará em todo o sistema. Foi na direção do que o próprio Estado faz. E outras prefeituras do PT também já têm isso. O PT tem um discurso paralelo sobre a privatização, mas ele mesmo a pratica. Ai é um problema de duas caras”, afirmou.

No debate, o tucano usou o exemplo do aço e das telecomunicações para explicar à plateia que as privatizações foram necessárias na medida em que o Estado não daria conta de evoluir conforme as tecnologias pedem. “Não tem sentido o Estado fabricar aço ou lidar com privatizações, que eram coisas que o estado não tinha como o Brasil aguentar”, afirmou. “A ação governamental tem que ser planejada. Não para a área privada, mas a pública”, acrescentou.

Serra também criticou o prefeito de Juazeiro do Norte, que é do PT, sobre as privatizações feitas na cidade. “O prefeito Manoel Santana privatizou três mercados, rodoviárias e matadouros. Eles fazem discurso contrário. A prática é uma coisa e a teoria é outra”

O discurso de Serra foi antecedido pelo senador Tasso Jereissati, que não poupou a oposição de ataques mesmo se segurando para não citar os devidos nomes. O parlamentar disse que queria acabar com o mito: “Serra não gosta do Nordeste e não gosta de mim”. Ao longo de seu discurso, Tasso elencou verbas que, enquanto ex-ministro, Serra concedeu ao Ceará à época governado pelo senador tucano

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Garzón vai para Haia/ PÚBLICO

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Depois de vários pareceres favoráveis a transferência do juiz Baltasar Garzón para o Tribunal Penal Internacional de Haia, na Holanda, como assessor do procurador Luis Moreno-Ocampo, foi autorizada pelo Conselho Geral do Poder Judicial (CGPJ) na Espanha.

O juiz espanhol está suspenso das suas funções na Audiência Nacional por alegadamente ter assumido competências que não tinha ao investigar crimes do franquismo. O CGPJ, órgão que rege a atividade dos juízes em Espanha, determinou que não existe qualquer impedimento legal para a contratação de Garzón pelo TPI e a transferência foi autorizada por sete meses.

A decisão foi aprovada por três votos a favor e dois contra e o CGPJ decidiu ainda que Garzón irá como assessor externo e não em serviços especiais, como tinha pedido, por ter sido considerado que essa categoria se aplica a juízes na ativa e não a quem se encontra suspenso, adiantou o diário El País.

Garzón esteve segunda-feira em Paris para receber o prémio Liberdade e Democracia René Cassin, Nobel da Paz e principal redator da Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948, e disse que está “confiante” que “a justiça se irá impor”. Adiantou ainda que não se sente perseguido mas que “se alguém o está a fazer, deve explicar porquê”. E sublinhou que “todas as leis que apoiam a impunidade acabam por cair”, mas sem especificar a Lei da Anistia espanhola.

“Não me referia a qualquer lei em particular, mas com o tempo as leis da amnistia acabam por ser anuladas e derrogadas”, explicou ao El País. “Foi assim na Argentina e no Peru. Mas não me vou referir à Lei da Anistia espanhola, porque isso faz parte do processo em que estou envolvido”. Quanto ao julgamento que irá enfrentar, disse apenas que este é um momento “difícil” mas que está “confiante”.


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“Bonina”, linda canção de Caetano Veloso e Jose Carlos Capinam (poeta maior ), mais linda ainda na interpretação de Marilia Medalha, é a música para começar o dia nesta terça-feira soteropolitana. A sugestão vem de Luiz Fontana, o sempre atento e generoso editor do Blogbar, que o BP recomenda cada vez mais a todos os seus leitores e ouvintes. A letra e a melodia são pura poesia e dispensam comentários. Confira.
(Vitor Hugo Soares )

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luizmottafontana — 13 de maio de 2010 — Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida Marília Medalha – Marília Medalha (1968) PHILIPS – )

Dilma estreia novo corte na TV

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Claudio Leal

Estúdio do SBT. O apresentador Ratinho, duas toneladas de sutileza, pergunta: “E esse cabelo que tá bonito mas não era tão bonito assim?”. Dilma Rousseff, a pré-candidata do PT à presidência, estreia seu penteado no programa popular da emissora de Silvio Santos. Arte do cabeleireiro Celso Kamura, chamado de “esteta” e “japonês chato” por Ratinho. Um tanto intimidada, a petista sorriu como se tivesse sido alvo de um milagre. “Fiquei mais bonita, não?”.

Terra Magazine falou com Kamura, na noite desta segunda-feira (17). Comovido com o elogio televisivo, que ainda não tinha ido ao ar, ele contou detalhes do trabalho de esteta, realizado na última sexta-feira (14).

– Na realidade, o João Santana (publicitário de Dilma) queria que ela cortasse cabelo e me indicou para ela. Cortei o cabelo e fiz umas luzes, pra dar uma iluminada, dar um pouco de luzes e refletir melhor na TV, na foto.

Kamura e João Santana se conheceram na campanha de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo, em 2006. Marta é sua cliente há mais de dez anos. Para Dilma, a inspiração seguiu outro caminho:

– O que minha inspiração pedia era um cabelo básico, com elegância. Num clássico e elegante, a aparência dela vai ficar mais suave. E o cabelo, prático pro dia-a-dia.

O cabeleireiro esperava encontrar uma “mulher fria, dura, brava”, mas se surpreendeu: uma pessoa normal.

– Vaidade, ela não tem muita. Particularmente, foi simpática. Ela estava bem aberta, foi fácil. Depois de ter perdido (por causa do câncer), o cabelo cresceu. As pessoas que passam por isso acreditam muito na mudança do cabelo – analisa, suavemente, Kamura.

Terra Magazine

( http://terramagazine.terra.com.br )

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Sobre a nova safra de pesquisas eleitorais que começa a invadir o mercado brasileiro neste período pré-sucessório de tantos pré-candidatos, o jornalista político Ivan de Carvalho diz em sua coluna desta terça-feira na Tribuna da Bahia, que Bahia em Pauta reproduz, que convém informar os leitores que os políticos tomam conhecimento dos resultados de diversos institutos e ficam à espera dos resultados do Datafolha. Confira.
(VHS)
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OPINIÃO POLÍTICA

A NOVA SAFRA DE PESQUISAS

Ivan de Carvalho

1. Quando o Instituto Vox Populi e, em seguida, o Instituto Sensus (este, na estranha circunstância de atender a encomenda de entidade sem a menor tradição, sequer um precedente, de solicitar pesquisas eleitorais) saíram há algumas semanas com surpreendentes e, diria, até inaceitáveis resultados de pesquisas eleitorais, escrevi neste jornal que não os levaria em conta por entender que já houve na história, da remota à mais recente, exemplos demais de “erros” imperdoáveis nos resultados das pesquisas e, pior, de situações numerosas em que tais erros pareciam não haver ocorrido por motivos técnicos, mas políticos.
2. No mesmo artigo, disse que o Instituto Datafolha, do grupo Folha de S. Paulo, credenciou-se nos meios políticos como o mais acreditado e livre de reservas, ressalvas, suspeitas e mesmo erros técnicos e não maleável aos imensos interesses que são afetados, poderosamente, pelos resultados das pesquisas. E que seria o único instituto de pesquisas de opinião pública que seria levado em conta, seriamente, por este repórter. Convém informar os leitores que os políticos tomam conhecimento dos resultados de diversos institutos e ficam à espera dos resultados do Datafolha para comparar com os demais e concluir se estes pesquisaram eficazmente ou não.
3. Acabam de sair resultados do Vox Populi e do Sensus. Até tentei ignorá-los absolutamente, mas resolvi que algumas observações não seriam inúteis. Os resultados são bons para a candidata do PT, Dilma Rousseff. Resta saber se são bons também no outro sentido e isto poderá ser melhor avaliado quando o Datafolha divulgar sua próxima pesquisa. Sempre na faixa do “empate técnico”. Quanto ao que está agora no mercado, Dilma supera o tucano José Serra por magros dois pontos em um cenário (com todos os candidatos que se aprestam a concorrer à presidência da República) e perde para Serra em outro cenário, por décimos. Mas e daí? O que isso vale?
4. Na verdade, vale porque Serra sempre teve o primeiro lugar e uma dianteira em todas as pesquisas anteriores e uma alteração disso tem um impacto no eleitorado, na negociação de alianças e no financiamento das campanhas. Mas agora está todo mundo esperando pelo Datafolha, ainda mais que as duas pesquisas, a Vox Populi e a Sensus, chegaram numa hora em que havia uma avaliação de que as coisas iam mal para Dilma. Em síntese: as duas pesquisas divulgadas só serão ou não validadas pelo Datafolha.
5. Só para não passar batido. O Vox Populi pesquisou as eleições baianas, registrando um recuo de Jaques Wagner de 44%, em sua pesquisa anterior para 41 por cento, enquanto Paulo Souto sobe de 29% para 32% e Geddel passa de oito para nove por cento, enquanto Luiz Bassuma, do PV, aparece com 1 por cento. Para quem botar fé na pesquisa: no momento, haveria segundo turno (41 de Wagner contra 42 da soma dos outros), enquanto na pesquisa anterior do mesmo instituto Wagner ganharia no primeiro turno. Entre uma pesquisa e outra, houve a troca do PR e César Borges da aliança com o PT pela aliança com o PMDB.

O Jornal da Band divulgou em seu noticiário nacional na noite desta segunda-feira, 17, os dados da nova pesquisa Vox Populi para o governo da Bahia, que mostra o governador petista Jaques Wagner , candidato à reeleição, na frente , mas com o ex-governador Paulo Souto, candidato dos Democratas, apertando o cerco em segundo lugar.

A Vox Populi/Band registra: No chamado voto estimulado, quando o pesquisador mostra o nome dos candidatos, o governador Jaques Wagner (PT) obteve 41% das intenções de votos; o ex-governador Paulo Souto (DEM) 32%. O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) obteve 9% das preferências, o verde Luis Bassuma 1%., enquanto Milton Mendes, do PSOL, não saiu do zero.

Segundo os dados divulgados esta noite pela Band, os brancos e nulos na estimulada são 4%; e não souberam responder 13%. A pesquisa, feita no período de 8 a 11 de maio, foi registrada no TRE no dia 10 de maio. Foram ouvidas 700 pessoas.

Vox Populi/Band deu também o resultado da pesquisa espontânea, aquela em que o pesquisado indica livremente o seu candidato preferido: Wagner obteve 21%; Souto 9%; Geddel 2%; Brancos e nulos, 3%; não souberam responder 64%.

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