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Posted on 17-05-2010
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Serra e Jereissaiti: votos de Ciro

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DEU NO CEARÁ AGORA

Governador duas vezes pelo Ceará e candidato à reeleição ao Senado, Tasso Jereissaiti (PSDB-CE) disse acreditar nesta segunda-feira que os prefeitos de lideranças políticas que apoiavam a candidatura de Ciro Gomes (PSB) no Estado deverão ficar com candidato tucano à Presidência da República, José Serra. O deputado federal socialista, porém, é desafeto de Serra há 15 anos.

“Isso vai ocorrer naturalmente. Ciro e o PSDB têm a mesma raiz”, disse Tasso. Ele é responsável pela campanha de Serra no Ceará. Nesta segunda-feira, o tucano é esperado em Juazeiro do Norte (CE), principal cidade do sul do Estado. Serra havia marcado sua chegada para as 15 horas, mas por conta de compromissos em São Paulo está atrasado.

Além de Juazeiro do Norte, estão previstas visitas às cidades de Crato e Barbalha. Devido ao atraso de Serra, a agenda poderá ser alterada. O senador Tasso afirmou que irá trabalhar para reunir o maior número de lideranças locais em torno de Serra. “Essa é uma fase da campanha em que a gente tem de convencer prefeitos e vereadores que o nosso candidato é o melhor”, disse o senador.

Aliados desde a década de 80, Tasso e Ciro foram do mesmo partido até 1996, quando o segundo deixou o ninho tucano para ingressar no PPS e disputar a presidência, pela primeira vez, em 1998. Em 2002, Ciro concorreu pela segunda vez e contou com o apoio de Tasso, que naquela oportunidade deixou de ajudar a campanha do então candidato do seu partido, José Serra.

Tasso ainda espera contar com o apoio – ainda que informal – do atual governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), irmão de Ciro. Candidato à reeleição, Cid também conversa com o PT cuja candidata a presidente é a ex-ministra Dilma Rousseff. Os petistas querem que o governador apoie José Pimentel (PT) e Eunicio Oliveira (PMDB) para o Senado.

Cid, no entanto, tem dito que o PT já tem a vaga do vice Luciano Cartaxo (PT) na sua chapa e que seu compromisso é apenas apoiar Eunicio. Desse modo, ele ficaria livre para pedir votos para Tasso. “Eu vou esperar a definição do governador”, disse. “Mas é claro que nossas lideranças comuns têm rivalidade histórica com o PT”, completou.

O PSDB comanda 54 das 184 prefeituras do Ceará. A capital Fortaleza, porém, está sob o comando da petista Luizianne Lins. Maior cidade do sul do Estado, Juazeiro do Norte também tem um petista no comado. Trata-se Manoel Santana, que enfrenta uma série de denúncias de desvios de recursos federais.

PMDB
Além do PSB, o PSDB do Ceará tenta atrair os setores descontentes do PMDB no Estado. O primeiro da lista o ex-prefeito de Juazeiro Raimundo Macedo, que deverá ser candidato a deputado federal. Em 2008, ele apoiou o petista Manoel Santana, mas não conseguiu fazer indicações de cargos importantes na prefeitura.

Apesar de o PMDB ter fechado um pré-acordo para apoiar Dilma Rousseff, Macedo disse que “a situação local é diferente”. “Aqui em Juazeiro o PT foi muito cruel comigo. No momento, eu não estou  falando com ninguém deles”, completou o ex-prefeito. “Vou esperar a definição do governador Cid Gomes para me posicionar”, afirmou Macedo.

(INFORMAÇÕES CEARÁ AGORA E IG ELEIÇÕES)

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Posted on 17-05-2010
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Um comentarista do You Tube diz sobre esse clip garimpado e sugerido por Gilson Nogueira para música da noite no BP: ” A música que Vinhas interpretava tinha alma. Ele não só fazia o piano gemer mas diria que ele fazia o piano gozar, conversar! Fantástico!”

Pura verdade, que você pode conferir agora no Bahia em Pauta.

BOA NOITE!!!

(VHS)

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Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira (17) mostra a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, em situação de empate técnico com o pré-candidato do PSDB, José Serra, na disputa eleitoral pelo Palácio do Planalto.

A cinco meses da eleição presidencial de outubro, Dilma aparece com 35,7% contra 33,2% de Serra, no cenário em que o entrevistado é confrontado com uma lista com 11 candidatos. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que justifica o empate técnico. No levantamento, a pré-candidata do PV, Marina Silva, tem 7,3%.

A pesquisa foi encomendada ao Institudo Sensus pela Confederação Nacional do Transporte. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados.

Apesar de Dilma superar Serra pela primeira vez na pesquisa CNT/Sensus, a margem de erro leva o resultado a um empate técnico. “Há uma intersecção na margem de erro”, afirmou Ricardo Guedes, do Instituto Sensus.

(Informações G1 )

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DEU NO ESTADÃO.COM.BR

De Carol Pires, do Estadão.com.br

A pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta segunda-feira,17, mostra que a maioria do eleitorado avalia que Dilma Rousseff significa a continuidade da política econômica e social do governo Lula.

Dos 2 mil entrevistados entre os dias 10 e 14 de maio, 54,6% apontam Dilma como candidata da continuidade, enquanto 25,9% disseram que José Serra, do PSDB, daria prosseguimento as políticas de Lula. Marina Silva recebeu 5,9% dos votos nesta questão.

Quando a pergunta é qual o candidato que tem mais capacidade técnica e experiência administrativa, 46,1% indicaram José Serra. Dilma Rousseff foi lembrada por 33,1% dos entrevistados e Marina Silva (PV) por 6,9%.

A pesquisa CNT/Sensus também questionou quais são os critérios mais importantes que os entrevistados levam em conta na hora de escolher o candidato. O resultado foi: 445 levam em conta benefícios econômicos e sociais; 34,9%, currículo e experiência administrativa; 13,6% ponderam ambos os critérios.

Ainda 57,1%, em outra questão, afirmaram que os benefícios econômicos e sociais dos quais desfrutam foram gerados no governo Lula, enquanto 17,4% acreditam ter sido no governo Fernando Henrique Cardoso. Outros 16,2% acham que os benefícios são fruto de ambos os governos.

Dos entrevistados pela pesquisa, 17,4% disseram ser beneficiados ou conhecer alguém que o são por programas como Bolsa Família, Bolsa Alimentação, Bolsa Escola, Vale Gás, Fome Zero ou Programa Primeiro emprego. Em setembro de 2008, 15,9% responderam da mesma forma.
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DEU NO TERRA-ELEIÇÕES 2010

A pré-candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, está à frente do pré-candidato do PSDB na corrida pelo Palácio do Planalto, José Serra, segundo nova pesquisa CNT/Sensus, embora o resultado ainda leve o pleito para um segundo turno. Se as eleições fossem hoje, a ex-ministra estaria com 35,7% contra 33,2% para o tucano. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, o que permite interpretar o resultado também como um empate técnico.

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (17) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), foram apresentados ao eleitor por meio de uma lista com os 11 potenciais postulantes à sucessão de Lula. Neste cenário, a senadora licenciada Marina Silva (PV) aparece na terceira colocação, com 7,3%, seguida de José Maria Eymael (PSC), com 1,1%.

Na pesquisa espontânea, quando ao entrevistado não é apresentada uma lista de candidatos, Dilma também aparece na primeira posição, com 19,8%. Serra registra 14,4%. O presidente Lula, que pela legislação não pode disputar uma nova reeleição, é lembrado na terceira posição, com 9,7%, ao passo que Marina Silva tem 2,7% e o deputado licenciado Ciro Gomes (PSB), que teve sua pré-candidatura cancelada pelo próprio partido, registra 0,3%. Os que não souberam responder à pergunta atingem o patamar de 48,1%. É a primeira vez que a petista lidera a pesquisa no cenário espontâneo.

Quando apresentada uma lista com apenas os três principais candidatos, no entanto, a preferência do eleitor registra direção oposta. Serra lidera a preferência do eleitorado, com 37,8%. Dilma Rousseff ocupa a segunda posição, com empate técnico, e 37% dos votos. Marina Silva registra 8,0%. Em janeiro, data do último levantamento feito encomendada pela CNT ao instituto Sensus, Serra tinha 40,7%, Dilma aparecia com 28,5%, e Marina com 9,5%.

Em um eventual segundo turno no pleito de outubro, a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff venceria tanto José Serra quanto Marina Silva. Na disputa contra o ex-governador de São Paulo, venceria com 41,8% contra 40,5%. Na comparação com janeiro, quando tinha 37,1%, a petista cresceu mais de quatro pontos percentuais. Em sentido contrário, Serra decaiu quase os mesmos quatro pontos, passando de 44,0% para os atuais 40,5%.

Quando a disputa no segundo turno é contra Marina Silva, Dilma Rousseff venceria com longa margem de vantagem, alcançando 51,7% contra 21,3%.

José Serra só venceria um eventual segundo turno caso disputasse contra a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Neste caso, o tucano atingiria 50,3% contra 24,3% da pré-candidata do Partido Verde.

Limite de voto
A pesquisa CNT/Sensus mediu ainda o chamado limite de voto de cada eleitor. Neste cenário, Dilma Rousseff seria a “única” em quem se votaria para 26,6% do eleitorado. No levantamento, 33,4% informaram que poderiam votar na petista, ao passo que 26,1% disseram que não dariam seu voto a ela. No caso de Serra Serra, ele seria o “único” a ser votado por 25,7%. No limite de voto, 35,8% afirmaram que poderiam votar nele e outros 29,5% declararam que não votariam no ex-governador de São Paulo.

Quando comparado com janeiro, o limite de voto de Dilma cresceu mais de oito pontos percentuais na categoria de “o único em quem votaria”, ao passo que o desempenho de Serra foi ainda maior, com alta de mais de dez pontos percentuais quando questionado qual o único candidato em quem votaria em outubro.

Governo Lula
De acordo com a pesquisa, a avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu para 76,1% em maio, contra 71,4% regsitrado em fevereiro.

A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 10 e 14 de maio com 2 mil entrevistas em 136 municípios.

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Posted on 17-05-2010
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Lula e Ahrmadijad celebram em Teerã /AFP

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Irã, Turquia e Brasil assinaram nesta segunda-feira um acordo para a troca em território turco de combustível nuclear iraniano por urânio enriquecido a 20%, em uma tentativa de encontrar uma solução para a crise provocada pela política de enriquecimento de urânio de Teerã.

O entendimento anunciado nesta segunda-feira e assinado em frente a jornalistas em Teerã tem como base a proposta da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, órgão da ONU), do final do ano passado, que previa o enriquecimento do urânio iraniano em outro país em níveis que possibilitariam sua utilização para uso civil, não militar.

“Foi uma resposta de que é possível, com diálogo, a gente construir a paz, construir o desenvolvimento”, disse Lula em no programa de rádio Café com o Presidente, gravado de Teerã logo após o fechamento do acordo.

O governo brasileiro acredita que o acordo criará confiança na comunidade internacional e pode evitar que o Irã seja submetido a sanções por causa de seu programa nuclear.

(Informações portal IG )

maio
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Posted on 17-05-2010
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Sugestão e garimpo da música para começar a semana no BP do 100% tricolor Gilson Nogueira. BAHÊAAAA!!!

(VHS)

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Posted on 17-05-2010
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Em seu artigo desta segunda-feira na Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho compara as atuais disputas internas no PT baiano com a dança mais famosa do último carnaval de Salvador. O colunista assinala no texto que Bahia em Pauta reproduz: os maus modos e os terremotos e tsunamis de variada graduação dentro do PT acabaram afastando um importantíssimo aliado, o PMDB, e um futuro e importante aliado, o PR e seu líder na Bahia, o senador César Borges. Hoje eles compõem o núcleo de uma das forças que disputam o poder ao PT e buscam neutralizar os planos deste partido de permanecer mais quatro anos no poder. Confira no BP.
(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

O REBOLATION DO PT

Ivan de Carvalho

Bem que a aliança com o PMDB na Bahia serviria ao PT para garantir a reeleição do governador Jaques Wagner e a eleição dos demais integrantes da chapa majoritária governista nas eleições de outubro na Bahia. Mas os dois partidos e seus dois principais líderes (o governador e o então ministro Geddel Vieira Lima) não conseguiram se entender, num dos mais intrigantes desencontros da política baiana. Parece que os fatos, principalmente os criados no âmbito do PT – a as inevitáveis reações a eles – sobrepuseram-se às intenções iniciais dos dois líderes políticos, levando finalmente ao rompimento.
Talvez exausto de tanto stress decorrente das relações entre o PMDB e o PT, talvez também, quem sabe, para minimizar, ante o público, a perda de um importante aliado, o governador chegou a declarar, pouco tempo após o rompimento, que estava “aliviado”. Se não declarou a mesma coisa em relação à perda de um quase aliado, o senador César Borges e seu partido, o PR, terá sido, talvez, por descuido. Mas a perda do ex-futuro aliado republicano não ocorreu por vontade do governador. Decorreu de um fator evidente: a resistência do PT ao senador do PR e a coligações proporcionais entre este partido e o PT.
Sintetizando: nos dois casos, os maus modos e os terremotos e tsunamis de variada graduação dentro do PT acabaram afastando um importantíssimo aliado, o PMDB, e um futuro e importante aliado, o PR e seu líder na Bahia, o senador César Borges. Hoje eles compõem o núcleo de uma das forças que disputam o poder ao PT e buscam neutralizar os planos deste partido de permanecer mais quatro anos no poder.
Mas o que me levou a escrever essas coisas, se o assunto no momento é outro? Exatamente o fato de que o assunto no momento é como preencher a lacuna aberta pela aparentemente abrupta adesão do PR às coligações nucleadas pelo PMDB, os dois partidos que o vira-e-mexe interno do PT lançou ao campo adversário.
Para preencher a tal lacuna – a vaga de candidato a uma das duas cadeiras de senador em jogo nas eleições baianas – havia uma tese, até posta como dogma pelo comando petista, de que nenhum partido devia ter mais de um representante na chapa majoritária. Mas isso tinha um objetivo: garantir a César Borges, do PR, a candidatura a senador, que era também ambicionada por três petistas – Walter Pinheiro, Nelson Pelegrino e Waldir Pires. Quando César Borges perdeu a paciência com o PT e aliou-se ao PMDB, a tese mencionada desmoronou.
Ficaram na arena Pinheiro (com – para dizer o mínimo – a simpatia do governador), Waldir Pires e Pelegrino. Pinheiro e Waldir porque querem. Pelegrino porque não queria Pinheiro. Então alinhavou-se ou sonhou-se um acordo segundo o qual, se Pinheiro disputasse o Senado, não disputaria a prefeitura de Salvador em 2012. Pelegrino, que é apaixonado pela prefeitura, deu o suposto acordo por bom e justo, deixou de falar em candidatura ao Senado e tirou o cavalinho da chuva.
Aí, Pinheiro deu umas declarações nas quais não deixou claro que esteja descartada uma candidatura sua a prefeito em 2012. Pelegrino levou o cavalinho pra chuva outra vez e botou a boca no trombone: “Eu nunca retirei minha candidatura” a senador. O ex-governador Waldir Pires ganhou fôlego novo. E até as prévias, que foram oficialmente descartadas, está defendendo, pois seu descarte, afirma, é antidemocrático.
Juntando tudo, não há engano: é o rebolation do PT.

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