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A voz do saudoso  O. C. Smith, para embalar lembranças dos gostosos anos 70. Boa Noite!
( Gilson Nogueira)

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deu no Terra

Davi Lemos
Direto de Salvador

O deputado federal Geraldo Simões (PT), ex-secretário da Agricultura do governo Jaques Wagner, refutou a possibilidade de definição do nome petista na chapa do governador Jaques Wagner à reeleição, sem a realização de prévias, se o deputado federal Walter Pinheiro e o ex-ministro da Defesa e ex-governador, Waldir Pires, não retirarem os nomes da disputa.

Simões criticou os colegas de partido que estariam utilizando os meios de comunicação para transmitir a ideia de que serão evitadas as prévias. “Havendo prévias, Waldir ganha”, avaliou. Ele também criticou a possibilidade de uma chapa com Pinheiro e a deputada federal Lídice da Mata (PSB). “Uma chapa como esta favorece a oposição. É o que eles estão esperando. Com Waldir, poderemos eleger dois senadores. Ou melhor, um senador e uma senadora”, disse.

O presidente do PT, Jonas Paulo, defende que a direção do partido na Bahia defina a questão. “Temos duas candidaturas postas, e os filiados do partido vão resolver isto. Esta é uma regra que nos é muito cara. Nosso partido não tem tendência a golpes ou canetadas”, reage Simões. Ele defende a tradição do partido de realizar as prévias, como as que ocorreram em Minas Gerais, entre Fernando Pimentel e Patrus Ananias. “No PT quem resolve são os filiados. Não existe chefe. (O presidente) Lula e (Eduardo) Suplicy também disputaram prévias”, defendeu.

Geraldo Simões, que defende a candidatura de Waldir Pires, afirma que o ex-governador é o que reúne melhores condições para contribuir com uma vitória de Jaques Wagner. “Em todos os eventos que a gente chega, Waldir é ovacionado. Ninguém hoje é mais qualificado que Waldir para disputar o Senado”, disse o deputado.

Imparcial
O governador Jaques Wagner, por sua vez, voltou a dizer nesta quarta (12), durante entrevista ao jornalista Casemiro Neto, na TV Aratu, que não vai interferir na decisão do partido. “São dois grandes quadros políticos do PT. Não tenho porque entrar direto na disputa. Waldir é inspirador de todos nós e Pinheiro é revelação da política mais moderna”, ponderou o governador, que afirmou: “Não sou dono do partido. Sou democrata por convicção”. Mas, nos bastidores é dada como certa a preferência de Wagner por Pinheiro, que foi ex-secretário de Planejamento na atual gestão petista.

( Terra- Eleições 2010: ( http://noticias.terra.com.br/eleicoes/2010/noticias )

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Dunga: “aqui pra vocês!”

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CRÔNICA/DRIBLES

Dunga, Temer, Dorneles e Zinho

Janio Ferreira Soares

Agora que finalmente saiu a tão esperada lista dos jogadores que irão disputar a Copa de 2010, começarão os animados debates sobre as injustiças que geralmente acontecem nessas ocasiões. Sempre foi (e será) assim desde que o lado mulato do nosso DNA, inzoneiro como ele só, conseguiu driblar os genes europeus de nossas células e nos deu uma infinita geração de gênios da bola, que passa por Garrincha, Pelé, Tostão, Zico e companhia e, de lambuja, ainda nos dá Neymar, Ganso e a meninada da Vila, verdadeiros colírios para os que acham que o futebol foi feito para divertir e não necessariamente para ser campeão.

A propósito, pelo método adotado por Dunga até agora – e até por ele ter feito parte daquela história -, prevejo uma seleção bastante parecida com a de 1994, cujo meio campo era simplesmente formado por ele, Mauro Silva, Mazinho e Zinho. E você há de convir que, se nós conseguimos o tetra com esse quarteto no miolo, tudo pode ser possível. A diferença era que, na época, Romário e Bebeto voavam lá na frente feito dois anjos serelepes, certamente guiados por um arrependido Deus amante do futebol arte, que cochilou feio naquela tarde de 1982 no estádio Sarriá, quando a genial seleção de Telê perdeu para a Itália de Paolo Rossi, dando a munição necessária aos defensores do futebol de resultado. Uma pena.

Mas se a coisa promete ser sofrida nos estádios africanos (Dunga rejeitou as pressões por Ganso e Neymar), por aqui, mais precisamente nos bastidores da sucessão, outra lista de convocados é aguardada com grande expectativa. Trata-se dos nomes dos vices de Dilma e Serra que, pelos pretendentes anunciados, pode causar certa decepção, principalmente no lado estético.

Enquanto a petista vai de Michel Temer, o tucano ameaça com Francisco Dornelles, tio de Aécio Neves, o seu preferido. Guardada as proporções, é mais ou menos como a saída do galã Raí (que chegou a Copa de 94 como titular absoluto) para a entrada de Mazinho. Mas, como para esse pessoal o que vale é o resultado, vamos aguardar a bola rolar. Com a palavra, o torcedor. Em seguida, o eleitor.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Turismo e Cultura de Paulo Afonso (BA), na região do Vale do São Francisco.)

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O que Salvador já ouviu está de volta para começar o dia na Rádio BP. Sugestão e garimpo do jornalista Gilson Nogueira.

Bom som!

(VHS)

Plácido (com Adriana): volta do homem-bomba?

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Em sua coluna desta quarta-feira o jornalista político Ivan de Carvalho analisa o significado da posse de Plácido Fárias, PSL, na Câmara de Vereadores de Salvador. Com casa cheia, o chamado homem-bomba no caso da denúncia dos grampos telefônicos na Bahia, tomou posse ontem no mandato de vereador da capital – em substituição a Alan Castro, do PTN, que pediu licença, alegando “motivos pessoais” .============================================
OPINIÃO POLÍTICA

Impossível não é, mas é bem improvável que Plácido Farias, Procurador da República, atue na Câmara como homem-bomba nesse caso polêmico, avilia Ivan no texto que Bahia em Pauta reproduz.

(VHS)

O plácido homem-bomba

Ivan de Carvalho

Com casa cheia, tomou posse ontem no mandato de vereador da capital – em substituição a Alan Castro, do PTN, que pediu licença, alegando “motivos pessoais” – o suplente e procurador da República Plácido Farias, do PSL.

Farias tem o propósito de engrenar uma carreira política, mas não está fácil. O começo de muitas carreiras políticas é assim mesmo. Lula foi candidato a presidente da República três vezes e só na quarta venceu.

Farias estaria se preparando para fazer a terceira tentativa. Uma interpretação corrente nos meios políticos é a de que ele entendeu-se com o vereador Alan Castro para este licenciar-se por “motivos pessoais”, explicados pelo próprio Castro como uma maneira de ficar mais disponível para trabalhar na campanha eleitoral. Explicação disparatada essa. Nesse entendimento, é óbvio, nem todas as cláusulas foram proclamadas.

Mas não é Alan Castro a figura principal a ser considerada no caso. Esta é o novo vereador Plácido Farias. Ele ganhou notoriedade com o caso dos grampos, quando a Polícia Civil da Bahia pediu a uma autoridade judicial e obteve autorização para escutas telefônicas de muitas pessoas e, entre elas, sem mais aquela, Plácido Farias, que mantinha um romance com uma ex-namorada do senador Antonio Carlos Magalhães. Embora Farias haja, ontem, afirmado que não quer ser lembrado como vítima do grampo promovido por uma pessoa que já não está entre nós (queria dizer ACM), mas por suas próprias ações e méritos que tenha ou venha a ter, isso não impediu especulações políticas envolvendo o grampo.

Uma delas seria a de que, sendo Farias uma espécie de “afilhado” político do deputado federal Jonga Bacelar, do PR (Farias disse que Jonga é o responsável principal por sua atividade política), seria a arma para o senador César Borges, candidato à reeleição na coligação liderada pelo PMDB, atacar, se preciso, Otto Alencar, candidato a vice-governador pela coligação liderada pelo PT.

Impossível não é, mas é bem improvável que Plácido Farias atue como homem-bomba nesse caso do grampo. Embora Plácido Farias fosse emblemático como acusador, ele já reconheceu o que estava evidente – a ação incontrastável de ACM para que o grampo ocorresse. O caso dos grampos desdobrou-se nos governos de César Borges e Otto Alencar, de modo que dificilmente haverá interesse de qualquer deles ou das forças que os apóiam de debater esse assunto. E até porque o grampo deve ter passado por cima dos dois, direto do senador ACM para a secretária de Segurança Pública da época, Kátia Alves.

Se eu tivesse que apostar, cravaria no palpite de que Plácido Farias assumiu o mandato de vereador para ganhar visibilidade – para o que já se esforçou desde ontem, ao atacar as secretarias municipais de Educação e de Saúde – e cimentar uma eventual eleição para deputado estadual. Mas os ataques a setores da administração municipal logo provocaram especulações de que Plácido Farias poderia ser usado pelo ex-ministro Geddel para bombardear o prefeito, caso este não se empenhe na campanha eleitoral majoritária como ele deseja.

A “imaginação política criadora” – expressão criada pelo ex-presidente Geisel – não tem limites.

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Criança holandesa sobrevive

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Cento e três pessoas, entre passageiros e membros da tripulação morreram hoje no acidente de um avião de uma companhia líbia proveniente da África do Sul no aeroporto de Tripoli, revelaram os serviços de segurança.Apenas uma criança holandesa de oito anos sobreviveu ao acidente.

Das 104 pessoas a bordo apenas 22 eram líbias, as restantes são de várias nacionalidades mas a maioria são holandeses.Uma criança de 8 anos sobreviveu à queda do avião no aeroporto de Tripoli, na Líbia.

O acidente ocorreu quando o aparelho se preparava para aterrisar, segundo uma fonte dos serviços de segurança.

O avião Air Bus pertencia à companhia aérea líbia Al Afriqiyah e chegava a Tripoli proveniente de Joanesburgo, na África do Sul.

(Informaçõe do Diário de Notícias, Lisboa)

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