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BOA NOITE!!!

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Iara Lee:sobrevivente/IG

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DEU NO IG

A cineasta brasileira Iara Lee, que estava em uma das embarcações que integravam a frota de ajuda humanitária a Gaza atacada por Israel nesta segunda-feira, está bem e será deportada, informou ao iG o porta-voz da Embaixada de Israel em Brasília, Raphael Singer. De acordo com a embaixada, a brasileira estava na lista de passageiros da frota como cidadã americana. Ela vive em Nova York há 20 anos.

Segundo a fonte, a cineasta estava no “Mavi Marmara”, o barco-almirante turco do comboio de seis navios que planejavam entregar suprimentos à Faixa de Gaza, território palestino que está sob bloqueio de Israel desde 2007. Após o ataque, que deixou nove mortos, a embarcação com 581 pessoas foi levada ao porto da cidade israelense de Ashdod.

Aos ativistas da embarcação, Israel deu duas opções: retornar a seus países de origem voluntariamente ou ser deportados. Como Iara rejeitou a primeira opção, será deportada. Singer não esclareceu, porém, exatamente quando isso vai ocorrer, apenas dizendo que “isso vai acontecer de forma muito rápida”. “Não é do interesse de Israel, que eles (os ativistas) fiquem lá”, acrescentou.

O governo brasileiro demonstrou nesta segunda-feira “choque e consternação” com o ataque de Israel ao um comboio de navios e chamou o embaixador israelense no Brasil para manifestar “indignação” com o incidente. “Não há justificativa para intervenção militar em comboio pacífico, de caráter estritamente humanitário”, disse a chancelaria em nota.

A conversa entre o embaixador de Israel, Giora Becher, e a subsecretária de assuntos políticos do Itamaraty, Vera Magalhães, durou cerca de uma hora e ocorreu na sede do Ministério das Relações Exteriores, em Brasília.

Segundo a representação israelense, o Itamaraty reiterou sua condenação ao ataque desta manhã e demonstrou preocupação com o futuro das negociações de paz com os palestinos. O enviado israelense afirmou que a ação humanitária tinha objetivo de “provocar” o Estado judeu.

“Não foi ação humanitária, mas foi uma provocação com intuito de apoiar o Hamas na Faixa de Gaza”, disse Becher, de acordo com a embaixada de Israel.

Procurado pela reportagem do iG, o Itamaraty disse apenas ter a informação de que a brasileira está em um lista “preliminar” de sobreviventes. O Itamaraty também não quis comentar o “teor” das conversas entre o embaixador de Israel no Brasil e diplomatas brasileiros, depois de o país ter pedido esclarecimentos sobre o episódio.

Israel impõe há anos um bloqueio comercial que limita o acesso de alimentos, remédios e produtos ao território palestino e impede a circulação de pessoas. A condenação brasileira seguiu a reação mundial negativa à ação israelense contra a frota de navios que levava ajuda humanitária a Gaza e que matou ao menos nove ativistas.

maio
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Brasil chama embaixador de Israel e condena ataque à comboio
O governo brasileiro demonstrou nesta segunda-feira “choque e consternação” com o ataque de Israel a um comboio de navios que levava ajuda humanitária à Faixa de Gaza, e chamará o embaixador israelense no Brasil para manifestar “indignação” com o incidente. Segundo a agência Reuters, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que o representante de Israel será chamado e que o governo brasileiro expressará também preocupação com a cineasta brasileira Iara Lee, que estaria na frota atacada.

“Com choque e consternação, o governo brasileiro recebeu a notícia do ataque israelense a um dos barcos da flotilha que levava ajuda humanitária internacional à Faixa de Gaza”, afirmou o Itamaraty em nota.

“O Brasil condena, em termos veementes, a ação israelense, uma vez que não há justificativa para intervenção militar em comboio pacífico, de caráter estritamente humanitário”.

A chancelaria brasileira defendeu, mais uma vez, o fim do embargo imposto por Israel à Faixa de Gaza, que limita o acesso de alimentos, remédios e produtos ao território palestino.

No incidente desta manhã, ao menos 10 ativistas pró-palestinos foram mortos quando soldados israelenses atacaram um comboio de navios que levava ajuda humanitária a Gaza.

(Informações do portal MSN, por Hugo Bachega)

maio
31


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Sem comentários além, naturalmente, dos textos de Alex Ferraz, Rosane Santana e Ivan de Carvalho, que Bahia em Pauta divulga nesta segunda-feira.
Confiram.

(VHS)

Comentário do jornalista Alex Ferraz na coluna Em Tempo na Tribuna da Bahia.
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Tornem
público!

Sinceramente, gostaria de ver uma lista completa, objetiva, em palavras simples, sem subterfúgios ou palavreado enrolador, do que a Asssembléia Legislativa da Bahia e a Câmara de Vereadores de Salvador fizeram, de concreto, para beneficiar a população baiana na atual legislatura. Assim como do que se fez para impedir que os baianos fossem prejudicados. A coisa deveria ser assim, tintim por tintim, preto no branco, em publicação distribuída gratuitamente e exposta na internet. Não haveria melhor campanha para os que costumam fazer dessas casas trampolim para avançar na carreira parlamentar.

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Bahia em Pauta comenta: Enquanto aguarda respostas, que seguramente não virão nem da Assembéia nem da Câmara, BP aplaude o colunista e editor de conteúdo da TB:

Bravo, Aléx!!!

(Vitor Hugo Soares)

maio
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Posted on 31-05-2010
Filed Under (Artigos, Rosane) by vitor on 31-05-2010

DEU NO TERRA-ELEIÇÕES 2010

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Rosane Santana

A introdução das reformas liberais no Brasil, no início dos anos 20 do século XIX, abriu caminho para a modernização política, com a criação do Parlamento geral, a escolha dos seus representantes por votação popular e a instauração do regime constitucional. Três eleições gerais foram realizadas no período: para a escolha dos deputados às Cortes de Lisboa (1821), para a Assembleia Constituinte (1823) e para a primeira legislatura da Câmara dos Deputados (1824), instalada dois anos depois.
Após 300 anos de colonização e escravidão, entretanto, as eleições não conseguiram mobilizar a população, que não entendia nem mesmo o significado de votar. O Brasil possuía poucos eleitores. Entre os cerca de cinco milhões de habitantes espalhados pelo vasto território – 95% de analfabetos – uma minoria ia às urnas. Havia mais de um milhão de escravos e 800 mil índios, que estavam excluídos do processo eleitoral, além de outras categorias indicadas pela legislação.

Exigia-se uma renda líquida anual de cem mil réis para os votantes (na eleição de primeiro grau), que escolhiam os eleitores encarregados da escolha dos deputados e senadores. Segundo o brasilianista Richard Graham, essa renda só não era acessível aos mendigos e vagabundos na época. No caso dos eleitores, a exigência de renda subia para 200 mil réis.

Podiam ser votantes os cidadãos brasileiros e os estrangeiros naturalizados com mais de 25 anos, oficiais militares com mais de 21 anos e bacharéis e clérigos de qualquer idade. Excluíam-se ainda, entre outras categorias, as mulheres e os escravos. No dia da eleição, entretanto, entre os votantes existiam até mesmo escravos, que eram vestidos e calçados pelos senhores para se passarem por homens livres.
Não havia rigor nem controle sobre a comprovação das qualificações exigidas pela lei para participar da votação. Dentro das igrejas, onde a eleição era realizada, até as imagens, candelabros e outros objetos eram retirados para não servir de projéteis, segundo o deputado conservador Francisco Belisário Soares de Souza – testemunho da época -, porque a turbulência, o alarido, a violência e a pancadaria decidiam o conflito.

CURRAL ELEITORAL

Mais de 90% da população vivia na zona rural, onde os todo-poderosos senhores de engenho e grandes proprietários rurais dominavam a vida pública e, naturalmente, o processo eleitoral e político. Para garantir os votos necessários à escolha dos eleitores e influir na eleição de deputados e senadores, esses potentados mantinham centenas de homens livres e pobres como agregados, durante todo o ano.
Os senhores forneciam comida, roupa e proteção, em troca de fidelidade eleitoral. No dia da eleição, confinados em currais e barracões, os votantes eram vigiados por capangas até o final do pleito. Alguns senhores dirigiam-se à Igreja matriz acompanhado de seus afilhados, como descreve o historiador Richard Graham, no livro “Clientelismo e Política no Brasil do Século XIX.”

O alto custo dessa empreitada foi um dos motivos para a introdução do voto direto, em 1881. Mas os currais permaneceram como herança até meados do século XX no processo eleitoral brasileiro, marcado pela violência, sobretudo nas zonas rurais, mais distantes do poder central.

Rosane Santana é jornalista, com mestrado em História pela UFBA. Estuda o Poder Legislativo, elites políticas e eleições no Brasil.

LEIA Integra Da cobertura de eleições do Terra.

( http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4456947-EI6578,00.html )

maio
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Posted on 31-05-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 31-05-2010

DEU NA FOLHA ON LINE


Bola da polêmica/UOL
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A pouco mais de dez dias da abertura da Copa, o som das vuvuzelas parece perder espaço como promessa de principal controvérsia do torneio na África do Sul. Leve e “amiga” dos efeitos estranhos, segundo os jogadores, a Jabulani começa a tomar o lugar das barulhentas cornetas sul-africanas nas reclamações da vez antes do evento e já ensaia tirar do rodapé da história os nomes de bolas dos Mundiais.

Mesmo entre os estudiosos de Copas, é difícil encontrar alguém que saiba que Fevernova, Teamgeist e Tango são nomes de bolas usadas no torneio. Agora em 2010, mesmo antes do início dos jogos, a Jabulani já ascende à notoriedade por meio das crescentes críticas de jogadores de diversas seleções a respeito de suas características e promete virar palavra fácil na boca do torcedor.

Durante a preparação das seleções, a contrariedade de jogadores em relação à bola oficial da Copa 2010 atravessa barreira entre posições e até une goleiros a atacantes. Geralmente, são os homens das luvas que reclamam de novos modelos que favorecem aquele que busca o gol. Agora, a crítica ao modelo desenvolvido pela Adidas vem de todos os lugares.

“É horrível, horrorosa”, disparou Julio Cesar em entrevista coletiva no último sábado em Johanesburgo, onde a seleção se prepara para a Copa. “Parece aquelas bolas que a gente compra no supermercado”, emendou o titular do gol brasileiro.

LEIA MAIS: www.uol.com.br

Waldir Pires:”excluído”

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Em votação de resultado incerto e não sabido, porque realizada a votação em ambiente vedado à imprensa e dispensada a contagem dos votos pela direção partidária, o PT da Bahia escolheu Pinheiro e assim extinguiu a candidatura do ex-governador e ex-ministro Waldir Pires, de 84 anos, sob a principal alegação de que na conjuntura atual o partido deve formar ou consolidar novas lideranças, um entendimento sustentado pelo governador Jaques Wagner e endossado pela quase totalidade da executiva estadual do partido”.
O trecho acima é parte emblemática do artigo no qual jornalista político Ivan de Carvalho analisa na coluna desta segunda-feira, na Tribuna da Bahia, a decisão do PT que escolheu ontem o deputado Walter Pinheiro para a vaga de senador que sobrava na chapa majoritária do governador Jaques Wagner, pré-candidato à reeleição. Bahia em Pauta reproduz.
(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

Partido é res pública

Ivan da Carvalho

O PT da Bahia escolheu ontem Walter Pinheiro, o mais votado deputado federal do partido em todo o país nas eleições de 2006, ex-líder da bancada do PT na Câmara federal, candidato derrotado a prefeito de Salvador em 2008 e ex-secretário do Planejamento do governo Wagner para candidato a senador.
Em votação de resultado incerto e não sabido, porque realizada a votação em ambiente vedado à imprensa e dispensada a contagem dos votos pela direção partidária, o PT da Bahia escolheu Pinheiro e assim extinguiu a candidatura do ex-governador e ex-ministro Waldir Pires, de 84 anos, sob a principal alegação de que na conjuntura atual o partido deve formar ou consolidar novas lideranças, um entendimento sustentado pelo governador Jaques Wagner e endossado pela quase totalidade da executiva estadual do partido.
Abrindo um parêntesis. Konrad Adenauer foi o primeiro chanceler da República Federal da Alemanha (Alemanha Ocidental) e a governou durante 14 anos, até 1963, quando tinha 87 anos. Foi, durante todo seu período de governo, um dos principais líderes mundiais responsáveis pela barreira erguida na Europa contra o avanço do império totalitário da União Soviética. Um dos políticos mais eficientes do mundo no século XX.
Voltando ao PT, a escolha de Pinheiro e a exclusão de Waldir eram esperadas, devido ao amálgama de forças que se formou, sob evidente estímulo do governador (surpreendeu não comparecendo ao evento), o que certamente determinou a atuação da direção partidária na mesma direção e mesmo a adesão à candidatura de Pinheiro de muitas lideranças que estiveram antes apoiando Waldir Pires e mesmo várias das que tiveram a iniciativa de lançar seu nome. Faltou firmeza ou sobraram interesses pessoais ou de grupos. Durante o processo, Waldir pedira “neutralidade” ao governador, mas seria uma fantasia dizer que foi atendido.
Uma questão estranha a registrar é o fato de ter sido proibida a presença dos jornalistas no encontro petista, criado para substituir a eleição prévia proposta pelos waldiristas e rejeitada pela direção partidária. A imprensa não teve acesso aos discursos e ao “clima” do encontro. Até as informações sobre a forma de votação foram inicialmente desencontradas, esclarecendo-se, depois, que foi feita pela modalidade de “levantamento de crachás”, que não foram contados porque, em evidente maioria, os crachás dos 350 presentes não votaram em Waldir.
Impressiona que o presidente do partido, Jonas Paulo, haja justificado o caráter secreto do encontro como “uma praxe do PT” e comparado a situação à de “uma empresa que faz uma reunião” para decidir assuntos de seu interesse. Ora, empresa é ente de direito privado. Partido, no Brasil, é ente de direito público e, se busca os votos e a confiança do eleitor, não deve estar escondendo dele as decisões, sobretudo quando elas são importantes e miram o eleitorado, caso das candidaturas. Partido político é “res publica”, coisa pública, república. Espera-se que seja republicano, apesar das praxes.
Em tempo. Waldir disse ao governador, na sexta-feira, considerar essencial que houvesse a disputa no encontro para que os delegados tomassem posição. E ontem o ex-governador completou, falando ao blog Política Livre: “Não faria bem ao PT não realizar este momento hoje. Seria uma repetição de coisas do passado que eu não quero ver repetidas”, disse Waldir.

Sobe com emoção para o espaço principal do Bahia em Pauta a mensagem e o vídeo postados por Regina Soares, colaboradora deste site blog, a propósito da morte do ator Dennis Hopper. Vem de Belmont, na área da Baia de San Francisco, na Califórnia, estado onde Hopper morreu em casa cercado de parentes e amigos.

Ouçamos Regina antes de curtir as cenas e o ritmo memoráveis de Sem Destino:
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“As décadas de 60/70 foram tempos em que muitos de nós, jovens rebelados contra o “status quo”, pensávamos que realmente podíamos mudar o mundo ou pelo menos a nós mesmos . O filme EASY RIDER é muito representativo desse época já que capturou perfeitamente a angustia em que vivíamos nossos “anos dourados” . Mostrou que a estrada, ou o caminho, é a odisséia do descobrimento pessoal, mais que um simples destino. Também mostrou que seremos sempre prisioneiros da mesma sociedade da qual queremos nos livrar.

Acima de tudo, questionava quão verdadeira a liberdade realmente é, se realmente nos podemos considerar livres e se a liberdade realmente existe.
Fonda, Hopper e o maravilhoso estreante Jack Nicholson, que roubou o show na interpretação do “slighthly nerdy” advogado chamado George Hanson nos mostraram que o caminho da liberdade não é um caminho fácil.
R.I.P. Dennis…You are missed!!
Born To Be Wild!!!!! “.

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Com a palavra também, neste espaço de liberdade e opinião, a escritora e jornalista Maria Aparecida Torneros, a Cida de A Mulher Necessária, colaboradora e leal amiga deste site blog .
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“Emoção e saudade… A morte de Dennis Hopper refaz, em nossa memória, da geração que tinha 20 anos em 1970, exatamente o clima do seu inesquecível “sem destino”, lembro bem, das sensações que o filme me passou, naquela época… havia o horror da guerra do Vietnam, a fuga das drogas, a tentativa de desestabilizar a corrida desenfreada da industrialização capitalista…era um sonho de toda uma juventude, ele representou isso muito bem, não só nesse filme, mas na própria vida pessoal e por toda sua carreira. Que descanse em paz, e que sua arte nos faça reviver sempre que um dia acreditamos que era possível mudar tudo ou parte de tudo… beijo Cida Torneros
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SAUDADES DE HOPPER . BOA NOITE A TODOS!!!

(vhs)

maio
29

A companhia British Petroleun reconheceu neste sábado o insucesso em sua mais recente tentativa para conter o vazamento de óleo e gás, responsável por um dos maiores desastres ambientais na história dos Estados Unidos. BP informou que irá «mudar para uma nova opção», após três dias de tentativas que no início pareciam produzir bons resultados.

Em entrevista coletiva, o diretor da exploração da BP explicou que a empresa vai buscar novas alternativas. A operação que estava em execução nos últimos dias pela gigante petrolífera britânica era muito delicada e nunca tinha sido tentada a 1500 metros de profundidade

(Informações do portal europeu TSF)

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