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Postado em 20-04-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 20-04-2010 21:44

Bignone: ditador condenado

O general Reynaldo Bignone, de 82 anos, foi condenado nesta terça-feira por envolvimento no rapto, tortura e assassínio de pessoas e por ter ordenado espancamento de dissidentes do regime militar. O último ditador da Argentina foi condenado a 25 anos de prisão por envolvimento no rapto, tortura e assassínio de 56 pessoas num campo de concentração clandestino.

Bignone, agora com 82 anos, foi condenado junto com outros seis militares e polícias por ter ordenado espancamentos e electrocussões de dissidentes do regime militar durante um período conhecido como a «Guerra Suja».

O antigo homem forte argentino, que foi o último presidente de fato do país que controlou a Argentina num período de sete anos de ditadura que terminou em 1983, deverá cumprir esta pena em casa.

Contudo, os seus advogados deverão pedir que esta não seja cumprida na prisão, uma vez que Bignone tem problemas de saúde

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Comentários

[…] O general Reynaldo Bignone, de 82 Oanos, foi condenado nesta terça-feira por envolvimento no rapto, tortura e assassínio de pessoas e por ter ordenado espancamento de dissidentes do regime militar.O último ditador da Argentina foi condenado a 25 anos de prisão por envolvimento no rapto, tortura e assassínio de 56 pessoas num campo de concentração clandestino. Bahia em Pauta […]


inacio gomes on 22 Abril, 2010 at 1:32 #

Amigo: enquuanto Deus me der força não derixarei de exigir punição para os torturadores da ditadura de 64 e denunciar a omissãodos que estão no poder. Principalmente quando vejo o exemplo da Argentina.Já tive oportunidade de dizer que no futebol somos melhores do que eles perdemos contudo de 10×0 quando se trata de punir torturadores. Vou transcrever trechos do livro de Gaspari até hoje não desmentido.” acho que a tortura em certos casos, torna-se necessaria para obter a confissão”.( General Geisel) Felismente a maioria da insttição militar não concrdava com a tortura. Exemplo ontoçlgico: Fael ( lider sindical) foi trucidado na PE. Levado para o Hospital Militar seu diretor o General Galeno Franco negou-se a receber o morto. Pior, como destaca Gaspari, mandou que se fisesse a autopicia. Em conseqeuncia a tortura ficou comprovada. Enquanto isto os torturados no Brasil que hoje estão no poder, curaram as feridas com o balsamo do poder e não querem ouvir falar no passado. Enquanto isto centenas de torturados estão entregues á sorte.


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