Messi: mais um show no Barcelona/PUBLICO

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O pequeno gênio argentino Lionel Messi atormentou o Arsenal e carimbou o acesso do Barcelona às semi-finais da Liga dos Campeões da Europa. Mais uma exibição e quatro gols de Messi diante da sua apaixonada torcida em êxtase.

Depois do empate em 2-2 cedido em casa na primeira partida na Inglaterra, o Arsenal estava obrigado a marcar em Camp Nou para seguir em frente. E a equipa de Arsène Wenger até conseguiu chegar à vantagem, aos 18’, por intermédio do atacante dinamarquês Bendtner, que bateu Victor Valdés à segunda tentativa.

A vantagem dos “gunners” não durou mais que dois minutos: Lionel Messi (quem mais?) repôs a igualdade no marcador com um tiro de fora da área, após um dribe em Mikaël Silvestre.

Aos 37’, o prodígio argentino voltou a fazer aquilo que sabe: a passe de Pedro Rodríguez marcou o 2-1, de pé direito. Ainda antes do intervalo, Messi completou o “hat-trick” com um chapéu sobre Manuel Almunia. A segunda parte foi jogada a ritmo mais baixo, mas Lionel Messi ainda não tinha esgotado todos os truques que tinha na manga. Aos 88’, marcou o quarto gol da noite (tornou-se o melhor marcador da Liga dos Campeões, ultrapassando Cristiano Ronaldo), numa recarga após defesa de Almunia. No final, e porque esta foi uma exibição para mais tarde recordar, Lionel Messi foi guardar a bola da partida.

Estava selada a passagem do Barcelona, campeão europeu, às semi-finais da Liga dos Campeões. O adversário dos “blaugrana” será o Inter de Milão treinado por José Mourinho, que foi à Rússia afastar o CSKA de Moscou do páreo.

(Postado po Vitor Hugo Soares, com informações da Sport TV, Público e agências de notícias europeias)

abr
06

Em visita ao Rio de Janeiro o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira, em conversa com jornalistas no Hotel Copacabana Palace, que as consequências pelo excesso de chuvas no Rio de Janeiro acontecem mais em ocupações inadequadas, localizadas em áreas de risco. Admitiu, no entanto, que as famílias relutam em deixar as encostas.Segundo o Grupo de Salvamento do Corpo de Bombeiro já são 82 os mortos da tragédia. Mais de 90 estão desaparecidos.

“Os administradores públicos devem levar em conta que não é possível que as pessoas ocupem áreas inadequadas para morar. É preciso antever isso, tomar cuidado para não acontecer. Pensar em outros locais para as pessoas morarem”, disse Lula a jornalistas após reunião com o governador do Rio, Sergio Cabral (PMDB), no hotel Copacabana Palace.

“Se você pegar todas as enchentes brasileiras, elas atingem sempre as pessoas pobres, que moram em locais inadequados”, completou.

Na entrevista, Lula disse mais de uma vez que esta é a maior quantidade de chuva que atingiu o Rio. “Não existe ser humano no mundo, no planeta terra, que consiga enfrentar uma mudança de clima como essa, que é a maior da história do Rio de Janeiro”, afirmou.

A chuva que atinge o Rio pelo segundo dia seguido deixou mais ou menos 50 mortos na região metropolitana, sendo 26 deles só na capital, onde aulas foram canceladas e a população está sendo orientada a permanecer em casa e deixar áreas de risco. A maioria das mortes ocorreu em decorrência de deslizamentos de terra, segundo os bombeiros.

“Quando há uma chuva dessa magnitude, a única coisa que resta fazer ao prefeito, ao governador e à Defesa Civil é pedir para que as pessoas saiam das áreas de encosta, saiam da área de risco e esperar a chuva parar para que a gente possa começar a resolver os problemas”, disse Lula.

Lula, que cancelou parte de sua agenda na cidade do Rio em função do temporal, relatou que o governo federal está realizando investimentos em drenagem no Rio e que vai trabalhar junto com o governador Cabral e o prefeito Eduardo Paes para colocar mais dinheiro em infraestrutura no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC2).

(Com informações do portal MSN, Agencia Reuters, Globo News e TV Band)


“Ogum”, de Jorge Benjor, é a música do dia no BP, em feitio de oração para pedir ao santo guerreiro dos católicos proteção para a Cidade Maravilhosa e seu povo.

(VHS)

abr
06
Posted on 06-04-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 06-04-2010

Rio de Janeiro: “não saia de casa”

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O jornalista Gilson Nogueira, colaborador atento do Bahia em Bahia e amante do Rio de Janeiro, como tantos leitores deste site blog, mandou para a área de comentário do BP um registro que é, ao mesmo tempo um apelo sobre o caos que se instalou no Rio, depois de dois dias de fortes chuvas na Cidade Maravilhosa. Há informações de mais de 30 morte. Os Bombeiros confirmam 17, oficialmente.

“Água dura é isso. Confiram, agora, no site de O Dia. O Rio está quase submerso. Velei-nos, São Sebastião!”, diz Gilson em sua mensagem, acompanhada de reportagem de O DIA, que Bahia em Pauta também publica, ao tempo em que se solidariza com o querido povo do Rio de Janeiro.

(Vitor Hugo Soares)

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Prefeito pede que a população não saia de casa

A forte chuva que transformou a cidade em um mar de transtornos e desespero na noite desta segunda-feira não deu trégua na manhã desta terça. Em comunicado, o prefeito Eduardo Paes pediu que a população não saia de casa e evite deslocamentos de pela cidade, principalmente em direção ao Centro.

“A situação é de caos. Todas as principais vias da cidade estão interrompidas e é um risco enorme. Não saiam de casa, não levem seu filho à escola até que possamos avaliar melhor a situação e alterar a orientação. Ainda chove muito. Se preservem e tomem muito cuidado, principalmente as pessoas que moram em áreas de risco. A situação é muito crítica”, alertou o prefeito.

“Temos uma chuva que já dura mais de 15h e são muitos críticos. Estamos pedindo à população que evite sair de casa. Não há como chegar ao Centro da cidade. A Niemeyer está interditada assim como a Ponte Rio-Niterói e outros lugares. Não queremos nos eximir de responsabilidade, mas está chovendo de uma forma atípica. Árvores estão caindo e a Lagoa Rodrigo de Freitas está com 1m e 40 cm. O que mais nos preocupa é a perda de vidas humanas e por isso estamos trabalhando. Estamos pedindo às escolas particulares para que liberem seus alunos, assim como fizeram as escolas municipais”, disse Eduardo Paes em entrevista à TV Globo.

Durante uma coletiva na noite desta segunda no Centro de Controle da CET-Rio, na sede do Detran, Paes disse que a questão da maré alta também influenciou no caos, mas que toda a prefeitura estava nas ruas tentando minimizar os estragos. O prefeito ainda qualificou o preparo da cidade durante este temporal, de zero a dez, como “inferior a zero” e classificou as mortes ocorridas no Morro do Borel como fatalidades. Eduardo Paes pediu também que “os demagogos de plantão” não critiquem futuros reassentamentos de moradores de áreas de risco.

“Sem dúvida, o comportamento da cidade foi muito ruim. Hoje temos 10 mil domicílios em áreas de risco. Esses moradores precisam ser reassentados. Não damos conta de fazer todos esses reassentamentos com a velocidade necessária. Espero que os demagogos de plantão, que só aparecem nessas horas, não venham dizer que estamos tirando pobres de suas casas”, atacou o prefeito.

ALERTA MÁXIMO

A Defesa Civil emitiu alerta máximo de deslizamentos em todo o Rio. Até o momento, pelo menos sete pessoas morreram por conta de deslizamentos. No Morro do Borel, na Tijuca, a bebê Ana Marcele Barbosa, de cinco meses, uma jovem de 16 anos e Francisca Bezerra de Souza, 60, morreram soterradas no desabamento da casa. Há a informação de uma quarta morte nesse deslizamento, mas o Corpo de Bombeiros não confirmou. Cerca de outras 12 pessoas ficaram feridas. No Morro dos Macacos, outras três vítimas fatais e uma no Morro do Andaraí. Os bairros mais afetados são Andaraí, Lins de Vasconcelos e Tijuca, na Zona Norte e Praça Seca e Freguesia, na Zona Oeste. Até o momento, cinco pessoas estão desaparecidas.

As aulas na rede municipal de ensino estão suspensas. O Reitor da UERJ, Ricardo Vieiralves, também determinou a suspensão das aulas, já que a situação é bastante complicada no entorno da Universidade. A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) decidiu adiar a segunda partida entre Unilever (RJ) e Blausiegel/São Caetano (SP), que seria disputada no ginásio do Maracanãzinho, às 21h, pelas semifinais da Superliga Feminina de vôlei. A chuva alagou o estádio. A nova data da partida será definida pela CBV após reunião com as equipes.

A Praça da Bandeira continua completamente alagada e ruas como a Barão de Itapagipe e a Paulo de Frontin, estão com o tráfego parado. Há grandes bolsões de água ainda no Aterro do Flamengo, no Jardim Botânico, em Botafogo e em Copacabana. Na região metropolitana, a prefeitura de Niterói interditou a Avenida do Contorno.

Transportes

O temporal e a dificuldade de locomoção nas ruas do Rio e Niterói estão comprometendo a operação da concessionária Barcas S/A, já que parte da tripulação (comandantes, chefes de máquinas, marinheiros, amarradores de corda etc.) não está conseguindo chegar às estações da Praça XV, Niterói e Charitas. Dessa forma, em vez de 10 minutos, as partidas estão sendo feitas com intervalos de 20 minutos na linha Niterói-Praça XV. A linha Charitas-Praça XV está inoperante. A linha Cocotá-Praça XV tem próxima viagem confirmada às 8h. Próxima partida de Paquetá às 9h.

A SuperVia informou que a circulação dos trens está alterada por medida de segurança. Neste momento, os trens do ramal Saracuruna não estão circulando e os paradores das linhas Campo Grande, Bangu e Deodoro não fazem paradas nas estações Praça da Bandeira, São Cristóvão, Maracanã e Mangueira. Nos demais ramais (Japeri, Santa Cruz e Belford Roxo), a circulação registra atrasos médios de 10 minutos. Os passageiros estão sendo informados das alterações pelo sistema de som das estações.

O Aeroporto Santos Dumont está fechado e o Internacional Galeão-Antônio Carlos Jobim está aberto para pousos e decolagens, mas opera por instrumentos na chuvosa manhã desta terça-feira. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), apenas voos para Brasília registram atrasos.

Caos na cidade

Desde que a chuva começou, por volta das 17h30, uma série de congestionamentos provocou transtornos no tráfego no Rio. A situação mais crítica, de acordo com a Guarda Municipal, ocorreu na Praça da Bandeira, que é um dos locais de acesso a vários pontos do Centro. O local ficou totalmente alagado e o nível da água chegou a atingir 1,5 m, impedindo a passagem de carros e ônibus. Nesse ponto, assim como na Avenida Maracanã, bombeiros usaram barcos e botes infláveis para auxiliar motoristas e pedestres.

Cerca de 40 pessoas foram resgatadas pela Defesa Civil durante a madrugada. Elas estavam dentro de três ônibus (dois da linha 606, viação Matias, e um da linha 268, da viação Redentor) que estavam sendo tomados pela forte chuva.

Em São Cristóvão, várias ruas permaneceram alagadas por toda a madrugada, especialmente a Pedro II, Melo e Souza, Figueira de Melo e Francisco Bicalho. O nível de água ultrapassou 0,5 m nessas vias, que ficaram intransitáveis, devido ao transbordamento do Canal do Mangue, que fica entre as duas pistas da Francisco Bicalho.

Na Tijuca, com o transbordamento do Rio Maracanã, automóveis ficaram submersos e motoristas tiveram que ser resgatados. Isso provocou alagamentos em diversas vias próximas, como a Boulevard 28 de Setembro, próximo à Rua Felipe Camarão. Na Praça da Bandeira, nas avenidas Presidente Castelo Branco e Maracanã, bem como nas ruas Conde de Bonfim e General Canabarro, o nível da água encobriu os pneus dos carros.

Na Avenida Brasil, principal porta de entrada da cidade, pelo menos cinco trechos ficaram alagados: Caju, Manguinhos, Bonsucesso, Ramos e Parada de Lucas. Quem circulou pela Zona Sul também encontrou trechos castigados pelo temporal. A Rua Jardim Botânico, na altura da Rua Pacheco Leão e do Parque Lage, e a Rua Voluntários da Pátria, na altura da Real Grandeza, foram os pontos mais castigados, e os motoristas encontraram grandes bolsões d’água. Na Avenida Prefeito Mendes de Moraes, em São Conrado, onde mora o ex-prefeito Cesar Maia, bueiros entupidos ocasionaram grandes transtornos e muito acúmulo de água nas vias.

O trânsito parado em toda a cidade motivou arrastões, que foram registrados na Linha Amarela, Avenidas Brasil, Pastor Martin Luther King Júnior (ex-Automóvel Clube) e Dom Hélder Câmara (ex-Suburbana).

Aeroportos foram fechados e trens tiveram a circulação interrompida no ramal de Saracuruna, entre as estações Central do Brasil e Bonsucesso, por causa de alagamento em Manguinhos. O ramal de Belford Roxo circulou com atrasos. O metrô também sofreu por causa do excesso de passageiros que procuraram fugir do trânsito caótico usando o sistema subterrâneo.

No Forte de Copacabana, as rajadas de vento chegaram a 75km/h. Pelo menos sete bairros ficaram sem energia por causa da queda de redes elétricas: Ilha do Governador, São Conrado, Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Alto da Boa Vista, Tijuca e São Cristóvão. Por volta de meia-noite, a chuva diminuiu, mas cerca de uma hora depois voltou com toda a força e fez o Rio Maracanã transbordar mais uma vez.

abr
06
Posted on 06-04-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 06-04-2010

Tancredo: vítorias e vítimas

No artigo de hoje em sua coluna na Tribuna da Bahia o colunista político, Ivan de Carvalho, comenta sobre os movimentos de construção de alianças para disputar o governo da Bahia e lembra o ensinamento de Tancredo Neves de que “não se constroem vitórias sem vítimas”. Segundo o texto de Ivan, que Bahia em Pauta reproduz, os eleitores vão decidir se o governador, com sua política de ampla e diversificada aliança, está construindo ou não uma vitória eleitoral.
(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICA

As primeiras vítimas

Ivan de Carvalho

Tancredo Neves costumava dizer que “não se constroem vitórias sem vítimas”. Os eleitores vão decidir se o governador Jaques Wagner, com sua política de ampla e diversificada aliança, está construindo ou não uma vitória eleitoral.
Enquanto esta incógnita não se revela, já surgem as primeiras vítimas nas fileiras do próprio governismo. Ainda não são muitas, ainda que sejam importantes, mas há possibilidade de aumentarem de número, hipótese que me reservo a analisar caso seja consumada. Não nasci com nem desenvolvi o dom de adivinhar as coisas, embora o dom exista.
Vamos, portanto, ficar com o que já está consumado e o que parece que está.
Primeira vítima – o deputado federal João Leão, que divide ou dividia com seu colega Mário Negromonte, presidente estadual do PP, o comando deste partido na Bahia. Leão está “estremecido” com Negromonte por ter este ido de encontro à sua posição contrária à participação do ex-governador e ex-conselheiro do TCM na chapa majoritária governista como candidato a vice-governador.
Leão defendia que ao PP, como anteriormente combinado, deveria caber uma vaga na disputa pelas duas cadeiras de senador que estarão em jogo em outubro. Alencar deixou o TCM, filiou-se ao PP e é candidato a vice, com o aval de Negromonte e a ausência protestante de Leão no importante ato político de filiação de Otto Alencar ao PP. Para aceitar Alencar como vice, Leão (como seus amigos no PP) queria o deputado estadual Roberto Muniz para sucessor de Alencar no TCM. Assim, os votos de Muniz seriam divididos entre a deputada Eliana Boaventura e um filho de Leão que é candidato à Assembléia Legislativa. Prevaleceu a vontade de Alencar de indicar seu assessor no TCM, Plínio Carneiro Filho (filho, claro, do ex-deputado Plínio Carneiro, com base política na região de Serrinha). Para Leão, perda total.

Segunda vítima – O deputado, ex-candidato a prefeito e ex-secretário do Planejamento Walter Pinheiro. O que ele queria mesmo, agora, era ser candidato ao Senado. A chapa para o Senado está ganhando outra composição, que o exclui. A alternativa era ficar no cargo de secretário com a garantia de ser novamente candidato a prefeito de Salvador em 2012. Do PT recebeu o veredicto de que poderia ser ou não, garantia não havia, pois o deputado Nelson Pelegrino, que já em 2008 terçara armas com ele pelo privilégio, também está querendo – mais uma vez – concorrer à prefeitura.

Com um dia de atraso em relação aos governistas que ocupavam cargos no Executivo estadual, Pinheiro deixou o dele e, descontente, vai buscar a reeleição para deputado federal, cedendo parte de seus votos para o amigo e ex-secretário Afonso Florence, que tem o mesmo objetivo. Observação com algum atraso: o governador não poderia nomear melhor sucessor para o cargo deixado por Pinheiro do que Antonio Alberto Valença, exemplo de competência, seriedade e visão de problemas e soluções. Aí o Estado está muito bem servido.

Terceira vítima – Waldir Pires. Talvez mais mártir do que vítima. Queria e outros o queriam candidato a senador. Foi alijado da chapa (na verdade, não chegou a estar nela) em nome de uma “aliança mais ampla”, desejada por Wagner. Fiel, disse ao governador que votará nele, mas inflexível na defesa de seu ideário e princípios, uma longa história de coerência e luta, pode não dar ainda esta luta por encerrada. E também não é impossível imaginar que mantenha sua insurgência (inclusive pública) contra as restrições que tinha à composição da chapa majoritária liderada por Wagner, especialmente no que diz respeito à quase certa participação do ex-governador e senador César Borges, do PR.

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