BOA NOITE!!!

Dilma na posse de Alfredo Nascimento (PR)

=================================================================
Em seu primeiro evento partidário após deixar o governo, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, defendeu a continuidade do governo Lula, representada por sua candidatura, e disparou críticas à oposição, que classificou de “forças do atraso” e de atuar como “lobo em pele de cordeiro”.

“Todos nós juntos acabamos com o tempo da estagnação e abrimos as portas para o crescimento econômico. O povo brasileiro não vai querer voltar atrás”, disse em discurso durante cerimônia de posse da nova cúpula do Partido da República (PR).

Integrante da base de sustentação do governo Luiz Inácio Lula da Silva, a sigla anunciou apoio à candidatura da ex-ministra da Casa Civil. O novo presidente nacional da legenda é o senador e ex-ministro dos Transportes Alfredo Nascimento (AM).

Dilma, que não citou nominalmente os partidos de oposição em seu discurso, acusou os que governaram para os ricos de voltar a excluir os pobres.

“Estamos juntos para não deixar que o nosso país retroceda, na luta para não deixar que as forças do atraso voltem, na luta para não deixar aqueles que sempre governaram esse país para os ricos voltem para excluir os mais pobres”, destacou, argumentando que a qualidade de vida dos mais ricos também melhorou porque o governo, ao aplicar políticas sociais, fortaleceu o mercado consumidor doméstico.

Dilma tem como principal adversário o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB). O tucano lidera pesquisas de intenção de votos, mas em recente sondagem do Vox Populi aparece tecnicamente empatado com a petista.

Ela também retomou o discurso de que a oposição, que administrou o país de 1995 a 2002, é privatista e acusou os antecessores do presidente Lula de quebrar o país.

“Aqueles que venderam o nosso patrimônio, que quebraram o Brasil, que deixaram nosso povo sem salários dignos e sem renda adequada não serão capazes de levar isso à frente.”

E rebateu a oposição, que vem propondo uma visão pós-Lula: “Eles são e sempre foram o anti-Lula”.

Para Dilma, a oposição é um “lobo em pele de cordeiro”, pois, apesar de defender a continuidade de alguns programas do governo, já afirmou que poderia acabar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e alterar a política econômica. O Bolsa Família também já foi alvo de críticas de PSDB e DEM.

“Um dia tentam enganar dizendo que vão continuar o trabalho do presidente Lula, o trabalho que nós ajudamos a fazer. Outro dia mostram a patinha de lobo ao cometerem um tremendo ato falho, e aí criticam tudo, falam mal de tudo”, disparou.

(Deu no portal MSN com informações da Reuters)

abr
05

De Belmont, na área da baia de San Francisco, costa do Pacífico, região proxima da mexicana Baixa Califórnia onde no domingo ocorreram abalos sísmico que causaram tremores até no centro da cinematográfica Los Angeles, a colaboradora Regina Soares segue atenta à terrinha.

Sugere trazer para o primeiro plano do Bahia em Pauta um registro postado na área de comentários por Luiz Fontana, do Blogbar, sobre o que ele considera a melhor notícia do final de semana prolongado, publicado no Estadão online: a vida e a arte da pianista de fama internacional, Maria João Pires, que se mudou de Portugal para viver em Lauro de Freitas, município no litoral norte, vizinho a Salvador. BP atende com prazer e reproduz o texto para seus leitores:
==================================================================

========================================================

ARTE E VIDA

Uma das maiores pianistas da atualidade, Maria João Pires, que se apresenta amanhã em São Paulo, fala da mudança para a Bahia, do desejo de se aposentar e critica o mercado musical
================================================

João Luiz Sampaio – O Estado de S.Paulo

Seu sorriso é como música. Encanta e desconcerta com a mesma facilidade – e, no melhor espírito da grande arte, nos leva a implodir certezas. Até pouco tempo, ela era a grande pianista portuguesa Maria João Pires, uma das mais requisitadas e aplaudidas intérpretes do cenário internacional, tinha contrato de exclusividade com o poderoso selo alemão Deutsche Grammophon e uma agenda intensa de concertos. Nos últimos anos, porém, abriu mão da cidadania da terra natal e pediu a nacionalidade brasileira; trocou a Europa pelo clima do Nordeste; rompeu seu contrato de gravações. E não esconde, nem mede palavras. “Estou cansada. Não quero mais viajar o mundo tocando. O comércio da música nada tem a ver com a arte”, diz. E sorri uma vez mais.

Maria, que se apresenta amanhã na Sala São Paulo, recebe a reportagem do Estado na varanda da casa em Lauro de Freitas, município vizinho a Salvador. “Confesso que não tenho uma relação especial com a cidade, não mais do que com qualquer outra cidade brasileira. Acho que não gostaria de morar em Salvador, mas também é verdade que não gostaria de morar em cidade alguma. Mas conheci Lauro de Freitas a convite de amigos, passando férias, e, há seis anos, resolvi comprar esta casa”, conta. “Foi apenas mais tarde, no fim de 2008, que resolvi me mudar de vez para cá. Não foi uma decisão que tomei. Na vida as coisas acontecem, se misturam e, quando nós vemos, há um caminho a ser seguido.”

É preciso, aqui, voltar um pouco no tempo. No fim da década de 90, Maria João Pires criou em Belgais, Portugal, um centro musical destinado a colocar em prática suas visões sobre o fazer artístico. Em uma casa de fazenda pertencente à família, reuniu, de um lado, alunos de música; de outro, criou uma escola primária, com o objetivo de experimentar um sistema de educação artística. Em Belgais, jovens músicos dedicavam-se tanto ao estudo de um instrumento quanto ao trabalho com a terra e o cultivo de alimentos. A ideia, explica, é entender a música como parte da vida em comunidade, como forma de diálogo.

Em 2006, no entanto, o projeto fechou as portas. “Não foi uma questão financeira, eu investi tudo o que tinha ali e o governo português ajudava, com pouco, mas ajudava. As inimizades, as tentativas de denegrir o que estávamos fazendo, tudo isso foi destruindo o projeto aos poucos.” No mesmo ano, Maria João teve problemas no coração. “Minha saúde estava sendo comprometida e resolvi parar. Hoje, minha filha mais velha toma conta da casa. Eu quero vender a propriedade, mas é difícil. Ela é grande demais para uma família, pequena demais para um hotel.”

Diálogo. Se Belgais deixou de existir, o espírito do projeto segue vivo. Tudo o que aconteceu só a fez ter mais certeza do desejo de diminuir o ritmo. “A carreira para mim sempre foi um peso. Nunca procurei isso. Foi a vida que levei, aceitei essa realidade. Tentei parar outras vezes, mas não consegui, por questões familiares, financeiras. Minha relação pessoal com a música não tem nada de comercial. A arte é um meio de expressão e de diálogo. A música tem um lado sublime que nos ajuda a entender e ultrapassar nossas limitações, em especial a nossa dificuldade de encontrar harmonia. Não quero entrar em grandes sonhos, mas acredito que a música pode ajudar as crianças que vão construir o mundo de amanhã.”

É por isso, diz, que sonha com um projeto parecido no Brasil. Ela confirma a possibilidade de instalá-lo em Sergipe. “As coisas estão se arrastando um pouco, mas não é culpa de ninguém. Tenho precisado trabalhar muito, minha saúde não andou boa. Meu sonho é estabelecer as bases de um projeto nacional, barato, que possa se espalhar rapidamente.” E quais seriam essas bases? “A ausência de rigidez, de uma introdução intelectualizada à arte. Há gente que seduz o aluno, para que ele toque e seduza o público, impressione o pai, a professora. A arte assim perde a força, não transforma.”

Na cartilha de Maria João, no entanto, ausência de rigidez não significa falta de disciplina. “A criança precisa entender o que está fazendo, um coral infantil não pode cantar desafinado. É só quando ele tiver um bom desempenho que seus integrantes vão entender o significado do trabalho, entender que superaram as dificuldades e levar esse aprendizado para a vida. A disciplina é o princípio da liberdade. Temos de aceitar nossos limites. A gente nasce e morre, não pode voar, os limites estão aí. Mas, dentro deles, há espaço para a transformação. A música não precisa ser uma finalidade, mas um caminho. O importante não é formar grandes músicos e sim seres humanos que entendam como a arte pode ajudar.”

E como isso acontece? “Fazer música é sentir-se parte de alguma coisa, de uma comunidade, é reencontrar valores perdidos. Seria ingenuidade achar que a arte resolve tudo, mas, em meio a tantos problemas que assolam crianças carentes, elas acabam perdendo também a capacidade de sonhar. Fazer música é recuperar esse universo perdido, encontrar a si mesmo e ao outro. Estar junto é aceitar a diferença – e por isso não concordo com o estudo solitário. Ele leva à solidão e isso é para mim uma temeridade.”

Jardim. Sentada na varanda de casa, Maria João nada parece a pianista reclusa, avessa a entrevistas, famosa por cancelar encontros com jornalistas. “Quando comprei a casa, havia uma piscina em frente desta varanda. Você já percebeu como as pessoas têm mania de derrubar plantas e colocar concreto em tudo?”, ela pergunta. “A primeira coisa que fiz foi fechar a piscina com terra e plantar meu jardim. Você já pensou no gasto que se tem com a manutenção, aqueles produtos caros e poluentes? E eu não preciso de uma vista. Gosto de plantas, só preciso de um quarto e um jardim.” O cachorro Jota faz pose para o fotógrafo e ela se diverte. “É um teckel de pelo duro, trouxe da Espanha. É uma raça caçadora, engraçada. Se bem que ele tem personalidade, não é nada bonzinho, olha a carinha!”

Skates e pranchas de surfe entregam a presença de adolescentes na casa. E logo Claudio, que Maria João adotou há 15 anos na Bahia, se junta à mãe. “Tem também o Lucas e as minhas filhas, que moram na Europa.” Para ela, a vida em família é fundamental. “É o princípio da minha vida, sempre foi. Viajo, trabalho, mas corro para casa. Cozinho para as crianças, mas não é algo que me apaixone, prefiro fazer faxina. Mesmo com as meninas, que estão mais velhas, quando estamos juntas, lá vou eu cozinhar, passar roupa.”

Seu grande sonho é ter “uma fazendinha”, com uma casa “e uma horta”. Até lá, investe tempo no projeto educacional. “Quase me mudei para Aracaju, mas não encontrei uma casa com um jardim. E as que vi ficam em condomínios fechados, com muros, cercas, seguranças. Não gosto disso. Como mãe, claro, me preocupo, mas acho que não se resolve problema de segurança reforçando a separação entre duas sociedades que, no fundo, são formadas por pessoas iguais. Já há divisão demais no mundo.”

QUEM É

MARIA JOÃO PIRES
PIANISTA

CV: Nascida em julho de 1944 em Lisboa, Portugal, Maria João Pires deu seu primeiro recital aos 5 anos de idade e, em seguida, completou os estudos na Alemanha. Mozart, Schubert e Beethoven são os pilares de seu repertório. Ganhou nacionalidade brasileira em 2009.

Sismo: estragos no México

==============================================================
Duas pessoas mortas, um número ainda não determinado de feridos e uma estrada destruída é o resultado ainda provisório do sismo de magnitude 7,2 que atingiu no domingo o estado mexicano da Baixa Califórnia. A informação é de uma fonte oficial mexicana à agencia de notícias européia EFE.

Em Mexicali, as autoridades locais anunciaram dois mortos e uma centena de feridos sem gravidade.

O diretor da Proteção Civil da Baixa Califórnia, Alfredo Escobedo, disse à Efe que uma pessoa morreu quando ruiu a casa em que se encontrava na Colonia Nueva no Valle de Mexicali, a 18 quilômetros do epicentro do sismo.

Escobedo referiu que a vítima ainda não foi identificada. Problemas com as linhas telefônicas e o corte no abastecimento elétrico dificultaram a informação relativa a estragos em Mexicali, cidade com 1,2 milhões de habitantes.

A mesma fonte tinha afirmado anteriormente que havia um número ainda não determinado de feridos, sem esclarecer a gravidade dos feridos.

A secretaria do governo federal confirmou em comunicado a morte de uma pessoa, devido ao desabamento da casa, e adiantou que apenas três pessoas foram atendidas devido a crises nervosas.

A mesma fonte disse que depois do sismo de magnitude 7,2 foram registadas 20 réplicas na zona que inclui toda a região do sul da Califórnia (Estados Unidos) até ao estado vizinho de Sonora (México).

No comunicado também se refere a suspensão dos serviços de energia eléctrica, água, telefones e telemóveis, além de estragos no interior de casas.

Informa também que foram registrados danos na estrada Mexicali-Tecate, sem referir a sua localização exata ou extensão.

O Serviço Sismológico Nacional e o Serviço Geológico dos Estados Unidos informaram inicialmente que a magnitude do sismo tinha sido de 6,9, mas posteriormente corrigiram o valor, dizendo que foi de 7,2 na escala aberta de Richter.

Na cidade de Tijuana (Baixa Califórnia), o responsável local da Proteção Civil informou que não há notícia de perdas materiais nem humanas nesta localidade fronteiriça com os Estados Unidos.

(Com informações da agência européia de notícias EFE e portal português TSF)

abr
05
Posted on 05-04-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 05-04-2010

Wagner e Caetano: arrumação da casa

==========================================================
OPINIÃO POLÍTICA

PT enfrenta dificuldade

Ivan de Carvalho

O governador Jaques Wagner reuniu-se ontem, no Palácio de Ondina, com o presidente estadual do PT, Jonas Paulo, e o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, coordenadores de sua campanha, pretendendo acertar tudo para o ingresso do senador César Borges, do PR, na chapa de Wagner.

O resultado da reunião foi o de adiar a reunião para “ouvir as bases”, principalmente as de “esquerda”, sobretudo a respeito da questão que está atenazando o ingresso do senador republicano na coligação governista – as coligações proporcionais para as eleições de deputados federais e estaduais.

Não se surpreenda o leitor. Já é costume, tradição no PT, fazer reunião para adiar a reunião e marcar outra. A inovação é que desta vez a reunião seguinte não foi marcada. Quanto à questão da participação do PR nas coligações proporcionais em que esteja o PT, continua em plena ebulição. Houve um momento que as aparências eram de que as coisas estavam quase equacionadas, mas as aparências – mais uma vez – enganaram.

Enquanto isso, tanto o PMDB quanto o DEM passaram a mostrar desinteresse em atrair o senador César Borges e seu partido. Mais uma vez as aparências enganam. PMDB e DEM acham que César Borges vai mesmo aliar-se ao governismo estadual e consideram que manter expectativa pública de atraí-lo resultará em desgaste, se for consumada a aliança do senador republicano com o governador e o PT.

Mas se não for, então surgirá a outra face da moeda. Tanto o PMDB quanto o DEM receberiam o senador de braços abertos, embora em público fingindo que vão “examinar” e “discutir” se há interesse, para não desmoralizar o “desinteresse” anterior.
Talvez por causa da posição ainda passível – embora com poucas chances – de mudança do PR (caso fracassem as negociações com o governismo sobre as coligações proporcionais) é que o PMDB adiou para quinta-feira o anúncio da sua chapa majoritária. E o DEM nem marcou seu anúncio.

Mas o PMDB já tem o esboço de sua chapa (sem César Borges) em linhas firmes. Para governador, Geddel Vieira Lima. Para uma das cadeiras de senador, o ex-prefeito e atual vice-prefeito de Salvador, o jurista Edvaldo Brito, que levaria para a chapa o elemento negro e também é considerado possível herdeiro dos votos governistas rebeldes, que não iriam para César Borges, mas se dividiriam entre o deputado verde Edson Duarte e o peemedebista Edvaldo Brito. Beth Wagner não está sendo considerada nessa divisão dos votos rebeldes: está brigando com a direção do PV e lutando para levar o partido a apoiar Jaques Wagner e não lançar Luiz Bassuma para governador. Luta inglória.

Pequenas dúvidas quanto ao resto. O empresário João Cavalcanti está na chapa, mas não definido se para senador ou vice-governador. A outra vaga será do atual vice-governador, Edmundo Pereira, ou de sua mulher, a deputada estadual Marizete Pereira, que assim levaria para a chapa o elemento feminino. Se for ela, o marido será candidato a deputado estadual.
O DEM tem sua chapa (sem César Borges) praticamente definida. Paulo Souto para governador, Nilo Coelho para vice, o ex-prefeito de Feira de Santana José Ronaldo e o senador ACM Júnior para o Senado. No banco de reservas, o presidente do PSDB, Antonio Imbassahy. Os destacados deputados João Almeida (líder do PSDB na Câmara) e José Carlos Aleluia, vice-presidente nacional do DEM, estão na lista mais para ganhar espaço na mídia que para trocar o certo pelo duvidoso.

abr
05

DUAS NOTAS SOBRE A ÁGUA DE CAETITÉ

1-DEU NA REVISTA
==============================================================

Na coluna Holofote, assinada por Fábio Portela, a VEJA publica na edição desta semana a a seguinte notícia:

A história da água é cascata

No fim de 2008, o Greenpeace fez uma gritaria danada na Bahia para denunciar uma situação que parecia aterradora: todo o lençol freático de Caetité – único município do país onde há uma mina de urânio – estaria contaminado por radiação. O governador Jaques Wagner (PT) encampou a denúncia e, em dezembro, o Instituto de Gestão das Águas e Clima da Bahia interditou boa parte dos poços na cidade. Resultado: foi preciso contratar um serviço de caminhões-pipa para abastecer de água potável os 3.000 habitantes da zona rural de Caetité. A prefeitura, paupérrima, já gastou 170.000,00 reais nisso. Agora, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia responsável por medições oficiais, foi até Caetité e descobriu que a radioatividade das águas é menor que a de estâncias turísticas como Poços de Caldas e Araxá (MG), Águas de Lindoia (SP) e Guarapari (ES). Ou seja: não faz nenhum mal à saúde. Mesmo assim, em Caetité, o povo segue sem água.

=====================================================================
Paulo Souto e Caetité:  “água pura”

================================================================
2- PAULO SOUTO ACUSA

Nascido em Caetité, geólogo, ex-governador da Bahia e nome do DEM para disputar a volta ao Palácio de Ondina nas eleições deste ano sai em defesa do município que abriga a única mina de urânio do país, e acusa o governo Wagner de prejudicar a população de Caetité “com falsa denúncia de contaminação da água”

Paulo Souto afirma em material distribuido por sua assessoria, ao comentar a nota de VEJA:

“Na condição de filho de Caetité, cidade em que nasci e que, nesta segunda-feira, dia 05 de abril, completa 200 anos de emancipação, não posso deixar de manifestar meu repúdio à irresponsável e precipitada atitude do Governo Estadual que, através do Ingá (Instituto de Gestão das Águas e Clima da Bahia), encampou a infundada denúncia do Greenpeace de contaminação do lençol freático de Caetité, causando uma série de transtornos à população da cidade, principalmente, para a parcela mais carente da zona rural. Sem falar nas despesas desnecessárias de R$ 170 mil, que tiveram de ser arcadas pela prefeitura na contratação de carros pipas para manter o abastecimento de água potável na cidade. O governo deu mais uma prova de insensatez na condução dos rumos de nosso povo”.

  • Arquivos