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Posted on 04-04-2010
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Um sismo de magnitude 6,9 na Escala de Richter abalou, neste domingo, a Baixa Califórnia e foi ainda sentido em Los Angeles. Até ao momento, não há notícia de vítimas ou estragos.
Um tremor de terra, de magnitude 6,9 na Escala de Richter, abalou, este domingo, pelas 15:40 horas locais, a Baixa Califórnia, no México, segundo o Instituto Geofísico Americano (USGS).

O epicentro foi registado no Pacífico, a 25 quilômetros da zona costeira.

O abalo foi ainda sentido no centro de Los Angeles, Estados Unidos.

(Com informações do Portal TSF , de Portugal)

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Posted on 04-04-2010
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Extrema direita manda avisos sobre a Copa

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Um grupo da extrema-direita sul-africana avisou os países que estarão presentes no Mundia l 2010 para não enviarem as suas seleções para «uma terra de assassínios». Segundo o portal português TSF, Andre Visagie, membro do movimento Afrikaner Weerstandsbeweging (AWB), diz que a morte de Eugene Terreblanche «é uma declaração de guerra» dos negros contra os brancos na África do Sul.

«Vamos avisar essas nações (presentes no Mundial 2010): estão mandando as vossas seleções para uma terra de assassínios. Não o façam se não tiverem proteção suficiente para elas», disse Visagie.

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, apelou à calma, depois «deste terrível acontecimento», pedindo aos «sul-africanos para não permitirem que agentes provocadores possam tirar vantagem desta situação para incentivar ou incendiar o ódio racial».

A polícia sul-africana disse que Terreblanche, um dos maiores defensores do Apartheid, foi espancado até à morte em casa por dois trabalhadores da sua chácara, alegadamente devido a uma disputa salarial.

Para André Thomashausen, professor de Direito Internacional Comparado na Universidade da África do Sul, «o assassínio brutal e extremamente violento de Eugene Terreblanche insere-se num quadro de homicídios igualmente brutais e sistemáticos de brancos de origem Afrikaner proprietários de fazendas, com um saldo de cerca de quatro mil vítimas desde 1994».

(Com informações do portal TSF, Lisboa)

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Waldir: ainda mira o senado

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MARIA OLÍVIA

As pessoas que conversam o convivem mais proximamente sabem: o ex-governador Waldir ainda não deu o jogo da composição da chapa majoritária governista do petista Jaques Wagner para a eleição deste ano como decidido tão prematuramente. “Homem de partido”, como sempre afirma, aposta suas fichas talvez na convenção do PT.

O ex-ministro da Defesa e da Previdência e ex-governador da Bahia, Waldir Pires ainda deseja uma vaga para o Senado na chapa encabeçada pelo governador Jaques Wagner (PT) como forma de resgatar para a Bahia “uma representação que foi fraudada em 1994”, segundo afirma ele referindo-se à suposta fraude ocorrida naquele ano quando as vagas baianas ficaram com o falecido senador Antônio Carlos Magalhães e seu afilhado político, Waldeck Ornellas.

No último dia 30 março, durante a solenidade de inauguração das novas instalações do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), Waldir Pires recebeu das mãos do ministro da Previdência Social, José Pimentel, a comenda do mérito previdenciário Eloy Chaves, recém-criada pelo instituto e que teve o nome de Waldir Pires escolhido por unanimidade pelo conselho da instituição para ser o primeiro homenageado.

Para refrescar a memória, vale lembrar que em 1985, Waldir assumiu o Ministério da Previdência numa escolha pessoal do então presidente eleito Tancredo Neves, que faleceu antes de tomar posse. O ex-governador dos baianos recebeu a pasta das mãos dos militares com um rombo de 8 trilhões de cruzeiros, e um ano depois entregou o ministério para disputar o governo da Bahia com superávit de caixa de 2 trilhões e outros 4 trilhões em superávit de orçamento.

Maria Olivia é jornalista

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Posted on 04-04-2010
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DEU NO BLOG DO MÚSICO BAIANO (DOS MELHORES ) TOM TAVARES, PROFESSOR DA ESCOLA DE MÚSICA DA UFBA E AUTOR, COM CAPINAM, DA SINFONIA DO DESCOBRIMENTO.
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JAPONESA ASSOVIANDO
Tom Tavares

Cada um faz o que pode,
Do novo à tradição,
Mas, só faz bem, de verdade,

Aquele que tem condição.

Enquanto a cobra fuma,
Elefante pode voar,
Preguiça pilota Puma,
E Juma é Marruá.

A faca corta manteiga,
Cortiça bóia no mar,
Mas, só quem tem competência
Pode bem assoviar.

abr
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Posted on 04-04-2010
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Pachauri: Nobel cercado de dúvidas e críticas

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Há meses cientistas do clima sofrem críticas cruéis na mídia e na internet, acusados de esconder dados, cobrir erros e suprimir visões alternativas. Sua reposta até agora tem sido, em grande parte, insistir na legitimidade de seu vasto corpo de ciência climática e ridicularizar seus críticos, chamando-os de esquisitos e desinformados. No entanto, o volume de críticas e a profundidade da dúvida só cresceram.

Muitos cientistas hoje estão enfrentando uma crise de confiança pública e sabem que tem de rebatê-la. A contragosto, eles estão começando a envolver seus críticos, admitir erros, abrir dados e remodelar a forma como conduzem seu trabalho.

A liberação não autorizada, no último outono, de centenas de mensagens de e-mail de um grande centro de pesquisa sobre o clima na Inglaterra, e, mais recentemente, revelações de um punhado de erros num suposto relatório confiável das Nações Unidas sobre a mudança climática, criaram o que vários cientistas importantes afirmam ser uma grande quebra de confiança em sua pesquisa. Eles afirmam que essa agitação ameaça minar décadas de trabalho e tem prejudicado enormemente a confiança do público na atividade científica.

“CLIMATEGATE”

No episódio do e-mail, chamado de “climategate” por alguns críticos, o conteúdo das mensagens vazadas fez com que alguns cientistas conhecidos sofressem acusações de esconder dados de temperatura de pesquisadores rivais e manipular resultados para estarem em conformidade com conclusões pré-estabelecidas. “Eu obviamente escrevi alguns e-mails terríveis”, disse o britânico Phil Jones, diretor da unidade de pesquisa climática da University of East Anglia e centro da controvérsia, em confissão recente a um comitê especial do Parlamento. Mas ele discordou veementemente de acusações de que ele teria escondido dados ou falsificado resultados.

No entanto, danos sérios já foram causados. Uma pesquisa conduzida no final de dezembro pela Universidade de Yale e pela George Mason University descobriu que o número de americanos que acreditava que a mudança climática era uma enganação ou conspiração científica mais que dobrou desde 2008, de 7% da população para 16%. E 13% dos americanos disseram achar que, mesmo que o planeta esteja esquentando, isso seria resultado de fatores naturais apenas e não representaria uma preocupação significativa.

Está claro que a comunidade científica do clima simplesmente não estava preparada para a escala e ferocidade dos ataques, e simplesmente não responderam de forma rápida e adequada”, afirmou Peter C. Frumhoff, ecologista e cientista-chefe da Union of Concerned Scientists.

Agora várias instituições estão iniciando esforços para melhorar a qualidade de sua ciência e tornar seu trabalho mais transparente. A agência britânica oficial do clima está realizando uma revisão completa de seus dados de temperatura e irá tornar públicos seus registros e análises pela primeira vez, permitindo análises detalhadas por parte de terceiros em relações a métodos e conclusões.

IPCC: INSPEÇÕES HOSTIS

Nenhum órgão científico está sofrendo inspeções mais hostis do que o Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudança Climática (IPCC), que compila pesquisas climáticas de centenas de cientistas ao redor do mundo em relatórios periódicos com o objetivo de ser a afirmação definitiva da ciência e um guia para a criação de diretrizes. Críticos, citando vários erros relativamente menores em seu relatório mais recente e acusações de conflitos de interesse contra seu líder, Rajendra K. Pachauri, pedem que o IPCC seja dispensado ou radicalmente reformulado.

Pachauri foi agraciado, em 2007, com o Prêmio Nobel da Paz pelo seu trabalho no painel. A honraria foi dividida com o ex-vice presidente dos EUA, Al Gore.

No dia 27 de fevereiro, após semanas de recusa em envolver os críticos, o IPCC anunciou que estava solicitando a criação de um painel independente para revisar seus procedimentos de pesquisa, a fim de eliminar parcialidades e erros de futuros relatórios.

Entretanto, alguns críticos acreditam que se tratam apenas de esforços cosméticos que não resolvem o verdadeiro problema. “Vou deixar você por dentro de um segredo bem feio – não quero que a confiança na ciência do clima seja recuperada”, disse Willis Eschenbach, engenheiro e oposicionista do clima que posta frequentemente em blogs de ceticismo climático, em resposta a uma proposta de cientistas de compartilhar mais pesquisas. “Não quero que vocês descubram como inspirar confiança camuflando suas práticas inescrupulosas de maneira inovadora”, disse.

Ralph J. Cicerone, especialista em química atmosférica e presidente da National Academy of Sciences, órgão científico mais prestigiado dos Estados Unidos, disse haver o risco de que a desconfiança na ciência climática poderia se ramificar e gerar dúvidas em relação ao conhecimento científico de forma mais ampla. Ele disse que os cientistas devem fazer um trabalho melhor tentando ser ouvidos em redes de TV, rádio e internet.

A batalha é desigual, no sentido de que os cientistas se sentem obrigados a apoiar suas descobertas com observação cuidadosa e análises replicáveis, embora seus críticos sejam livres para fazer afirmações condenando seu trabalho como fraudulentos.
“Temos que fazer um trabalho melhor de explicar que sempre existem mais coisas para serem aprendidas, sempre há incertezas a serem resolvidas”, disse John P. Holdren, cientista ambiental e conselheiro científico da Casa Branca. “Mas também precisamos lembrar às pessoas de que as ocasiões onde um amplo consenso é derrubado por um incrédulo da ciência são muito, muito raras”.

Porém, alguns cientistas disseram que responder a céticos em relação a mudanças climáticas era perda de tempo. “Os cientistas do clima são pagos para fazer ciência”, disse Gavin Schmidt, climatologista sênior do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA. “O trabalho deles não é convencer o público”. Ele afirmou que a recente onda de hostilidade para com a ciência do clima tinha sido motivada tanto pelo inverno frio quanto por qualquer pecado científico, real ou percebido.
“Sempre houve pessoas nos acusando de sermos criminosos fraudulentos, que o IPCC seria corrupto”, disse Schmidt. “A novidade é essa paranoia combinada com inverno frio nos Estados Unidos e a liberação do ‘climategate’. A resposta é simples, ele disse: “A boa ciência é a melhor vingança”.

(Com informações recolhidas e mandadas para BP pela jornalita, escritora e professora universítária Aparecida Torneros, que mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária)


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Poema azul, na voz inconfundível do seu autor, Sérgio Ricardo, vem de sugestão e garimpo do jornalista Gilson Nogueira. Para dar o toque romântico ao domingo especial.

Boa Páscoa!!!

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