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Posted on 03-04-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 03-04-2010

Buza Ferraz: “Paginas da vida”, última novela

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DEU NO PORTAL IG

Vítima de infarto morreu na madrugada deste sábado, no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, o ator e diretor Buza Ferraz , aos 59 anos de idade. Vítima de um mal-estar, ele foi levado rapidamente para a instituição, onde sofreu uma parada cardíaca enquanto era atendido.

A última novela de Buza Ferraz na rede Globo foi “Páginas da Vida”, em 2006. Ele começou a trabalhar no teatro no final da década de 1970, no musical “Hair”. Pouco depois, estreou na TV na primeira versão da novela “Selva de Pedra” (1972), de Janete Clair. Seu papel mais importante na TV, no entanto, foi na novela “O Rebu” (1972), que exibiu o primeiro caso homossexual da teledramaturgia nacional.

Ator e diretor assíduo no teatro, esteve à frente de um único longa-metragem – “For All, o Trampolim da Vitória” (1996), grande vencedor do 25º Festival de Gramado. Seus trabalhos mais recentes na TV foram nas séries “Malhação” e “Casos e Acasos”, embora sua última novela tenha sido “Páginas da Vida” (2006), de Manoel Carlos.

O corpo de Ferraz já está na capela 1 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio. O velório terá início às 11h e o enterro será realizado às 16h deste sábado.

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Sobre a composição da chapa majoritária governista para brigar para manter Jaques Wagner no Palácio de Ondina, o jornalista político Ivan de Carvalho comenta hoje em seu artigo na Tribuna da Bahia, que este site blog reproduz: “Vai haver um monte de gente dizendo que sim, mas haverá também outro monte de gente cochichando que não”. Confira.

(VHS)

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Espera de milagres

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OPINIÃO POLÍTICA

A chapa do governo

Ivan de Carvalho

O governador Jaques Wagner, do PT e o senador César Borges, do PR, tiveram na manhã de quinta-feira, na Governadoria, uma conversa que durou aproximadamente duas horas.
Isso não é novidade, como também não é a disposição ostensiva do senador de concorrer à reeleição pela chapa encabeçada por Wagner e completada pela deputada e ex-prefeita Lídice da Mata, para o Senado, e pelo ex-governador Otto Alencar, para vice-governador.
Nessa chapa, César Borges e Otto Alencar foram qualificados, por um peemedebista bem ou mal humorado (depende do ponto de vista de cada leitor) de “herança maldita”, expressão que foi muito usada por Wagner para designar o que lhe deixara o carlismo.

O que há de novo é a disposição, quase certeza, ainda que extraída a fórceps, de o PR e o PP se envolvam na mesma coligação para as eleições proporcionais de deputados federais e estaduais. O ingresso de César Borges na chapa estava pendente da aceitação, pelo governador e principalmente pelo PT, dessas coligações proporcionais com os republicanos.

O governador esforçava-se por viabilizá-las, convicto de que “uma aliança mais ampla” era fundamental ao seu projeto de reeleição e de permanência do PT no poder estadual, mas, estribada no seu estilo de evitar imposições tanto quanto possível, uma ampla faixa do PT reagia e se opunha, criando o impasse ou pelo menos a dúvida. E chegou a lançar o nome do ex-governador Waldir Pires, que, independente dos seus inquestionáveis méritos para concorrer ao Senado, era posto como uma barreira para conter a pressão pelo ingresso do senador César Borges.

Não sei se Wagner precisou dar algum murro na mesa ou apenas engrossar o tom de voz, mas quase certamente na segunda-feira será anunciada formalmente a chapa majoritária liderada por ele, com César Borges incluído.

Isto significa, implicitamente, que o PT dobrou-se à condição que vinha sendo posta pelo PR, de coligações proporcionais que incluam este partido e o partido do governador.
Petistas emitiram, ontem, sinais de que não seriam obstáculo a um acordo que levasse César Borges à chapa majoritária liderada por Wagner, uma sinalização tornada mais formal por meio de nota emitida pelo presidente estadual do PT, Jonas Paulo.

Este dirigente, aliás, vinha sendo um aliado constante e importante de Wagner no sentido de aplacar (ou conter) a ira de setores petistas que rejeitavam (ou rejeitam) a presença de Borges na chapa e, mais do que ela, as coligações proporcionais com o PR.
Pode-se dar o assunto por encerrado com a esperada consumação do anúncio formal, na segunda-feira? Vai haver um monte de gente dizendo que sim, mas haverá também outro monte de gente cochichando que não. Sequelas de aliança tão polêmica são praticamente inevitáveis, ainda mais quando se leva em conta a natureza do PT.

Vai ser um verdadeiro milagre se a militância do PT e adjacências vestir a camisa do senador César Borges na campanha, bem como outro milagre “simpatizantes de carteirinha” do PT votarem e se lançarem à catequese de votos para a reeleição do senador. A deputada Lídice (companheira de chapa de César Borges para o Senado), o deputado Edson Duarte, e Beth Wagner, candidatos do PV ao Senado, estão aí mesmo…

Mas milagres existem. Então, que o senador César Borges tenha fé.

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Posted on 03-04-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 03-04-2010


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BOA NOITE A TODOS OS OUVINTES E LEITORES DO BP.
ADEUS A FORSYTHE
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Forsythe: talento múltiplo
  

O ator norte-americano John Forsythe, que se tornou famoso como um manipulador barão do petróleo na série televisiva “Dinastia”, morreu quinta-feira, aos 92 anos, anunciou hoje o seu agente, Harlan Boll.

Segundo a mesma fonte, Forsythe morreu em Santa Ynez, no Estado norte-americano da Califórnia, vitima de complicações derivadas de uma pneumonia, depois de uma batalha de um ano contra um cancer.

Apesar de reconhecido pelo seu trabalho no teatro (foi um dos fundadores do Actors Studio) e no cinema (por exemplo, no filme de Hitchcock “The Trouble with Harry” – “O Terceiro Tiro”, de 1955), o que lhe trouxe maior fama, sobretudo junto do público feminino, foi o papel do implacável patriarca Blake Carrington da “soap opera” “Dinastia”, que ocupou o horário nobre na televisão entre 1981 e 1989.

Nascido a 29 de Janeiro de 1918, em Penn’s Grove, New Jersey, John Lincoln Freund, de seu verdadeiro nome, protagonizou igualmente a “sitcom” “Bachelor Father” (1957-1962), encarnando a personagem de Bentley Gregg, um pai solteiro , e foi o misterioso milionário Charles Townsend na série “Os Anjos de Charlie”, que esteve no ar entre 1976 e 1981.

Um empenhado ambientalista, apresentou, durante os anos 1970, um programa sobre a natureza intitulado “The World of Survival” e todos os anos participava no programa anual de Natal que se realizava perto da sua propriedade rural, em Solvang, na Califórnia, para ler histórias às crianças.

Não evidenciava partilhar da ambição que motiva muitos actores, vendo-se, com algum humor, como um actor «amplamente usável, não desmesuradamente talentoso».

Numa entrevista concedida em 1981 à agência noticiosa norte-americana Associated Press, declarou: «Acho que há alguns actores, como Marlon Brando, George C. Scott e Laurence Olivier que foram tocados pela mão de Deus. Eu pertenço ao outro grupo».

A família do ator indicou que não haverá serviço fúnebre e pediu que, em vez de flores, sejam feitos donativos para a American Cancer Society.

(Com informações do portal português TSF)

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