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Posted on 30-03-2010
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Mãe de Isabela cumprimenta Cembranelli/UOL

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DEU NO PORTAL UOL

O promotor Francisco Cembranelli foi recebido com aplausos e muita comoção na missa celebrada em homenagem aos dois anos da morte da menina Isabella Nardoni, que acontece esta noite na paróquia Nossa Senhora dos Prazeres, na Parada Inglesa (zona norte de São Paulo).
Cerca de 500 pessoas acompanharam a cerimônia, entre elas a mãe de Isabella, Ana Carolina Oliveira, que acompanha o sermão na fileira da frente com a família.
O promotor foi recebido como herói após conseguir a condenação do pai e madrasta da menina, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, no último sábado (27) após cinco dias de júri popular.
No final da missa, Cembranelli falou sobre os aplausos recebidos durante a sua chegada. “Palmas para quem? Ah, pra mim. Acho que é um carinho da sociedade pelo trabalho bem feito”.
Na missa, que começou por volta das 20h, o padre Humberto Carvalho pediu que a família de Isabella continue a vida, apesar da ausência da menina, e também citou Cembranelli. “Tem alguém aqui que luta pela Justiça e é competente”, disse o padre sobre o promotor.
Durante a cerimônia, a mãe da menina subiu no altar e segurou uma vela grande que, segundo o padre, simbolizava Isabella no céu.

“Tenha coragem, força, não desanime, façamos o bem. Você vai sair daqui com certeza de que Deus está ao seu lado”, disse também o padre para Ana Carolina Oliveira. Os presentes, liderados por ele, também contaram em coro: “Eu amo a vida, eu amo a Justiça, e eu sou do bem”. Antes do início da cerimônia, houve um princípio de tumulto em razão do grande número de presentes.

mar
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DEU NO BLOG DE FERNANDO RODRIGUES

( http://uolpolitica.blog.uol.com.br/arch2010-03-21_2010-03-27.html )

Um dado alarmante sobre o descontrole das contas do Estado: a CGU (Controladoria-Geral da União) anunciou hoje (26.mar.2010) que apura indícios de que 2.394 servidores federais terem se aposentado duas vezes.

A fraude é simples. Esses funcionários teriam usado o tempo de serviço para requerer duas aposentadorias. Uma pelo chamado Regime Próprio do Servidor Público Federal (RPSS). A outra pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

A CGU chegou a essa conclusão ao cruzar as bases de dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE) do governo federal e os do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Como se sabe, no Brasil (uma das poucas exceções no planeta), os servidores públicos se aposentam ganhando o último salário recebido quando estavam na ativa. Aliás, é comum que recebam aumento salarial nos meses anteriores à aposentadoria para que carreguem um benefício mais polpudo para casa quando param de trabalhar.

É bem verdade que os servidores contribuem mensalmente com 12% sobre o valor total dos seus salários. Mas esse percentual é insuficiente do ponto de vista atuarial para garantir o valor integral do salário na aposentadoria.

No caso dos possíveis 2.394 fraudadores do sistema, sabe-se agora que não só se aposentaram ganhando o salário integral como também beliscaram mais um pouco do INSS. Essas irregularidades estariam causando um prejuízo anual total de R$ 46,2 milhões aos cofres públicos.

Ao longo dos anos, de acordo com o levantamento feito, o prejuízo somado já pode ter atingido R$ 272 milhões, “sem levar em consideração a devida atualização monetária”.

Trata-se aparentemente de uma fraude corriqueira. A CGU constatou que já existem “1.022 servidores que averbaram o tempo de contribuição ao do INSS”. Ou seja, já estão querendo se aposentar por um dos sistemas para depois também ter o benefício duplicado.

Segundo a CGU –talvez o órgão mais respeitável do atual governo–, o resultado da análise “foi encaminhado à Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, ao presidente do INSS, bem como às áreas responsáveis pelos órgãos cujos servidores estão com indícios de inconformidade com a legislação, para providências corretivas”.

mar
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Posted on 30-03-2010
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CRÔNICA/ VOLTAR

A CAMINHO DA BAHIA

Aparecida Torneros

Quando a vida corre e o tempo passa, tem sempre algum lugar que a gente nunca pisou, mas que sabe que já conhece…de outras vidas, talvez…ou dessa mesmo, através de tantas informações que se colheu ao longo dos anos. Comigo, sobre a Bahia, aconteceu assim…

Uma vontade frustrada de passar por lá quando mocinha, muitas histórias de amigos e amigas que de lá voltavam me enchendo a boca dágua, minhas idas consoladoras à Feira Carioca da Providência, anos a fio, visitando a Barraca da Bahia. Era pra comer acarajé, vatapá, caruru, quase como se estivesse mesmo na “terrinha”.

Surgiu uma chance, nos anos 80, fui conhecer Porto Seguro, primeiro, a Baía Cabrália, Prado, Itabuna, Caravelas, fui por terra, meu filho junto, menino ainda. O encanto que senti, era próprio de uma turista extasiada. Mas ainda não era Salvador, e continuei sonhando com as imagens que me acostumei a ver quando li e reli os livros do Jorge Amado. No íntimo, tinha certeza de que um dia, ia aterrissar naquela cidade-mãe, primeira capital do Brasil e subir o elevador Lacerda, misturando-me ao povo do lugar.

Pois, em 2003, com a sensação de 40 anos de atraso, consegui viajar em abril, por uma semana, finalmente, para hospedar-me, solitária e sedenta de bahianices , num hotel da Barra. Como diria o Jamelão, fiquei mais feliz que pinto no lixo. Danei a fazer excursões, de manhã e de tarde, por uns quatro dias seguidos. Bahia histórica, Bahia tradicional, as praias do litoral Norte, etc. etc.

Visitas ao Pelourinho, fotografias com baianas, a lagoa de Abaeté, caminhadas solitárias pela orla nas três manhãs que antecederam a minha volta ao Rio. Conheci um típico cicerone baiano, numa dessas andanças pela praia. Ele me mostrou a noite no Xororó, com aquelas figuras fantásticas, dos Orixás emergindo das águas. O novo amigo, espantado e sem jeito, presenciou meu chororô, pois foi o que me coube fazer, diante do brilho que percebi naquela terra, cuja gente me comovia encharcando-me de histórias de miscegenação.

Ele próprio contou-me que uma noite, madrugada alta, viu e nunca esqueceu, Irmã Dulce saltando de uma van, indo abraçar e acolher um mendigo na calçada, a quem ela deu colo como se fora a mãe acariciando um filho menino. Histórias da Bahia, sempre colecionei, as que li, as que me contaram e as que eu mesma vivi, nas viagens que fiz ali.

Acontece que, fui me sentindo cada vez mais identificada com o clima baiano, e, apesar de nunca ter morado lá, sinto-me em casa, sempre, quando volto. Tenho agora prima, marido, a filhinha deles, além de muitos amigos e amigas morando em Salvador. Tenho o carinho editorial do Vitor Hugo Soares, que publica meus singelos textos, tantas vezes, no Bahia em Pauta, como já o fez, anteriormente, no Jornal A Tarde.

Tenho, sobretudo, a alegria de sonhar com aqueles ares e “volver” sempre que é possível.
Agora, vou na Semana Santa. Ficarei num desses Resorts, na praia do Forte, mas visitarei a cidade e os amigos, disso não abro mão. Algumas companheiras cariocas estarão comigo no descanso programado, porém, já lhes avisei que o Bonfim me espera, e lá não deixo de ir em todas as viagens a Salvador.

Nos últimos 7 anos, volto sempre à capital baiana, com carinho renovado e alma em festa. Acompanho seus movimentos, preocupo-me com seus índices crescentes de violência, lamento o atraso da implantação do metropolitano, saúdo seu maravilhoso carnaval, torço pelo sucesso dos seus artistas, repercuto o sentido das suas lutas, gosto de testemunhar seu progresso, e me regosijo a cada notícia alvissareira que me chega desde a terra de Caymmi.

Um gosto de dendê me invade a boca, o cheiro do mar baiano me conquista, também a cor, aquele verde novinho em folha, como definiu Vinícius, a famosa preguiça que a Bahia imprime na nossa visão de mundo, aquele instante para relaxar, na rede, de preferência, deixar-se inundar de vida passante, buscar abraços confortadores, beijos calmantes, para em seguida, sair atrás do Olodum, de um trio elétrico que remexa nosso coração, reinvente nossa trajetória, nos sacuda a alma, nos reavive os sentimentos.

Em mim, particularmente, vem uma vontade de estar com quem me dê de beber uma água de coco, mesmo que seja na fantasia de ter ao lado alguém que já viveu na Pituba, jogou no campeonato baiano de tênis, um ser viajado e cavaleiro andante, que coincidentemente, mora na minha rua, no Rio de Janeiro, e que ao saber que estou indo passar uns dias naquele lugar abençoado, deixou escapar, em tom lamentoso e bem baianês…ai que saudade eu tenho da Bahia… mas, quem não tem?

Aliás, e por falar em saudade, onde anda você? Venha comigo, Cigano, me encontre no Mercado Modelo e vamos baianar durante os feriados Santos, na Bahia que é de todos os Santos, afinal….

Cida Torneros, escritora e jornalista, mora no Rio de Janeiro, onde edita o Blog da Mulher Necessária)

mar
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Posted on 30-03-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 30-03-2010

DEU NA EDIÇÃO DESTA SEGUNDA-FEIRA, 29, NO PROGRAMA CQC,  DA TV BANDEIRANTES EM REDE NACIONAL:

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Wagner; Chapa fechada

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No Palácio de Ondina acaba de ser batido o martelo na composição da chapa de Jaques Wagner para o governo da Bahia.

Além do próprio governador petista, que tenta a reeleição, está definido: O conselheiro do Tribunal de Contas, Otto Alencar é o candidato a vice.

Para as duas vagas do senado os candidatos escolhidos são a deputada e ex-prefeita de Salvador, Lídice da Mata (PSB), e o senador ex-carlista Cesar Borges (PR), que muda de estrada para buscar a reeleição ao lado de novos aliados.

Amanhã todos eles estarão em Brasília para receber a benção do presidente Lula.

mar
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Posted on 30-03-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 30-03-2010

Tem operação policial percorrendo nesta terça-feira vários bairros de Salvador.

Informação chegada ao Bahia em Pauta dá conta de que a Agência Nacional do Petróleo – ANP, em parceria com a Delegacia de Repressão aos Crimes Econômicos contra a Administração Pública acaba de deflagrar uma operação de combate à revenda de gás de cozinha, em postos clandestinos de Salvador.

Segundo seus idealizadores, “o objetivo do trabalho é coibir a venda clandestina de gás”,  informa Francisco Nelson Castro Neves, coordenador do escritório da ANP, em Salvador. Segundo a delegada Pilly Dantas, responsável pela operação, o trabalho de fiscalização vai acontecer em seis pontos distintos da cidade, entre eles, a Liberdade e a Boca do Rio.

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Posted on 30-03-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 30-03-2010

João Leão:enigma na sucessão

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Em seu artigo desta terça-feira, na Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho, fala de conflito que teria se instalado em áreas do governo nas últimas e decisivas horas de acordos sucessórios. O governador adiou o anúncio, que seria hoje, dos novos secretários que assumirão em lugar dos que vão sair para se colocarem em condições legais de concorrer às eleições. As exonerações destes serão formalizadas amanhã para garantir que não fiquem impossibilitados de disputar o pleito de 3 de outubro, informa Ivan no texto que Bahia em Pauta reproduz..
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TEMPESTADE NO GOVERNO

Ivan de Carvalho

Tumulto na área do governo. O governador adiou o anúncio, que seria hoje, dos novos secretários que assumirão em lugar dos que vão sair para se colocarem em condições legais de concorrer às eleições. As exonerações destes serão formalizadas amanhã para garantir que não fiquem impossibilitados de disputar o pleito de 3 de outubro.
Mas por que não serão anunciados hoje, mas em data ainda não marcada, os novos titulares das secretarias e de outros cargos da administração estadual, pelos quais poderão ficar respondendo interinos? Por uma razão óbvia, embora os detalhes não estejam, em boa parte, à vista: há um tumulto, uma tempestade, na base política do governo.
Se chegasse a ser um furacão – e é bom lembrar que algumas tempestades evoluem para furacões, sendo também verdadeira a recíproca – seria possível dizer que o olho do furacão é precisamente a relação entre o ex-governador e conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, Otto Alencar e o PP.
Lembrando: estava combinado sem contestações que Alencar deixaria o TCM e se filiaria ao PP, pelo qual seria candidato a uma das cadeiras de senador na chapa liderada pelo governador petista Jaques Wagner, candidato à reeleição. Mas Alencar, foi surpreendido por problemas sérios de saúde que o convenceram da impossibilidade ou grande inconveniência de envolver-se numa agitadíssima candidatura ao Senado, ainda mais numa campanha eleitoral que se prenuncia como extremamente dura, corrida e de forte teor emocional, exigindo grande esforço físico e psíquico. E depois, vencendo, viriam as obrigações de um senador que representaria um Estado importante.
Otto Alencar chegou à conclusão que atualmente isso ultrapassava as cautelas para suas condições físicas e que, embora reconhecido lutador, ainda não tinha na fronte o selo de herói ou de mártir. Então foi convidado pelo governador para ser candidato a vice-governador, o que significaria uma campanha menos intensa e, se vencedor, um trabalho ameno. Aceitou. E acertou a indicação de um assessor para a vaga que deixaria aberta com sua saída do TCM, compromisso que, sem dúvida, quer honrar.

Aí o PP achou que era demais. Não tinha uma ligação precedente com Alencar, concordara numa boa, no bojo de uma negociação, com o ingresso do ex-governador em seus quadros para disputar um mandato de senador, o que daria muita visibilidade ao partido, mas vice-governador seria demais. Vencendo Wagner e, presume-se, candidatando-se ao Senado em 2014, Alencar assumiria o governo como titular por nove meses, comandaria o processo eleitoral e, se a conjuntura e a vontade apontassem para a disputa de um mandato de governador de quatro anos, lá estaria ele.

O PP ouriçou-se todo. Reivindica a vaga de Otto Alencar no TCM para o deputado estadual e secretário da Agricultura Roberto Muniz (o que facilitaria a eleição de dois deputados do PP, que herdariam os votos de Muniz) e, alternativamente, sugere que o deputado federal João Leão entre na chapa majoritária disputando uma das cadeiras de senador, o que deslocaria alguém da chapa majoritária – o próprio Alencar, ou Lídice da Mata ou até mesmo o requestado senador César Borges. E aí já é outra tempestade.
É que não cabem cinco candidatos (Wagner, Alencar, Borges, Leão e Lídice da Mata) numa chapa de quatro.
Como previmos ontem, esta é uma semana crítica, principalmente na área do governo.

BOA NOITE!!!

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