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Eduardo Campos e Lula: “sinto muito” a Ciro

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DEU NA COLUNA PAINEL DA FOLHA DE S. PAULO (Domingo, 28)
( Renata Lo Prete)

SINTO MUITO

“Diagnóstico de quem conhece bem tanto Eduardo Campos quanto Ciro Gomes: o presidente do PSB está fazendo pacientemente todo o roteiro de conversas com possíveis aliados para no final poder dizer ao pré-candidato algo como: “Tentamos de tudo, mas não deu”

RAJADAS DE BALAS

E Ciro Gomes vai sair da disputa presidencial em silêncio ou atirando?
“Para todo lado”, responde o mesmo especialista.

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No começo da noite do domingo, depois de um por de sol envergonhado de outono na Baia de Todos os Santos – certamente um daqueles que fizeram a cantora Maria Bethania sentir temores estranhos e odiar por de sol em qualquer época do ano-, abro o e-mail e lá está o convite irrecusável de Luiz Fontana, do Blogbar:”Que tal Lúcio Alves?”.

Abro o link e leio no You Tube mais informações sobre a raridade resgatada:”Blogbar do Fontana – Nos balcões dos bares da vida Lúcio Alves – Cantando Depois do Sol 1961 – PHILIPS Música – Madrugada 3:05 Compositores – Antônio Maria, Ismael Netto, e Reinaldo D. Leme”

Querer mais é pecado de usura, não? Confira.

(Vitor Hugo Soares, com agradecimentos a Luiz Fontana e seu Blogbar)

mar
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Posted on 28-03-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 28-03-2010

O presidente Barack Obama, dos Estados Unidos, chegou neste domingo ao Afeganistão para uma visita surpresa ao país, onde se encontrou com o presidente afegão Hamid Karzai e com as tropas americanas.
As autoridades dos EUA e do Afeganistão mantiveram a visita ao país do presidente norte-americano, Barack Obama, em segredo por razões de segurança.

Barack Obama, que ordenou um aumento maciço de tropas no Afeganistão, desembarcou na base de Bagram, a Norte de Cabul, voando depois de helicóptero para o palácio presidencial afegão, numa visita que deverá durar apenas algumas horas.

Os presidentes Obama e Karzai encontraram-se de imediato, para discutir a avaliação dos progressos militares no terreno feito pela administração americana, segundo disse o conselheiro de Segurança James Jones, citado pela agência noticiosa France Press.

O objetivo é levar o presidente afegão a perceber que «no seu segundo mandato há algumas coisas a que ele ainda não prestou atenção, como a nomeação por mérito dos funcionários governamentais mais importantes, a luta contra a corrupção e a luta contra os traficantes de droga, que fornecem o motor econômico aos insurgentes», afirmou o conselheiro.

Um alto oficial da administração norte-americana, citado também pela France Press, afirmou que Barack Obama vai ainda manter encontros com outros membros do governo afegão, para debater temas como a reconciliação de facções rivais no país, enquanto aumenta o número de soldados americanos e da NATO na área.

O presidente norte-americano vai também receber do General Stanley McChrystal, comandante das forças americanas, informações do estado das tropas e das movimentações militares, antes de jantar com efetivos dos EUA.

(Com informações do portal TSF e Agencia France Press)

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Berlusconi: depois de votar hoje

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DEU NO “PUBLICO”, DE LISBOA
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“Faz sentido pedir à ONU que observe umas eleições regionais de um país da União Europeia? Sim, se esse país for a Itália, diz Roberto Saviano, escritor perseguido pela máfia. A ONU não respondeu à provocação, mas há mais italianos que concordam com o autor de ‘Gomorra’ e esta semana o apelo chegou ao Facebook:

“Nas próximas eleições somos todos observadores” é o manifesto que dezenas de milhares assinaram. Os italianos votam hoje e amanhã para eleger governadores e prefeitos em 13 das suas 20 regiões. Berlusconi já votou, em Milão, segundo informa a AGência europeia REUTERS

“Para um voto honesto seria preciso a ONU” é o título do texto que Saviano publicou no jornal La Repubblica (esquerda). “Quem pense que isto é um exagero, deve saber que o país está sob cerco. Na Calábria [ponta sul], em 50 conselheiros regionais, 35 foram processados ou condenados. E tudo acontece na mais absoluta impunidade. No silêncio. Que outro país admitiria isto?”, interroga-se.

A Saviano não faltam exemplos: senadores de direita eleitos com votos da Ndrangheta, a máfia da Calábria que é hoje a mais poderosa de Itália, mas também candidatos do Partido Democrata (PD, a principal força da oposição de centro-esquerda) envolvidos em casos de corrupção ou apoiados por capos conhecidos. “Quando a política é isto, a máfia já venceu.”

Não é só a máfia. É também Silvio Berlusconi, o primeiro-ministro que ainda consegue fazer de cada eleição um plebiscito. Mesmo agora, desgastado e com a popularidade em baixa, o que no seu caso quer dizer 44 por cento, ainda invejável para muitos líderes europeus. Berlusconi sempre acreditou que não interessa se falam bem ou mal dele, o que importa é que ninguém o esqueça.

A campanha teve escândalos de corrupção, abuso de poder, polémicas sobre a liberdade de imprensa, mais uma lei para salvar Berlusconi de responder em tribunal, escutas telefónicas e gafes… Nada de novo desde que o Cavaliere entrou na política, em 1994. Também teve muito pouco debate e quase nenhuma discussão sobre a crise e o desemprego (a principal preocupação de 79 por cento dos italianos), com uma ajuda da Autoridade da Comunicação que, em nome da igualdade de tratamento, resolveu proibir toda a programação política.

Num país onde a política falhou, o que houve de novo foram iniciativas independentes, como o Popolo Viola, um movimento que se diz contra Berlusconi e contra a máfia, pela defesa da Constituição e da democracia, e que já juntou centenas de milhares nas ruas de dezenas de cidades.

Os analistas têm dúvidas sobre o impacto que o movimento “violeta” terá no resultado eleitoral. Alguns desconfiam que vai engordar a abstenção, outros sugerem que beneficiará a oposição – os seus membros são eleitores naturais do centro-esquerda. Mas estão desiludidos com os partidos.

AnnoZero na rua

Na quinta-feira, o Popolo Viola mudou a sua imagem no Facebook para um cartaz “RAI por uma noite”, uma maratona anti-Berlusconi, transmitida não na televisão pública, mas em televisões locais, por satélite e na Net. Também o jornalista Michele Santoro decidiu agir por conta própria. Levou para a rua o seu programa, um dos sobreviventes espaços críticos a Berlusconi, banido da campanha.

A emissão especial do AnnoZero dedicada à liberdade de expressão foi difundida a partir de Bolonha e retransmitida em telas gigantes colocados em 200 cidades, mas também por 40 televisões locais e em streaming por muitos sites. Na Net teve 200 mil espectadores, um recorde, segundo os jornais italianos. E na televisão obteve uma audiência de 13 por cento.

Num programa que começou com um filme onde Mussolini se dirige às massas, seguido de um discurso de Silvio Berlusconi, não houve papas na língua. Santoro lançou um apelo ao Presidente da República, Giorgio Napolitano: “Ainda não estamos no fascismo, mas algumas semelhanças podem ser fonte de inquietação.”

Santoro não é uma novidade; novo é ter conseguido chegar aos italianos fora dos canais habituais. Em 2002 foi afastado da RAI por Berlusconi o ter acusado de fazer um “uso criminoso” da televisão pública. Seguiu-se uma batalha judicial e só em 2006 teve de volta o seu programa. Desta vez conseguiu montar a noite de Bolonha anunciando-a no Facebook e noutras redes. Na rua estiveram 50 mil pessoas que pagaram 2,5 euros, ajudando a cobrir as despesas de produção.

Num país em que 80 por cento das pessoas se informa só através da televisão e decide aí o seu voto – e há um primeiro-ministro que influencia os três canais públicos e é dono de três privados – começou a ser mais difícil tirar os incómodos do ar.

Até 2013

Pode ser o princípio do fim do monopólio Berlusconi, mas falta muito para a Itália ter novos líderes e dificilmente o resultado será lido como uma derrota do primeiro-ministro.

O centro-esquerda já controla onze das 13 regiões que vão a votos. Há um mês, Berlusconi acreditava que a direita poderia conquistar cinco; hoje já só quer vencer em duas e ainda pode ganhar na Calábria e na Campânia, além de manter a Lombardia e o Veneto. Piemonte e Lázio, a região da capital onde a lista do Povo da Liberdade não foi aceita, são as corridas mais renhidas.

No país, pouco mudará independentemente dos resultados e o pior que pode acontecer a Berlusconi é ser forçado a remodelar o Governo, mais por causa dos aliados (ver caixa) do que devido aos votos da oposição.

É verdade que estas eleições vão medir o desgaste de Berlusconi. Mas até 2013 ninguém o vai tirar do poder. “O Governo tem maioria absoluta e vai terminar o mandato, a questão é que o primeiro-ministro de um qualquer governo democrático já se teria demitido por um décimo dos escândalos que envolvem Berlusconi”, diz Massimiliano Rossi, apoiante em Lisboa do Popolo Viola. “É por isso que a nossa é uma democracia doente.”

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Querido amigo e companheiro de blog Gilson Nogueira: a noite de ontem, 27 de março, relmente pedia uma terceira linda e marcante canção para celebrar. Infelizmente não deu, mas “Stardust”, com Henyi Mancini, que você sugeriu e garimpou no You Tube para generosamente nos oferecer, vai como canção de agradecimento para começar o domingo no Bahia em Pauta .

(Vitor Hugo Soares)

Doris: tratamento severo

DEU NA IMPRENSA EUROPEIA
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Em declarações ao jornal suíço Le Matin Dimanche, a presidente suiça, Doris Leuthard defendeu, neste domingo, a “total proibição de contactos” dos padres pedófilos com crianças, aplicando assim ao clero regras que já estão em vigor para os professores, por exemplo.

«É importante que os pedófilos, quer sejam padres, professores ou que tenham de uma maneira ou outra contactos com crianças, não possam ter mais contatos com estes últimos. A criação de um registo centralizado como já existe um para os professores também deve ser debatida para os padres pedófilos», indicou.

Leuthard considerou igualmente «importante que locais de acolhimento sejam criados para as vítimas». «E os casos devem ser tratados resolutamente», referiu.

«Aí, a Igreja deve assumir a sua parte de responsabilidade. Que os autores sejam laicos ou religiosos não faz qualquer diferença. Todos são submetidos ao código penal suíço, sem excepção», defendeu.

A proposta de um regisRto de padres pedófilos surge depois de um membro eminente da conferência episcopal suíça ter sugerido recentemente ao Vaticano para elaborar uma lista dos membros do clero católico suspeitos de abusos sexuais.

(Com informações do portal português TSF)

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