mar
25

Aconteceu nesta quinta-feira no plenário da Assembleia um fato inusitado, que seguramente terá consequências ainda pelos próximos dias.

Durante a realização da sessão especial,  proposta pelo deputado Júnior Magalhães para comemorar os dez anos de emancipação do município de Luís Eduardo Magalhães (antiga Mimoso do Oeste),  foi apresentado um vídeo comemorativo.

O narrador, com voz impostada, discorria sobre as característica físico-geográficas do município, quando informou: ” …Grande foi a luta do povo para transformar o município no que é hoje, com sua pujança econômica, mas pequenos foram os governos estadual, municipal e federal, que não contribuiram em nada para o desenvolvimento local.

Presentes na sessão estavam o primeiro prefeito, Oziel Oliveira, Jusmari Oliveira, prefeita de Barreiras e proponente do nome e da emancipação de Luís Eduardo, além do senador César Borges, governador à época da autonomia.

O espanto foi geral. Ninguém entendendo nada,  mas teve muita gente querendo saber sobre a autoria do vídeo. Se do atual prefeito, rompido com o grupo de Oziel, que o elegeu, ou do deputado Junior Magalhães.

É como dizia Jô Soares em antiga chanchada nacional;  “VAI DAR BODE” !!!

mar
25
Posted on 25-03-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 25-03-2010

“L`Osservatore Romano”,  jornal oficial do Vaticano, reagiu, nesta quinta-feira, de forma crítica às últimas notícias sobre casos de pedofilia a que o cardeal Joseph Ratzinger, atual Papa Bento XVI, terá alegadamente fechado os olhos.

O New York Times escreveu, quarta-feira, que apesar de várias denúncias feitas por bispos norte-americanos sobre um padre que teria abusado de 200 menores, Ratzinger, à época prefeito da congregação para a doutrina da fé, não tomou nenhuma medida.

Hoje , o L’Osservatore Romano disse que o jornal norte-americano omitiu fatos e manipulou informação.

O órgão oficial do Vaticano denunciou o que considera ser uma evidente e ignóbil tentativa de atingir o Papa a qualquer preço e acusou alguns jornais de passar uma imagem deturpada da Igreja Católica «como se fosse a única responsável pelos abusos sexuais, o que não corresponde à realidade».

O cardeal português D. Saraiva Martins, que falou esta quinta-feira aos jornalistas no Vaticano, também considerou que há uma maquinação para «atacar a Igreja», ainda que reconheça que a Igreja não pode tolerar pedofilia nas suas fileiras.
O prefeito emérito da Congregação para a Causa dos Santos denuncia assim o que diz ser uma conspiração com um objectivo muito claro, recusando, no entanto, dizer quem será o responsável por este alegado plano.

Enquanto defende «tolerância zero» para padres pedófilos, o cardeal português entende as razões que levaram alguns bispos a esconder casos de abuso sexual de crianças.
Citado pela agência Reuters,  D. José Saraiva Martins disse que tal como numa família, a Igreja Católica não lava a roupa suja em público.
Sendo também um dos mais próximos conselheiros do Papa,
Saraiva Martins defende os sacerdotes, afirmando que 99 por cento vivem uma vida de sacrifício e de compromisso com a sociedade e, portanto, é «injusto» apresentá-los «como se todos» fossem pedófilos.

O cardeal apela assim a um maior rigor na escolha de candidatos ao sacerdócio e à formação contínua dos sacerdotes.

(Com informações do portal TSF, Lisboa)

mar
25
Posted on 25-03-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 25-03-2010


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A música para começar a quinta-feira no Bahia em Pauta, de Edu Lobo e Chico Buarque “Choro Bandido”, é destas que dispensam palavras explicativas. Para este editor é simplesmente o máximo em letra e melodia. Confira.
(VHS
)

mar
25

Em comentário postado na área do artigo de Ivan de Carvalho,  no Bahia em Pauta, o antenado editor do Blogbar, Luiz Fontana, chama a atenção para duas notas de Renata Lo Prete, “que em sua coluna Painel, da Folha de São Paulo, arrisca e simplifica”, segundo Fontana:
Vamos à elas, reproduzidas neste espaço informativo e de opinião do BP:
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“Lado A. A chapa de Jaques Wagner (PT) para disputar a reeleição ao governo baiano está muito perto de ter na vice Otto Alencar, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e por enquanto sem partido. As vagas ao Senado devem ficar com César Borges (PR) e Lídice da Mata (PSB).

Lado B. Na oposição, o desfecho caminha para a indicação de Nilo Coelho (PSDB) como vice de Paulo Souto (DEM). Para o Senado, os nomes devem ser José Ronaldo (DEM), ex-prefeito de Feira de Santana, e ACM Júnior (DEM), embora a família o pressione a abdicar da reeleição para cuidar dos negócios. ”
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Certo ou errado?, pergunta Fontana.

mar
25
Posted on 25-03-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 25-03-2010


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Tem balão de ensaio político no ar na sucessão baiana, alerta o colunista Ivan de Carvalho em seu artigo desta quinta-feira na Tribuna da Bahia. Assim, segundo ele,  parece estar mais distante do que muitos imaginam o acordo que pode levar o ex-carlista senador César Borges a formar fileiras com o seu PR ao lado dos petistas para manter Wagner por mais um mandato no Palácio de Ondina. Martelo que Jaques Wagner imaginava bater até esta sexta-feira. Antes disso, tem que levar em conta o PR, que Borges preside na Bahia e tem quatro deputados federais e seis estaduais, com pretensões a aumentar esses números nas eleições, assinala Ivan no artigo que BP reproduz.
(VHS)

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Coligações proporcionais, o nó

Ivan de Carvalho

Balão de ensaio entregue graciosa e maliciosamente a setores da mídia, que tiveram curso sem as ressalvas aconselháveis, foi a teoria de que o senador César Borges já não estaria com seu ingresso na coligação governista para as eleições de outubro travado pela questão das coligações para as eleições proporcionais.
A solução teria sido encontrada: não se faria a coligação proporcional para deputado estadual, mas o governo daria um “tratamento diferenciado” aos deputados republicanos candidatos à reeleição – quer dizer, aos quatro republicanos que apóiam o governo, embora não aos dois republicanos que estão fazendo oposição – Elmar Nascimento e Sandro Régis.
Aborde-se qualquer deputado do PR e questione-se o assunto. A reação já seria mesmo esperada. Uma risada e “nem pensar”. Coligação é preto no branco, tinta no papel, registro no TRE. O “tratamento preferencial” – “palavras, palavras, nada mais que palavras”.
As bancadas federal e estadual do PR querem, ingressando o partido na aliança governista, que a coligação seja feita tanto para as eleições majoritárias quanto para as proporcionais. Não querem saber de outra coisa e o senador César Borges está tão ciente disso que, em suas mais recentes declarações, deixou claro que “não dá para fazer uma coligação que não inclua todos os setores de um partido” e que “faltam os acertos para as (eleições) proporcionais” e “é preciso que a composição eleitoral pretendida inclua também essa questão”.
Depois de muito conversar com os três principais grupos atuais da política baiana, o senador César Borges parece haver fixado firmemente o grupo liderado pelo governador como preferencial. Mas como ele mesmo disse, “eu não sou sozinho”. Então não pode pensar e decidir apenas segundo seu interesse político. Tem que levar em conta o PR, que preside na Bahia e tem quatro deputados federais e seis estaduais, com pretensões a aumentar esses números nas eleições. E as duas bancadas, evidentemente, fazem questão de entrar na grande coligação, não aceitam ser marginalizadas e o senador sabe disso.
Mas os deputados e outros candidatos petistas, que também sabem, não querem e batem os pés (devem ter apreendido naquelas danças de índio a que vários deles gostam de comparecer). A julgar pelo que dizem políticos petistas como o líder na Assembléia Legislativa, Paulo Rangel, inarredáveis da posição de evitar o ingresso do PR nas coligações proporcionais. “O deputado Paulo Rangel é um mau companheiro do governador Jaques Wagner”, comentou ontem o líder do PR na Assembléia Legislativa, Pedro Alcântara. Preciso explicar a declaração? Não preciso não. Mas não posso me dispensar de lembrar que o senador César Borges já resolveu enfrentar vários riscos para aliar-se a Wagner e que o PMDB oferece ao PR uma vaga de senador, a de vice-governador e o apoio legal (entendo como coligações) e logístico da estrutura peemedebista (o que inclui um bom espaço no rádio e na tevê).
Quanto ao problema de base é que, se o PR entra nas coligações proporcionais, o PT e o resto do mundo acreditam que o PT perderá ou deixará de ganhar, nas eleições, de quatro a meia dúzia de cadeiras, produzindo-se outro abalo, menos insuportável, na bancada federal.
Mas as prioridades do PT são Dilma no Brasil e Wagner na Bahia, “na boa ou no tapa”, uma expressão do repórter que não deve ser interpretada demasiado ao pé da letra.

mar
25

Sarkozy: direita volver

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Criticado no seu próprio partido (a União para um Movimento Popular, UMP) após a fragorosa derrota nas eleições regionais francesas dos dias 14 e 21, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, surpreendeu nesta quinta-feira ao anunciar que vai prosseguir as suas reformas e vai virar ainda mais o seu governo à direita.

Segundo noticia o portal portiguês TSF, uma das primeiras medidas do Presidente francês será o abandono da polêmica taxa carbono. Esta visava a redução das emissões de CO2 e devia entrar em vigor já a 1 de Julho.

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