Mães e esposas de presos protestam em Cuba/EPA

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DEU NO PORTAL TSF (LISBOA)

Um grupo de mulheres e mães de presos políticos foram carregadas, nesta quarta-feira, pela polícia cubana, quando faziam um protesto público em Havana. As chamadas “Damas de Branco” recordam, durante esta semana, o sétimo aniversário da Primavera Negra, quando dezenas de opositores ao regime foram presos.

Ontem já se verificava um ambiente de tensão entre os apoiadores do regime e as manifestantes. Contudo, esta quarta-feira, como testemunhou um reporter da agência France Press, algumas mulheres foram agarradas e transportadas pelas autoridades cubanas para veículos.

A TSF falou com uma das manifestantes que contou que «eramos cerca de 50 mulheres de branco que nos dirigimos para a igreja de Santa Barbara, em Havana, em protesto para exigir a libertação dos 53 presos».

«A nossa marcha foi surpreendida por cerca de 300 pessoas» acusadas de serem «organizadas pelo Governo de Fidel e Raul Castro», e mais 200 polícias.

«A marcha parou depois junto à casa de Orlando Fundora», outro dos dissidentes em greve de fome, «a ideia era pedir-lhe para interromper o protesto. Foi aqui que a polícia e os homens partidários de Fidel nos puseram à força dentro de dois autocarros. Mas nós não queríamos e oferecemos resistência», revelou a manifestante.

«Pelo menos dez mulheres tiveram de receber tratamento hospitalar», como contou a manifestante, que acrescentou que «o dia foi marcante, triste e vergonhoso para o país».
polícia cubana.Sete anos depois da Primavera Negra, 53 dos 75 opositores ao regime continuam presos.

(Com informações do portal TSF e France Presse)

mar
17
Posted on 17-03-2010
Filed Under (Multimídia, Newsletter) by vitor on 17-03-2010


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Se viva estivesse a cantora Elis Regina teria completado 65 anos nesta quarta (17).Apesar da morte precoce e trágica, ela deixou uma vasta e brilhante obra na MPB, que como a saudade que ela deixou é imortal.

Elis Regina, também conhecida como Pimentinha, era uma cantora singular. Até hoje ninguém se compara ao fenômeno Elis.Considerada a maior cantora do Brasil, Elis morreu aos 36 anos, em 1982. Sua obra é referência para novos artistas e sua discografia sempre é relembrada.

Tellé Cardim, editora de Cultura da Record, conheceu Elis nos bastidores do famoso festival da TV Record, nos anos 60. Tellé era uma das universitárias que torciam pelos cantores da época.

– Ela era muito exigente e perfeccionista. Uma vez a Elis me falou que não gostava de quem não tinha amor pelo que fazia. E que ela fazia sucesso porque transmitia amor para o público.

Jair Rodrigues, cantor que gravou nos anos 60 o histórico programa de TV Fino da na Bossa ao lado de Elis, sente saudades da amiga.

– É um dia sempre triste. Ela é considerada não só pelo Brasil, mas como pelo mundo como uma das maiores cantoras que já existiram. Nós tínhamos um enorme respeito e carinho um pelo outro.

Jair também confessa.

– Meu filho Jairzinho nasceu no mesmo dia do aniversário da Elis. E, quando ele nasceu, ela me mandou um bilhete carinhoso, que eu guardo até hoje a sete chaves.

(Com informações do Portal R7 )

mar
17
Posted on 17-03-2010
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BOA NOITE!!!

Serra: “estou cansado”/MSN

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CLAUDIO LEAL (DE SÃO PAULO)

No lançamento do livro “Diário de bordo – A viagem presidencial de Tancredo”, do embaixador e ex-ministro Rubens Ricupero, terça (16) à noite na livraria Cultura, em São Paulo, o governador José Serra chegou com um cortejo de D. João VI, perto do fim do expediente.

Driblando perguntas sobre a sucessão nacional – “Estou muito cansado… O dia foi cansativo” -, o pré-candidato do PSDB pediu a um rapaz para largar o cigarro e aceitou posar para fotos com uma criança. Pedido ideal para um candidato com sequito de D. João VI.

Depois de caras de cinema para cinco cliques com a menina de colo, Serra devolveu-a aos braços da mãe, que fez tatibitati:

– Minha filhinha tirou uma foto com o futuro presidente!

Ao ouvir a frase, Serra deu um recuo e ponderou:

– Mas foi ela que quis!

Claudio Leal é jornalista

mar
17
Posted on 17-03-2010
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Lula carrega Dilma para o calcanhar de Serra

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DEU NO PORTAL IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

A pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira, traz o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), cinco pontos percentuais à frente da ministra Dilma Rousseff (PT) nas intenções de voto para as eleições presidenciais deste ano. Porém, a pesquisa mostra o movimento capturado por outros institutos: redução da diferença entre os dois principais pré-candidatos.

No cenário principal da pesquisa, Dilma tem 30% e Serra, 35%. O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) registra 11%; e a senadora Marina Silva (PV-AC), 6%. Brancos e nulos somam 10% e indecisos, 8%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em dezembro, na última pesquisa Ibope, Serra tinha 38% e Dilma, 17%. Ciro Gomes exibia 13% e a senadora Marina Silva (PV-AC) tinha 6%.

Na simulação eleitoral, sem Serra como candidato do PSDB, Dilma ultrapassa Ciro e assume a liderança na pesquisa. Sem Serra, a Dilma tinha 20% na pesquisa de dezembro e passou a 35%, Ciro tinha 26% e recuou para 21%. Já Aécio oscilou de 14% para 13% e Marina foi de 9% para 8%.

Para João Paulo Peixoto, professor de ciência política da Universidade de Brasília (UnB), “se comparar a exposição dela [Dilma] na mídia e a dele [Serra] até agora, ela tem se beneficiado ao máximo da presença do presidente [Luiz Inácio Lula da Silva] junto a ela”, avaliou. “A gente só vai ter uma avaliação mais real da força dela quando ela começar a andar com suas próprias pernas, sem o suporte do Lula”, acrescentou Peixoto.

Outros dados da pesquisa

Segundo turno – a pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta quarta-feira, mostra que Serra ganha em todas as simulações feitas para 2º turno. Na mais provável, o tucano teria 44% das intenções de votos e Dilma, 39%.

Rejeição – o índice de rejeição a Serra e Dilma diminuiu, na comparação com a última pesquisa Ibope. Serra tem 25% de rejeição, contra 29% em dezembro. Dilma apresenta 27%, contra 41%.

Conhecimento das candidaturas – entre os entrevistados, 65% dizem conhecer bem ou mais ou menos o pré-candidato José Serra. Já com relação a Dilma, 44% afirmam conhecer bem ou mais ou menos.

Apoio de Lula – a pesquisa também mostrou que 53% dos brasileiros preferem votar em um candidato apoiado pelo presidente Lula; 10% afirmam que votariam em um candidato de oposição; e 33% dizem que o voto é indiferente da posição do presidente.

A pesquisa apontou ainda que, ao serem questionados se eles sabem quem é o candidato apoiado por Lula, 58% afirmam que é a ministra Dilma Rousseff e 39% não sabem.

A pesquisa foi feita de 6 a 10 de março em todos os Estados brasileiros. Foram realizadas 2002 entrevistas e 140 municípios.

Trajetória

Os números divulgados nesta quarta-feira confirmam a trajetória de aproximação entre a pré-candidata do PT e o governador de São Paulo que já havia sido registrada nas últimas pesquisas.

Um levantamento feito pelo instituto Datafolha logo após a aclamação da candidatura da ministra da Casa Civil à Presidência, durante o Congresso do PT, no final de fevereiro, já mostrava Dilma apenas quatro pontos percentuais atrás de José Serra em um cenário com Ciro Gomes (PSB).

Outra pesquisa Ibope, contratada pela Associação Comercial de São Paulo no início de fevereiro, apontava a pré-candidata do PT com 25% das intenções de votos na pesquisa estimulada, com Serra atingindo 36% da preferência do eleitorado.

Na pesquisa espontânea, em que uma lista com os candidatos não é apresentada ao entrevistado, o presidente Lula – que não pode concorrer a mais um mandato – aparece com 20% das intenções de voto, seguido por Dilma Rousseff, com 14%, e José Serra, com 10%. Neste tipo de levantamento, no entanto, 42% dos entrevistados dizem não saber em quem votar.

(*Com informações da Reuters)

mar
17
Posted on 17-03-2010
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Zélia e Jorge na casa do Rio Vermelho

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DEU NA REVISTA


Na coluna Semana/BrasilConfidencial, assinada pelo jornalista Octávio Costa, a revista Isto É publica a seguinte nota na ediçãodesta semana:
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DITO E FEITO

Em 2008, Zélia Gattai pediu ao governo Lula urgência na aprovação de uma lei que pudesse proteger o patrimônio de Jorge Amado. “Eles vão vender tudo”, avisou, referindo-se à família. Tinha toda razão. Depois das obras de arte, está à venda a casa do Rio vermelho, onde viveu o escritor baiano

mar
17

No artigo desta quarta-feira em sua coluna na Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho fala da viagem do governador da Bahia na comitiva do presidente Lula ao Oriente Médio, e destaca o efeito do périplo nas negociações para compor a chapa governista encabeçada por Jaques Wagner, que busca a reeleição.Para o articulista, a viagem deixou sem comando de corpo presente sua base de sustentação política na Bahia. E tornou inviáveis contatos do mais alto nível que envolvam o chefe do Executivo baiano até que retorne da Terra Santa e adjacências, ficando estas por conta da Jordânia.Bahia em Pauta reproduz a íntegra do texto:
(VHS)

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Nó na sucessão: “chama o Alexandre!”

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A VIAGEM E A SUCESSÃO

Ivan de Carvalho

A viagem do governador Jaques Wagner ao Oriente Médio (que na realidade geográfica deveria chamar-se para nós Oriente Próximo) deixou sem comando de corpo presente sua base de sustentação política na Bahia. E tornou inviáveis contatos do mais alto nível que envolvam o chefe do Executivo baiano até que retorne da Terra Santa e adjacências, ficando estas por conta da Jordânia.

É claro que o governador pode manter com algumas pessoas seletas de sua base contatos telefônicos para saber o que ou se está acontecendo algo relevante e emitir opiniões, orientações ou determinações, conforme a natureza das coisas ou a necessidade. Mas não se pode igualar a presença em Israel, na Cisjordânia e na Jordânia à presença na Governadoria ou no Palácio de Ondina. Ou mesmo em Brasília.

Daí que nesses dias de viagem a base política nuclear e suas adjacências – estas, no caso, seriam os segmentos políticos que podem ou não agregar-se à base ou até um ou outro que, insatisfeito, venha a desagregar-se.

É evidente que há problemas, sempre há, mas alguns dos que estão aí são bastante graves, seja pela dificuldade de equacioná-los, seja pela importância política que têm. Para o governador e o PT destacam-se, no momento, dois. E respondem pelos nomes de Waldir Pires e de César Borges. Como disse, estes destacam-se, mas há outros, respondendo pelos nomes de Otto Alencar, Lídice da Mata e pela expressão “coligações para as eleições proporcionais”, as de deputado estadual e federal.

Comecemos as breves observações a respeito pelo fim. A coligação proporcional para deputado federal na base de sustentação do governo caminha, segundo os indícios, para o “chapão”, uma só chapa na qual estariam os candidatos de todos os partidos da base governista à Câmara dos Deputados. Não são ouvidas aí gritarias nem percebidos esperneios.

Quanto a coligação para deputado estadual, o inferno desceu (ou subiu?) à base do governo. O governador não está impondo nada a este respeito e cada partido está trabalhando pela fórmula que melhor lhe parece. O problema é que cada fórmula que a um parece bem, a outro parece má. A coordenação do governador aí pode ser indispensável. Há tempo, mas durante a viagem dele, prosperam rumores, boatos e aborrecimentos.

O que Otto Alencar vai fazer depende de veredicto médico. “Não sou herói”, já disse ele. Ele mesmo e o governador o queriam como candidato a senador. Era o plano. E, para o governador, ainda é a vontade explícita. Mas se a medicina disser que não, pois a campanha para o Senado é uma correria, Otto terá duas alternativas principais: ficar onde está, como conselheiro do TCM, ou ver aberto espaço para concorrer a vice-governador.

Problema: para o Senado na chapa de Wagner, existem quatro nomes possíveis para as duas vagas. Otto Alencar, César Borges, Lídice da Mata (que pode ser candidata a vice) e Waldir Pires. Borges é, no momento, como me dizia ontem um colega simpatizante do PT, o “nó górdio” da articulação sucessória. Mas a entrada de Waldir Pires no jogo, apoiado por um grupo de peso neste partido, o que inclui a evidente idéia de escantear o senador republicano César Borges, idéia com a qual Wagner não simpatiza, aperta muito mais aquele nó que já estava difícil de desatar.

Chamem o Alexandre.

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MARIA OLÍVIA

O radialista e jornalista baiano Perfilino Neto realiza noite de autógrafos do livro “Memória do Rádio” nesta quinta-feira, 18 de março, na tradicional loja de discos Pérola Negra (rua Marechal Floriano, 28, Canela), a partir das 18 horas.

Mais que um simples lançamento literário, o evento tem todos os ingredientes para ser um encontro de amigos, admiradores e ouvintes de Perfilino, entre eles músicos baianos, como Edson 7 Cordas, Cacau do Pandeiro, Gereba, Luiz Caldas, Xangai e Roberto Mendes.

Além de um anexo com documentos raros, cada exemplar do livro terá como brinde – cortesia da Pérola Negra – um CD com documentos sonoros de época que caíram no domínio público, selecionados pelo autor.
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Maria Olívia é jornalista

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