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Farinas: passa mal e é hospitalizado

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Os quatro dissidentes cubanos presos que iniciaram uma greve de fome na semana passada acabaram com o seu protesto nesta quarta feira.Um quinto opositor regressou para casa hoje depois de ter sido assistido num hospital de Havana.

Fidel Suárez, que cumpre uma pena de 20 anos na prisão Kilo 8, na província de Pinar del Río, foi o último a interromper a greve de fome, depois de os outros três o terem feito nos últimos dias.

Além de Suárez, estavam em greve de fome Diosdado González, Nelson Molinet e Eduardo Díaz Fleitas, que cumprem penas entre 20 e 21 anos na prisão Kilo 5, na mesma província.

Estes quatro dissidentes haviam adotado esta forma de protesto em seguida á morte do opositor Orlando Zapata, ao fim de 85 dias sem comer.

Esta quarta-feira também se soube que o jornalista e psicólogo dissidente Guillermo Fariñas, em greve de fome e sede há sete dias, foi transportado por familiares para um hospital da cidade de Santa Clara, onde vive, depois de ter desmaiado.

Fariñas desmaiou, esta quarta-feira de manhã, devido a um choque hipoglicémico (baixa de açúcar), foi levado ao hospital, onde os médicos lhe administraram uma injecção de soro com açúcar, que lhe permitiu recuperar os sentidos, após o que decidiram mandá-lo para casa.

O próprio Fariñas tinha insistido com os presos para que abandonassem o seu jejum como protesto pela morte de Zapata, reconhecido como preso de consciência pela Anistia Internacional. O governo cubano, por sua parte, qualifica os opositores como delinquentes comuns e mercenários a serviço dos Estados Unidos.

(Com informações do portal TSF)

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