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Postado em 22-02-2010
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 22-02-2010 17:48

Kassab: efeito suspensivo

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DEU NO PORTAL IG (ÚLTIMO SEGUNDO)

A defesa do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), obteve efeito suspensivo da sentença da Justiça Eleitoral, de primeira instância, que cassou o seu mandato e o da vice-prefeita, Alda Marco Antonio, pelo recebimento de doações consideradas ilegais na campanha municipal de 2008. Com o efeito suspensivo, o prefeito poderá permanecer no cargo até o julgamento final do processo.

O mesmo juiz que decidiu pela cassação, Aloísio Silveira, acatou o efeito suspensivo e recebeu o recurso do escritório do advogado Ricardo Penteado, que agora será analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ainda sem prazo previsto.

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Comentários

luiz alfredo motta fontana on 22 Fevereiro, 2010 at 19:16 #

]Caro VHS

Jornalismo, por vezes, esbarra em verdades absolutas.

Assim: “…que agora será analisado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ainda sem prazo previsto.

aqui mais uma foto 3×4 do disfarce preferia da entidade temida, a tal da “impunidade”.

Na verdade, processos dormitam em gabinetes, gavetas, em qualquer instância, suerior ou não, especializada ou comuim, sem que seja esboçada qualquer reprimenda aos que deveriam cuidar do trâmite normal, punição então, nem como tese acadêmica.

Porém, salvo raríssimas exceções, o “temor reverencial” persiste, e insiste, nas redações.

Asim caminha a tutela jurisdicional nessa calma e reverente terra de ninguém.


luiz alfredo motta fontana on 22 Fevereiro, 2010 at 19:18 #

errata

do disfarce preferia = do disfarce preferido

suerior ou não = superior ou não

ou comuim = ou comum


luiz alfredo motta fontana on 22 Fevereiro, 2010 at 19:41 #

“Dúvidas filosóficas”

O que resta à população de São Paulo?

O prefeito, eleito e em pleno exercício, cometeu o delito de que é acusado, e já condenado em primeira instância, ou não?

Seus atos correspondem ao regular exercício democrático, ou derivam de atitude ilícita, sob a qual pesa a pena de cassação ?

O que impede o Egrégio Tribunal de simplesmente cumprir seu dever, ou poder, e exarar o acórdão final?

O povo de são Paulo merece esse ocaso e padecer na dúvida por tempo inderminado?

A legalidade do exercício do poder executivo na Capital de São Paulo, sob suspeita fundada em autos regulares, não merece esforço e prioridade?

Vitaliciedade é isso? O eterno prolongar de agonias dos tutelados?


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