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Posted on 03-02-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 03-02-2010


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“Acalanto” (de Dorival Caymmi) (Cantam: Nana Caymmi e Dorival Caymmi) É tão tarde /Amanhã já vem /Todos dormem / A noite também / Só eu velo por você, meu bem /Dorme, anjo/ O boi pega neném /Lá no céu deixam de cantar…
O editor precisa descansar

BOA NOITE!!!

(VHS)

Deu na Folha:

Na coluna de Mônica Bergamo, o Jornal Folha de S. Paulo publica:

Apenas 19% dos moradores de Salvador participam como foliões do Carnaval da cidade, segundo pesquisa das secretarias de Cultura e Planejamento do Estado da Bahia, que será divulgada hoje. Entre eles, a maioria (62%) prefere sair na chamada “pipoca”, ou seja, fora dos blocos fechados que cobram por um abadá e cordão de isolamento.
Para agradar aos integrantes da “pipoca”, a Secretaria de Cultura escalou atrações ecléticas para shows gratuitos. A lista inclui Pitty, Elza Soares, Chico César e Luiz Cadas

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Posted on 03-02-2010
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Zilda Arns:um dos mortos no Haiti

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Deu no portal TSF (Portugal

O número de mortes provocadas pelo terramoto de 12 de Janeiro no Haiti é já superior a 200 mil e há quarto mil pessoas com amputações, disse nesta quarta-feira o primeiro-ministro haitiano.

«Mais de 200 mil» pessoas perderam a vida, anunciou Jean-Max Bellerive, em declarações à agência europeia AFP, aumentando os anteriores dados disponíveis, que indicavam 170 mil mortos.

Os números mais recentes indicam também que quatro mil pessoas sofreram amputações, decorrentes de ferimentos causados pelos desabamentos provocadas pelo sismo ou devido a complicações posteriores entre os ferimentos e o socorro.

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“Ao assumir o controle do Carnaval da Bahia em janeiro de 2009, representando o DEM no governo municipal, o presidente da Saltur, Claudio Tinoco, era uma luz de jovialidade na já surrada organização da folia baiana, cada vez mais “carioca e paulistana”, no sentido de festa para se ver e não para participar, como é o Carnaval de Olinda & Recife.

Tinoco assumiu dizendo que para o Reinado de Momo de 2009 ele não poderia inovar em nada. Acreditamos nele, então, pois, obviamente, a menos de um mês da festa, ele nada poderia fazer mesmo. Mas, logo depois do evento, ele deitou falação sobre seus projetos de resgatar (pelo menos, em parte…) a participação popular, tirando o povo do espreme-espreme de calçadas exíguas, dando-lhe mais espaço para se divertir e parando de ser o boi-de-presépio em que se transformou nos últimos 20 poucos anos, não por acaso, justamente o período em que o rolo compressor da axé music tomou o Carnaval da Bahia.

E o que restou das promessas do jovem administrador? Absolutamente nada. Os camarotes cresceram em quantidade de novos e em espaço dos antigos. O Carnaval dos Bairros, pelo que já se ouviu sobre as “atrações” em Paripe, Itapuã, Cajazeiras e outros locais, será, realmente, uma maravilha… “Uma maravilha para espantar as pessoas do bairro”, como respondeu, na lata, minha assessora para assuntos momescos, a BigLôra.
Agora, aguardem: Coloco aqui, neste 3 de fevereiro, apenas sete dias antes do Carnaval, minhas previsões para daqui a 20 dias: de novo, diante da elitização cada vez mais gritante da folia baiana, as autoridades municipais voltarão a anunciar dezenas e dezenas de providências para que nosso Reinado de Momo volte a ser popular e pare de tratar o povo como claque de show. Falarão em “novos circuitos”, em “valorização do Carnaval nos bairros”, de “redefinição do conceito de fila” e por aí vai. E, depois, param de falar e em 2011, tudo continuará como antes. Ou pior.

Isso é tão previsível como aqueles títulos de jornais em ocasiões clássicas, do tipo “Peixe fica mais caro na Semana Santa”, “Papa pede pela paz”, “Galeota está pronta para festa da Boa Viagem” etc.etc

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Posted on 03-02-2010
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Dalai Lama: no fogo cruzado

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O jornal português Diário de Notícias publica nesta terça-feira que um alto responsável chinês avisou ontem que um eventual encontro entre o Presidente Barack Obama e o Dalai Lama, líder espiritual dos budistas tibetanos, irá “minar seriamente” as relações entre os Estados Unidos e a China. O aviso surge no momento em que os dois países estão em rota de colisão devido à venda de armas a Taiwan, mas também após um conflito envolvendo a Google e relacionado com direitos humanos.

Segundo DN, o Dalai Lama visitará os EUA dentro de duas semanas e a viagem terá início em Washington, mas não há confirmação oficial de que o presidente se encontrará com o líder espiritual tibetano. “Se o dirigente americano [Obama] escolher esse momento para se encontrar com o Dalai Lama, isso vai ameaçar a confiança e cooperação entre a China e os Estados Unidos”, avisou Zhu Weiqun, responsável pelo departamento de trabalho da frente unida, organização do partido comunista que trata dos tibetanos.

Neste último fim-de-semana, as relações sino-americanas foram abaladas pelas críticas chinesas à venda de armamento a Taiwan. Pequim considera que Taiwan é uma província rebelde e reagiu com irritação ao anúncio de um contrato de venda de armas americanas no valor de 6,4 mil milhões de dólares. O pacote inclui equipamento sofisticado, como mísseis antimíssil Patriot, helicópteros e navios draga-minas.

Em resposta, os chineses disseram que o negócio afeta os seus interesses e que haverá repercussões na cooperação entre os dois países. Pequim disse também que iria punir as empresas envolvidas na venda, mas sem dar pormenores sobre eventuais sanções.

FONTES DE PROBLEMAS

Washington tem o compromisso de defender Taiwan de qualquer ataque chinês, fornecendo armas que concedam tempo suficiente às forças de defesa da ilha até à chegada de unidades navais mais poderosas. Trata-se de um equilíbrio estratégico difícil: não armar demasiado Taiwan mas não deixando enfraquecer este país cujo reconhecimento internacional a China tem impedido.

Taiwan e Tibete não são as únicas fontes de problemas entre os dois países. Há duas semanas, o gigante informático Google ameaçou sair da China, após sofrer um ataque cibernético. As duas potências têm ampla rivalidade estratégica, mas o facto é que estão dependentes uma da outra a nível económico, isto apesar das frequentes discussões sobre comércio, valor da moeda e ambiente.

Nos últimos anos, a China acumulou enormes reservas financeiras (2,3 biliões de dólares). Metade do dinheiro foi investido em obrigações do tesouro americano e as autoridades de Pequim ficam nervosas com tudo aquilo que possa desvalorizar este investimento, a queda do dólar, por exemplo. No fundo, a economia americana foi financiada pelos chineses, que assim mantiveram a sua moeda artificialmente em baixa: Pequim precisa de criar muitos empregos. Ontem, a OCDE afirmou que a China enfrenta um problema de excesso de crédito, o que está a criar inflação. A valorização da moeda chinesa pode evitar desequilíbrios que a organização considera serem perigosos.

Além disso, sem a China, torna–se difícil resolver a questão da proliferação nuclear da Coreia do Norte e do Irão. Mas também aqui os EUA conseguiram enervar os chineses. O Pentágono anunciou novos planos navais que permitirão contrariar a modernização militar dos iranianos e chineses.

A situação degradou-se tão depressa que alguns analistas afirmam ter ocorrido uma mudança nas prioridades da administração Obama. O presidente americano esteve em Novembro na China, numa visita que não correu tão bem como se esperava.

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Posted on 03-02-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 03-02-2010

Pinera, no Chile: novo modelo?

Deu na coluna

O jornalista político Ivan de Carvalho analisa em sua coluna política na Tribuna da Bahia desta quarta-feira, 3, a situação no continente, a partir de leitura no Blog do Noblat de rtigo do jornalista Jackson Diehl, diretor da seção de Opinião do jornal The Washington Post, que sustenta o fracasso de Hugo Chávez, e sintetiza: “O momento crucial na batalha entre o populismo autoritário e a democracia liberal na América Latina já passou – e Chávez perdeu”. Veja o que acha o jornalista baiano no texto que Bahia em Pauta reproduz:

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OPINIÃO POLÍTICA

Populismo autoritário e democracia

Ivan de Carvalho

No fim do mês passado li, no Blog do Noblat, um interessante artigo do jornalista Jackson Diehl, diretor da seção de Opinião do jornal The Washington Post. Apresentando o artigo do jornalista americano, que sustenta o fracasso de Hugo Chávez, o blog sintetiza: “Fiasco em Honduras, vitória de Piñera no Chile e crises energética e cambial sinalizam seu ocaso”.

O artigo de Diehl começa com dois parágrafos definidores de quase todo o escrito: “Enquanto o mundo se preocupava com a crise no Haiti, a América Latina passava sem alarde por um momento crucial no conflito ideológico que polarizou a região – e paralisou a diplomacia americana – durante a maior parte da década”, diz o primeiro parágrafo, seguido pelo outro: “O sentido é esse: o “socialismo do século 21” de Hugo Chávez foi derrotado e está a caminho do colapso”.

A partir daí Diehl desenvolve uma análise dos fatos, anotando que “imediatamente antes e depois do terremoto” no Haiti, Chávez “foi obrigado a desvalorizar a moeda venezuelana e a impor – e, em seguida, revogar – cortes significativos de energia na capital, enquanto o país sofria uma severa recessão, com uma inflação de dois dígitos e o possível colapso de sua rede elétrica”. Em seguida lembra o total fracasso da política de Chávez em Honduras em defesa do aliado Manuel Zelaya.

Jackson Diehl fala ainda da eleição do presidente Sebastian Piñera no Chile (derrota da chamada esquerda). Lembra que durante a campanha eleitoral, Piñera disse que “A Venezuela não é uma democracia” e acrescentou: “Dois grandes modelos surgiram na América Latina: um liderado por pessoas como Chávez na Venezuela. Acho que o segundo modelo será melhor para o Chile. Este modelo é o que adotaremos: a democracia, o estado de direito, a liberdade de expressão e a alternância no poder, sem caudilhismo”. A certa altura, escreve Diehl: “Honduras representa o fim da cruzada de Chávez para a exportação de sua revolução. Bolívia e Nicarágua permanecerão seus únicos aliados”. Aqui parece que Dihel esqueceu o Equador ou prevê seu desalinhamento em relação à “ideologia” de Chávez.

Jackson Dihel finaliza sua análise: “… a popularidade de Chávez continua caindo – está abaixo de 50% na Venezuela e de 34% no restante da região. O momento crucial na batalha entre o populismo autoritário e a democracia liberal na América Latina já passou – e Chávez perdeu”.

Bem, as coisas estão cada vez mais complicadas na Venezuela. O governo de Chávez, depois de mudar o regime de câmbio, provocando uma forte desvalorização do bolívar (o que força o aumento de preços dos produtos), acaba de determinar o fechamento temporário (entre duas e 24 horas) de 1.900 empresas por “remarcação de preços e especulação”. Imagino que devem estar em plena ação os “fiscais do Chávez”, como estiveram no Brasil, nos primeiros dias do Plano Cruzado, os “fiscais do Sarney”. Povos enganados.

Ah, e o Colégio Nacional de Jornalista, o Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa e o Círculo de Repórteres Gráficos divulgaram um comunicado em que qualificam a liberdade de imprensa como “área de desastre” na Venezuela e dizem que não é “tempo para ser covarde” e sim para se exercer a cidadania com “integridade e dignidade”.

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Posted on 03-02-2010
Filed Under (Multimídia) by vitor on 03-02-2010


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“Precioso bolero”, diz um entusiasmado comentarista no site do You tube diante desta canção maravilhosa.Informa também: este é outros dos temas que fizeram a história musical de seu compositor, Senen Suarez , e que Omara elevou através de sua voz para que ficasse para sempre. Confira.

BOA NOITE!

(Postado por Vitor Hugo Soares )

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