jan
15
Posted on 15-01-2010
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 15-01-2010

Ulysses e Lula no palanque

==================================================

ARTIGO DA SEMANA

LULA E O COCHILO DE ULYSSES

Vitor Hugo Soares

Passou rápido o período de descanso do presidente da República na virada do ano na praia baiana de Inema, pedaço terrestre do Éden dentro da supervigiada Base Naval de Aratu. Lula viajou de férias quando a chapa começava a esquentar, apostando no tempo, eterno curador de feridas, para superar a crise dentro de seu governo dividido diante do Programa Nacional de Direitos Humanos.

O presidente desembarcou na Bahia confiante de que os sinais de tempestades logo se afastariam do Planalto Central e, quando ele retornasse do descanso, tudo estaria outra vez em paz. Lula voltou ao batente esta semana e logo verificou, como na canção de Chico Buarque de Holanda: “inútil dormir que a dor não passa”.

As nuvens da crise carregadas de preocupantes ingredientes militares não se moveram e ficaram mais densas sobre Brasília. O terremoto no Haiti, com a morte de 18 militares brasileiros da Força de Paz da ONU – confirmadas pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim ao retornar de Porto Príncipe -, somado à terrível tragédia humana no país mais pobre das Américas, com o qual o Brasil está cada vez mais envolvido, pode estabelecer uma trégua na crise. Ou agravá-la mais nos próximos dias.

O tempo dirá, mas nada de paranóia, que isso em geral atrai mais desgraças. O fato é que o tumulto se amplia. Força o presidente, segundo assinala O Globo, a usar boa parte de sua “aparentemente inesgotável capacidade de administrador de ambiguidades para manter sem fissuras irreversíveis um governo assentado em eclética aliança político-partidária, formada por frações dos mais diversos quadrantes da geografia ideológica”.

Façamos agora um breve intervalo para outras lembranças. No livro “Dr. Ulysses – o homem que pensou o Brasil”, um dos 39 depoimentos sobre a trajetória do Sr. Diretas é de Luiz Inácio Lula da Silva. Motivado pelos autores a recordar episódio pitoresco ocorrido com Dr Ulysses durante as Diretas Já, Lula lembra que um dia foi à casa do deputado com Luiz Eduardo Greenhalgh. Os dois entraram, subiram as escadas e depararam com Ulysses deitado com as mãos cruzadas na frente.

“Eu e o Luiz Eduardo acreditamos que ele estava morto! Sabe, uma pessoa deitada com a barriga para cima, com a mão cruzada assim. Falei para o Luiz: ‘será que o ‘velhinho’ está morto?'”. Mas Ulysses estava vivinho da silva. Lula e Greenhalgh o chamaram e ele acordou. Tiveram, a seguir, uma conversa interessante, porque nesse dia Lula fora convocar Ulysses para não deixar a Campanha das Diretas morrer. “O Fernando Henrique Cardoso já estava articulando com Tancredo Neves um novo mote; “Diretas Já, Mudança Já”, recorda Lula.

“Eu tinha uma visão clara. Então fui dizer a ele o seguinte: “Olha Dr. Ulysses, eu sei que passaram a perna no senhor, embora o senhor não queira reconhecer publicamente'”. Lula achava que o pessoal de Tancredo Neves, e o próprio Tancredo, sabia “que se a gente conquistasse as Diretas”, Ulysses seria o candidato natural a presidente da República. E Tancredo Neves pela via indireta, pelo Colégio Eleitoral.

“Então eles passaram a perna no senhor. O senhor foi deitar presidente da República e acordou cabo eleitoral de Tancredo. Esta é a verdade e eu disse isso a ele”, conta o presidente no depoimento do livro organizado por Celia Soibermann Melhem e Sonia Morgenstern Russo.

E estamos de volta ao começo destas linhas. O presidente da república faz ginástica para pôr ordem na casa de seu governo rachado pelo Programa Nacional de Direitos Humanos. Quando o presidente embarcou para a Bahia, o desconforto interno no governo, e o bafafá externo, só fizeram crescer. “Outras crises vieram à tona quando, embutido no Programa Nacional de Direitos Humanos, revelou-se um plano de governo, e com propostas inconstitucionais. Uma delas, a censura à imprensa, em nome da defesa dos “direitos humanos”, guarda-chuva amplo o suficiente para abrigar desde medida de desrespeito à propriedade privada à regulamentação do imposto sobre fortunas, descriminalização do aborto, financiamento público de campanhas, e assim por diante”, diz O Globo..

Lula é muita coisa, menos bobo, já se sabe de outras tertúlias. Percebeu os riscos que corre se a crise prosperar, e o quanto isso poderá beneficiar os planos de seus adversários políticos – emplumados ou não – às vésperas de começar o fogo cruzado da campanha à sua sucessão. Diante do perigo, nega o que disse e o que assinou e tenta saída organizada da crise, com o menor número de baixas possíveis em sua tropa.

Já fez chegar aos militares que não permitirá discriminações na questão da Anistia – tema que parece fadado a ser jogado no colo da Justiça. Outras concessões e recuos parecem estar a caminho. “O filho do Brasil” sabe onde as cobras dormem. E tenta evitar o cochilo de Ulysses no tempo das Diretas Já, para não virar mero cabo eleitoral de Dilma Rousseff na sucessão que vem aí.

O tempo dirá.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-Mail: vitor_soares@terra.com.br

jan
15

jan
15
Posted on 15-01-2010
Filed Under (Artigos, Eventuais) by vitor on 15-01-2010

Nizan bate duro…

…Em Bell Marques

=================================================

CRÕNICA / EGOS BAIANOS

Deus e a Bahia vão perdoar Nizan?

*Marcelo Torres

Parece que baixou um santo muito doido no publicitário baiano Nizan Guanaes, que, do nada e sem quê nem pra quê, desceu a madeira no cantor Bell Marques, do Chiclete com Banana, e na própria cidade de Salvador, que ele tanto exaltou em verso, prosa e propaganda.

Ele escreveu no seu Twitter, onde é seguido por 15 mil pessoas (como se fosse um trio elétrico): “Salvador está como Bell, do Chiclete [com Banana]: careca e fingindo que tem trança. Bell, o crooner careca, é uma mentira. Fala pro Bell tirar a bandana. O cara é um careca enrustido”.

O autor de versos como “Ah!, que bom você chegou/ Bem-vindo a Salvador/ Coração do Brasil/ Ah!, você vai conhecer/ A cidade de luz e prazer/ Correndo atrás do trio”, agora solta o verbo ao contrário: “Salvador não tem praia pro turista, não tem hotel e a orla é um favelão”.

Essas frases devem ter deixado muitos baianos surpresos, para não dizer retados. Até o jornalista Maurício Stycer, que é carioca e não deve ser lá esses fãs de Bell nem de Salvador, até ele ficou surpreso, pelo menos foi o que mostrou na matéria que escreveu para o Portal UOL nesta terça.

Bom, como eu não sou turista, não me hospedo em hotel e esse negócio de orla, para mim, tanto faz como tanto fez, não posso dizer que Salvador seja um favelão. Mas que 80% dos moradores da capital vivem em realidade de favela, isso não é nenhuma mentira, como está provado e comprovado pelas pesquisas.

Quanto ao cantor Bell Marques, meia Bahia está careca de saber que aquela inseparável bandana está ali porque ele está com pouca (ou nenhuma) telha. Mas isso é um “problema dele e das negas dele”, ou seja, não precisava seu Nizan, que já foi unha e carne com a chicletada toda, “vim agora” esculhambar a pamonha.

Pois é, e depois que eu li essa notícia, de importância suprema para a salvação da humanidade, estou aqui sem dormir há um dia, pois não estou comendo nada dessa história, e três coisinhas ficam aqui martelando, pinicando.

A primeira é: que diabo levou Nizan, que não é mais nenhum menino, a dizer essas cobras e lagartos? Ora, ora, nesse mato e nesse meio, além de cobras e lagartos, tem muito coelho. Tem ou não tem?

A segunda é: se levarmos ao pé da letra a música cantada (ou seria gritada?) por Bell Marques, segundo a qual “se você é chicleteiro, Deus te abençoa; se você não é, Deus te perdoa”, se levarmos em conta essa máxima, será que Nizan vai ser perdoado?

A terceira e última é a mãe de todas as minhas dúvidas, e a resposta, se houver, será capaz de salvar a humanidade. É a seguinte: por que é que nós, baianos, só nos referimos à banda Chiclete com Banana como “o” Chiclete e não “a” Chiclete? Por que Bell do Chiclete e não da Chiclete? Essa nisgraça num é u’a banda? Ô miséra!

*Marcelo Torres, jornalista, baiano, mora em Brasília, email marcelocronista@gmail.com e blog http://marcelotorres.zip.net

jan
15


Diante da tragédia no Haiti, Regina, a atenta e fiel colaboradora do Bahia em Pauta em Belmont, na área da Baia de San Francisco, Califórnia, sugere “Time like these”, como música para a tarde e noite desta sexta-feira na Radio BP. Não poderia haver melhor sugestão. Confira.
(Vitor Hugo Soares)

jan
15
Posted on 15-01-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 15-01-2010

China: gays proibidos

====================================================
DEU NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS (PORTUGAL)

Era considerado o primeiro concurso Mister Gay da China, mas não chegou a realizar-se. Uma hora antes do início do evento, a polícia proibiu a sua realização.

A organização deste acontecimento, que visava a abertura da comunidade chinesa aos homossexuais, garantiu que a polícia ordenou o seu cancelamento por não estar “de acordo com os procedimentos”.

Até 1997, a homossexualidade ainda era considerada ilegal na China. E altos responsáveis do Estado continuaram a designá-la como uma “doença mental” até 2001.

Segundo o DN, os oito participantes no concurso Mister Gay disputavam a honra de representar a China no concurso Mister Gay Mundo, que se realiza no próximo mês na Noruega

jan
15

Menina haitiana em desespero/imgAFP

===================================================

O ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim, disse em Porto Príncipe ao repórter Rodrigo Alvarez, da TV Globo, que o número de militares brasileiros mortos no Haiti subiu de 14 para 18. O corpo da médica Zilda Arns, morta no terremoto, já teve o corpo trasladado para o Pais, e o velorio começou às 11.20h desta sexta-feira em Curitiba, onde o presidente Lula está sendo esperado

O país mais pobre das Américas foi atingido na terça (12) por um terremoto de magnitude 7, que provocou devastação, deixou dezenas de milhares de mortos e devastou 10% dos imóveis da capital. “Essa devastação e os hatianos todos nas ruas é o que mais impressiona”, disse há pouco o ministro Jobim, ao desembarcar em brasília de volta de porto Principe.

As estimativas sobre mortes ainda são desencontradas, mas a Cruz Vermelha teme que pelo menos 45 mil pessoas tenham morrido. Na quinta-feira, o presidente René Préval disse que 7 mil pessoas já foram enterradas em uma vala comum.

O tremor destruiu também boa parte da infraestrutura do país .Porto Príncipe tem muita destruição e corpos empilhados no principal hospital. A ONU relatou pelo menos um saque a um armazém de alimentos. A comunidade internacional, inclusive o Brasil, já se mobilizou para mandar ajuda, mas a situação ainda é precária.

Oficialmente, o Exército brasileiro diz que 14 militares morreram no Haiti. Jobim disse que é um eufemismo (uma maneira de suavizar a expressão) falar em sobreviventes neste momento. Portanto, o número de mortos chegaria a 18.

O corpo da fundadora da pastoral da Criança, Zilda Arns desembarcou hoje cedo em Curitiba onde será velado até amanhã, sábado.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do Correio da Bahia e portal G!)

jan
15
Posted on 15-01-2010
Filed Under (Newsletter) by vitor on 15-01-2010

ROSANE SANTANA

BOSTON (EUA)– A Moveon.org Politic Action, organização fundada em 1998 por simpatizantes do Partido Democrata, nos EUA, que congrega atualmente cinco milhões de internautas ativistas e teve papel-chave no sucesso da campanha de Barack Obama na Internet, promovendo arrecadações milionárias, engajou-se na luta para levantamento de recursos em prol dos haitianos. Nesta qUinta-feira, 14 de Janeiro, enviou e-mail solicitando doações em dinheiro aos associados para dar suporte às ações das organizações Oxfam América, Doctores Without Borders e Yéle Haiti, que estão atuando naquele país.

“Três milhões de pessoas foram afetadas pelo terremoto de terça-feira, e a Cruz Vermelha estima que mais de 50.000 podem estar mortos. Os sobreviventes estão escavando os escombros com as mãos em uma tentativa desesperada para salvar aqueles que estão presos.

“Com água e suprimentos médicos escassos, a situação paralisou o governo haitiano, e os esforços de ajuda internacional, nos próximos dias, serão cruciais para evitar o sofrimento humano”, diz um trecho da carta enviada aos associados da Moveon.org.

A organização deve divulgar, nas próximas horas, o resultado da arrecadação pela Internet, junto a iunternautas dos EUA e da Europa. Como de costume, milhões de dólares devem ser assegurados.

É esperar.

(Rosane Santana, jornalista, mora em Boston há três anos e estuda em Harvard. Retorna ao Brasil em favereiro.)

jan
15
Posted on 15-01-2010
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 15-01-2010

DEU NA COLUNA

… “E seguiu para a igrejinha, sempre em destaque nas pequenas comunidades, porta entreaberta, mas desguarnecida. Entrou”…Este é um pequeno trecho da história comovente que o jornalista político Ivan de Carvalho narra em sua coluna na edição de hoje na Tribuna da Bahia, em mais um -e merecido – tributo à memória da médica Zilda Arns, morta dentro de uma igreja em Porto Príncipe, vítima do terremoto arrasador no Haiti.
(VHS)
=======================================================
Sinais no Haiti

=======================================================
OPINIÃO POLÍTICA

Meu Deus, me dê um sinal
Ivan de Carvalo

Quase comecei pedindo perdão aos meus poucos e pacientes leitores por escrever, pelo segundo dia consecutivo, sobre Zilda Arns. Mas optei pela música – e recente atitude – de Caetano Veloso, no caso de suas críticas a Lula e às desculpas que a mãe do cantor e compositor baiano pediu ao presidente.
“Não peço desculpas / e nem peço perdão”. Em verdade não é excesso escrever, seja em dois dias consecutivos, seja em muitos, sobre Zilda Arns, a fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa.
Desta vez, não pretendo, ao contrário do que tentei fazer ontem, qualquer prospecção sobre o sentido da vida e da obra dessa guerreira da paz, da fraternidade e do amor na sua expressão mais elevada – o amor a Deus e à humanidade.
E não esperem de mim detalhes e miudezas da história que vou contar, lembrada quando o sono recusava-se a chegar no tempo habitual. É que o ser humano registra na memória tudo que experimenta, sente, vê, fala, ouve ou simplesmente percebe. Mas a imensa maioria de toda essa gigantesca massa de informação não permanece no que, para simplificar, chamaria de “memória operacional”, sempre disponível.
A maior parte vai para alguma espécie de “arquivo morto”, de onde só emerge, quando algum evento extraordinário ou algo que parece o acaso – que não existe – arranca algum conteúdo de memória daquele arquivo morto e o projeta na memória operacional.
Bem, no caso de dona Zilda Arns, a breve e singela história estava na memória operacional – onde ficam as informações cruciais, bem como as que usamos em nossa rotina e as que nos marcam emocionalmente – e certamente não foi a primeira vez que lembrei dela. Li, há uns anos, uma entrevista da irmã do cardeal Arns (ou deveria o cardeal ser qualificado de “o irmão de Zilda”? – eis uma questão difícil de responder, deixa prá lá).
Uma entrevista a uma revista de circulação nacional, cujo nome não lembro, porque não importava. Zilda Arns contava sua ida a uma pequena e humilde comunidade no interior do Brasil. Visita marcada, dia e hora previstos, imaginava ser recebida pela população local. Chegou, o lugar estava deserto. Ninguém a aguardava para as boas vindas, sequer para um bom dia. Casas fechadas, outras com portas entreabertas, mas pessoas… nenhuma. Decepcionada, conta ela, pensou: “Meu Deus, me dê um sinal de que vale a pena” toda aquela luta em que se envolvera. E seguiu para a igrejinha, sempre em destaque nas pequenas comunidades, porta entreaberta, mas desguarnecida. Entrou. E de repente viu-se coberta por uma intensa chuva de pétalas de rosa que caiam dos lugares altos.
Reconheceu na hora: “Obrigada. Que maravilhoso sinal me deste…”.
No Haiti, recebeu, aos 75 anos, outro sinal. Ou nós recebemos. Se estava na hora de ir, então que não fosse da cama de hospital, de uma gripe, mas de terremoto, em missão, de modo que o Brasil, o Haiti e o mundo mais conhecessem sua obra. Ela pedira um sinal, Deus deu dois.

jan
15

Haiti: espera de socorro

=====================================================

Haitianos zangados montaram, nesta quinta-feira, 14, blocos com cadáveres nas estradas da capital Porto Príncipe para protestar contra a falta de ajuda depois do terramoto que assolou aquele país. A Cruz Vermelha admite que o sismo deixou 50 mil mortos em sua passagem devastadora pelo mais pobre país das América.

Segundo a repórter Cláudia Arsénio, que descreve para o portal português TSE o cenário no Haiti cerca de 48 horas depois do violento sismo, uma testemunha citada pela agência Reuters contou que alguns haitianos mostram-se cada vez mais zangados e revoltados com a falta de ajuda num país onde são urgentemente necessários médicos, medicamentos, água e alimentos.

Segundo várias fontes, o cenário no país, um dos mais pobres do mundo, é de destruição. Onde antes existiam ruas, há agora ruínas entre as quais os sobreviventes procuram salvar quem se manteve vivo sob os escombros.Um repórter da Reuters relatou que ao lado do principal hospital há 1500 corpos sem destino.

Já Richard Morse -conta o repórter de TSF – revela que na capital haitiana há muitos corpos nas ruas e que as morgues já estão cheias, acrescentando que alguns edifícios desabaram no sul da ilha devido às réplicas que acontecem desde terça-feira.

O presidente do Haiti, René Preval, disse que sete mil vítimas do sismo já foram enterradas numa vala comum.Depois do violento sismo de terça-feira, de magnitude 7,0 na escala de Richter, a ajuda internacional começou a chegar em grande número ao Haiti, de tal forma que o aeroporto da capital chegou a ser fechado provisoriamente. O Governo foi obrigado a pedir aos Estados Unidos e a outros países para não autorizarem mais voos. Na área já estão equipes de ajuda norte-americanas, venezuelanas e espanholas.

A Cruz Vermelha no Haiti afirma que 45 a 50 mil pessoas morreram no sismo e que três milhões foram afetadas.Também a missão da Organização das Nações Unidas (ONU) conta os seus próprios mortos, nomeadamente 36, além de 100 desaparecidos.Entretanto, com a polícia ocupada a salvar as pessoas debaixo dos escombros e a enterrar as suas próprias famílias, começaram as pilhagens nos destroços.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do portal TSF e Reuters )

  • Arquivos

  • Janeiro 2010
    S T Q Q S S D
    « dez   fev »
     123
    45678910
    11121314151617
    18192021222324
    25262728293031