Ministro Geddel: “assunto superado”
Gedvi
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Deu na Terra Magazine:

A revista digital Terra Magazine acaba de postar matéria assinada pelo repórter Diego Salmen, de Brasília, na qual o ministro da Integração Nacional , Geddel Vieira Lima (PMDB), candidato declarado de seu partido à sucessão do petista (que disputará a reeleição) ,Jaques Wagner, no governo da Bahia , se apressa em dar como “superada” a celeuma gerada pela declaração do presidente Lula sobre a “lista tríplice”.para a escolha do vice na chapa da ministra Dilma Rousseff.

“Está se fazendo muita espuma em torno disso”, diz o peemedebista. “Esse é um assunto que, por mim, está encerrado”.

Bahia em Pauta reproduz a matéria de Terra Magazine. Confira (VHS)

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DIEGO SALMEN

Na última quinta-feira, 10, o presidente Lula disse que o PMDB deveria oferecer uma lista com três nomes para que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, escolhesse o candidato à vice-presidência para sua chapa na disputa eleitoral de 2010.

A declaração causou mal-estar entre os peemedebistas fiadores da aliança presidencial com PT. Em especial, o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (SP), mais cotado como vice de Dilma.

“O presidente Lula tem muito apreço pelo PMDB, e eu reforço isso”, afirma Geddel, para quem o incidente não afeta os planos conjuntos das duas siglas para o ano que vem.

Pré-candidato ao governo da Bahia nas eleições de 2010, Geddel se vê no meio de um forte embate político contra o governador Jaques Wagner (PT), com quem disputa o apoio de Dilma e Lula para a corrida eleitoral.

Divisão

A fala de Lula serviu também de munição para diferentes setores do PMDB.

O governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), considerou que Lula, ao pedir a lista, disse “vade retro, Satanás” à indicação do PMDB para a vice-presidência. Ele, no entanto, não mencionou o nome de Temer.

Atualmente a agremiação se divide em três alas principais. A primeira delas defende a aliança com o PT, e é liderada por Temer, responsável pela assinatura do pré-acordo eleitoral que prevê a participação peemedebista na chapa de Dilma Rousseff em 2010.

Outra facção, com Orestes Quércia (SP) à frente, defende o apoio à candidatura presidencial do governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Por fim, há os que, como o senador Pedro Simon (RS), reivindicam candidatura própria – personificada na figura de Requião.

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