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Posted on 12-12-2009
Filed Under (Multimídia, Newsletter) by vitor on 12-12-2009

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Morreu na última quarta-feira, 9, o ator Gene Barry, celebrizado como interpretou do personagem título de uma das séries de TV de maior sucesso nos anos 60:Bat Masterson. Barry morreu numa casa de repouso em Los Angeles, nos Estados Unidos, e a notícia de seu falecimento foi divulgada na quinta-feira.

A notícia da morte foi dada pelo filho do ator, que no entanto não divulgou a causa. Barry tinha 90 anos.

Como assinala a Folha de S. Paulo em seu obituário, no final da década de 1950 e começo da da década de 1960, Barry fez sucesso na pele do personagem título da série “Bat Masterson”, um faroeste em que ele chamava a atenção pelo estilo elegante.

Ele interpretou tipos parecidos nas séries “Burke’s Law” (1963-1966) –que teve um remake com o próprio ator em 1994– e “The Name of the Game” (1968-1971). Mas sem jamais obter o mesmo sucesso dse Bat.

No cinema, um de seus papeis mais marcantes foi o do doutor Clayton Forrester, no clássico “A Guerra dos Mundos” (1953). Ele também esteve no remake da produção, dirigido por Steven Spielberg e protagonizado por Tom Cruise em 2005.

Gene Barry participou de mais de 80 produções nos Estados Unidos.

Em tempo: No vídeo do You Tube, o tributo do Bahia em Pauta a Gene Barry, o elegante e imortal Bat Masterson.

(Postado por Vitor Hugo Soares)

dez
12
Posted on 12-12-2009
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 12-12-2009

Harakiri japonês
harakiri
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Deu na coluna

Em sua coluna diária na Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho retoma o tema dos flagras produzidos pela Operação Caixa de Pandora no Distrito Federal, mas sempre com um enfoque original na observação dos fatos e nas análises.

Neste caso Ivan lembra que com o sangue, a dor e a vida, o autor do harakiri japonês tenta lavar a desonra e, assim, ser um espírito honrado.E mostra as diferenças com os políticos brasileiros neste escândalo do DF, a começar por seu governador José Roberto Arruda. Confira no texto que Bahia em Pauta reproduz.(VHS)

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OPINIÃO POLÍTICAS/COMPORTAMENTOS

SOBRE DIFERENÇAS

Ivan de Carvalho

Além do governador do DF, José Roberto Arruda, ex-DEM, e pessoas ligadas a ele, alguém está indignado com os flagras produzidos pela Operação Caixa de Pandora.

E não é o Democratas. Este partido já tirou rapidamente seu cavalo da chuva. Marcou para quinta passada uma reunião em que ouviria a defesa do governador Arruda e já ontem se reuniria novamente para expulsá-lo.

Arruda preferiu não ir à Executiva Nacional fazer sua defesa. Sabia que a expulsão era inevitável e, para evitar o vexame, pelo menos este, praticou o harakiri, que foi o seu desligamento, anunciado em entrevista coletiva com a imprensa, na quinta-feira, quando não admitiu perguntas.

O harakiri de Arruda tem um diferencial em relação ao haraquiri japonês. Este é praticado quando alguém, sentindo-se atingido pela desonra, enfia a faca na barriga (a dor é quase insuportável e suportada apenas porque, quando o japonês a sente, a faca já entrou rasgando tudo e não tem mais jeito mesmo). Com o sangue, a dor e a vida, o autor do harakiri japonês tenta lavar a desonra e, assim, presumo, ser um espírito honrado.

O harakiri de Arruda também foi doloroso. Mas não teve o sentido de lavar a desonra e restaurar a honra. Ao se desligar do DEM na quinta-feira para evitar a expulsão no dia seguinte, ele o fez porque a ministra Carmen Lúcia, do STF, negou o pedido para anular o processo de expulsão, feito por Arruda sob a alegação de que seu partido não cumprira as regras do processo de expulsão. Arruda queria tempo, negado.

Então cancelou sua filiação, antecipando-se à expulsão. Saindo, ficou sem partido e como não dispõe mais do prazo de um ano para se filiar a outra legenda e concorrer às eleições de 2010, não as disputará. Resta-lhe, querendo, uma fácil eleição para a presidência da Associação Brasiliense dos Distribuidores de Panettones. Mas garantiu que prefere cumprir seu mandato de governador até o fim. Se deixarem, claro. Muito provável que consiga.

Mas a Operação Caixa de Pandora, que revelou um mensalão regional envolvendo a liderança do DEM no Distrito Federal, apresenta um outro diferencial muito importante. O DEM expulsaria o único governador que elegera, em todo o país, em 2006, se ele não cancelasse sua filiação à legenda na véspera. Bem diferente do Mensalão, aquele com inicial maiúscula e de âmbito nacional, patrocinado pelo PT com a participação de alguns partidos ou lideranças de partidos aliados. Os partidos não reagiram, salvo para defender seus mensaleiros, que ocupavam vários escalões – especialmente os mais altos. Não houve harakiri. Apenas algumas pessoas mergulharam prudentemente, mas agora a candidata Dilma Rousseff deixa clara sua opinião de que é hora dos mensaleiros petistas voltarem à tona. Esse é o grande diferencial entre o mensalão de Arruda e o Mensalão do PT. Ah, só para registrar: cinco ou seis militantes do PSol carregavam, quinta-feira, no Eixo Monumental, em Brasília, uma faixa com a inscrição “Nem mensalão do Lula, nem mensalão do Arruda”. Foram agredidos fisicamente por um grupo bem maior de militantes do PT.

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Posted on 12-12-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 12-12-2009


A lembrança, garimpagem e sugestão são de Gilson Nogueira , ombatível programados da Radio BP. Chegou com a seguinte mensagem:”É preciso Noel, o Rosa,que, ontem, estaria completando 99 anos de nascimento. Aqui, na Rádio BP, um homenagem ao grande Noel, na voz do mestre Paulinho da Viola”.Confira.

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Posted on 12-12-2009
Filed Under (Newsletter) by Dimas Fonseca on 12-12-2009

Litoral Norte: quem explica?
Pedagio
Ponte da obra de duplicação: abandonada desde o Governo passado

CLN-Ponte

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Perguntar não ofende:

Para gregos e baianos que trafegam pelo Litoral Norte meditarem enquanto pagam o pedágio neste ensolarado fim de semana baiano:

A Concessionária Litoral Norte – CLN, tem por contrato o compromisso de duplicar a Estrada do Coco até a entrada de Praia do Forte. Os prazos definidos em contrato estão vencidos há anos.

O Governo da Bahia, na administração de Paulo Souto, vivia às turras com a CLN, cobrando o cumprimento dos prazos, atrasados desde aquela época. As obras andavam a passo de tartaruga, mas, nunca pararam.

Desde que aassumiu a administração Jaques Wagner no Governo do Estado as obras de duplicação estão paralisadas – e não se ouve uma palavra do Governo!

E a pergunta que não quer calar no fim de semana:

Qual será o motivo deste ataque de “bondade” do Governo Estadual com a CLN?

Será que alguns grampos, autorizados pela justiça, podem encontrar a explicação?

Perguntar não ofende.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações de usuários habituais do caro pedágio da Linha Verde)


A garimpagem e sugestão de “Money” como musica para começar o sábado no Bahia em Pauta vem da distante Belmont, na área da Baia de San Francisco,Califórnia (EUA). Chega acompanhada de uma mensagem curta mas significativa da leitora e colaboradora sempre assídua, Regina Soares:” Grande tentação e perdição da raça humana!”. Confira (VHS)

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Posted on 12-12-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 12-12-2009

Deu no protal TSE :

Woods (e a mulher Erin):”cuidar da família”
Tigerin
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Tiger Woods anunciou que vai fazer uma «pausa indefinida» na sua carreira e admitiu ter sido infiel à sua mulher. Numa declaração publicada no seu site, o golfista pediu «perdão» e disse que tudo fará para ser «melhor marido, pai e pessoa».

O atual melhor golfista do mundo anunciou, na sexta-feira à noite, que vai fazer uma «pausa indefinida» na sua carreira e confessou pela primeira vez ter sido «infiel» à sua mulher.

Numa declaração feita no seu site, Tiger Woods pediu desculpa à sua família, amigos e fãs, ao admitir que «o desapontamento e dor que a sua infidelidade causou a muita gente, em especial à minha mulher e filhos».

«Depois de muita reflexão, decidi fazer uma pausa indefinida no golfe profissional. Preciso de focar a minha atenção em ser melhor marido, pai e pessoa», escreveu o número um do ranking mundial do golfe.

Woods, de 33 anos, disse ainda estar «profundamente arrependido e que pedia perdão», tendo admitido que «pode não ser possível reparar o estrago que fiz». «Mas tentarei fazer o melhor possível», adiantou.

Esta declaração surgiu menos de um mês depois de um acidente que teve à porta de sua casa a 27 de Novembro que conduziu a duas semanas de intensa pressão dos media, que acabou nas revelações feitas pelo golista.

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Posted on 12-12-2009
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 12-12-2009

Cavalaria ataca protesto contra corruptos
Cavalaria
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ARTIGO DA SEMANA

BRASÍLIA SOLTA OS CAVALOS

Vitor Hugo Soares

Dona Lavínia é termômetro humano confiável quando preciso medir súbitas alterações de temperatura política no País, ou efeitos de alguma febre malsã no meio social, como a que grassa nestes dias em Brasília. Diarista que duas vezes por semana aparece para arrumar as coisas no apartamento do bairro de classe média onde moro em Salvador, esta antenada sergipana com décadas de vivência baiana, em área violenta da capital, chegou assustada na última quinta-feira.

Perguntei o motivo pensando em algum drama de vizinhança ou pessoal e ela foi direto ao ponto. “O senhor não viu o Jornal Nacional ontem? Os cavalos passando por cima das pessoas em Brasília?”.

Vira sim: na TV Globo, na Record, na Band, e até em noticiários internacionais, sobre rápida e truculenta ação das tropas mobilizadas no Distrito Federal para acabar com o ato de protesto popular contra “um dos mais repugnantes espetáculos de corrupção da história”, como assinala a revista Veja na reportagem de capa desta semana: “O Natal dos Safados”.

Eu assistira muito mais até, porque era 9 de dezembro, o Dia Internacional contra a Corrupção. Paradoxal, a deduzir pelos fatos no DF. Enquanto a polícia espancava e pisoteava gente com cavalos, pertinho dalí realizava-se um ato oficial, no Centro de Convenções de Brasília, para celebrar a relevante data do calendário mundial dos bons costumes.

O governo aproveita para afiar a retórica e emprestar pompa e circunstância, além de destacar o conteúdo do projeto de lei produzido na Controladoria Geral da União (CGU), que considera hediondo e endurece as penas em casos de corrupção ativa e passiva , inclusive contra governadores e outras altas autoridades públicas.

Mas enquanto a nova lei não chega, a cavalaria trata de “acalmar as coisas”, trotando sobre pessoas caídas no asfalto. Limpam a estrada para o escândalo do Mensalão do DEM seguir seu curso e poder andar célere para o esquecimento e a impunidade, como os demais: dos tucanos, dos petistas, do Senado, dos Sarney…

No ato do Dia Contra a Corrupção, mesa e auditório lotados de algumas das mais ilustres figuras da República, o presidente capricha no discurso. “Se o castigo para esta gente (banqueiros, especuladores e autoridades públicass corruptas) não aumentar, continuaremos enchendo as prisões de gente pobre. Hoje só vai preso quem rouba um pão e fica livre o que rouba um milhão”, diz sem citar nomes.

O governador Arruda, cuja rapinagem mais que documentada em imagens jamais vistas neste país, parece ter levado bem mais de um milhão com seus auxiliares no governo do DF – incluindo o presidente da Assembléia Distrital cheio de maços de dinheiro vivo até nas meias -, trata de ganhar tempo.

Não é a primeira vez. Ele conhece bem o trajeto seguro para a impunidade, que é se fazer de morto e buscar o esquecimento o mais rápido possível. Já o trilhou uma vez com penas de tucano, quando ajudou o ex-presidente do Senado e ex-governador da Bahia, Antonio Carlos Magalhães, do PFL, a violar o painel de votação do Congresso.

Na quinta-feira, sem um pedido de desculpas e sem permitir nenhuma pergunta, o governador do DEM anunciou num simulacro de conferência de imprensa, a sua saída “voluntária” do partido. Declara que a desfiliação visa “poupar os companheiros de legenda de ter que decidir entre saciar a sede por atos radicias e midiáticos, ou julgar com amplo direito de defesa e cumprimento dos prazos estatutários”.

O governador do panetone alega ainda desejar evitar uma discussão judicial que possibilitasse a sua permanência no partido. E faz a revelação que ele julga irá apaziguar de vez as coisas “Não disputarei eleição no próximo ano. Quero dedicar-me inteiramente à tarefa de cumprir, como governador, todos os compromissos e metas assumidas no programa de governo”.

Reli esta semana a entrevista de Arruda publicada com todas as honras e destaques, em agosto passado, nas Páginas Amarelas da Veja, com o título “Ele deu a volta por cima”. No trecho sobre métodos e práticas na política e na gestão pública, a revista pergunta: “E qual é o seu limite?”

Arruda reponde: “É o limite ético. É não dar mesada, não permitir corrupção endêmica, institucionalizada. Sei que existe corrupção no meu governo, mas sempre que eu descubro há punição. Não dá para entregar um setor de atividade do governo para que um grupo político cuide dele por interesses empresariais escusos. Se peço a um parlamentar eleito para me ajudar a administrar sua base eleitoral, isso é política. Mas, se entrego a esse parlamentar a empresa de energia elétrica, isso não é aceitável. Quando me pedem algo assim, eu aproveito que tenho cara de bobo e finjo que não entendo”.

Dona Lavínia, a diarista do começo destas linhas, pergunta: “O senhor já viu uma coisa dessas?”. Sem saber se ela se refere aos cavalos ou aos maços de dinheiro de Arruda, mas sem querer me fazer de desentendido, dou resposta que serve para as duas situações: “Sim, já vi. E não deram em nada”. Com ou sem cavalos.

Vitor Hugo Soares é jornalista – E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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