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11
Posted on 11-12-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia, Regina) by vitor on 11-12-2009

Jlennon

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CRÕNICA/UM MODELO

A RESPEITO DE JOHN

Regina Soares

Dezembro 8, 1980 – Retornando para casa do estúdio onde voltara à gravar recentemente, John Lennon é assassinado enquanto se dirigia a entrada do edifício onde residia em NY.
O resto é história…
John foi o meu Beatle (The Beatles) preferido desde o começo. Depois que me entendi como gente abracei suas causas e vivi seus tormentos.
Eu já vivia nos Estados unidos quando ouvi na tv a noticia que não podia acreditar, tinha em meus braços um filhote de três meses e não desgrudei da tv por um minuto durante alguns dias. Para mim era como se eu estivesse vivendo um pesadelo sem fim. Como poderia alguém erguer a mão com uma arma em direção a John Lennon? Era totalmente inexplicável.
Dai em diante meu lema passou a ser: “tudo é possível, já nada me surpreende”. Mas, como sou fiel as minhas/dele crenças, sigo imaginando as possibilidades…

Regina Soares, advogada, mora em Belmont, na área da Baia de San Francisco, Califórnia (EUA)

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Canção do novo mundo
Beto Guedes
Composição: Beto Guedes / Ronaldo Bastos

Quem sonhou
Só vale se já sonhou demais
Vertente de muitas gerações
Gravado em nosso corações
Um nome se escreve fundo
As canções em nossa memória
Vão ficar
Profundas raízes vão crescer
A luz das pessoas
Me faz crer
E eu sinto que vamos juntos

Oh! Nem o tempo amigo
Nem a força bruta
Pode um sonho apagar

Quem perdeu o trem da história por querer
Saiu do juízo sem saber
Foi mais um covarde a se esconder
Diante de um novo mundo

Quem souber dizer a exata explicação
Me diz como pode acontecer
Um simples canalha mata um rei
Em menos de um segundo
Oh! Minha estrela amiga
Porque você não fez a bala parar

Oh! Nem o tempo amigo
Nem a força bruta
Pode um sonho apagar

Quem perdeu o trem da história por querer
Saiu do juízo sem saber
Foi mais um covarde a se esconder
Diante de um novo mundo

dez
11

E então deputado RC: “Quem vai pagar a festa?”
RCarlos
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O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, depois de levada ao ridículo e à zombaria pública a casa política sob o seu comando, corre para avisar que espetáculos como os produzidos pelo deputado Roberto Carlos (PDT) na noite de quinta-feira sob expensas públicas, “não mais se repetirão”.

OK, mas isso, no entanto, não pode ser considerado suficiente , pois os fatos que ali se registramram na festa particular do parlamentar e seus juizes de paz, exigem reparos além da simples advertância genérica.

Ontem, o deputado Roberto Carlos, metido a malandro sorrateiro, propôs uma sessão especial para tratar do projeto de lei que regulamenta a carreira de juiz de paz. Com esse tema, o cerimonial da Casa se mobilizou , com o trabalho funcional e os custos previsíveis em situaçõers semelhantes. Distribuiu tarefas e funções para todos os setores envolvidos no evento, a destacar: segurança, copa e cozinha, funcionários de apoio, taquigrafia, etc.

Para surpresa geral, inclusive de um agitado presidente, a sessão foi, ao que se sabe até aqui, por conta e risco do proponente, transformada numa solenidade de formatura. O garçon nada entrendeu, o fotográfo idem. O presidente enfurecido não sabia o que fazer…

Mas isso é , fala-se nos corredores, o retrato da Casa nos últimos tempos. Sessões tediosas, vazias e que não se justificam vem sendo propostas por deputados e deputadas para agradarem seus segmentos. Cantores e atores que aqui nunca pisaram vem sendo agraciados com títulos, a laicidade do estado que a constituição estampa não é respeitado, pelo grande números de eventos evangélicos que são realizados naquele plenário, gastando o dinheiro com ar-condicionado, serviços e funcionários sem o mínimo respeito ao dinheiro público utilizado no evento.

A pergunta mais imediata no entanto e que cobra resposta mais urgente é: Quem irá ressarcir o os gastos da casa de poder público com a festa particular de formatura do deputado Roberto Carlos e seus falizardos colegas?

Bahia em Pauta aguarda a resposta.

(Postado por Vitor Hugo Soares)

dez
11
Posted on 11-12-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 11-12-2009

Telma Brito: vitória apertada
Tbrito
A desembargadora Telma Britto é a presidente eleita do Tribunal de Justiça da Bahia. Ela ganhou a eleição em segundo turno derrotando a desembargadora Lícia Laranjeira por 18 votos a 15. No primeiro turno, ela obteve 15 votos, contra 11 de Lícia e 5 de Jerônimo Santos. O resultado final, reafirma a liderança do ex-presidente Carlos Alberto Dultra Cintra e deixa o governador Jaques Wagner muito feliz.

Para virar o jogo de vez a favor de Telma Brito, vários craques da negociação política na Bahia, com prestígio reconhecido no TJB, foram convocados pelo governo para vestir a camisa e entrar em campo. Entre eles, o ex-governador Waldir Pires, que teria ajudado a virar votos decisivos na hora H.

Craque é craque

(Postado por Vitor Hugo Soares)

dez
11
Posted on 11-12-2009
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 11-12-2009

Deu na coluna

Sucessão: cuidado no semáforo!
Semáforo
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Com jeito todo seu o jornalista político Ivan de Carvalho analisa nesta sexta-feira, 11, em sua coluna diária na Tribuna da Bahia, artigo do experiente Carlos Chagas, publicado no Blog de Claudio Humberto. Trata da mais recente pesquisa de opinião que dá ao presidente Lula um índice estrondoso de aprovação que bate nos 83 por cento, “capazes de levar governantes a fazerem bobagens e temeridades”.O que já estaria acontecendo. Bahia em Pauta reproduz o texto de Ivan (+ Carlos Chagas) para seus leitores. Confira. (VHS)

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DILMA E O SEMÁFORO

Ivan de Carvalho

“Acendeu a Luz Amarela”. Este é o título de um dos comentários assinados pelo jornalista político Carlos Chagas e publicados ontem no site do colega Cláudio Humberto. Faço o registro aqui por entender que trata-se de um aspecto que até ontem havia passado um tanto despercebido nas análises públicas da última pesquisa do Ibope, feita por encomenda da CNI. É bem verdade que, ao analisar a pesquisa, sugeri que se a pré-candidatura de Dilma Rousseff der chabu, os 83 por cento de aprovação ao desempenho do presidente Lula são um percentual capaz de levar governantes a fazerem bobagens e temeridades. E elas já vêm ocorrendo mesmo.

Carlos Chagas já esteve no alto da torre de vigília, como uma espécie de São Jorge contra o dragão do terceiro mandato de Lula, até uns meses atrás uma tese muito popular no PT e mesmo fora do partido do presidente (prefiro não analisar aqui, agora, o apoio público dado pelo nosso presidente ao ditador-presidente da Venezuela, Hugo Chávez, quanto ao direito dele – e se é “direito” dele, deve ser de qualquer outro presidente) de instituir a permissão para reeleições em número indefinido.
A possibilidade do presidente-ditador vitalício. Não ainda hereditário, como ocorre, por exemplo, na Coréia do Norte, na Síria, em Cuba.

Não mais vendo no horizonte o terceiro mandato, certamente por acreditar que não dá para o Sol nascer depois do horário costumeiro, diz, com ironia, o experiente Carlos Chagas: “Apesar das obras que se arrastam no palácio do Planalto, não foi retirado o semáforo postado na avenida bem defronte. E a luz amarela acendeu. Na recente pesquisa do Ibope-CNI, Dilma Rousseff manteve-se no patamar de 17% de preferências populares, mas cresceu em rejeição: 41% dos consultados não votariam na candidata”.

E prossegue: “Fazer o quê, para o presidente Lula? Claro que continuar batalhando, na esperança de que sua altíssima popularidade, de 83%, possa reverter os números desfavoráveis à chefe da Casa Civil. O problema é a existência de prazos. Se chegarmos a março sem que Dilma decole e encoste nos percentuais de José Serra, começarão as defecções e as reclamações. Estas, por parte do PT, que lembrará ao presidente Lula não ter havido participação dos companheiros na escolha. Aquelas, porque o PMDB, por exemplo, é o mais pragmático dos partidos.

Já esteve com José Serra, em 2002, tendo até indicado Rita Camata como candidata à vice-presidência. Por isso e outras razões, o atual companheiro de chapa de Dilma não foi sacramentado. Talvez nem seja, menos pelas dificuldades surgidas diante de Michel Temer, mais porque o PMDB não entra em bola dividida.

E conclui Carlos Chagas, com especulação surpreendente: Ciro Gomes, meio na encolha, poderá ganhar oxigênio, abrindo-se uma outra hipótese, por enquanto remota: de o presidente Lula apoiar a candidatura de Roberto Requião, apesar dos prováveis naturais protestos do PT. Em suma, para quem for dirigir, é bom prestar atenção no semáforo…

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