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ADEUS ANO VELHO – FELIZ ANO NOVO!

dez
31
Posted on 31-12-2009
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 31-12-2009


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DEU NA COLUNA

Em seu último artigo de 2009 em sua coluna diária na Tribuna da Bahia, o jornalista político Ivan de Carvalho aproveita para refletir sobre uma questão crucial na vida dos brasileiros: a falta de sinceridade e o desamor pela verdade dos nosso políticos e governantes. A sociedade merece a verdade ou, se ainda não merece, pelo menos tem direito a ela para desacostumar-se da propaganda enganosa, diz Ivan em seu texto de hoje, que Bahia em Pauta reproduz. E aplaude, ao tempo em que deseja um 2010 para o País e toda realização e felicidade do mundo para seus leitores, amigos e críticos.

(Vitor Hugo Soares, editor)
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OPINIÃO POLÍTICA

PROPAGANDA ENGANOSA

Ivan de carvalho

O governador José Serra, aspirante tucano à presidência da República, atribuiu aos investimentos de sua administração a criação de 800 mil empregos diretos e indiretos em São Paulo, em 2009. O presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, responsabilizou a “aflição” de Serra, ante as eleições que ocorrerão daqui a pouco mais de nove meses, pela declaração do governador.
Segundo Berzoini, a declaração de Serra “é uma tentativa desesperada de ficar sócio do sucesso do PT. A geração de emprego vem da política de estímulo à economia”, afirmou o presidente do PT, explicando didaticamente: a tentativa de Serra, disse, “não resiste à menor análise do que é decisivo. Certamente a ação do governo federal é a parte mais forte da geração de emprego em todo o Brasil”.
Ora, seria bem melhor se os políticos, sejam tucanos ou petistas, governistas ou oposicionistas, fossem sinceros e verdadeiros ao se dirigirem à sociedade para fazerem avaliações de seus próprios governos e dos governos alheios.
A sociedade merece a verdade ou, se ainda não merece, pelo menos tem direito a ela para desacostumar-se da propaganda enganosa, o que acontecerá quando gradualmente aprender – se algum dia aprender, porque já é longa a história humana e até hoje tal aprendizado está apenas engatinhando – a escolher seus líderes políticos. Eventualmente, acertos nessas escolhas têm ocorrido, mas são raros, no Brasil e no mundo.
Serra não tem razão quanto aos 800 mil empregos criados graças, segundo ele, aos investimentos do seu governo. Quem cria os empregos é a economia, não o governo e, para acabar de estraçalhar a gabolice do governador, vale registrar que é a sociedade que paga os tributos que sustentam o Estado e até lhe permitem fazer os investimentos alegados. Estes são mera devolução do que o governo tomou à sociedade, são retirados da própria economia.
Berzoini também não tem razão. O governo federal não é – como ele tolamente supõe, ou quer que todos nós suponhamos, tranformando-nos em bobos alegres, gratos e tietes do presidente Lula e seus auxiliares (inclusive, talvez, também aos “aloprados” e os do Mensalão) “a parte mais forte da geração de emprego em todo o Brasil”.
Na verdade, talvez não existam mais postos de trabalho, muito mais, e melhor remunerados, porque o governo toma da sociedade e da economia quase 40 por cento do PIB com tributos, que, aliás, aplica muito mal – fazendo justiça, fenômeno não exclusivo do governo Lula, mas comum e inerente a quase toda (ou toda?) a história da República. Quanto a Lula, de que se jacta Berzoini, quantos empregos criou, além dos pendurados nos muitos cabides estatais de uma administração severamente inchada pelo acréscimo de pessoal em seu período? Fez, na crise, algumas renúncias fiscais pontuais para facilitar o consumo de algumas linhas de produtos, estimulando o consumo e, assim, ajudando produtores e comerciantes, o que cria vagas. Ora, se pôde operar essas renúncias fiscais é que estava ganhando (e gastando, geralmente mal) prá lá da conta, graças à sufocação da sociedade com a pesada carga tributária.

Lula: chapa esquentou

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Cresce em Brasília e em algumas áreas bem informadas na Bahia, o burburinho de que o adiamento da viagem do presidente Lula para a Salvador, tem muito a ver com os conflitos internos de hoje no Palácio do Planalto, onde o dia foi dos mais tensos. O presidente iniciaria na praia de Inema, área da Base Naval de Aratu nesta quarta-feira, 30, sua temporada anual de repouso, segundo programado a avisado ao governador Jaques Wagner e redações em geral.

O ponto de estremecimento foi a inesperada (para o presidente da República)reação contrária do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e comandantes militares, que pressionaram Lula e o fizeram recuar na criação da Comissão da Verdade, dentro do Plano Nacional de Direitos Humanos, que deve investigar a tortura e os arquivos do período da ditadura militar (1964-1985).

A chapa esquentou do centro do poder.

O pior lugar que o presidente poderia escolher para esfriar a cabeça -comenta-se- seria uma base militar.Mesmo sendo a de Aratu na Bahia, que tem como parte de seu território a paradisíaca e pacífica praia de Inema, da areia mais alva que já se viu, que encanta Lula e dona Marisa,

Dai…

Bem, isso é o que se comenta!

(Vitor Hugo Soares)

Jobim: na raiz do problema
 
Deu no JB Online
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BRASÍLIA – O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, criticou duramente as pressões do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e de comandantes militares contra a criação da Comissão da Verdade, dentro do Plano Nacional de Direitos Humanos, que deve investigar a tortura e os arquivos do período da ditadura militar (1964-1985).

– Um país que se acovarda diante de sua própria história não pode ser levado a sério: o direito à verdade e à memória garantido pela Constituição não pode ser revogado por pressões ocultas ou daqueles que estão comprometidos com o passado que não se quer ver revelado – afirmou Britto, em resposta às pressões dos chefes militares contra investigações de torturas e desaparecimentos no período da ditadura.

– O Brasil que está no Haiti defendendo a democracia naquela país não pode ser o país que aqui se acovarda – sustentou o presidente nacional da OAB, entidade que defende no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Superior Tribunal Militar (STM) ações reivindicando a abertura dos arquivos da ditadura e a punição aos torturadores.

– O Brasil não pode se acovardar e querer esconder a verdade; anistia não é amnésia. É preciso conhecer a história para corrigir erros e ressaltar acertos: o povo que não conhece seu passado, a sua história, certamente pode voltar a viver tempos tenebrosos e de triste memória como tempos idos e não muito distantes – acrescentou Britto.

Para Cezar Britto, “negar simplesmente a história, ou tentar escondê-la a todo custo, é querer contá-la de novo, especialmente nas suas páginas mais obscuras, excludentes e nefastas”. Ele lembrou, nesse sentido, episódios recentes vividos pelos estudantes que protestaram em Brasília contra escândalos de corrupção denunciados, envolvendo os poderes públicos locais. – A violência policial cometida contra os estudantes de Brasília em data recente não foi diferente durante a ditadura militar. É preciso revogar o medo, fazendo escrever nas páginas da história do Brasil que este é um país livre, democrático e protegido por uma Constituição que Ulysses Guimarães batizou de coragem – concluiu.

dez
30
Posted on 30-12-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 30-12-2009

Da pernambucana Glauvânia Jansen, que mora em Salvador há décadas e comanda a Caminhada da Lua todo mês na bela Itapuã, bem pertinho de sua casa, o editor do Bahia em Pauta recebeu a notícia sobre a reinauguração em Recife – paixão comum – do tradicional Cinema São Luiz. Realização com forte investimento cultural do governo de Pernambuco, que tem como secretário de Cultura ninguém menos que o grande Ariano Suassuna.

Maravilha!

A querida Glau, amiga e incentivadora do BP, diz no e-mail:”Estou feliz com a inauguração do CINEMA S. LUIZ. Agora é só fazer uma boa programação, acho que deve oferecer
três títulos de longa por dia, durante uma semana.
Precisa de um excelente programador.

Taí a sugestão de Glauvânia. Cumpra-se.

(Vitor Hugo Soares)

===================================================== São Luiz: encanto de volta

Priscilla Buhr (Imprensa Fundarpe)

Impossível conter a curiosidade de quem passava pela Rua da Aurora na noite de segunda-feira (28), na área central do Recife. O letreiro dourado iluminado na fachada do Edifício Duarte Coelho chamava atenção e já anunciava um dos mais esperados eventos culturais do ano: a reabertura do Cinema São Luiz. Já na fila de entrada, era possível ver políticos, poetas, cineastas, artistas plásticos, músicos. Todos para assistir de novo, na telona, o Baile Perfumado, longa-metragem de Lírio Ferreira e Paulo Caldas, que alavancou a produção audiovisual pernambucana na década passada e que estreou no São Luiz em 1997.

Os cicerones da festa – o governador de Pernambuco, Eduardo Campos; o secretário de Cultura do Estado, Ariano Suassuna; e a presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Luciana Azevedo – fizeram questão de receber os convidados na porta do cinema. Lá dentro, o público se acomodava nas novas poltronas que ao todo somam 992 lugares.

Logo no hall de entrada, quem chegava era recepcionado por garçons que estavam vestidos de baleiros e que distribuíram caramelos, doces e chocolates. A tradicional carrocinha de pipoca também fez recordar os tempos áureos do São Luiz.

Já na sala de exibição, tudo como novo. “A impressão é de estar voltando no tempo”, disse a aposentada Albertina Xavier do Monte, 83 anos, assídua freqüentadora do local. Ao todo, o Governo de Pernambuco investiu R$ 1,2 milhão para trazer o São Luiz de volta, com todas as suas características originais tais quais na sua inauguração em 1952. “Todos os serviços de restauração foram acompanhados por técnicos da Diretoria de Preservação da Fundarpe fiscalizaram as obras, a fim de que fossem respeitadas as características do imóvel tombado”, afirmou a presidente da Fundarpe, Luciana Azevedo.

O mestre de cerimônias do evento foi o ator Aramis Trindade, que interpreta o tenente Lindalvo Rosas no Baile, e que passou a palavra ao secretário Ariano Suassuna. “Eu me orgulho de participar de um governo que coloca a cultura brasileira no rol de prioridades”, afirmou o autor d’O Auto da Compadecida. Em seguida, Eduardo Campos falou sobre o bom momento por que passa o audiovisual em Pernambuco, sobretudo, devido a investimentos maciços na área de formação, difusão e circulação da produção local. E finalizou agradecendo a Ariano e Luciana, que estão à frente da cultura no Estado.

“Eles resistiram e resistem a tantas ondas que nos são impostas. Eles acreditam na essência das nossas manifestações e na riqueza do nosso povo”, afirmou.

Adeptos do regime tomam ruas no Irã/Reuters

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Deu no jornal PÚBLICO (Portugal)

Centenas de milhares de iranianos participaram hoje em várias manifestações organizadas pelas autoridades para apoiar o regime e pedir a condenação dos líderes reformistas, mais pressionados do que nunca a desistirem dos protestos nas ruas.

Em Teerã, mas também em dezenas de outros protestos na província, multidões vestidas de negro gritaram “Morte aos hipócritas”, “Morte a [Mir-Hossei] Moussavi”, o antigo primeiro-ministro e ex-candidato presidencial. Foram também queimadas bandeiras dos EUA e Reino Unido, países acusados de instigarem os protestos.

As manifestações (só na capital realizaram-se vários cortejos) foram organizadas em resposta aos protestos da oposição, que domingo aproveitou o feriado do Ashura, a mais importante das festividades xiitas, para os maiores (e mais violentos) protestos dos últimos meses.

Para mostrar a força da República Islâmica, serviços e empresas públicas, escolas religiosas e forças de segurança instruíram os seus empregados a participarem nos desfiles. E em Teerão foram organizados serviços de ônibus especiais para levar os participantes até ao local das concentrações, transmitidas ao vivo pela televisão estatal.

“As pessoas querem que os líderes da revolta sejam punidos. Não vamos ficar calados enquanto insultam a religião”, disse um dos manifestantes ouvido pelos repórteres locais. Palavras que ecoaram o aviso deixado pelo mullah Ahmad Alamolhoda, membro da influente Assembleia dos Peritos, aos dirigentes reformistas: “Deveis arrepender-vos. Caso contrário sereis considerados mohareb”, os inimigos de Deus para quem a lei islâmica prevê a pena de morte.

Esta manhã, o procurador-geral iraniano, Mohseni Ejeie, revelou num encontro com deputados conservadores que foram iniciadas “acusações” contra Mousavi e Mehdi Karroubi (o outro candidato da oposição), mas o chefe adjunto da polícia iraniana garantiu que a sua prisão “não está na ordem do dia”. “Não lhe queremos dar importância prendendo-os”, disse Reza Radan, confirmando o receio de que este passo possa conduzir a nova radicalização dos opositores.

Certo é que depois dos protestos de domingo, o cerco se apertou em torno dos dois líderes. Ouvido pela BBC, o cineasta Mohsen Makhmalbaf, adepto de Mousavi, contou que o ex-primeiro-ministro “está a ser vigiado a todo o momento” e depois de vários dos seus colaboradores terem sido detidos “já não pode sequer falar ao telefone”. Hoje, o seu sobrinho, Seyed Ali Mousavi, morto domingo por desconhecidos, foi a enterrar no principal cemitério de Teerão, mas só depois de a família se ter comprometido a realizar um funeral longe dos olhares públicos

dez
30
Posted on 30-12-2009
Filed Under (Artigos, Newsletter, Vitor) by vitor on 30-12-2009

Ivete: antes do tumulto

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A presemça da cantora Ivete Sangalo em uma loja do Shopping Iguatemi de Salvador na tarde desta quarta-feira (30), causou tumulto, mas a confusão dentro da Loja Riachuelo por mais de 300 fãs da cantora, segundo a segurança do maior shopping baiano, foi controlados sem maiores consequências além de algumas prateteiras de roupas no chão e o susto de algus clientes do shopping com a confusão.

Segundo a edição online do Correio da Bahia , Ivete foi o local para conferir as roupas de lançamento da coleção que leva o seu nome – e aproveitou para distribuir algumas peças para os fãs.Aí sw watabeleceu a confusão.

A gerência do estabelecimento estima que mais de 300 pessoas entraram na loja para ver Ivete. Na confusão, muita roupa foi parar no chão e até uma prateleira caiu, mas a situação não saiu do controle, de acordo com a loja.

dez
30
Posted on 30-12-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia, Vitor) by vitor on 30-12-2009


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Em fuga do trânsito caótico da Cidade da Bahia má sinalizada, violenta, desprotegida e praticamente jogada às traças administrativamente pelo pior prefeito das nove maiores capitais do País, corto caminho para escapar do engarrafamento monstro na área da estação do ferry-boat , em São Joaquim. Para chegar a Itaigara, opto pelo Largo do Tanque, Liberdade e Estrada da Rainha…

Quase na hora do presidente Lula desembarcar nesta Salvador de tumultos e desgovernos agravados no fim de ano (para repousar na tranquila e segura praia do Inema) estou diante do histórico Largo da Lapinha, em frente à sua Igreja , atraente e famosa bem antes do Padre Pinto. Olho para o alto e lá está quase que pairando no ar a igreja de Santo Antõnio Além do Carmo. Pura poesia e paz no meio do tumulto soteropolitano.

Penso em milagre de São Baden Powell, só pode ser, pois tudo vem junto com a vontade imensa de ouvir “Lapinha”, a música do dia no Bahia em Pauta.

Tudo a ver. Confira.

(Vitor Hugo Soares)

dez
30
Posted on 30-12-2009
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 30-12-2009

Deu na coluna

Em seu artigo diário na Tribuna da Bahia o jornalista político Ivan de Carvalho segue nesta quarta-feira, às vésperas da chegada do novo ano, com olhos e atenção fixos nos tumultos em Teerã e adjacências.Os turbantes dos ayatollahs iranianos estão arrepiados. Os protestos e manifestações recrudesceram, registra Ivan no texto que Bahia em Pauta reproduz.
(VHS)
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Chamas em Teerã

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OPINIÃO POLÍTICA

TURBANTES ARREPIADOS

Ivan de Carvalho

Os turbantes dos ayatollahs iranianos estão arrepiados. Os protestos e manifestações recrudesceram. Eles haviam chegado a um clímax na sequência da reeleição fraudulenta do presidente Mahmoud Ahmadinejad, representante no governo da hierarquia muçulmana xiita mais radical do Irã. Morreram então nos protestos de rua 70 pessoas, segundo admitido pelo governo, além da ocorrência de centenas de prisões e cinco condenações à morte.

As manifestações diminuíram significativamente durante um pouco de tempo, mas a oposição continuou questionando as eleições e chama Ahmadinejad de ditador, acusando de não haver sido reeleito pelos votos, e sim pela fraude, graças à qual não teria vencido o oposicionista Mir Hossein Mousavi.

Mas a morte e o adeus popular ao grão ayatollah Montazeri, um influente moderado simpatizante da oposição, desatou uma nova série de grandes manifestações de rua. Logo em seguida veio um agitado fim de semana, com manifestações violentas desencadeadas pela comemoração do luto da Ashura, a cerimônia religiosa mais importante para os xiitas.

Ontem, neste espaço, indaguei para onde vai o Irã. E não tinha uma resposta, salvo a constatação de que há um crescente cansaço com a ordem imperante e a inevitável conclusão de que a ditadura teocrática lá instalada, como tudo mais neste mundo, “vai passar”. Continuo hoje neste ponto – com essas constatações e sem a resposta.

Mas os ayatollahs e o governo sentem o perigo. Ontem, o ayatollah Abas Vaez Tabasi, um dos representantes regionais do ayatollah Ali Khamenei, o líder supremo, sucessor de Komeini, disse à TV estatal que “os líderes da oposição são uns mohareb (inimigos de Deus)”, acrescentando que devem ser tratados como prevê a sharia – a lei para os xiitas. A sharia fixa a pena de morte para os mohareb. Trata-se de uma ameaça, a mais grave feita até agora por um regime em crise e talvez desespero e não há garantia de que não levem a ameaça à prática. Dezenas de milhares de seguidores do governo fazem agora manifestações, pedindo punições aos “responsáveis” pelo protesto, ao tempo em que, contraditoriamente, acusam Israel e os Estados Unidos pelos protestos. Vão aplicar a sharia a esses dois países? Gostariam, mas…

No jogo sinistro das intimidações, o governo de Ahmadinejad, “presidente” que foi tão bem recebido pelo governo Lula recentemente, incluiu entre os presos três integrantes da oposição próximos a Mousavi e uma irmã da ativista Shirin Ebadi, Prêmio Nobel da Paz. “Minha irmã é dentista, não está de forma alguma ativa nos direitos humanos ou na política e ela não participou de nenhum protesto”, disse Ebadi, acrescentando que a prisão é uma tentativa de silenciá-la. Ontem, Ahmadinejad falou pela primeira vez sobre os protestos, qualificando as grandes manifestações de domingo como “um roteiro escrito por sionistas e americanos”. Disse também que “é um espetáculo que dá ânsia de vômitos”.

Ou dá arrepios?

dez
30
Posted on 30-12-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 30-12-2009

Pergunta que não quer calar, feita pelo “casseta” Beto Silva, em seu Twitter:

“Ué, vão cobrar ingresso no filme “Lula, o filho do Brasil”? O horário eleitoral não é gratuito?

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