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Posted on 31-10-2009
Filed Under (Multimídia, Newsletter) by vitor on 31-10-2009

Neguinho do Samba e Paul Simon na Bahia
negsamba


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Vitima de um enfarto do miocárdio morreu na tarde deste sábado,31, o músico baiano Antonio Luís de Souza,53, famoso como o Neguinho do Samba, criador do samba-reggae da Bahia. “Dona Canô”, gravada por Daniela Mercury, é uma das composições de maior sucesso de Neguinho.

Neguinho do Samba foi o inventor do estilo-musical “Samba-Reggae”, consagrado pelo Olodum, um ritmo musical único, com a cara da Bahia, que surgiu para criar uma diferenciação entre os ritmos de escola de samba e dos ritmos produzidos por aqui, registra o jornal tribuna da Bahia em sua edição on-line.

Foi também Neguinho do Samba o responsável pelo arranjo de percussão para a música ‘They don´t care about us’, de Michael Jackson, que teve o clipe gravado no Pelourinho, em 1996. Foi ele também o fundador do projeto Didá, que nasceu da necessidade de oferecer as mulheres, principalmente as negras, um espaço para expor suas ideias e talento musical.

(Postado por Vitor Hugo Soares , com informações da Tribuna da Bahia)

out
31
Posted on 31-10-2009
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Fidel aponta culpados /DN
Fidel
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Deu no Diário de Notícias (Portugal)

Em novo artigo publicado neste sábado, 31, em jornais cubanos,Fidel Castro afirmou hoje que os turistas de países como o Canadá e a Espanha introduziram a gripe A em Cuba e que Barack Obama também contribuiu para a situação ao encurtar as visitas de cubanos residentes em Miami.

Segundo o DN, Castro recorda que “os sintomas iniciais da febre A H1N1 surgiram quase em simultâneo no México, Estados Unidos e Canadá”, a partir do primeiro trimestre deste ano, alastrando depois a Espanha.

“Quando o presidente dos Estados Unidos suprimiu as restrições de visitas a Cuba de cubanos residentes nos Estados Unidos, a epidemia já estava avançada nesse país. Também os quatro países que mais geram turismo em Cuba contribuíram para o alastramento da doença”, escreveu Fidel.

No artigo, Castro afirma ainda , que “os primeiros portadores do vírus para Cuba foram turistas, porque inicialmente os casos de contágio eram poucos” e sem vítimas mortais na ilha.

“À medida que o vírus se foi estendendo às províncias, sobretudo as com maior número de familiares residentes nos Estados Unidos, foi necessário adquirir novos equipamentos de análises”, acrescenta Fidel Castro no seu artigo.

Para Fidel Castro, “o mais estranho é que Obama autorizou um maior número de pessoas a viajarem para Cuba mas continua a proibir a compra de equipamentos e medicamentos nos Estados Unidos para combate à epidemia”.

out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Artigos, Janio, Multimídia) by vitor on 31-10-2009

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CRÔNICA / LUGARES

Enquanto não chegar ao Leblon…

Janio Ferreira Soares

Recentemente estive no Rio de Janeiro, e a cidade continua linda e aparentemente tranquila. Pelo menos naquele pedaço que liga Copacabana, Ipanema e Leblon, sempre cheio de gente bonita e de dezenas de botequins frequentados por ubaldos e carusos, que tanto pode nos remeter a um fim de tarde em Itaparica ou a uma charge na primeira página de O Globo, quanto a uma novela de Manoel Carlos, aí dependendo do gosto do freguês.

O problema é o que rola no lado B da cidade depois que o Hotel Marina acende suas luzes e a Rocinha, Vidigal e adjacências também começam a piscar as suas num belo e assustador sincronismo, cujo resultado a gente só fica sabendo pelos jornais do dia seguinte. Aliás, a violência que acontece quase diariamente nas favelas do Rio me lembra aquelas chuvas de verão que inundam os fins de tarde de São Paulo.

Quem as vê pela televisão tem a impressão de que toda a cidade está um caos. Mas, para quem está na região dos Jardins ou na Av. Paulista, a realidade é outra.

É o que ocorre no Rio. Enquanto o couro come nos morros e favelas, as praias e bares da zona sul continuam lotados, nem aí pras balas traçantes que cortam os céus da Guanabara. E para a grande maioria que entorna um chope atrás do outro como se não houvesse amanhã, aqueles morros nada mais são do que uma espécie de mantenedores oficiais, cuja função é fazer chegar a eles o pó que inspira certos discursos repletos de sociologia barata e adornados por dialetos cheios de gírias e outros babados.

A propósito, Fernanda Torres escreveu uma genial peça que está em cartaz por lá, cujo título é Deus é Química. Conta a história de um casal (ela e Luiz Fernando Guimarães) que enquanto espera uma pizza acompanhada de 200 gramas de pó, assiste de um apartamento em Ipanema a uma guerra entre policiais e bandidos.

De uma forma bem humorada, Fernanda (ela mesma uma ex-viciada em cocaína) consegue chamar a atenção para esse tema tão polêmico, e ainda faz uma profecia. A de que, em breve, essa guerra pode finalmente chegar à zona sul. Aí, essa gente bronzeada que faz de conta que não tem nada a ver com isso, talvez acorde pro mundo. Ou continue pedindo uma pizza. Com a borda bem branquinha, faz favor.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso (BA), na região do Vale do São Francisco )

out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Entrevistas, Newsletter) by vitor on 31-10-2009

Geddel e Dilma: “só carinho”
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No comando da pasta da Integração Integração Nacional do governo Lula , o ministro Geddel Vieira Lima insiste em proclamar à toda altura a sua condição de pré-candidato do PMDB na Bahia, contra o governador petista Jaques Wagner. Enquanto isso, costura a aliança das duas legendas nacionalmente, e parece não ter motivos de arrependimento ou temer desgaste político causado pelas críticas ácidas que recebe de adverários em seu estado.

Ao contrário, como revela na entrevista concedida ao repórter baiano Eliano Jorge, postada neste sábado, 31, na revista digital Terra Magazine.

“Só tenho recebido do presidente Lula e da ministra Dilma demonstrações de carinho, de apreço e estou sendo uma pessoa que tem procurado articular muito o PMDB nacional, quebrar resistências para viabilizar uma apoio forte à ministra Dilma Rousseff”, deixa claro. E Geddel ressalva: “A disputa na Bahia não contamina o projeto nacional. Da nossa parte.”

“Falar de Partido dos Trabalhadores com Geddel Vieira Lima suscita opiniões extremas. Do apoio exacerbado ao rompimento total. Ir de um lado desse a outro é como atravessar uma fronteira bem definida. No caso estrito, a da Bahia’, assinala TM na apresentação da entrevista. Confira trechos da conversa do ministro Geddel em Terra magazine, que Bahia em Pauta reproduz a seguir. (VHS)

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Terra Magazine – Houve palanque duplo para eleição em Salvador, em 2008. O que o senhor acha desta nova ocorrência para a disputa pelo governo da Bahia?

Geddel Vieira Lima – É um fato absolutamente natural. Infelizmente o PMDB e o PT da Bahia deixaram de se entender. O PMDB identificou uma série de quebras de compromissos dos pontos de vista administrativos e políticos. O que nós imaginamos e sonhamos em 2006 começou a desmontar em 2008, quando o PT deixou a administração do prefeito João Henrique. Depois de negociar inclusive a ampliação do espaço, lançou uma candidatura. Foi colocado de forma clara. Aliado a este posicionamento político do PT com uma série de desarranjos administrativos, nós entendemos que não cabia mais preservar esta aliança.

Terra Magazine –Existe alguma chance ainda de o senhor compor com o PT baiano…?

Não, não, não, não, não. Não vislumbramos. Não vislumbramos. Cada um vai sair com seu projeto próprio. O que pode nos manter unido é a avaliação de que o projeto nacional é um projeto bem-sucedido. Ou seja, o Lula tem sido excepcional para o Brasil, o Wagner não tem sido bom pra Bahia. Portanto, nós vamos disputar esta eleição, oferecendo um apoio à candidatura que preserve o projeto do presidente Lula.

Terra Magazine –E o que o senhor acha da avaliação de que sua candidatura fica enfraquecida sem o apoio do governo estadual?

Só pode ser uma avaliação dos meus adversários. O Jaques Wagner ganhou uma eleição no passado, numa postura contra o governo estadual. Estar no governo estadual não significa você ter sucesso, significa você fazer uma boa administração. Não é o caso do que está acontecendo na Bahia. Estou extremamente otimista.

Terra Magazine – Como tem sido seu entendimento com a ministra Dilma e o presidente Lula?

Excepcionalmente bem. Só tenho recebido do presidente Lula e da ministra Dilma demonstrações de carinho, de apreço e estou sendo uma pessoa que tem procurado articular muito o PMDB nacional, quebrar resistências para viabilizar uma apoio forte à ministra Dilma Rousseff.

Terra Magazine – O acirramento da disputa na Bahia não pode deteriorar o pré-acordo entre PMDB e PT pela candidatura nacional?

Por quê? Não vejo qual é a ligação que têm uma coisa e outra. Nós vivemos numa federação, não há obrigação de o que acontece nacionalmente se repetir nos mais diversos estados. Já não aconteceu na eleição passada. Em Pernambuco, havia a candidatura do Eduardo Campos e a do Humberto do Costa. Este fato que acontece na Bahia acontecerá em outros lugares. Eu tenho tido com a direção nacional do PT e com o presidente Lula e a ministra Dilma a melhor das relações. E o PT nacional também tem visto posições extremamente ponderadas, moderadas, diferentemente das posições do PT da Bahia, que vivem, entre outras coisas, tentando plantar – e o termo é este – plantar, na mídia amiga, intriga, cizânia, divisão. Já tenho experiência suficiente para não morder este tipo de isca.

Terra Magazine – Na verdade, foi o jornal O Globo que publicou nesta sexta-feira…

Mas eu não estou falando especificamente deste assunto, estou lhe falando de vários assuntos.

LEIA ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DO MINISTRO GEDDEL EM TERRA MAGAZINE 


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Praticamente abandonado, doente e profundamente magoado, morreu em um hospital da região metropolitana de Salvador, o ex-zagueiro-central Juvenal Amarijo, o último jogador vivo que esteve em campo como titular da Seleção na decisão da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, perdida para o Uruguai.

Nascido em Santa Vitória de Palmar, Rio Grande do Sul, Juvenal morava há décadas na Bahia onde atuou antes de encerrar a sua carreira de jogador de futebol. Ele iria completar 87 anos no próximo 27 de novembro ainda carregando o peso de uma carreira marcada pela derrota contra o Uruguai, no Maracanã, que tirou do Brasil a Copa de 50 e se transformou em recorrente tragédia nacional.

Juntamente com o goleiro Barbosa, Juvenal foi um dos mais execrados após o inédito vice-campeonato mundial e o jamais esquecido gol marcado pelo uruguaio Ghiggia. Curiosamente, nos 11 jogos que fez pela Seleção perdeu apenas uma vez, justamente numa final de Copa do Mundo. O suficiente , no entanto, para a impiedosa condenação que sofreu pelo resto da vida.

Os jornais, sites e blogs do país e do exterior repetem neste sábado, a triste história de Amarijo, que epois do fatídico “maracanazo”, no Rio, nunca mais foi convocado.

Juvenal começou em 1944 no Farroupilha (RGS). Chegou ao Bahia, já na metade dos anos 50, não foi mais embora. Despediu-se do futebol no Ypiranga e viveu os seus últimos dias no litoral de Salvador, em Jauá.Lá, foi pescador, despachante de cartório e bilheteiro do estádio da Fonte Nova.

No Bahia, o ex-zagueiro ganhou dois campeonatos baianos em 1954 e 1956. Com a Seleção foram duas conquistas em 1950: a Copa Oswaldo Cruz e a Copa Roca. Na Copa do Mundo chegou como titular, então jogador do Flamengo. Se notabilizou pela eficiência na marcação e força na disputa corpo a corpo. Ganhou os holofotes quando namorou a cantora Aracy de Almeida. Recentemente voltou a mídia por razões menos honrosas.

O blog “Futebol é coisa séria” destaca que, em 2007, “a Globo apresentou seu final indigno, sua situação de completa calamidade, chocante e não menos revolvante. Fora as sérias dificuldades de saúde, inerentes a idade, vivia na miséria absoluta, situação díficil de imaginar para qualquer um que jogue uma final de Copa do Mundo nos últimos tempos. Seu final de vida se resumia a um quarto em Jauá e um sério problema de artrose no joelho”.

Adeus, Juvenal, descanse em paz, finalmente, depois de tão longa, tereível e injusta condenação.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do blog “Futebol é coisa Séria” , Rádio Band News-FM e agências de notícias)


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COMENTÁRIO/THIS IS IT

MICHAEL VIVE

Regina Soares

Dia 28 de Outubro, somos os primeiros da fila do cinema da nossa cidade, esperando com ansiedade para tirar nossas dúvidas sobre o estado fisico, mental e musical de Michael Jackson, enquanto se preparava para o grande show da sua volta aos palcos durante um longo recesso.

Eu e meu filho, Pablo, somos fãs fieis e acompanhamos a carreira e vida de MJ por várias decadas. Esperavamos ver os ensaios do tão badalado show e conheciamos algumas estorias envolvendo personagens por traz das câmeras, estórias que vieram a tona com o trágico desaparecimento do personagem central. Mas não sabiamos ao certo o que conseguiram salvar ou se o que foi salvo deveria ser apresentado ao público.

Ficamos pasmos diante do que nos foi presenteado. Michael parecia estar em um dos seus melhores momentos. Vibrante, elétrico, no comando do espetáculo, como sempre, projetando uma figura física esbelta e firme, em plena consciência e soltando a sua voz com perfeição. Simplesmente deslumbrante!

O show que iria ser apresentado em Londres, seria um espetaculo que ficaria na história: muito bem produzido, com um grupo de dancarinos e musicos de primeira categoria, liderados pelo magnifico Rei do Pop, em sua melhor forma.

Gracas as filmagens durantes os ensaios, podemos sentir mais de perto a dedicação e o amor que MJ desejava transmitir aos seus fãs, familiares, principalmente seus filhos, para quem o filme é dedicado e ao mundo que lamentará para sempre a sua partido tão prematura.

Nao percam se aparecer a oportunidade de ver o que poderia ter sido.

Regina Soares é advogada, mora em Belmont, área da baia de San Francisco, Califórnia (EUA).

out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 31-10-2009

Deu na Tribuna da Bahia

Sempre atento na denúncia de medidas de poder do Estado que atentam contra o direito fundamental do individuo à privacidade, o jornalista político aponta bateria certeira em sua coluna deste sábado, 31, na Tribuna da Bahia, na direção da Resolução do Contran. Os objetivos declarados da medida são tributário, de ordenação do trânsito e de recuperação de veículos em caso de furto, roubo ou sequestro. “O problema são as lacunas da medida”, suspeita o jornalista. Confira os motivos no texto do artigo de Ivan de Carvalho, que o Bahia em Pauta reproduz a seguir. (VHS).

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Chips em humanos:Em breve será assim?
futuro
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ARTIGO / DE OLHO

Um dia vão por chips nas pessoas

Ivan de Carvalho

Não está na Constituição. O que está na Constituição, como cláusula pétrea, é o direito fundamental do indivíduo à privacidade.

Não está em lei ordinária. Nenhuma foi aprovada pelo Congresso para instituir e regular o assunto. Nenhuma faz referência a ele.

Não está em medida provisória em tramitação no Congresso. Nunca o presidente da República assinou uma MP sobre o assunto e a enviou ao Congresso para apreciação.

Não está em um decreto presidencial. Nenhum presidente da República assinou qualquer decreto criando e regulando esse instrumento de espionagem.

Está numa simples Resolução do Conselho Nacional de Trânsito, que a fez publicar em 22 de novembro de 2006, com prazo de cinco anos para sua implantação completa, pela indústria e pelos Estados, na frota nacional de veículos automotores, incluindo desde carretas a ônibus, automóveis, utilitários e motocicletas.

Parece que, por não serem automotores, mas semoventes, escaparam os cavalos, burros, jumentos e similares que não constam da frota nacional, a exemplo de camelos e elefantes. Também o homem escapou, estou certo de que apenas provisoriamente. Ele é um semovente, mas não é considerado automotor, nem veículo, ainda que frequentemente se comporte como tal, ao carregar outra pessoa, ou se é, por exemplo, um estivador com um saco nas costas.

Creio que a Resolução do Contran deixa lacunas. Carroças, charretes, carruagens são veículos de tração animal, não automotores, e riquixá é de tração humana. Devem receber o chip de fábrica, como os veículos automotores, ou estão dispensados do chip bisbilhoteiro?

Bem, segundo a resolução do Contran, todo o sistema deveria estar funcionando – implantado e operado pelos Estados – em 2011. Mas somente na última quinta-feira o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) definiu a tecnologia a ser usada. Então, adiou o funcionamento integral do sistema para 2014.

Ganhamos algum tempo para lutar contra essa invasão de privacidade, esse monitoramento das pessoas pelo Estado, mas pouca gente parece interessada em travar essa batalha. A quase totalidade das pessoas não consegue entender seu alcance, não vê o que está em jogo, além de estar profundamente desinformada sobre o avanço do Big Brother – não a besteirada da Rede Globo, mas o verdadeiro, o representado pelo monitoramento e controle estatal do indivíduo, com uma imensa sofisticação tecnológica em relação ao que foi descrito no romance 1984, de George Orwell.

O chip será instalado no pára-brisa dos carros, cujos dados terá. Antenas vão captar e transmitir as informações para uma central que identificará a localização e a situação do veículo. Os objetivos declarados são tributário, de ordenação do trânsito e de recuperação em caso de furto, roubo ou sequestro. O chip permitirá o rastreamento do veículo. Se entrar em um motel ou parar no estacionamento de uma igreja, o Estado saberá. Se uma dessas coisas for eventualmente proibida, o chip garantirá o êxito da perseguição policial. Um dia vão por chips nas pessoas. E a maioria vai gostar.

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