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30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 30-10-2009


A canção para atravessar a madrugada desta sexta-feira também vem do Uruguai, composta e interpretada por um dos maiores músicos e intépretes do país oriental da América Latina, já falecido. Seu nome: Alfredo Zitarrosa.
“Violn de Becho” é considerada sua obra mais emotiva , entre tantas marcadas pela emoção mais apaixonada.Dedicada a seu amigo Carlos “Becho” Eizmendi, primeiro violíno da Orquesta Sinfónica del SODRE (Uruguay) . Confira.
(Vitor Hugo Soares)

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VIOLIN DE BECHO

Alfredo Zitarrosa

Becho toca el violín en la orquesta
cara de chiquilín sin maestra
y la orquesta no sirve, no suena
sin violines cansados que duelan.
Porque a Becho le duelen violines
que son como su amor, chiquilines;
Becho quiere un violín que sea hombre
que al dolor y al amor no los nombre.

Pero el violín de Becho es un grito
hay violines que suenan distinto;
Becho quiere un violín que sea nadie,
cuatro cuerdas sonando al aire.

Becho tiene un violín que no ama,
pero siente que el violín lo llama;
por las noches como arrepentido
vuelve a amar ese triste sonido.

Vida y muerte, violín, padre y madre;
canta el violín y Becho es el aire;
ya no puede tocar en la orquesta
porque amar y cantar eso cuesta.

out
30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 30-10-2009

Nos comícios do tupamaro Mujica…
festpolitica
…e do liberal Lacalle: festa democrática
Lacalle
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ARTIGO DA SEMANA

NA BAHIA DE OLHO NO URUGUAI

Vitor Hugo Soares

Dos lugares por onde já passei no mundo, um dos que mais gosto fica bem ali, minúsculo geograficamente mas imponente em sua presença marcante na história política e social da América do Sul. Sim, estou falando do Uruguai, que chamo sempre pelo nome completo – República Oriental do Uruguai. Assim como seus cidadãos de origem o fazem, com o justo orgulho cívico desta gente firme e participativa, principalmente em tempos de campanhas políticas como agora, quando se decide a escolha do sucessor do presidente Tabaré Vasquez.

Sejam partidários da Frente Ampla, de esquerda, do candidato José Mujica (ex-tupamaro amigo pessoal de Lula); sejam os adeptos do Partido Nacional, do liberal Luis Lacalle (admirador de FHC ), dá gosto ver a intensidade dos comícios e a maciça presença popular nas urnas. Assim, recomendo a quem gosta do bom combate político e debate de programas e ideias, dar uma olhada mais atenta na casa do vizinho a partir deste fim de semana, quando recomeçam os eletrizantes comícios da fase decisiva.

No primeiro turno o Uruguai já foi uma festa democrática de dar inveja, como sempre. O índice de comparecimento às urnas beirou os 90% do eleitorado apto a votar. Fato digno de admiração até mesmo naqueles países tidos como os mais civilizados e democráticos do planeta. Os Estados Unidos ou a França, inclusive.

Para muita gente, no entanto, aquele bravo pedaço do continente não passa de um prosaico balneário para repouso e lazer de aposentadas celebridades de Hollywood, com palacetes construídos em Punta Del Este. Ou belo recanto de novos ricos paulistas, gregos e baianos que ultimamente se esbaldam entre Montevidéu e Punta Del Este. Há ainda também quem veja o país como mais um desses paraísos fiscais espalhados pelo planeta. Lugar onde governantes, políticos e empresários corruptos costumam esconder do Fisco e das CPIs suas fortunas construídas da noite para o dia nas estranhas transações realizadas em seus respectivos e assaltados países.

“Venho de longe, sempre escutando isso”, dizia o ex-governador Leonel Brizola, que conheci pessoalmente por lá em uma das fases de seu longo e sempre polêmico exílio e retorno, como mais uma vez se verá no livro de memórias que o jornalista baiano Sebastião Nery irá lançar em Recife, na festa de aniversário do histórico Diário de Pernambuco, mês que vem.

O Uruguai acolheu brasileiros notáveis no começo de seus exílios: Jango (que morreu sem conseguir retornar), Brizola, Darcy Ribeiro e Waldir Pires. Lá convivi com outras figuras expulsas daqui e acolhidas do outro lado da fronteira. Foi através de algumas delas que aprendi a gostar de Montevidéu, batendo pernas nas Ramblas de Pocitos, freqüentando o Café Copacabana, no Centro Histórico, os restaurantes populares de assados imbatíveis, ou os bares dos hotéis da Calle Yi, ou Calle Cuaréim.

Papos intermináveis que abarcavam o Uruguai, o Brasil, o mundo. Conversas de política, de saudades ou de conspirações fracassadas. Ali, em períodos diversos, testemunhei fatos – como a chegada da ditadura nas “orillas” do Rio da Prata e a feroz Operação Condor – e aprendi história com uma das figuras mais dignas e generosas que já conheci: o coronel Dagoberto Rodrigues, diretor geral dos Correios na época do golpe contra o governo de Jango. O homem digno e corajoso que botou o poderoso Henry Kissinger para fora de seu gabinete, em Brasília, no governo JK, quando o americano insinuou negociata em nome de empresa americana no setor da telefonia, no período da construção de Brasília.

Mas é preciso citar dados sobre o Uruguai de hoje, às vésperas da escolha de seu novo presidente. Mesmo distante de sua fase de Suíça do continente, consegue ainda exibir índices de dar inveja em muita gente. Por exemplo: uma renda per capita anual de 7.090 dólares americanos, uma das maiores do mundo, ao lado de uma das menores taxas de pobreza da América Latina. O índice de analfabetismo também é dos mais baixos do continente, perto de zero.

Tem mais: com população de 3,3 milhões de habitantes, o país é pioneiro na América do Sul na adoção de políticas sociais e foi o primeiro da região a criar um sistema de previdência. Além de seu elevado Índice de Desenvolvimento Humano frente aos demais países do continente, o Uruguai também é um modelo no setor de assistência aos idosos, que formam parte significativa da população. Sobre isso, lembro um episódio emblemático para terminar.

No exílio, o jornalista alagoano Paulo Cavalcante Valente teve problemas de saúde e precisou ser submetido a uma cirurgia urgente e delicada. Foi internado em um hospital público de Montevidéu. De passagem pela cidade, fui com Margarida visita-lo ainda internado mas às vésperas de ter alta, firme e forte outra vez. Ouvi então depoimento insuspeito:

“Baiano, embora internado como quase indigente, aqui recebi um tratamento de magnata. Equipe de cirurgiões de primeira linha, medicamentos a tempo e a hora de graça, sem falar nessas enfermeiras daqui que nunca vi igual. Até talquinho em minhas costas elas passam toda hora, para não sentir incômodo por ficar deitado tanto tempo. Já pensastes?”, perguntava Valente, sem perder o sotaque nordestino, mesmo depois de quase 20 anos de exílio em terras castelhanas, ante de poder voltar ao Rio.

Qualquer que seja o resultado, com o tupamaro Mujica ou o liberal-conservador Lacalle no poder, espero rever em breve a querida, culta e sempre generosa Montevidéu. “Já pensastes?”.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

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Zelaya: “Vitoria da democracia e da negociação”
Zelaya
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Nesta sexta-feira, 30, o governo decorrente do golpe militar em Honduras cedeu à pressão internacional e aceitou a proposta negociada de regresso ao poder do presidente Manuel Zelaya. O recuo do governo de Micheletti, imposto pelos militares e setores civis aliados aos golpistas, se dá quatro meses depois de tensas e difíceis negociações desde que o exército forçou o presidente legitimamente eleito a abandonar o país.

O fim do impasse surgiu na terde de hoje, depois de uma visita de responsáveis da secretaria de Estado norte-americana a Honduras, com a finalidade de pôr termo à crise.

O presidente Manuel Zelaya, que jamais admitiu outro cenário de resolução do impasse que não o da sua recondução ao poder, saudou o acordo como “um triunfo para a democracia” hondurenha. “Estamos satisfeitos. Estamos optimistas que o meu regresso esteja iminente”, afirmou o chefe de Estado, que foi obrigado por soldados a deixar as Honduras na madrugada de 28 de Junho, enfiado ainda de pijama num avião.

Em texto analítico sobre a crise , em sua edição online, o jornal português Público assinala que depois de algumas tentativas frustradas, e muito aparatosas, Zelaya conseguiu voltar em segredo ao país, a 21 de Setembro, permanecendo desde então em refúgio na embaixada brasileira em Tegucigalpa – com as tropas hondurenhas a manterem um cerco cerrado ao edifício.

Segundo o diário luso, os opositores de Zelaya o acusam de ter tentado rever a Constituição de forma a remover a limitação de mandato único permitido a um Presidente, para que se pudesse recandidatar e fazer-se reeleger, depois de terminar o corrente mandato em Janeiro próximo. Muitos hondurenhos não viram, de resto, com muito bons olhos a aproximação de Zelaya (de esquerda) ao polémico Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, temendo que o chefe de Estado das Honduras retirasse dali lições para se perpetuar no poder.

À frente do chamado governo interino desde o afastamento do Presidente, Roberto Micheletti persistentemente recusou aceitar o regresso de Zelaya. Agora retrocedeu: “Autorizei a minha equipe de negociadores a assinar um acordo que marca o princípio do fim da atual situação política no país”, afirmou ainda ontem à noite.

RECONDUÇÃO PRÓXIMA

Público destaca ainda que segundo Micheletti, Zelaya poderá ser reconduzido nos próximos dias, logo após votação feita no Congresso, a qual deve previamente ser autorizada pelo Tribunal Supremo – instituições que haviam dado o seu aval formal à expulsão, a primeira votando favoravelmente a sua destituição da chefia de Estado e a segunda decretando que Zelaya violara a Constituição.

Nos termos do pacto obtido nesta sexta-feira, ambas as partes deverão reconhecer a legitimidade dos resultados a saírem de uma eleição presidencial agendada para 29 de Novembro, e ambas terão de sancionar que o controlo do exército seja transferido para o tribunal eleitoral superior do país.

“ACORDO HISTÓRICO”

O diário portugues pontua ainda que a Secretária de Estado, Hillary Clinton, não perdeu tempo a felicitou ambas as facções em nome do governo americanos, por terem “alcançado um acordo histórico”. Nos últimos dias, os Estados Unidos exerceram reforçada pressão sobre os líderes interinos em Honduras, com a determinação férrea de pôr termo a uma “dor de cabeça” inesperada na agenda de política externa do Presidente norte-americano, Barack Obama.

Tanto os Estados Unidos como a União Europeia e a generalidade dos líderes da América Latina mantiveram uma frente comum de pressão, assinala Público, insistindo que deveria ser permitido a Zelaya terminar o mandato presidencial para o qual fora democraticamente eleito.

(Postada por Vitor hugo Soares, com informações do jornal portugues Público e agências internacionais de notícias)

out
30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Artigos, Eventuais) by vitor on 30-10-2009

Em noite de insônia à véspera do feriadão brasileiro, como ele próprio assinala por e-mail ao editor, o jornalista Patrick Brock produziu o segundo e excelente artigo para o Bahia em Pauta. Desta vez mexe com economia, uma de suas especialidades no jornalismo, com texto de gente grande e refinado humor baiano misturado com sangue anglo-saxônico, ou vice-versa. Fala dos medos americanos pós-crise das moradias e diante de outra que parece próxima, às vésperas do Halloween, “festival de origem pagã em que os americanos tentam exorcizar seus temores”. Um primor, de texto e de análise. Confira(VHS)

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>maodollar.
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ARTIGO / AMERICANOS

O declínio do dólar e o sorriso de Mao

Patrick Brock, de Nova Iorque

Um dos filmes assistidos nos EUA ultimamente se chama “Atividade Paranormal”. Produzido em 2007, conta a história de um casal que se muda para uma casa nos subúrbios de San Diego, na Califórnia, um dos estados que mais simbolizaram o sonho americano de prosperidade material. A esposa se diz perseguida desde pequena por uma entidade e logo depois da mudança coisas estranham começam a acontecer. O marido faz pouco do terror dela, mas os dois acabam chamando um especialista em demônios para estudar a casa. Há um espírito maligno que se alimenta de energia negativa na casa, diz o homem. No estilo falso-documentário de “A Bruxa de Blair”, o filme custou apenas US$ 15.000 e já rendeu mais de US$ 60 milhões à Paramount, subsidiária do conglomerado americano Viacom, também dono da rede de televisão CBS.

Além da conveniente proximidade com o Halloween, festival de origem pagã em que os americanos tentam exorcizar seus inúmeros medos, o sucesso do filme parece ecoar também o trauma nacional da recente crise imobiliária. Estimulado por incentivos tributários para os interessados na compra da primeira casa própria, e também pela magnitude do declínio no próprio valor dos imóveis, o mercado imobiliário voltou a dar sinais de vida, com leve alta no valor médio das residências.

Em vez de enfrentarem o terror em suas próprias casas, os americanos podem se dar ao luxo de ver seus medos refletidos metaforicamente no casal cujo sonho de prosperidade é transformado em pesadelo. Enquanto isso, já se avizinha uma nova crise, desta vez com os imóveis comerciais, muitos deles vitimados pelas falências de empresas e surgimento de shoppings fantasmagoricamente vazios.

Desde a Grande Depressão, nos anos 30, os americanos viveram um grande período de expansão econômica irregular, mas impressionante. Mesmo com as esporádicas recessões, o padrão de vida da população continua refletindo sua renda per capita de US$ 40.000, a sexta maior do mundo. Homens como Warren Buffett, o presidente do conglomerado Berkshire Hathaway, fizeram fortunas durante esse período. Para o americano médio, essa pujança se traduziu em fácil acesso a credito, carros e casas espantosamente grandes e baixo desemprego.

Mas agora a situação mudou e o desemprego está perto de 10%. Se estudarem os efeitos negativos da globalização na economia americana, talvez os manifestantes que costumam inundar as ruas contra o imperialismo ianque aplaudissem seus efeitos niveladores sobre a economia mundial.

Cada vez menos industrializados, os EUA cedem à China o papel de fábrica do mundo e se transformam numa economia predominantemente de serviços; nesse meio tempo, os salários foram pressionados pela concorrência em nível mundial, tornando difícil sobreviver com os empregos que antes permitiam um padrão de vida confortável. Os pais estão assistindo ao mundo em que cresceram desmoronar com o desemprego dos filhos recém-formados nas faculdades, que cobram preços exorbitantes mas não servem mais para garantir o emprego. Antes forte, a moeda nacional é corroída cada vez mais pela inflação.

Sessenta e quatro anos atrás, os EUA emergiram vitoriosos do maior conflito militar da humanidade. Na cidadezinha de Bretton Woods, no Estado de New Hampshire, ditaram o modelo econômico do pós-guerra. Desde então, o combalido dólar ainda reina absoluto. É a moeda número um dos mercados de câmbio de Mogadisu a Londres. O governo americano sabe disso e tem aproveitado o peso das verdinhas para operar em US$ 1,3 trilhão no vermelho e sem qualquer lastro físico desde os anos 70, quando Richard Nixon acabou com o padrão ouro. Diferentemente do império britânico, a “paz americana” usou o poder do capital, das ideias, das armas e principalmente da moeda para se manter por cima da carne seca.

No fim do século 19, se popularizavam no Reino Unido os romances de invasão, como Drácula (1897), do irlandês Bram Stoker, em que uma estrangeiro sinistro se dirige a Londres para sugar na fonte o sangue da civilização mais próspera de então. Esse e outros livros refletiam o temor dos britânicos de que se avizinhava a decadência de sua dominância. Cinquenta anos depois, com o império dissolvido e o país devastado pela Segunda Guerra, o Reino Unido teve que pedir um empréstimo camarada de US$ 45 bilhões da ex-colônia para se reconstruir. Só terminou de pagá-lo em 2006. Hoje em dia a China é que assumiu o papel dos EUA nessa equação – segundo o Departamento do Tesouro dos EUA, a República Popular da China é maior detentora de títulos do Tesouro, com US$ 800 bilhões em agosto. Até o Brasil está nessa brincadeira: é o sexto maior detentor de Treasuries no mundo, com US$ 137 bilhões.

Continuam as reuniões, mas diferentemente de Bretton Woods, não surgem soluções; no máximo algum líder mundial pede a fundação de uma nova ordem. Mas essa ordem ainda não apareceu em definitivo; o sistema de bancos centrais iniciado após a Grande Depressão parece ter freado o ímpeto devastador da crise. Talvez a solução surja de um camponês da China que abandona a fome do povoado e, tal qual retirante, vai buscar um emprego nas fábricas do litoral. Ou talvez de uma vila africana, como Wangari Maathai, queniana ganhadora do Nobel da Paz de 2004 que inspirou um movimento responsável por plantar mais de 20 milhões de árvores.

O total de reservas chinesas em Treasuries aumentou quase US$ 230 bilhões desde agosto do ano passado. Até agora no ano, a China já cresceu 7,7%. Na nota de 100 iuanes, Mao até parece sorrir.
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Links:

Reino Unido quita dívida da Segunda Guerra com os EUA:
http://www.independent.co.uk/news/business/news/britain-pays-off-final-instalment-of-us-loan–after-61-years-430118.html

Maiores detentores de títulos do Tesouro, segundo dados do governo americano:
http://www.treas.gov/tic/mfh.txt

China ultrapassa o Japão em investimento nos Treasuries:
http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/11/18/AR2008111803558.html

Biografia de Wangari Maathai, no site do Prêmio Nobel:

http://nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/2004/maathai-bio.html

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Patrick Brock é jornalista, tradutor e faz mestrado na universidade de Nova York

out
30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 30-10-2009

Os nove sobreviventes da queda do avião C-98 da Força Aérea Brasileira (FAB) que estavam sendo transportados pelos helicóptero HM-3 Cougar do Exército Brasileiro e H-60 Blackhawk da FAB desembarcaram no aeroporto de Cruzeiro do Sul, no Acre. De acordo com a assessoria do aeroporto, cinco mulheres e dois homens estão bem e saíram andando do veículo.

A aeronave que estava desaparecida desde a manhã de quinta-feira, foi localizada por volta das 9h40 desta sexta-feira por indios da Amazônia. Segundo informações da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) e da FAB, das onze pessoas que estavam a bordo do avião, nove sobreviveram.

Segundo o portal IG, ainda não há informações oficiais sobre as outras duas pessoas. O suboficial Marcelo dos Santos Dias está desaparecido e o estado de saúde do funcionário da Funasa, João de Abreu Filho, não foi divulgado.

Os três tripulantes sobreviventes que estavam na aeronave são o primeiro-tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, o segundo-tenente José Ananias da Silva Pereira, e o primeiro-sargento Edmar Simões Lourenço. As outras seis pessoas que passam bem são os funcionários da Funasa Diana Rodrigues Soares, Jositéia Vanessa de Almeida, Marcelo Nápoles de Melo, Maria das Dores Silva Carvalho, Maria das Graças Rodrigues Nobre e Marina de Almeida Lima.

Informações da Aeronáutica revelam que o avião caiu em meio à Floresta Amazônica, entre as Aldeias Aurélio (da Tribo dos Matis) e Rio Novo (da Tribo dos Murugos), próximo ao Rio Ituí, afluente do Rio Javari. As informações teriam sido passadas à Funai por integrantes da tribo Matis.

out
30

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CRÔNICA / MONUMENTO

BROCHE NELES!

Gilson Nogueira

Uma réplica da imagem do Cristo Redentor forma o broche da campanha “Eu Sou de Cristo” que a Igreja lançou terça-feira (27), no Alto do Corcovado, visando arrecadar dinheiro para a manutenção do monumento que está necessitando de reforma na sua estrutura interna e no seu revestimento externo.

Os entendidos dizem que o Cristo sofre com os desgastes do tempo e com fenômenos climáticos, como ventos, chuvas, raios, e a incidência do sol. A Igreja venderá o broche, a R$ 7,00 nas 252 paróquias da Arquidiocese do Rio. Bela iniciativa, para recuperar a imagem, eleita, há dois anos, uma das sete maravilhas do mundo moderno e que, segundo versão atualizada do Guinness World Records, é a maior estátua de Jesus Cristo no mundo.

Com a eleição da capital do Estado do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016, um dos mais notáveis cartões-postais do país jamais necessitou tanto de cuidados especiais, como esses que, a partir de agora, serão tomados, pela Igreja. Resta, contudo, rezar, a fim de que a venda dos broches renda a importância capaz de garantir a manutenção do Cristo.

Ah, ia esquecendo da pergunta que não quer calar! Quantos broches da campanha os governos municipal, estadual e federal pretendem adquirir? Respostas para o Bahia em Pauta. Obrigado.

Gilson Nogueira, jornalista ( Direto de Botafogo, no Rio de Janeiro)

out
30


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Nesta sexta-feira, 30 de outubro, dia da estréia nacional do filme “Alô, Alô Terezinha” no circuito nacional de cinema e feriado do servidor público brasileiro, a musíca para começar o dia no Bahia em Pauta é “Aquele Abraço”, de Gilberto Gil, compósitor e intérprete desta música que é quase um hino de uma cidade e de um tempo no país.

Vai para duas baianas- Olivia e Mariana – e uma carioca – Cida – com tudo a ver com este site-blog desde o começo. Uma das baianas tomou o avião ainda nesta madrugada em Salvador, para amanhecer com a imagem do Cristo Redentor diante delas com sabor de samba de Tom na descida no aeroporto do Galeão, na abertura do feriadão.A outra vai mais tarde, de brasília. A carioca Cida Torneiro é provável que esteja ainda sob o sol de Búzios, mas onde estiver, receba também “Aquele Abraço” do BP.

(Vitor Hugo Soares


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Deu no MSN

Sobre a estreia nesta sexta-feira, 30, no grande circuito nacional de cinema, do documentário “Alô, Alô Terezinha” , sobre a vida e o trabalho do pernambucano Abelardo Barbosa, que se transformou em um dos maiores fenômenos da televisão do Brasil.
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“Grande referência da cultura popular brasileira durante as décadas de 50 a 80, Abelardo Barbosa foi o principal apresentador de programas de auditório do país. Com um jeito irreverente de ser, o comunicador sabia falar diretamente ao público e dar exatamente o que o povo queria. Popular com suas brincadeiras, jogando bacalhau no auditório e distribuindo entre os seus convidados o Troféu Abacaxi, o Chacrinha revelou em seus programas grandes sucessos. Pelos seus palcos passaram nomes como Roberto Carlos, Gilberto Gil, Wanderléia, Ney Matogrosso, Fábio Jr, entre outros.

Para o documentário Alô, Alô, Terezinha!, de Nelson Hoineff, estes e outros músicos falam de suas relações com o apresentador e da importância dele em suas carreiras. Além deles, estão ex-chacretes, como Rita Cadillac, Índia Potira e Cléo Toda-Pura, e de membros da equipe do programa do Chacrinha, como Russo, Dona Florinda e a própria Terezinha. No longa, ainda será mostrada a trajetória do apresentador através da recuperação digital do acervo de seus programas.”

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