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Postado em 05-10-2009
Arquivado em (Newsletter) por vitor em 05-10-2009 11:19

Anúncio dos vencedores do Nobel de Medicina
Nobel
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Tres cientistas que trabalham no Esdos Unidos são os ganhadores do prémio Nobel da Medicina 2009 : Elizabeth Blackburn, Carol Greider e Jack Szostak, por estudos sobre a protecção dos cromossomos, segundo anunciou nesta segunda-feira o Comité Nobel, em Estocolmo, Suécia.Os estudos são considerados no mundo científico como de notável alcance em relação ao combate ao câncer de pele e de pulmão.

O pesquisado português, Alexandre Quintanilha, que conhece há mais de 20 anos Elizabeth Blackburn, disse às agências de notícias européias, que este prémio até já devia ter chegado há mais tempo. Os estudos premiados sobre cromossomos são importantes também na questão do envelhecimento humano.

Elizabeth Blackburn, originária da Austrália, Carol Greider, dos Estados Unidos, e Jack Szostak, que nasceu no Reino Unido, são laureados por descobertas pioneiras no campo da medicina molecular sobre o processo de multiplicação dos cromossomas.

A Academia Sueca explica que o estudo destes professores, que trabalham todos em território norte-americano, deram um contributo para a compreensão do mecanismo de protecção dos cromossomas pelos chamados telomeros e enzimas telomerases.

MUTAÇÕES GENÉTICAS-Estas investigações ajudam a compreender porquê certo tipo de mutações genéticas acontecem bem como os processos que estão na origem de doenças causadas por modificações nos cromossomas.

As descobertas destes três cientistas, prossegue a academia, “constituem um importante avanço da ciência e abrem o caminho para a cura de diversas doenças causadas por degenerações genéticas como certo tipo de anemias, o cancer da pele ou do pulmão”.

Segundo o portal TSE Rádio Notícias, de Lisboa, o investigador português Alexandre Quintanilha conhece há mais de 20 anos uma das laureadas, Elizabeth Blackburn. Os dois já foram parceiros em júris e trabalhos do Comité de Investigação do Departamento do Genoma Humano, que foi fundado, entre outros, por esta cientista.

Alexandre Quintanilha considera que este prémio é merecido e descreve Elizabeth Blackburn como uma mulher «tímida», que não procura o protagonismo.

“É uma investigadora da máxima qualidade e penso que já devia ter recebido este prémio há mais tempo”, considera Quintanilha.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações de agências de notícias européias e TSE Radio Notícias, de Lisboa).

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