out
03

Gloria Maria: “Ivete está ótima”
gloria
==================================================
Segue a procissão de visitas, no Hospital Português, em Salvador, a Ivete Sangalo, depois do parto. Na tarde deste sábado, 3, quem esteve com a cantora baiana que, na noite de ontem,  “ganhou neném” , como dizem os soteropolitanos, foi a jornalista Glória Maria, ex-âncora do Fantástico da TV Globo. A informação é do R7, novo portal na web da Rede Record.

O R7 assinala que Glória contou a site como foi a visita, que durou cerca de uma hora e meia.

– O neném da Ivete é a coisa mais linda do mundo. Ele se parece muito com ela. Mama pra caramba! O Marcelo não para de mamar. Ela me contou que ele passou a noite toda mamando. Ele é comilão. É uma gracinha. Todo delicadinho. E Ivete está ótima e muito feliz.

O filho de Ivete, Marcelo, nasceu na noite de sexta (2), de parto cesárea. O bebê tem três quilos. O pai da criança, o estudante soteropolitano Daniel Cady, acompanhou Ivete Sangalo o tempo todo.

A ex-âncora do Fantástico, segundo R7, chegou no hospital acompanhada do padrinho do bebê e assessor pessoal de Ivete, Raimundo Espinheiras, conhecido como Dito.  A jornalista  Gloria Maria,  que adotou duas meninas em Salvador, em julho deste ano, disse que já combinou de sair junto com Ivete e as três crianças.

– A gente já combinou que, assim que estiver tudo em ordem, a gente vai sair muito juntas, as duas mamães. Vamos curtir juntas nossa maternidade.

O portal da Record revela ainda que na saída do hospital, Glória recebeu a lembrancinha dada a quem visita o bebê: um ursinho de pelúcia sentado em uma cadeira de praia

out
03
Posted on 03-10-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 03-10-2009


O Rio de Janeiro, como a Mangueira, é tão grande, que não cabe explicação. Ou cabe?. Confira na música interpretada por Barry, para começar o sábado no Bahia em Pauta com a alegria que ainda permanece em todos os corações.
(Vitotr Hugo Soares)

out
03

riodej

==================================================
Cida Torneros

Do senso de humor carioca, ninguém duvida, e logo que foi anunciada a vitória do Rio de Janeiro na disputa para sediar as Olimpíadas de 2016, começou a circular na internet, com notoriedade nas bandas dos usuários do twitter, uma frase brincalhona, parodiando o mote da campanha do presidente americano Obama.
– Yes, we “créu”!
Divulgada junto de uma imagem caricaturada que lembra o homem mais poderoso do mundo, mas com as feições modificadas para o saudoso Mussum, humorista carioca que fez parte da turma dos trapalhões.
A frase, galhofeira e oportuna, pelo teor de alegria que invade o povo brasileiro pela vitória em Copenhagem, é reflexo também da utilização pelo próprio presidente Lula, que se referiu ao fato de que agora nós podemos sim realizar a sonhada competição, pela primeira vez na América do Sul, no Brasil e no Rio de Janeiro, ao defender a candidatura emocionada da capital conhecida internacionalmente por suas belezas naturais.

humor

Mas o espirito brincalhão do carioca prevaleceu, e a imagem disseminada no mundo cibernético, lembra também o nosso Pelé, tem um pouco de cada mestiço brasileiro, traz um sorriso feliz e um certo ar de quem teve malandragem suficiente para esperar a sua hora… Afinal, o Brasil ganha o status de país capaz de capitanear um sonho de atletas, empresários, torcedores, governantes, jovens, crianças e idosos que gritam pelas ruas : Sim , nós podemos!

(Cida Torneros, jornalista e escritora, mora no Rio de Janeiro e edita o Blog da Mulher Necessária, onde o texto foi publicado originalmente: (www.blogdamulhermecessaria.blogspot.com)

out
03
Posted on 03-10-2009
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 03-10-2009

Lula e Pelé: emoção à flor da pele…
pelula
…que invadiu o Rio
BRAZIL-OLY2016-RIO DE JANEIRO
===============================================
ARTIGO DA SEMANA

AS FACES DA VITÓRIA DO RIO

Vitor Hugo Soares

Semana passada, no plenário da ONU, o presidente Lula reeditou o antigo “sapo barbudo” das lutas sindicais e políticas na região do ABC paulista nos anos 70. De cara amarrada e palavras duras, ele atacou os golpistas de Honduras, garantiu abrigo a Manuel Zelaya na embaixada brasileira em Tegucigalpa, defendeu o direito de retomada do posto de governo pelo presidente eleito, usurpado pelas armas. Em seguida, retomou as vestimentas franciscanas, que lhe têm caído como luva nesta década, para ajudar a produzir , ontem, uma vitória histórica para a América do Sul.

Em Copenhague ele jogou mais um papel tão crucial quanto arriscado. Desta vez, porém, optou estrategicamente pela face do “Lulinha paz e amor”. Assim o presidente do Brasil desfilou esta semana sob o céu da Dinamarca. Cenário sheakespeariano cheio de paixões trágicas e desencontradas; manobras muitas vezes desleais e mal-encobertas; conspirações e traições sem fim de todo lado. Neste cenário Lula entrou de corpo, alma e convicção, mas vestido de modéstia , na defesa vitoriosa do Rio de Janeiro para sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Nesta refrega internacional entre Rio, Madri, Chicago e Tókyo, dá gosto e comove ver a imagem de Luiz Inácio Lula da Silva que a televisão transmite de Copenhague para o Brasil e para o planeta inteiro interessado no desfecho da disputa encarniçada. Com o auditório repleto de celebridades mundiais de todos os esportes, das artes, dos negócios e da política, é praticamente impossível – a não ser por cegueira ideológica ou preconceitos inqualificáveis -, não ser contagiado pela emoção do ex-operário metalúrgico no seu terno azul e elegante gravata nas cores da bandeira nacional, que está na tribuna.

“Essa candidatura não é só nossa, é também da América do Sul, um continente com quase 450 milhões de homens, mulheres e cerca de 180 milhões de jovens, um continente que nunca realizou os Jogos Olímpicos. Está na hora de corrigir esse desequilíbrio. É hora de acender a pira olímpica em um país tropical, na mais linda e maravilhosa cidade: o Rio de Janeiro”, dispara Lula, com pontaria política e diplomática de um campeão olímpico de tiro.

Apesar dos argumentos convincentes e irrespondíveis, esta não foi uma missão fácil. O presidente, Pelé, o governador, o prefeito do Rio, o cineasta Fernando Meirelles com seu filme de beleza e apelo irrecusáveis, além de todos os mais diretamente envolvidos nesta batalha da Dinamarca – e não são poucos – seguramente sabiam disso. E se não sabiam, basta ver a reportagem que o jornal espanhol El Mundo publicou ontem, assinada pelo repórter Fernando Mas.

O texto mostra primorosamente como o Hotel Marriot, nas margens de um dos principais canais de Copenhague, se transformou nesses últimos quatro dias, no centro das conspirações olímpicas. A caça e conquista do voto definitivo era a missão de todas as delegações que buscavam até a tarde de ontem, converter-se na sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Assinala o jornal de Madri:

“O rei Juan Carlos de Espanha em uma suíte. A rainha Sofia em outra. Zapatero em uma terceira. Todos no sétimo andar do Marriot. O sexto andar está reservado para os negociadores brasileiros, com Lula da Silva à frente. Os delegados que visitavam as suítes do sétimo andar eram reclamados em seguida num piso mais abaixo. O terceiro, onde atuava Michelle Obama, a desenvolta primeira-dama dos Estados Unidos”, conta o texto de El Mundo.

Michelle comandou as negociações em favor de sua cidade, até o presidente Obama desembarcar na Dinamarca, na undécima hora, para as manobras do inútil esforço final em favor de Chicago, cuja população parece não chorar muito a derrota, assim como os habitantes de Tókyo, cidade do oriente que já abrigou uma Olimpíada.

O Rio venceu! Viva o Rio! Nenhum lugar de mundo merecia mais este triunfo magnífico. A vitória não será em vão, mas cobra, a partir de agora, o cumprimento das emocionadas e, seguramente, decisivas palavras do presidente brasileiro em Copenhague: “Os que nos derem essa chance não se arrependerão. Os jogos no Rio serão inesquecíveis (…). Para o movimento olímpico será a chance de sentir o nosso sol. Será a chance de falar para o mundo que a Olimpíada é de todos”.

Bravo! “Viva a sua paixão”, como recomenda o maravilhoso e também decisivo filme de Fernando Meireles mostrado ontem em Copenhague para o mundo. Viva o Rio, com sua gente tão maravilhosa quanto a cidade.

E viva a América do Sul, outra grande vitoriosa de ontem na Dinamarca.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

  • Arquivos

  • outubro 2009
    S T Q Q S S D
    « set   nov »
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031