out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Multimídia, Newsletter) by vitor on 31-10-2009

Neguinho do Samba e Paul Simon na Bahia
negsamba


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Vitima de um enfarto do miocárdio morreu na tarde deste sábado,31, o músico baiano Antonio Luís de Souza,53, famoso como o Neguinho do Samba, criador do samba-reggae da Bahia. “Dona Canô”, gravada por Daniela Mercury, é uma das composições de maior sucesso de Neguinho.

Neguinho do Samba foi o inventor do estilo-musical “Samba-Reggae”, consagrado pelo Olodum, um ritmo musical único, com a cara da Bahia, que surgiu para criar uma diferenciação entre os ritmos de escola de samba e dos ritmos produzidos por aqui, registra o jornal tribuna da Bahia em sua edição on-line.

Foi também Neguinho do Samba o responsável pelo arranjo de percussão para a música ‘They don´t care about us’, de Michael Jackson, que teve o clipe gravado no Pelourinho, em 1996. Foi ele também o fundador do projeto Didá, que nasceu da necessidade de oferecer as mulheres, principalmente as negras, um espaço para expor suas ideias e talento musical.

(Postado por Vitor Hugo Soares , com informações da Tribuna da Bahia)

out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 31-10-2009

Fidel aponta culpados /DN
Fidel
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Deu no Diário de Notícias (Portugal)

Em novo artigo publicado neste sábado, 31, em jornais cubanos,Fidel Castro afirmou hoje que os turistas de países como o Canadá e a Espanha introduziram a gripe A em Cuba e que Barack Obama também contribuiu para a situação ao encurtar as visitas de cubanos residentes em Miami.

Segundo o DN, Castro recorda que “os sintomas iniciais da febre A H1N1 surgiram quase em simultâneo no México, Estados Unidos e Canadá”, a partir do primeiro trimestre deste ano, alastrando depois a Espanha.

“Quando o presidente dos Estados Unidos suprimiu as restrições de visitas a Cuba de cubanos residentes nos Estados Unidos, a epidemia já estava avançada nesse país. Também os quatro países que mais geram turismo em Cuba contribuíram para o alastramento da doença”, escreveu Fidel.

No artigo, Castro afirma ainda , que “os primeiros portadores do vírus para Cuba foram turistas, porque inicialmente os casos de contágio eram poucos” e sem vítimas mortais na ilha.

“À medida que o vírus se foi estendendo às províncias, sobretudo as com maior número de familiares residentes nos Estados Unidos, foi necessário adquirir novos equipamentos de análises”, acrescenta Fidel Castro no seu artigo.

Para Fidel Castro, “o mais estranho é que Obama autorizou um maior número de pessoas a viajarem para Cuba mas continua a proibir a compra de equipamentos e medicamentos nos Estados Unidos para combate à epidemia”.

out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Artigos, Janio, Multimídia) by vitor on 31-10-2009

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CRÔNICA / LUGARES

Enquanto não chegar ao Leblon…

Janio Ferreira Soares

Recentemente estive no Rio de Janeiro, e a cidade continua linda e aparentemente tranquila. Pelo menos naquele pedaço que liga Copacabana, Ipanema e Leblon, sempre cheio de gente bonita e de dezenas de botequins frequentados por ubaldos e carusos, que tanto pode nos remeter a um fim de tarde em Itaparica ou a uma charge na primeira página de O Globo, quanto a uma novela de Manoel Carlos, aí dependendo do gosto do freguês.

O problema é o que rola no lado B da cidade depois que o Hotel Marina acende suas luzes e a Rocinha, Vidigal e adjacências também começam a piscar as suas num belo e assustador sincronismo, cujo resultado a gente só fica sabendo pelos jornais do dia seguinte. Aliás, a violência que acontece quase diariamente nas favelas do Rio me lembra aquelas chuvas de verão que inundam os fins de tarde de São Paulo.

Quem as vê pela televisão tem a impressão de que toda a cidade está um caos. Mas, para quem está na região dos Jardins ou na Av. Paulista, a realidade é outra.

É o que ocorre no Rio. Enquanto o couro come nos morros e favelas, as praias e bares da zona sul continuam lotados, nem aí pras balas traçantes que cortam os céus da Guanabara. E para a grande maioria que entorna um chope atrás do outro como se não houvesse amanhã, aqueles morros nada mais são do que uma espécie de mantenedores oficiais, cuja função é fazer chegar a eles o pó que inspira certos discursos repletos de sociologia barata e adornados por dialetos cheios de gírias e outros babados.

A propósito, Fernanda Torres escreveu uma genial peça que está em cartaz por lá, cujo título é Deus é Química. Conta a história de um casal (ela e Luiz Fernando Guimarães) que enquanto espera uma pizza acompanhada de 200 gramas de pó, assiste de um apartamento em Ipanema a uma guerra entre policiais e bandidos.

De uma forma bem humorada, Fernanda (ela mesma uma ex-viciada em cocaína) consegue chamar a atenção para esse tema tão polêmico, e ainda faz uma profecia. A de que, em breve, essa guerra pode finalmente chegar à zona sul. Aí, essa gente bronzeada que faz de conta que não tem nada a ver com isso, talvez acorde pro mundo. Ou continue pedindo uma pizza. Com a borda bem branquinha, faz favor.

Janio Ferreira Soares, cronista, é secretário de Cultura e Turismo de Paulo Afonso (BA), na região do Vale do São Francisco )

out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Entrevistas, Newsletter) by vitor on 31-10-2009

Geddel e Dilma: “só carinho”
gedilma
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No comando da pasta da Integração Integração Nacional do governo Lula , o ministro Geddel Vieira Lima insiste em proclamar à toda altura a sua condição de pré-candidato do PMDB na Bahia, contra o governador petista Jaques Wagner. Enquanto isso, costura a aliança das duas legendas nacionalmente, e parece não ter motivos de arrependimento ou temer desgaste político causado pelas críticas ácidas que recebe de adverários em seu estado.

Ao contrário, como revela na entrevista concedida ao repórter baiano Eliano Jorge, postada neste sábado, 31, na revista digital Terra Magazine.

“Só tenho recebido do presidente Lula e da ministra Dilma demonstrações de carinho, de apreço e estou sendo uma pessoa que tem procurado articular muito o PMDB nacional, quebrar resistências para viabilizar uma apoio forte à ministra Dilma Rousseff”, deixa claro. E Geddel ressalva: “A disputa na Bahia não contamina o projeto nacional. Da nossa parte.”

“Falar de Partido dos Trabalhadores com Geddel Vieira Lima suscita opiniões extremas. Do apoio exacerbado ao rompimento total. Ir de um lado desse a outro é como atravessar uma fronteira bem definida. No caso estrito, a da Bahia’, assinala TM na apresentação da entrevista. Confira trechos da conversa do ministro Geddel em Terra magazine, que Bahia em Pauta reproduz a seguir. (VHS)

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Terra Magazine - Houve palanque duplo para eleição em Salvador, em 2008. O que o senhor acha desta nova ocorrência para a disputa pelo governo da Bahia?

Geddel Vieira Lima – É um fato absolutamente natural. Infelizmente o PMDB e o PT da Bahia deixaram de se entender. O PMDB identificou uma série de quebras de compromissos dos pontos de vista administrativos e políticos. O que nós imaginamos e sonhamos em 2006 começou a desmontar em 2008, quando o PT deixou a administração do prefeito João Henrique. Depois de negociar inclusive a ampliação do espaço, lançou uma candidatura. Foi colocado de forma clara. Aliado a este posicionamento político do PT com uma série de desarranjos administrativos, nós entendemos que não cabia mais preservar esta aliança.

Terra Magazine -Existe alguma chance ainda de o senhor compor com o PT baiano…?

Não, não, não, não, não. Não vislumbramos. Não vislumbramos. Cada um vai sair com seu projeto próprio. O que pode nos manter unido é a avaliação de que o projeto nacional é um projeto bem-sucedido. Ou seja, o Lula tem sido excepcional para o Brasil, o Wagner não tem sido bom pra Bahia. Portanto, nós vamos disputar esta eleição, oferecendo um apoio à candidatura que preserve o projeto do presidente Lula.

Terra Magazine -E o que o senhor acha da avaliação de que sua candidatura fica enfraquecida sem o apoio do governo estadual?

Só pode ser uma avaliação dos meus adversários. O Jaques Wagner ganhou uma eleição no passado, numa postura contra o governo estadual. Estar no governo estadual não significa você ter sucesso, significa você fazer uma boa administração. Não é o caso do que está acontecendo na Bahia. Estou extremamente otimista.

Terra Magazine – Como tem sido seu entendimento com a ministra Dilma e o presidente Lula?

Excepcionalmente bem. Só tenho recebido do presidente Lula e da ministra Dilma demonstrações de carinho, de apreço e estou sendo uma pessoa que tem procurado articular muito o PMDB nacional, quebrar resistências para viabilizar uma apoio forte à ministra Dilma Rousseff.

Terra Magazine – O acirramento da disputa na Bahia não pode deteriorar o pré-acordo entre PMDB e PT pela candidatura nacional?

Por quê? Não vejo qual é a ligação que têm uma coisa e outra. Nós vivemos numa federação, não há obrigação de o que acontece nacionalmente se repetir nos mais diversos estados. Já não aconteceu na eleição passada. Em Pernambuco, havia a candidatura do Eduardo Campos e a do Humberto do Costa. Este fato que acontece na Bahia acontecerá em outros lugares. Eu tenho tido com a direção nacional do PT e com o presidente Lula e a ministra Dilma a melhor das relações. E o PT nacional também tem visto posições extremamente ponderadas, moderadas, diferentemente das posições do PT da Bahia, que vivem, entre outras coisas, tentando plantar – e o termo é este – plantar, na mídia amiga, intriga, cizânia, divisão. Já tenho experiência suficiente para não morder este tipo de isca.

Terra Magazine – Na verdade, foi o jornal O Globo que publicou nesta sexta-feira…

Mas eu não estou falando especificamente deste assunto, estou lhe falando de vários assuntos.

LEIA ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DO MINISTRO GEDDEL EM TERRA MAGAZINE 


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Praticamente abandonado, doente e profundamente magoado, morreu em um hospital da região metropolitana de Salvador, o ex-zagueiro-central Juvenal Amarijo, o último jogador vivo que esteve em campo como titular da Seleção na decisão da Copa do Mundo de 1950, no Maracanã, perdida para o Uruguai.

Nascido em Santa Vitória de Palmar, Rio Grande do Sul, Juvenal morava há décadas na Bahia onde atuou antes de encerrar a sua carreira de jogador de futebol. Ele iria completar 87 anos no próximo 27 de novembro ainda carregando o peso de uma carreira marcada pela derrota contra o Uruguai, no Maracanã, que tirou do Brasil a Copa de 50 e se transformou em recorrente tragédia nacional.

Juntamente com o goleiro Barbosa, Juvenal foi um dos mais execrados após o inédito vice-campeonato mundial e o jamais esquecido gol marcado pelo uruguaio Ghiggia. Curiosamente, nos 11 jogos que fez pela Seleção perdeu apenas uma vez, justamente numa final de Copa do Mundo. O suficiente , no entanto, para a impiedosa condenação que sofreu pelo resto da vida.

Os jornais, sites e blogs do país e do exterior repetem neste sábado, a triste história de Amarijo, que epois do fatídico “maracanazo”, no Rio, nunca mais foi convocado.

Juvenal começou em 1944 no Farroupilha (RGS). Chegou ao Bahia, já na metade dos anos 50, não foi mais embora. Despediu-se do futebol no Ypiranga e viveu os seus últimos dias no litoral de Salvador, em Jauá.Lá, foi pescador, despachante de cartório e bilheteiro do estádio da Fonte Nova.

No Bahia, o ex-zagueiro ganhou dois campeonatos baianos em 1954 e 1956. Com a Seleção foram duas conquistas em 1950: a Copa Oswaldo Cruz e a Copa Roca. Na Copa do Mundo chegou como titular, então jogador do Flamengo. Se notabilizou pela eficiência na marcação e força na disputa corpo a corpo. Ganhou os holofotes quando namorou a cantora Aracy de Almeida. Recentemente voltou a mídia por razões menos honrosas.

O blog “Futebol é coisa séria” destaca que, em 2007, “a Globo apresentou seu final indigno, sua situação de completa calamidade, chocante e não menos revolvante. Fora as sérias dificuldades de saúde, inerentes a idade, vivia na miséria absoluta, situação díficil de imaginar para qualquer um que jogue uma final de Copa do Mundo nos últimos tempos. Seu final de vida se resumia a um quarto em Jauá e um sério problema de artrose no joelho”.

Adeus, Juvenal, descanse em paz, finalmente, depois de tão longa, tereível e injusta condenação.

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do blog “Futebol é coisa Séria” , Rádio Band News-FM e agências de notícias)


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COMENTÁRIO/THIS IS IT

MICHAEL VIVE

Regina Soares

Dia 28 de Outubro, somos os primeiros da fila do cinema da nossa cidade, esperando com ansiedade para tirar nossas dúvidas sobre o estado fisico, mental e musical de Michael Jackson, enquanto se preparava para o grande show da sua volta aos palcos durante um longo recesso.

Eu e meu filho, Pablo, somos fãs fieis e acompanhamos a carreira e vida de MJ por várias decadas. Esperavamos ver os ensaios do tão badalado show e conheciamos algumas estorias envolvendo personagens por traz das câmeras, estórias que vieram a tona com o trágico desaparecimento do personagem central. Mas não sabiamos ao certo o que conseguiram salvar ou se o que foi salvo deveria ser apresentado ao público.

Ficamos pasmos diante do que nos foi presenteado. Michael parecia estar em um dos seus melhores momentos. Vibrante, elétrico, no comando do espetáculo, como sempre, projetando uma figura física esbelta e firme, em plena consciência e soltando a sua voz com perfeição. Simplesmente deslumbrante!

O show que iria ser apresentado em Londres, seria um espetaculo que ficaria na história: muito bem produzido, com um grupo de dancarinos e musicos de primeira categoria, liderados pelo magnifico Rei do Pop, em sua melhor forma.

Gracas as filmagens durantes os ensaios, podemos sentir mais de perto a dedicação e o amor que MJ desejava transmitir aos seus fãs, familiares, principalmente seus filhos, para quem o filme é dedicado e ao mundo que lamentará para sempre a sua partido tão prematura.

Nao percam se aparecer a oportunidade de ver o que poderia ter sido.

Regina Soares é advogada, mora em Belmont, área da baia de San Francisco, Califórnia (EUA).

out
31
Posted on 31-10-2009
Filed Under (Artigos, Ivan) by vitor on 31-10-2009

Deu na Tribuna da Bahia

Sempre atento na denúncia de medidas de poder do Estado que atentam contra o direito fundamental do individuo à privacidade, o jornalista político aponta bateria certeira em sua coluna deste sábado, 31, na Tribuna da Bahia, na direção da Resolução do Contran. Os objetivos declarados da medida são tributário, de ordenação do trânsito e de recuperação de veículos em caso de furto, roubo ou sequestro. “O problema são as lacunas da medida”, suspeita o jornalista. Confira os motivos no texto do artigo de Ivan de Carvalho, que o Bahia em Pauta reproduz a seguir. (VHS).

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Chips em humanos:Em breve será assim?
futuro
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ARTIGO / DE OLHO

Um dia vão por chips nas pessoas

Ivan de Carvalho

Não está na Constituição. O que está na Constituição, como cláusula pétrea, é o direito fundamental do indivíduo à privacidade.

Não está em lei ordinária. Nenhuma foi aprovada pelo Congresso para instituir e regular o assunto. Nenhuma faz referência a ele.

Não está em medida provisória em tramitação no Congresso. Nunca o presidente da República assinou uma MP sobre o assunto e a enviou ao Congresso para apreciação.

Não está em um decreto presidencial. Nenhum presidente da República assinou qualquer decreto criando e regulando esse instrumento de espionagem.

Está numa simples Resolução do Conselho Nacional de Trânsito, que a fez publicar em 22 de novembro de 2006, com prazo de cinco anos para sua implantação completa, pela indústria e pelos Estados, na frota nacional de veículos automotores, incluindo desde carretas a ônibus, automóveis, utilitários e motocicletas.

Parece que, por não serem automotores, mas semoventes, escaparam os cavalos, burros, jumentos e similares que não constam da frota nacional, a exemplo de camelos e elefantes. Também o homem escapou, estou certo de que apenas provisoriamente. Ele é um semovente, mas não é considerado automotor, nem veículo, ainda que frequentemente se comporte como tal, ao carregar outra pessoa, ou se é, por exemplo, um estivador com um saco nas costas.

Creio que a Resolução do Contran deixa lacunas. Carroças, charretes, carruagens são veículos de tração animal, não automotores, e riquixá é de tração humana. Devem receber o chip de fábrica, como os veículos automotores, ou estão dispensados do chip bisbilhoteiro?

Bem, segundo a resolução do Contran, todo o sistema deveria estar funcionando – implantado e operado pelos Estados – em 2011. Mas somente na última quinta-feira o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) definiu a tecnologia a ser usada. Então, adiou o funcionamento integral do sistema para 2014.

Ganhamos algum tempo para lutar contra essa invasão de privacidade, esse monitoramento das pessoas pelo Estado, mas pouca gente parece interessada em travar essa batalha. A quase totalidade das pessoas não consegue entender seu alcance, não vê o que está em jogo, além de estar profundamente desinformada sobre o avanço do Big Brother – não a besteirada da Rede Globo, mas o verdadeiro, o representado pelo monitoramento e controle estatal do indivíduo, com uma imensa sofisticação tecnológica em relação ao que foi descrito no romance 1984, de George Orwell.

O chip será instalado no pára-brisa dos carros, cujos dados terá. Antenas vão captar e transmitir as informações para uma central que identificará a localização e a situação do veículo. Os objetivos declarados são tributário, de ordenação do trânsito e de recuperação em caso de furto, roubo ou sequestro. O chip permitirá o rastreamento do veículo. Se entrar em um motel ou parar no estacionamento de uma igreja, o Estado saberá. Se uma dessas coisas for eventualmente proibida, o chip garantirá o êxito da perseguição policial. Um dia vão por chips nas pessoas. E a maioria vai gostar.

out
30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 30-10-2009


A canção para atravessar a madrugada desta sexta-feira também vem do Uruguai, composta e interpretada por um dos maiores músicos e intépretes do país oriental da América Latina, já falecido. Seu nome: Alfredo Zitarrosa.
“Violn de Becho” é considerada sua obra mais emotiva , entre tantas marcadas pela emoção mais apaixonada.Dedicada a seu amigo Carlos “Becho” Eizmendi, primeiro violíno da Orquesta Sinfónica del SODRE (Uruguay) . Confira.
(Vitor Hugo Soares)

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VIOLIN DE BECHO

Alfredo Zitarrosa

Becho toca el violín en la orquesta
cara de chiquilín sin maestra
y la orquesta no sirve, no suena
sin violines cansados que duelan.
Porque a Becho le duelen violines
que son como su amor, chiquilines;
Becho quiere un violín que sea hombre
que al dolor y al amor no los nombre.

Pero el violín de Becho es un grito
hay violines que suenan distinto;
Becho quiere un violín que sea nadie,
cuatro cuerdas sonando al aire.

Becho tiene un violín que no ama,
pero siente que el violín lo llama;
por las noches como arrepentido
vuelve a amar ese triste sonido.

Vida y muerte, violín, padre y madre;
canta el violín y Becho es el aire;
ya no puede tocar en la orquesta
porque amar y cantar eso cuesta.

out
30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Artigos, Vitor) by vitor on 30-10-2009

Nos comícios do tupamaro Mujica…
festpolitica
…e do liberal Lacalle: festa democrática
Lacalle
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ARTIGO DA SEMANA

NA BAHIA DE OLHO NO URUGUAI

Vitor Hugo Soares

Dos lugares por onde já passei no mundo, um dos que mais gosto fica bem ali, minúsculo geograficamente mas imponente em sua presença marcante na história política e social da América do Sul. Sim, estou falando do Uruguai, que chamo sempre pelo nome completo – República Oriental do Uruguai. Assim como seus cidadãos de origem o fazem, com o justo orgulho cívico desta gente firme e participativa, principalmente em tempos de campanhas políticas como agora, quando se decide a escolha do sucessor do presidente Tabaré Vasquez.

Sejam partidários da Frente Ampla, de esquerda, do candidato José Mujica (ex-tupamaro amigo pessoal de Lula); sejam os adeptos do Partido Nacional, do liberal Luis Lacalle (admirador de FHC ), dá gosto ver a intensidade dos comícios e a maciça presença popular nas urnas. Assim, recomendo a quem gosta do bom combate político e debate de programas e ideias, dar uma olhada mais atenta na casa do vizinho a partir deste fim de semana, quando recomeçam os eletrizantes comícios da fase decisiva.

No primeiro turno o Uruguai já foi uma festa democrática de dar inveja, como sempre. O índice de comparecimento às urnas beirou os 90% do eleitorado apto a votar. Fato digno de admiração até mesmo naqueles países tidos como os mais civilizados e democráticos do planeta. Os Estados Unidos ou a França, inclusive.

Para muita gente, no entanto, aquele bravo pedaço do continente não passa de um prosaico balneário para repouso e lazer de aposentadas celebridades de Hollywood, com palacetes construídos em Punta Del Este. Ou belo recanto de novos ricos paulistas, gregos e baianos que ultimamente se esbaldam entre Montevidéu e Punta Del Este. Há ainda também quem veja o país como mais um desses paraísos fiscais espalhados pelo planeta. Lugar onde governantes, políticos e empresários corruptos costumam esconder do Fisco e das CPIs suas fortunas construídas da noite para o dia nas estranhas transações realizadas em seus respectivos e assaltados países.

“Venho de longe, sempre escutando isso”, dizia o ex-governador Leonel Brizola, que conheci pessoalmente por lá em uma das fases de seu longo e sempre polêmico exílio e retorno, como mais uma vez se verá no livro de memórias que o jornalista baiano Sebastião Nery irá lançar em Recife, na festa de aniversário do histórico Diário de Pernambuco, mês que vem.

O Uruguai acolheu brasileiros notáveis no começo de seus exílios: Jango (que morreu sem conseguir retornar), Brizola, Darcy Ribeiro e Waldir Pires. Lá convivi com outras figuras expulsas daqui e acolhidas do outro lado da fronteira. Foi através de algumas delas que aprendi a gostar de Montevidéu, batendo pernas nas Ramblas de Pocitos, freqüentando o Café Copacabana, no Centro Histórico, os restaurantes populares de assados imbatíveis, ou os bares dos hotéis da Calle Yi, ou Calle Cuaréim.

Papos intermináveis que abarcavam o Uruguai, o Brasil, o mundo. Conversas de política, de saudades ou de conspirações fracassadas. Ali, em períodos diversos, testemunhei fatos – como a chegada da ditadura nas “orillas” do Rio da Prata e a feroz Operação Condor – e aprendi história com uma das figuras mais dignas e generosas que já conheci: o coronel Dagoberto Rodrigues, diretor geral dos Correios na época do golpe contra o governo de Jango. O homem digno e corajoso que botou o poderoso Henry Kissinger para fora de seu gabinete, em Brasília, no governo JK, quando o americano insinuou negociata em nome de empresa americana no setor da telefonia, no período da construção de Brasília.

Mas é preciso citar dados sobre o Uruguai de hoje, às vésperas da escolha de seu novo presidente. Mesmo distante de sua fase de Suíça do continente, consegue ainda exibir índices de dar inveja em muita gente. Por exemplo: uma renda per capita anual de 7.090 dólares americanos, uma das maiores do mundo, ao lado de uma das menores taxas de pobreza da América Latina. O índice de analfabetismo também é dos mais baixos do continente, perto de zero.

Tem mais: com população de 3,3 milhões de habitantes, o país é pioneiro na América do Sul na adoção de políticas sociais e foi o primeiro da região a criar um sistema de previdência. Além de seu elevado Índice de Desenvolvimento Humano frente aos demais países do continente, o Uruguai também é um modelo no setor de assistência aos idosos, que formam parte significativa da população. Sobre isso, lembro um episódio emblemático para terminar.

No exílio, o jornalista alagoano Paulo Cavalcante Valente teve problemas de saúde e precisou ser submetido a uma cirurgia urgente e delicada. Foi internado em um hospital público de Montevidéu. De passagem pela cidade, fui com Margarida visita-lo ainda internado mas às vésperas de ter alta, firme e forte outra vez. Ouvi então depoimento insuspeito:

“Baiano, embora internado como quase indigente, aqui recebi um tratamento de magnata. Equipe de cirurgiões de primeira linha, medicamentos a tempo e a hora de graça, sem falar nessas enfermeiras daqui que nunca vi igual. Até talquinho em minhas costas elas passam toda hora, para não sentir incômodo por ficar deitado tanto tempo. Já pensastes?”, perguntava Valente, sem perder o sotaque nordestino, mesmo depois de quase 20 anos de exílio em terras castelhanas, ante de poder voltar ao Rio.

Qualquer que seja o resultado, com o tupamaro Mujica ou o liberal-conservador Lacalle no poder, espero rever em breve a querida, culta e sempre generosa Montevidéu. “Já pensastes?”.

Vitor Hugo Soares é jornalista. E-mail: vitor_soares1@terra.com.br

out
30

Zelaya: “Vitoria da democracia e da negociação”
Zelaya
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Nesta sexta-feira, 30, o governo decorrente do golpe militar em Honduras cedeu à pressão internacional e aceitou a proposta negociada de regresso ao poder do presidente Manuel Zelaya. O recuo do governo de Micheletti, imposto pelos militares e setores civis aliados aos golpistas, se dá quatro meses depois de tensas e difíceis negociações desde que o exército forçou o presidente legitimamente eleito a abandonar o país.

O fim do impasse surgiu na terde de hoje, depois de uma visita de responsáveis da secretaria de Estado norte-americana a Honduras, com a finalidade de pôr termo à crise.

O presidente Manuel Zelaya, que jamais admitiu outro cenário de resolução do impasse que não o da sua recondução ao poder, saudou o acordo como “um triunfo para a democracia” hondurenha. “Estamos satisfeitos. Estamos optimistas que o meu regresso esteja iminente”, afirmou o chefe de Estado, que foi obrigado por soldados a deixar as Honduras na madrugada de 28 de Junho, enfiado ainda de pijama num avião.

Em texto analítico sobre a crise , em sua edição online, o jornal português Público assinala que depois de algumas tentativas frustradas, e muito aparatosas, Zelaya conseguiu voltar em segredo ao país, a 21 de Setembro, permanecendo desde então em refúgio na embaixada brasileira em Tegucigalpa – com as tropas hondurenhas a manterem um cerco cerrado ao edifício.

Segundo o diário luso, os opositores de Zelaya o acusam de ter tentado rever a Constituição de forma a remover a limitação de mandato único permitido a um Presidente, para que se pudesse recandidatar e fazer-se reeleger, depois de terminar o corrente mandato em Janeiro próximo. Muitos hondurenhos não viram, de resto, com muito bons olhos a aproximação de Zelaya (de esquerda) ao polémico Presidente da Venezuela, Hugo Chávez, temendo que o chefe de Estado das Honduras retirasse dali lições para se perpetuar no poder.

À frente do chamado governo interino desde o afastamento do Presidente, Roberto Micheletti persistentemente recusou aceitar o regresso de Zelaya. Agora retrocedeu: “Autorizei a minha equipe de negociadores a assinar um acordo que marca o princípio do fim da atual situação política no país”, afirmou ainda ontem à noite.

RECONDUÇÃO PRÓXIMA

Público destaca ainda que segundo Micheletti, Zelaya poderá ser reconduzido nos próximos dias, logo após votação feita no Congresso, a qual deve previamente ser autorizada pelo Tribunal Supremo – instituições que haviam dado o seu aval formal à expulsão, a primeira votando favoravelmente a sua destituição da chefia de Estado e a segunda decretando que Zelaya violara a Constituição.

Nos termos do pacto obtido nesta sexta-feira, ambas as partes deverão reconhecer a legitimidade dos resultados a saírem de uma eleição presidencial agendada para 29 de Novembro, e ambas terão de sancionar que o controlo do exército seja transferido para o tribunal eleitoral superior do país.

“ACORDO HISTÓRICO”

O diário portugues pontua ainda que a Secretária de Estado, Hillary Clinton, não perdeu tempo a felicitou ambas as facções em nome do governo americanos, por terem “alcançado um acordo histórico”. Nos últimos dias, os Estados Unidos exerceram reforçada pressão sobre os líderes interinos em Honduras, com a determinação férrea de pôr termo a uma “dor de cabeça” inesperada na agenda de política externa do Presidente norte-americano, Barack Obama.

Tanto os Estados Unidos como a União Europeia e a generalidade dos líderes da América Latina mantiveram uma frente comum de pressão, assinala Público, insistindo que deveria ser permitido a Zelaya terminar o mandato presidencial para o qual fora democraticamente eleito.

(Postada por Vitor hugo Soares, com informações do jornal portugues Público e agências internacionais de notícias)

out
30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Artigos, Eventuais) by vitor on 30-10-2009

Em noite de insônia à véspera do feriadão brasileiro, como ele próprio assinala por e-mail ao editor, o jornalista Patrick Brock produziu o segundo e excelente artigo para o Bahia em Pauta. Desta vez mexe com economia, uma de suas especialidades no jornalismo, com texto de gente grande e refinado humor baiano misturado com sangue anglo-saxônico, ou vice-versa. Fala dos medos americanos pós-crise das moradias e diante de outra que parece próxima, às vésperas do Halloween, “festival de origem pagã em que os americanos tentam exorcizar seus temores”. Um primor, de texto e de análise. Confira(VHS)

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>maodollar.
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ARTIGO / AMERICANOS

O declínio do dólar e o sorriso de Mao

Patrick Brock, de Nova Iorque

Um dos filmes assistidos nos EUA ultimamente se chama “Atividade Paranormal”. Produzido em 2007, conta a história de um casal que se muda para uma casa nos subúrbios de San Diego, na Califórnia, um dos estados que mais simbolizaram o sonho americano de prosperidade material. A esposa se diz perseguida desde pequena por uma entidade e logo depois da mudança coisas estranham começam a acontecer. O marido faz pouco do terror dela, mas os dois acabam chamando um especialista em demônios para estudar a casa. Há um espírito maligno que se alimenta de energia negativa na casa, diz o homem. No estilo falso-documentário de “A Bruxa de Blair”, o filme custou apenas US$ 15.000 e já rendeu mais de US$ 60 milhões à Paramount, subsidiária do conglomerado americano Viacom, também dono da rede de televisão CBS.

Além da conveniente proximidade com o Halloween, festival de origem pagã em que os americanos tentam exorcizar seus inúmeros medos, o sucesso do filme parece ecoar também o trauma nacional da recente crise imobiliária. Estimulado por incentivos tributários para os interessados na compra da primeira casa própria, e também pela magnitude do declínio no próprio valor dos imóveis, o mercado imobiliário voltou a dar sinais de vida, com leve alta no valor médio das residências.

Em vez de enfrentarem o terror em suas próprias casas, os americanos podem se dar ao luxo de ver seus medos refletidos metaforicamente no casal cujo sonho de prosperidade é transformado em pesadelo. Enquanto isso, já se avizinha uma nova crise, desta vez com os imóveis comerciais, muitos deles vitimados pelas falências de empresas e surgimento de shoppings fantasmagoricamente vazios.

Desde a Grande Depressão, nos anos 30, os americanos viveram um grande período de expansão econômica irregular, mas impressionante. Mesmo com as esporádicas recessões, o padrão de vida da população continua refletindo sua renda per capita de US$ 40.000, a sexta maior do mundo. Homens como Warren Buffett, o presidente do conglomerado Berkshire Hathaway, fizeram fortunas durante esse período. Para o americano médio, essa pujança se traduziu em fácil acesso a credito, carros e casas espantosamente grandes e baixo desemprego.

Mas agora a situação mudou e o desemprego está perto de 10%. Se estudarem os efeitos negativos da globalização na economia americana, talvez os manifestantes que costumam inundar as ruas contra o imperialismo ianque aplaudissem seus efeitos niveladores sobre a economia mundial.

Cada vez menos industrializados, os EUA cedem à China o papel de fábrica do mundo e se transformam numa economia predominantemente de serviços; nesse meio tempo, os salários foram pressionados pela concorrência em nível mundial, tornando difícil sobreviver com os empregos que antes permitiam um padrão de vida confortável. Os pais estão assistindo ao mundo em que cresceram desmoronar com o desemprego dos filhos recém-formados nas faculdades, que cobram preços exorbitantes mas não servem mais para garantir o emprego. Antes forte, a moeda nacional é corroída cada vez mais pela inflação.

Sessenta e quatro anos atrás, os EUA emergiram vitoriosos do maior conflito militar da humanidade. Na cidadezinha de Bretton Woods, no Estado de New Hampshire, ditaram o modelo econômico do pós-guerra. Desde então, o combalido dólar ainda reina absoluto. É a moeda número um dos mercados de câmbio de Mogadisu a Londres. O governo americano sabe disso e tem aproveitado o peso das verdinhas para operar em US$ 1,3 trilhão no vermelho e sem qualquer lastro físico desde os anos 70, quando Richard Nixon acabou com o padrão ouro. Diferentemente do império britânico, a “paz americana” usou o poder do capital, das ideias, das armas e principalmente da moeda para se manter por cima da carne seca.

No fim do século 19, se popularizavam no Reino Unido os romances de invasão, como Drácula (1897), do irlandês Bram Stoker, em que uma estrangeiro sinistro se dirige a Londres para sugar na fonte o sangue da civilização mais próspera de então. Esse e outros livros refletiam o temor dos britânicos de que se avizinhava a decadência de sua dominância. Cinquenta anos depois, com o império dissolvido e o país devastado pela Segunda Guerra, o Reino Unido teve que pedir um empréstimo camarada de US$ 45 bilhões da ex-colônia para se reconstruir. Só terminou de pagá-lo em 2006. Hoje em dia a China é que assumiu o papel dos EUA nessa equação – segundo o Departamento do Tesouro dos EUA, a República Popular da China é maior detentora de títulos do Tesouro, com US$ 800 bilhões em agosto. Até o Brasil está nessa brincadeira: é o sexto maior detentor de Treasuries no mundo, com US$ 137 bilhões.

Continuam as reuniões, mas diferentemente de Bretton Woods, não surgem soluções; no máximo algum líder mundial pede a fundação de uma nova ordem. Mas essa ordem ainda não apareceu em definitivo; o sistema de bancos centrais iniciado após a Grande Depressão parece ter freado o ímpeto devastador da crise. Talvez a solução surja de um camponês da China que abandona a fome do povoado e, tal qual retirante, vai buscar um emprego nas fábricas do litoral. Ou talvez de uma vila africana, como Wangari Maathai, queniana ganhadora do Nobel da Paz de 2004 que inspirou um movimento responsável por plantar mais de 20 milhões de árvores.

O total de reservas chinesas em Treasuries aumentou quase US$ 230 bilhões desde agosto do ano passado. Até agora no ano, a China já cresceu 7,7%. Na nota de 100 iuanes, Mao até parece sorrir.
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Links:

Reino Unido quita dívida da Segunda Guerra com os EUA:

http://www.independent.co.uk/news/business/news/britain-pays-off-final-instalment-of-us-loan–after-61-years-430118.html

Maiores detentores de títulos do Tesouro, segundo dados do governo americano:

http://www.treas.gov/tic/mfh.txt

China ultrapassa o Japão em investimento nos Treasuries:

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2008/11/18/AR2008111803558.html

Biografia de Wangari Maathai, no site do Prêmio Nobel:

http://nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laureates/2004/maathai-bio.html

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Patrick Brock é jornalista, tradutor e faz mestrado na universidade de Nova York

out
30
Posted on 30-10-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 30-10-2009

Os nove sobreviventes da queda do avião C-98 da Força Aérea Brasileira (FAB) que estavam sendo transportados pelos helicóptero HM-3 Cougar do Exército Brasileiro e H-60 Blackhawk da FAB desembarcaram no aeroporto de Cruzeiro do Sul, no Acre. De acordo com a assessoria do aeroporto, cinco mulheres e dois homens estão bem e saíram andando do veículo.

A aeronave que estava desaparecida desde a manhã de quinta-feira, foi localizada por volta das 9h40 desta sexta-feira por indios da Amazônia. Segundo informações da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) e da FAB, das onze pessoas que estavam a bordo do avião, nove sobreviveram.

Segundo o portal IG, ainda não há informações oficiais sobre as outras duas pessoas. O suboficial Marcelo dos Santos Dias está desaparecido e o estado de saúde do funcionário da Funasa, João de Abreu Filho, não foi divulgado.

Os três tripulantes sobreviventes que estavam na aeronave são o primeiro-tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, o segundo-tenente José Ananias da Silva Pereira, e o primeiro-sargento Edmar Simões Lourenço. As outras seis pessoas que passam bem são os funcionários da Funasa Diana Rodrigues Soares, Jositéia Vanessa de Almeida, Marcelo Nápoles de Melo, Maria das Dores Silva Carvalho, Maria das Graças Rodrigues Nobre e Marina de Almeida Lima.

Informações da Aeronáutica revelam que o avião caiu em meio à Floresta Amazônica, entre as Aldeias Aurélio (da Tribo dos Matis) e Rio Novo (da Tribo dos Murugos), próximo ao Rio Ituí, afluente do Rio Javari. As informações teriam sido passadas à Funai por integrantes da tribo Matis.

out
30

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CRÔNICA / MONUMENTO

BROCHE NELES!

Gilson Nogueira

Uma réplica da imagem do Cristo Redentor forma o broche da campanha “Eu Sou de Cristo” que a Igreja lançou terça-feira (27), no Alto do Corcovado, visando arrecadar dinheiro para a manutenção do monumento que está necessitando de reforma na sua estrutura interna e no seu revestimento externo.

Os entendidos dizem que o Cristo sofre com os desgastes do tempo e com fenômenos climáticos, como ventos, chuvas, raios, e a incidência do sol. A Igreja venderá o broche, a R$ 7,00 nas 252 paróquias da Arquidiocese do Rio. Bela iniciativa, para recuperar a imagem, eleita, há dois anos, uma das sete maravilhas do mundo moderno e que, segundo versão atualizada do Guinness World Records, é a maior estátua de Jesus Cristo no mundo.

Com a eleição da capital do Estado do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016, um dos mais notáveis cartões-postais do país jamais necessitou tanto de cuidados especiais, como esses que, a partir de agora, serão tomados, pela Igreja. Resta, contudo, rezar, a fim de que a venda dos broches renda a importância capaz de garantir a manutenção do Cristo.

Ah, ia esquecendo da pergunta que não quer calar! Quantos broches da campanha os governos municipal, estadual e federal pretendem adquirir? Respostas para o Bahia em Pauta. Obrigado.

Gilson Nogueira, jornalista ( Direto de Botafogo, no Rio de Janeiro)

out
30


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Nesta sexta-feira, 30 de outubro, dia da estréia nacional do filme “Alô, Alô Terezinha” no circuito nacional de cinema e feriado do servidor público brasileiro, a musíca para começar o dia no Bahia em Pauta é “Aquele Abraço”, de Gilberto Gil, compósitor e intérprete desta música que é quase um hino de uma cidade e de um tempo no país.

Vai para duas baianas- Olivia e Mariana – e uma carioca – Cida – com tudo a ver com este site-blog desde o começo. Uma das baianas tomou o avião ainda nesta madrugada em Salvador, para amanhecer com a imagem do Cristo Redentor diante delas com sabor de samba de Tom na descida no aeroporto do Galeão, na abertura do feriadão.A outra vai mais tarde, de brasília. A carioca Cida Torneiro é provável que esteja ainda sob o sol de Búzios, mas onde estiver, receba também “Aquele Abraço” do BP.

(Vitor Hugo Soares


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Deu no MSN

Sobre a estreia nesta sexta-feira, 30, no grande circuito nacional de cinema, do documentário “Alô, Alô Terezinha” , sobre a vida e o trabalho do pernambucano Abelardo Barbosa, que se transformou em um dos maiores fenômenos da televisão do Brasil.
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“Grande referência da cultura popular brasileira durante as décadas de 50 a 80, Abelardo Barbosa foi o principal apresentador de programas de auditório do país. Com um jeito irreverente de ser, o comunicador sabia falar diretamente ao público e dar exatamente o que o povo queria. Popular com suas brincadeiras, jogando bacalhau no auditório e distribuindo entre os seus convidados o Troféu Abacaxi, o Chacrinha revelou em seus programas grandes sucessos. Pelos seus palcos passaram nomes como Roberto Carlos, Gilberto Gil, Wanderléia, Ney Matogrosso, Fábio Jr, entre outros.

Para o documentário Alô, Alô, Terezinha!, de Nelson Hoineff, estes e outros músicos falam de suas relações com o apresentador e da importância dele em suas carreiras. Além deles, estão ex-chacretes, como Rita Cadillac, Índia Potira e Cléo Toda-Pura, e de membros da equipe do programa do Chacrinha, como Russo, Dona Florinda e a própria Terezinha. No longa, ainda será mostrada a trajetória do apresentador através da recuperação digital do acervo de seus programas.”

out
29


Foi como um retorno ao tempo das cavernas, ou pior: simplesmente por chegar para a aula em sua faculdade vestida em uma mnissaia, uma estudante de uma faculdade de Turismo em São Bernardo do Campo (Grande São Paulo), foi perseguida e insultada por centenas de estudantes universitários e foi preciso recorrer á polícia parfa que a aluna pudesse ser retirada sem ser agredida fisicamente.

A estudante ouviu insultos de centenas de alunos da faculdade, que se juntaram no pátio para vê-la e xingá-la.A universitária teve que se esconder em uma sala e só foi retirada, com um avental de professor sobre a minissaia vermelha, escoltada pela Polícia Militar. A jovem chorava, constrangida e humilhada, na saída. Cenas filmadas em celula foram exibidas no Jornal da Banda na noite desta quinta-feira e constrangeram também o país.

(Postada por Vitor hugo Soares)

out
29
Posted on 29-10-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 29-10-2009

Imagem de um Caravan da FAB
Caravan
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Um avião de transporte militar desapareceu na manhã desta quinta-feira, 29, quando sobrevoava a Amazónia, segundo anunciou a força aérea brasileira. A bordo do aparelho seguiam 11 pessoas, de acordo com informações ainda não confirmadas oficialmente.

O “site” do jornal O Globo na web avança sa informação de que entre as pessoas estão sete funcionários da Fundação Nacional da Saúde.

O Comando da Aeronáutica informou que uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu quando realizava um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul, no Acre, e Tabatinga, no Amazonas. Não há informações de quantos tripulantes estavam a bordo, diz o portal IG.

De acordo com a FAB, a aeronave decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15. Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB estariam realizando as buscas.

De acordo com a Aeronáutica, a C-98 Caravan é desenvolvida para o transporte de pequenas cargas e passageiros em pequenas distâncias. A aeronave tem capacidade para um tripulante e 14 passageiros, atinge velocidade máxima de 341 quilômetros por hora e pode voar por 2.000 quilômetros sem interrupções.

A nota oficial da FAB:

“O Comando da Aeronáutica informa que uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu hoje (dia 29), pela manhã, quando realizava um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM). A aeronave decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15. Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB já se encontram na região e iniciaram as buscas.

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica”

out
29

O jornal Tribuna da Bahia noticia: o sambista carioca Arlindo Cruz apresenta em 1º de novembro, no palco do Cais Dourado Music Hall, em Salvador, o show de lançamento do CD e DVD MTV ao Vivo. No repertório ele canta seus sucessos de seus mais de 30 anos de carreira, como Samba de Arerê, Chegamos ao Fim, Bagaço da Laranja e Bom Aprendiz. A noite ainda contará com a apresentação de grupos de pagode locais, como Fora da Mídia, Movimento, Paparico e Pagode em Família.

Simplesmente imperdível. Bahia em Pauta recomenda, ao tempo em que bota para tocar na Radio BP como diz Gilson Nogueira ( por onde anda ele?) um dos mais belos sambas de Arlindo, “Insensato Destino”. É a música para começar o dia que, para arrassar ainda mais, o autor canta acompanhado de ninguém menos que o grande Zeca pagodinho. Confira, cante , dance e não perca o shoooow de Arlindo Cruz na Bahia. Combinado ?

(Vitor Hugo Soares )

out
29

Onça pintada: preservação
onpintada
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GRAZZI BRITO

JUAZEIRO ( BA) – O Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Chico Mendes aceleram suas ações para criar, em conjunto, o Parque Nacional do Boqueirão da Onça numa área que abrange 862.000 hectares no Estado da Bahia. A área completa prevista para o parque compreende parte dos municípios de Sobradinho, Juazeiro, Campo Formoso, Umburanas e Sento Sé.

A proposta deste novo Parque Nacional, localizado no Vale do Rio São Francisco e áreas próximas é, segundo seus idealizadores, proteger “as belezas cênicas, a vegetação e biodiversidade do local, o bioma caatinga e espécies animais em extinção, entre elas a onça-pintada”. Ao lado daso das boas intenções ecológicas do projeto, aparecem também preocupações sociais e humanas, como o desalojamento de populações inteiras na região, como na época da construção da barragem de Sobradinho.

As audiências públicas para discussão com a comunidade sobre o projeto aconteceram no final do ano passado, quando surgiram muitas dúvidas e críticas por parte da população local. Por dois aspectos, em especial, a área tomada de alguns municípios. De Sento Sé, por exemplo, de acordo com a proposta inicial, o parque ficaria com 49,40% da área municipal. Outro ponto é a desapropriação de terras e a indenização dos nativos sertanejos.

O projeto ainda está em fase de implantação, teve seu inicio em 2000, no governo do então presidente Fernando Henrique.De acordo com o art. 11 da lei n° 9.985 de 18 de julho de 2000, o Parque Nacional tem como objetivo a preservação de ecossistemas naturais, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental. Ainda de acordo com a lei, o Parque Nacional é de posse e domínio públicos e as áreas particulares incluídas em seus limites devem ser desapropriadas.

A preocupação dos poderes públicos, dos sindicatos de trabalhadores rurais das cidades envolvidas e de organizações como o Instituto Regional de Pequena Agropecuária Irrigada (IRPAA); a Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado (FETAG) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT) é, justamente, quanto ao destino que terão as pessoas que vivem na região. Estima-se que cerca de 700 famílias tenham que ser deslocadas com a execução do projeto, drama semelhante ao que ocorreu na mesma região com a construção da Barragem de Sobradinho na década de 70.

Então, em pleno período da ditadura militar, surgiu um forte movimento de defesa das populações desalojadas sem as indenizações devidas, assumido pelo ex-bispo de Juazeiro, Dom José Rodrigues , que ainda hoje é lembrado como “o bispo dos excluídos”.

ESPERANÇA E PREOCUPAÇÃO

Para o Sr. José Gomes, morador de Sento Sé, esta é uma questão que remete muito a época da criação da barragem de Sobradinho, muitas terras foram desapropriadas e até hoje as pessoas não receberam valor nenhum referente à desapropriação. “O Governo Federal não cumpre o que promete, tenho aqui um documento com mais de quarenta processos por reparação de danos, da época da barragem em que o governo nunca chegou a um acordo conosco. Por que agora seria diferente?”, questiona ainda hoje o morador da regão.

Além disso, sobre as famílias residentes dentro da área do parque, foi informado que seriam desapropriadas e receberiam dinheiro depois da avaliação da terra e se tiverem escritura do terreno.Poucas famílias possuem esse documento.

A preservação ambiental é, sem dúvida, de suma importância. Mas alguns questionamentos também são importantes.

Será que o governo vai realmente cuidar desse parque? Veja o exemplo do parque nacional da Capivara que é 8 vezes menor do que o do Boqueirão da Onça e encontra-se em mau estado de conservação.
As populações atingidas realmente serão relocadas dignamente? É isso que vem afligindo as famílias da região.

Grazzi Brito, jornalista, mora em Juazeiro (BA), região do Vale do São Franscisco.

out
28
Posted on 28-10-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 28-10-2009

Tá feia a coisa.

A revista Isto É, edição desta semana, informa que 45 pessoas com doutorado em diversas áreas se inscreveram no Rio de Janeiro no concurso para garis. Há também 22 candidatos com mestrado e 1.026 com nível superior completo. Ao todo são 109 mil inscritos para 1.400 vagas