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Lula e Geddel: mudanças de rumo?
lugeddel
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Deu no jornal:

Em sua coluna política publicada na Tribuna da Bahia, o jornalista Ivan de Carvalho analisa com lupa de profissional lúcido e criterioso, a reportagem publicada pela revista Isto É, na edição desta semana, sobre a candidatura a governador do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB). A matéria da revista de circulação nacional dá especial destaque aos conflitos e rompimento do ministro com o governador Jaques Wagner, que teriam levado o presidente Lula a iniciar o cozimento “em fogo brando” do ministro em apoio ao governador, amigo pessoal e companheiro petista.

Ivan questiona vários pontos da máteria e começa achando estranho o fato do ministro Geddel não ter sido ouvido pela revista.Bahia em Pauta, que a exemplo da Tribuna da Bahia, publicou trechos da reportagem da revista, reproduz a seguir, na íntegra, o texto de Ivan, com as agudas e aguçadas observações jornalísticas e políticas que ele faz sobre o assunto . Confira.
(Vitor Hugo Soares, editor)
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OPINIÃO POLÍTICA

A REVISTA E O PMDB

Ivan de Carvalho

Entre parlamentares do PMDB da Bahia era total, ontem, o descrédito a respeito da análise feita pela revista IstoÉ desta semana e abordada neste espaço, além de também divulgada, bem mais detalhadamente, por este jornal, em sua terceira página. “Plantada”, era o comentário mais comum entre os deputados estaduais, que consideravam a matéria de IstoÉ como uma espécie de “isto não é”, uma coisa sem sentido por seus fundamentos ou sua falta de fundamentação e que sentido só teria como “parte de um jogo político” para tentar criar obstáculos à candidatura do ministro Geddel Vieira Lima a governador.

Segundo definiu um deputado estadual, a matéria é “uma peça de guerra psicológica” e é só como tal que faz sentido. É para ser divulgada em jornais, rádios e blogs do interior e “dar a impressão de que a candidatura não está firmada e se encontra em dificuldades”. Os peemedebistas que fizeram observações sobre a matéria foram praticamente unânimes em um ponto. “Jornalisticamente”, eles ressaltaram, foi “inadmissível” que uma revista de circulação nacional haja publicado uma alentada matéria sobre a candidatura de importante ministro de estado ao cargo de governador de um dos mais importantes Estados da Federação, envolvendo ainda o presidente da República, sem ouvir ou sequer procurar o ministro para ouvi-lo “a respeito das supostas informações que publicaria”.

Não pretendo fazer juízo meu sobre a matéria da revista IstoÉ, mas de fato, não haver a revista procurado o ministro para ouvi-lo a respeito do material que ia publicar – tendo em vista a natureza do material – não é um procedimento normal. Ainda mais que se trata de uma revista semanal, de modo que havia no mínimo quase toda uma semana para tentar o contato com o ministro da Integração Nacional (que não é, sabidamente, o tipo de pessoa que viva se escondendo da imprensa).

Em jornais diários e nos noticiosos de televisão e rádio o tempo teria chances de dificultar um contato. Ainda assim, mesmo correndo contra o tempo, é altamente recomendável, do ponto de vista do estabelecimento da verdade e da eliminação de injustiças, tentar ouvir previamente os envolvidos na notícia e, em caso de insucesso, informar ao leitor que houve a tentativa e as razões de seu insucesso.

Encerro os dois parágrafos em que dei a minha opinião pessoal e profissional sobre a omissão da revista quanto a ouvir o ministro e volto às observações – algumas até irônicas – de deputados do PMDB, que não nomeio a pedido deles, sob alegação de não desejarem “dar cartaz” à matéria da IstoÉ, e volto ao que ouvi deles.

Um dos comentários refere-se ainda à questão de a revista não ter ouvido o ministro, mas haver tomado do deputado federal do PMDB Raymundo Veloso uma declaração de que “ninguém vai tirar da cabeça do ministro a ideia de ser candidato a governador”. O comentário: “Pegaram uma declaração solta do deputado Raymundo Veloso para tentar legitimar a matéria e dissimular o fato grave de não haverem procurado o ministro”.

Bem, se a revista quiser se pronunciar neste espaço, que esteja à vontade.

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Mais uma música garimpada para Bahia em Pauta pelo jornalista Gilson Nogueira, com dedicação e delicadeza de quem sabe zelar pelas boas e belas coisas. Vem acompanhada de uma mensagem sintética que diz tudo: “Wave, simplesmente”. Confira.

(Vitor Hugo Soares)

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Caetano, Dedé, seu Zeca e dona Canô
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Nesta quarta-feira, 16 de setembro de 2009, quem aniversaria é dona Canô A matriarca da família Veloso chega aos 102 anos de idade. Às dez horas da manhã, começou a missa comemorativa na Igreja de Nossa Senhora da Purificação, em Santo Amaro. Depois vem o tradicional caruru com os filhos e netos da famosa santamarense, além de presenças especiais como a marrom Alcione.

A música para começar o dia no Bahia em Pauta é “Motriz”, uma das mais belas e comoventes composições de Caetano Veloso, principalmente para quem, como o editor deste site -blog morou no Reconcavo baiano durante a infância. Uma viagem dentro do vagão da locomotiva ferroviaria que fazia a ligação Santo Amaro -Salvador. O artista lembra da força da presença de sua mãe, dos canaviais, de Candeias, do imenso corredor de sua casa .

Menino, sobrinho da saudosa dona Marocas, agente dos Correios de Terra Nova (na época distrito de Santo Amaro), colega de seu Zeca, falecido pai dos Veloso, estive uma única vez na casa de Dona Canô, bem antes da fama dos filhos e da mãe. O imenso corredor atravessado pelo sol da tarde também ficou para mim como lembrança marcante da infãncia. Assim como a primeira visão do mar da janela de Motriz na chegada a Salvador.

Tudo volta agora na na voz e na emoção de Bethania ao interpretar esta canção maravilhosa e eterna.

Muitos anos mais, dona Canô.

(Vitor Hugo Soares, editor)

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Briatore fora da Renault
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“Flavio Briatore já é historia na Renault”, acaba de confirmar o jornal espanhol El Mundo na manhã desta quarta-feira (16) em sua edição on-line . O diário de Madri assinala que o chefão italiano de uma das maiores escuderias da Fórmula 1, denunciado pelo piloto brasileiro Nelsinho Piquet como mentor de seu acidente no Grande Premio de Singapura, foi obrigado a cair fora, “voluntariamente”, depois de duas semanas de acusações e desmentidos no maior escândalo da história da F1.

Junto com Briatore anuncia sua partida, também, Pat Symonds, engenheiro chefe e responsável de pista. É a penultima volta de um escândalo que enlameou de cheio a escuderia francesa e que está pendente de uma decisão da FIA no próximo Conselho Mundial, em 21 de setembro. “Ainda há tempo para mais surpresas”, antecipa o jornal espanhol.

“A equipe ING Renault F1 não contestará as recentes elegações feitas pela FIA referentes ao GP de Singapura 2008”, anuncia a equipe em um comunicado oficial. “Também deseja comunicar que seu chefe, Flavio Briatore e seu diretor executivo de engenheiros, Pat Symonds, abandoraram a equipe.

Em breve comunicado, também, a escudería sinaliza que não contestará as recentes alegações feitas pela FIA relativas ao Grande Prêmio de Singapura do ano passado e acrescenta que antes de comparecer ante o Conselho Mundial da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) da próxima segunda-feira, a equipe não fará nenhum comentario.

Nem precisa. Os fatos falam por si.

(Postada por Vitor Hugo Soares, com informações de El Mundo e agências européias de notícias

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Posted on 16-09-2009
Filed Under (Newsletter) by Laura on 16-09-2009

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O ex-pugilista Acelino Popó Freitas será ouvido pela Delegacia de Homicídios de Salvador, por suposto envolvimento em um assassinato e em uma tentativa de homicídio na semana passada. Os crimes foram cometidos contra o pintor Jonatas Almeida, que era namorado de uma sobrinha de Popó e conseguiu escapar dos criminosos, e contra um amigo dele, Moisés Pinheiro, que foi morto.

De acordo com Jonatas Almeida, 22 anos, a sobrinha de Popó, 17, passou o período entre 5 e 9 de setembro em sua casa, no bairro de Itapuã, em Salvador, por vontade própria. Na tarde do dia 9, porém, o ex-pugilista teria ido à residência para buscar a jovem, mas não encontrou o pintor. Ao deixar o local, o ex-pugilista teria deixado um recado com uma vizinha, dizendo que colocaria a polícia atrás do pintor. Pouco depois, Popó ainda teria ligado para ameaçar Jonatas Almeida. Duas horas após o ex-pugilista deixar o local, dois homens armados teriam invadido a casa e sequestrado tanto Jonatas Almeida quanto Moisés Pinheiro. O pintor conta que conseguiu escapar, correndo, dos criminosos. Mas o seu amigo, que tinha 28 anos, foi morto a tiros — seu corpo foi encontrado no dia seguinte, nos fundos de uma fábrica, no Centro Industrial de Aratu, do outro lado da cidade.

Popó admite ter conversado com Jonatas Almeida no dia do crime, mas alega que não o ameaçou nem agrediu. Pouco depois de conversar com o pintor, o ex-pugilista foi ao Estádio de Pituaçu, onde assistiu ao jogo entre Brasil e Chile, pelas Eliminatórias da Copa de 2010. Em entrevista à TV Itapoan, Popó chegou a chamar o caso entre sua sobrinha e o pintor de “pedofilia” e disse que agiu “como um pai que tenta proteger a família”.

À frente do caso, a titular da Delegacia de Homicídios, Francineide Moura, informou nesta terça-feira, dia 15, que vai chamar o ex-pugilista para depor e prestar esclarecimentos. — Não tenho nenhuma acusação formal contra Popó — adiantou a delegada. De acordo com ela, Jonatas Almeida tem passagem na polícia e está sendo processado por receptação de veículos. — Isso não importa. Neste caso, ele é vítima — explicou.

Já Moisés Pinheiro foi enterrado no último sábado, em Salvador.

A assessoria de Popó diz que ele não tem envolvimento no crime.

Campeão mundial dos superpenas e dos leves, Popó prefere não dar esperança aos fãs do boxe brasileiro de que retornará aos ringues, os fãs seguem órfãos.

Laura Tonhá com informações do portal G1 da Globo e do Jornal Zero Hora de Porto Alegre.

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