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Posted on 11-09-2009
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Bachelet e ministros: honra a Allende
Bachelet
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“Hoje falta “Tencha” de Allende para quem peço um caloro aplauso.” Com essas palavras de reconhecimento a Hortência Bussi, à viuva de Salvador Allende que faleceu falleció en junio de este año, a presidenta do Chile Michelle Bachelet começou nesta sexta-feira, 11, a cerimonia ecumênica que se realizou esta mahã no Patio de los Cañones de La Moneda para lembrar o 36º aniversario del 11 de septiembre de 1973.

Ao local acorreram quase todos os membros do gabinete de governo, incluindo o minisdtro do Interior, Edmundo Pérez-Yoma, que havia evitado participar da ceremônia em anos anteriores. También presentes vários membros da família Allende, os quais – no início da solenidade- deixaram flores brancas junto a Bachelet nos lugares simbólicos de La Moneda nos quais o chefe de Estado passou seus últimos momentos de vida.

“O que aqui ocorreu não foi só um fato histórico, foi um exemplo para a luta contra a ditadura e a partir desse exemplo, 36 anos depois os chilenos conquistamos um reencontro nuito mais genuíno”, assinalou Bachelet.

Ao finalizar seu discurso, a Presidenta parafraseou as últimas palavras que Allende pronunciou em La Moneda momentos antes de morrer enquanto a casa de governo era bombardeada por militares.

“¡Viva Chile, viva o povo pueblo, vivam os trabalhadores!”, disse Bachelet sob forte aplausos de centenas de assistentes da cerimônia.

Em seguida a presidente inaugurou uma mostra fotográfica no Patio de los Naranjos intitulada “Allende no mundo”. La exposição contém ción contiene imagens distintas ruas, hospitaies, monumentos, e establecimentos de todo o mundo que levan o nome do ex- Presidente.

(Texto publicado em espanhol na edição deste 11 de Setembro do jornal chileno La Tercera, traduzido por Vitor Hugo Soares)

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Posted on 11-09-2009
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New York hoje/ PUBLICO
onze

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Deu no jornal PÚBLICO, de Lisboa

Os americanos assinalam hoje o oitavo aniversário dos ataques terroristas às Torres Gémeas de Nova Iorque e ao Pentágono, em Washington. Pela primeira vez a “comemoração” faz-se não sob o signo da “guerra global contra o terrorismo”, mas com uma ênfase especial na solidariedade e na generosidade da América .

O Presidente, Barack Obama, fez do dia um feriado federal chamado “Dia Nacional do Serviço e Memória” e pediu aos americanos que se envolvam em projetos comunitários e ações de voluntariado. O programa envolve, entre outras atividades, cozinhar refeições para os pobres, plantar e arranjar jardins, ajudar em reparações de casas degradadas ou preparar pacotes de material escolar para crianças desfavorecidas.

“Os acontecimentos trágicos daquela manhã de terça-feira, há oito anos, inspiraram os americanos a juntar-se num notável espírito de unidade e compaixão. Nesse mesmo espírito, apelo a todos os americanos que participem no dia de serviço de 11 de Setembro, e honrem os heróis desse dia negro e os homens e mulheres de uniforme que continuam a proteger o país”, escreveu Barack Obama na nota que anuncia a sua iniciativa.

Esta tônica nas comemorações do 11 de Setembro é mais um corte com a era de George W. Bush. A diferença começou, desde logo, com a decisão de Obama de banir a expressão “guerra global ao terrorismo” do léxico oficial da Casa Branca – e o contraste acentuou-se ainda mais com o discurso ao mundo muçulmano, no Egito, intitulado Um novo começo. Aí, Obama lembrou que os atentados de 11 de Setembro foi “um enorme trauma” para os EUA. “O medo e a raiva que provocaram foram compreensíveis, ainda que nalguns casos nos tenham levado a agir contra os nossos ideais.”

Para o novo Presidente, a inflamada retórica anti-Islã da Administração Bush foi responsável pelo recrudescer do sentimento anti-americano no mundo árabe. A sua linguagem não podia ser mais diferente: “A América e o islã não se excluem, nem estão em competição (…). Que não haja dúvidas que o islã faz parte da América”, declarou.

Diferenças e semelhanças

A Administração Obama inaugurou um novo tom conciliatório, que se reflcte não só na opinião que os países estrangeiros têm dos EUA, como no que os americanos pensam dos seus anteriores inimigo. E até no seu sentimento de segurança: a antiga paranóia com a cor do nível de alerta contra atentados no país pertence definitivamente ao passado.

Muitos dos objetivos da política externa de Obama nem são assim tão diferentes dos de Bush: o combate sem tréguas à Al-Qaeda e a negociação de um acordo de paz entre Israel e a Palestina também são prioridades da nova Administração. É a estratégia que é radicalmente diferente: ao contrário do Presidente republicano, Obama fez uma aposta decisiva na diplomacia em detrimento do poderio militar, e na reconciliação em vez do isolamento.

Bush classificou a guerra no Iraque como “a frente central da guerra do terrorismo”; Obama iniciou a retirada das tropas americanas daquele país, que promete concluir até 2011, e apontou o Afeganistão (e as regiões tribais na fronteira do Paquistão) como o território onde é preciso combater a Al-Qaeda. Bush recusou negociar com o Irã ou a Coréia do Norte; Obama admite recomeçar as conversações.

Bush encarcerou centenas de “combatentes inimigos”, sem acusação judicial, em campos militares no Iraque, Afeganistão e Guantanamo; Obama prometeu encerrar essas prisões. E a nova Administração pôs fim às “técnicas agressivas de interrogatório” permitidas por Bush.

Mas Obama já compreendeu que demarcar-se do legado da Administração Bush é mais fácil em discursos de campanha eleitoral do que no exercício do poder: a sua Administração já se viu obrigada, por exemplo, a defender que as fotografias dos prisioneiros do Iraque e Guantanamo permanecessem secretas, para evitar retaliações contra os soldados americanos.

E, apesar de não se opor à nomeação de um procurador especial para investigar (e possivelmente criminalizar ) as ações dos agentes da CIA durante os interrogatórios de alegados suspeitos de terrorismo, Obama fez questão de sublinhar que o ramo judicial é independente e não politicamente comandado pela Casa Branca.

(Texto opinativo publicado na edição desta sexta-feira, 11 dse Setembro, no jornal Público, de Lisboa)

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Posted on 11-09-2009
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Almeida:bicada municipal
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GRAZZI BRITO

JUAZEIRO (BA) – O vereador Alex Tanuri – PSDB respondeu na tribuna da Câmara em Juazeiro, no Vale do São Francisco, aos comentários do deputado federal João Almeida do mesmo partido, sobre sua postura enquanto psdebista. Embora o PSDB faça parte da base aliada do prefeito Isaac Carvalho (PC do B), Alex faz oposição ao governo na Câmara, como ele gosta de dizer de forma ‘independente’.

O deputado João Almeida, que esteve em Juazeiro durante o Sete de Setembro ao lado do prefeito Isaac, havia dito que não reconhecia Alex Tanuri, como membro do partido, uma vez que ele não defende os interesses do partido, mas que essa era uma questão do diretório municipal. E mexeu com os brios do edil, quando segundo Alex, referiu-se a ele como ‘o rapaz’. “Não sou ‘rapaz’, sou vereador, respeito o deputado João Almeida até por ser mais velho do que eu, mas também quero respeito”, pronunciou o vereador.

Alex disse ainda que quem não defende a bandeira do partido é o deputado, que apoiou os três últimos prefeitos de Juazeiro Joseph Bandeira (PT), Misael (PMDB) e agora Isaac Carvalho (PC do B). “Ele vem aqui angariar votos ‘pingados’, depois vai embora, não é daqui nunca fez nada por Juazeiro. Por que o eleitor daqui vai votar em candidatos de fora?”, questionou.

Como diz o ditado popular dois bicudos não se beijam. Também parece estar valendo para os tucanos!

Grazzi Brito, jornalista, mora em Juazeiro

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Posted on 11-09-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia, Regina) by vitor on 11-09-2009

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ARTIGO/AMÉRICA HOJE

SINAL DOS TEMPOS

Regina Soares

Numa extraordinária quebra do decoro parlamentar, um legislador Republicano, Joe Wilson, gritou “mentira”, interrompendo o discurso do Presidente Barack Obama na reunião conjunta na noite de ontem, quando este se empenhava em convencer a bancada legislativa e o povo americano da importância e necessidade de uma reforma no plano de saúde na Nação Americana.

O chamado de desculpas não se fez esperar e hoje de manha, Rahm Emanuel, chefe da casa civil (White House Chief of Staff), recebeu no lugar do Chefe da Nação, os pedidos de perdão. Enquanto isso, o site na Web do legislador Wilson e o seu Twitter sofreram um acesso brutal que os levaram a parar. “ Esta noite eu deixei minha emoção tomar conta de mim”, tratou de explicar a quebra de protocolo e boas maneiras durante a visita presidencial ao fórum de uma cessão conjunta do Congresso.

O protesto de Wilson paralisou Republicanos e Democratas, Vice Presidente Biden, a presidente da câmara Nancy Pelosi, a primeira dama Michelle Obama que cobriu a boca e abanou a cabeça em descrença, e milhões de surpresos telespectadores, e até o próprio presidente que precisou de alguns segundos para recuperar o fio da meada. A acusação de mentira veio como uma reação a afirmacão do presidente de que a intenção de cobrir todos os americanos sob o novo plano de saúde não incluiria imigrantes ilegais.

Enquanto o novo projeto que atende aos cuidados de saúde proíba servicos aos ilegais, não há uma provisão que autorize os provedores desses serviços examinar o status residencial, legalidade de visto, etc, sem o acesso a essas informação, não há como poder separar imigrantes legais dos ilegais e os criticos do novo plano acreditam que ilegais receberiam tratamento medico coberto pelo plano publico.

O comportamento do legislador republicano foi algo nunca visto numa reunião conjunta do congresso com a presença do presidente como convidado do Congresso e Senado, quando todos se reúnem para mostrar ao mundo sua “melhor cara” e seu grau de civilidade. Seriam sinal dos tempos que vivemos ou os gringos estão aprendendo com o mundo?

Regina Soares , advogada, mora em Belmont, na área da Baia de San Francisco, Califórnia (USA)

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