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Aécio e Geddel: Confidências “baianeiras” / Terra Magazine
geddel

Deu em Terra Magazine

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Em atos, encontros políticos , entrevistas e pronunciamentos na sua passagem por Salvador nesta quinta-feira, 3, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, procurou evidenciar sempre que, para ele, pré-sal e pré-candidatura presidencial são ingredientes que não combinam. Na cobertura da visita do governador tucano à Bahia, a revista digital Terra Magazine assinala que Aécio deixou claro ainda, que o exercício não é só de separar os intereses regionais, mas evitar que se misture com a corrida presidencial a polêmica sobre projetos de exploração das mais longíncuas jazidas petrolíferas.

O governador de Minas diz a TM, na matéria especial produzida pelo repórter Eliano Jorge, que “a maior parte desses recursos deve ser distribuído entre todos os Estados. É preciso que essa discussão comece com o sentimento da generosidade. Não podemos diminuir essa questão como um assunto eleitoral”, afirmou Aécio, antes de receber o título de cidadão honorário baiano, na Assembleia Legislativa da Bahia, em Salvador, na tarde desta quinta-feira.

Pela localização geográfica das reservas de petróleo das camadas pré-sal, Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo teriam direito de pleitear mais lucros. “Na conversa por telefone com o governador Serra, vi nele uma posição muito aberta”, atestou o político mineiro, que acredita numa compensação a cariocas, capixabas e paulistas.

Na visita à Bahia, conforme revela ainda Terra Magazine, Aécio Neves disse apoiar o destino da maior parcela dos recursos para investimentos em saúde e educação, mas propõe que esta distribuição caiba a Estados e municípios, ao invés de a arrecadação ser usada no superávit primário da União. “Acho que a proposta enviada pelo governo, os quatro projetos, são propostas positivas, podem sim ser aprimoradas emdeterminados aspectos”.

Ao mudar de assunto , Aécio Neves disse duvidar da eficácia das medidas restritivas à cobertura eleitoral na internet: “Acabam sendo inócuas, não existem mecanismos de controles. Mas não sou especialista no assunto. Em havendo ofensa, é possível que exista espaço, até menor, de retratação”. Mas o governador entende necessários, sim, cuidados com ataques virtuais anônimos.

Terra Magazine registra ainda que, na visita desta quinta-feira, o governador mineiro fez questão de anunciar laços históricos de sua família com a Bahia a partir do Vale do Jequitinhonha, na fronteira entre os Estados, terra de “baianeiros” (mistura de baiano com mineriro), como afirmou.
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Leia íntegra da matéria sobre passagem de Aecio Neves na Bahia em Terra Magazine (http://terramagazine.terra.com.br)

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Aécio ao lado do avô no hospital: “rompeu tudo”.
aécio
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O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), que recebeu o título de cidadão baiano nesta quinta-feira, 3, em cerimônia concorrida na Assembléia Legislativa, se emocionou a ponto de embargar a voz em vários momentos e precisar fazer pausas prolongadas para se recompor e conter lágrimas.

Mas isso não aconteceu no plenário da Assembléia, onde discursou e recebeu a honraria, e sim durante a longa, reveladora e comovente entrevista que Aécio concedeu no início da noite, na Rádio Metrópole, no programa de Mario Kertesz. Na conversa, conduzida com estilo de um âncora que sabe falar e ouvir,o governador contou fatos e detalhes segundo ele jamais revelados sobre os últimos dias do avô Tancredo Neves. Depois da conversa, muitos ouvintes ligaram, alguns também ainda emocionados, para elogiar entrevistado e entrevistador.

Hospitalizado na véspera de tomar posse na presidência da República, vitima de uma aparentemente banal crise de diveticulite, Tancredo não parou mais de sofrer até a morte no dia 21 de abril, depois de sucessivas falhas médicas e hospitalares que beiraram o absurdo”, segundo o governador mineiro.

“Eu não merecia isso!”. Segundo Aécio foram estas as últimas palavras ditas por seu avô, segurando seu braço, nos derradeiro momentos de vida.No dia seguinte à cirurgia realizada no Hospital de Base de Brasília, o presidente pressentiu o desastre ao levantar-se do leito pela primeira vez:

“Rompeu tudo”, disse Tancredo ao neto, ao sentir que os pontos da cirurgia se haviam rompido. Depois foram mais sete sofridas cirurgias nas mãos de profissionais sem competência técnica e em hospital sem controle e organização gerencial.Aécio ficou compungido até quase as lágrimas ao recordar que mais de 40 pessoas tiveram acesso à area restrita onde o presidente Tancredo estava internado em tratamernto de alto risco de infecção.

Quando Tancredo estava sendo transferido de maca do apartamento para o centro cirúrgico do HB, alguém que a família não conseguiu identificar, chegou a levantar o lençol que cobria o rosto do presidente, para ver o seu estado.

“Algo incrível”, falou com voz embargada o governador de Minas. Foi então que a família decidiu, a qualquer custo, tranaferir o presidente eleito para o Hospital das Clínicas, em São Paulo .

Mas já era tarde demais. No hospital paulista os sofrimentos de Tancredo Neves continuaram, até o suspiro final.

“O resto todo o povo brasileiro conhece”, disse Aécio Neves na entrevista na Metrópole.

Jornalismo é isso. De primeira!.

(Vitor Hugo Soares, editor)

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Posted on 03-09-2009
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Agente da PF intima Protógenes na coletiva/UOL
intimação
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Deu no jornal:

Na Tribuna da Bahia, em sua coluna diária, o jornalista político Ivan de Carvalho assina nesta quinta-feira, 3, instigante análise sobre a opção do delegado da Polícia Federal, Protógenes Queiroz, de ingressar no PC do B, anunciada ontem em entrevista coletiva concedida em São Paulo, quando foi intimado por um agente federal (foto) para depor no processo reaberto de Paulo Maluf. Protógenes assina a ficha de filiação no dia 7 de setembro.

Bahia em Pauta reproduz o texto que pode ser lido (e relido) também nas edições on-line e impressa da TB. (Postado por Vitor Hugo Soares )
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OPINIÃO POLÍTICA

AS OPÇÕES DE PROTÓGENES

Ivan de Carvalho

O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, empunhando a bandeira do combate à corrupção, integra, neste momento, a extremamente escassa categoria dos heróis nacionais por sua coragem e caráter pessoais, somados a duas circunstâncias:

1. A espetacular ação contra o banqueiro Daniel Dantas – já por causa disto com uma condenação judicial em primeira instância –, o mega-especulador Naji Nahas e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pita, todos atualmente em liberdade, mas aos quais o delegado Protógenes impôs algemas ao cumprir o mandado de prisão resultante das investigações que presidira.

O episódio levou o Supremo Tribunal Federal a regular um assunto polêmico, o uso de algemas na efetuação de prisões, decisão que contribui para um aperfeiçoamento no sistema jurídico e na ação policial, pois todos são inocentes até serem julgados culpados e não devem ser expostos a humilhação pública desnecessariamente, mas somente quando reagirem à prisão ou existirem fundadas razões de risco para policiais, outras pessoas ou para o próprio preso em caso de não serem usadas algemas.

A espetaculosidade criticada pelo STF no uso de algemas esteve presente (com algemas e TV) em todo o desfecho da Operação Satiagraha, a obra-prima do delegado Protógenes Queiroz. Ele seguiu a prática que vinha sendo adotada pela Polícia Federal em outros casos, e, embora não se tratando ela de uma boa prática, o delegado Protógenes foi indireta e involuntariamente responsável por uma parte da decisão do STF, portanto, co-responsável involuntário por uma melhoria normativa das práticas relacionadas ao uso de algemas. E ainda, por conta do arranca-rabo das algemas, ganhou simpatia dos que acham que este uso deve ser uma regra, sob quaisquer circunstâncias, especialmente quando feito contra suspeitos de crimes do “colarinho branco”.

2. Se a Operação Satiagraha e até o modo midiático que envolveu a prisão de seus principais alvos foi a primeira das duas circunstâncias responsáveis pela elevação de Protógenes à categoria de herói nacional (temporário, tudo indica, mas só o futuro dirá), a outra foi a reação do governo Lula e do presidente do STF e do Conselho Nacional de Justiça, ministro Gilmar Mendes, à ação de Protógenes e do juiz De Sanctis, que por duas vezes expediu mandado de prisão contra Daniel Dantas – a segunda, depois de uma liminar do próprio Gilmar Mendes mandar soltar o banqueiro.

A reação do presidente do STF (não discuto nem questiono aqui o seu mérito) contribuiu de forma importante para ampliar a projeção do delegado Protógenes na opinião pública. Essa obra de marketing político a favor de Protógenes sem que ele a encomendasse ou desejasse foi reforçada extraordinariamente pelo governo Lula, ao qual está subordinada a Polícia Federal, órgão vinculado ao Ministério da Justiça.

Ministério comandado por um petista de proa, até ex-presidente do PT, o ministro Tarso Genro, duas vezes prefeito de Porto Alegre e uma vez candidato a governador do Rio Grande do Sul. A mesma pessoa que apressadamente entregou ao regime totalitário de Fidel Castro os dois pugilistas cubanos que fugiram da delegação de seu país nos Jogos Panamericanos, no Rio de Janeiro – reeditando, suavizada, mas moralmente equivalente, a atitude de Filinto Müller, que na ditadura do Estado Novo comandada por Getúlio Vargas entregou Olga Benário Prestes ao governo nazista de Hitler e à morte certa. Os dois pugilistas não morreram, já fugiram de novo, graças a Deus.

Entendo que Protógenes haja recusado o PSOL e o PV, por – eu suponho – não ter visto nestes partidos um ideário atraente, mas dominação por preocupações eleitorais. O que não entendo é que, depois de todo esse histórico de sua atuação relacionada com a Operação Satiagraha, de seu afastamento da presidência do inquérito e de qualquer participação na investigação, um chega-prá-lá até brutal, ele, Protógenes, haja encontrado motivo para querer ingressar em um partido que apoiasse Lula. Ora, não é Lula quem decide quem manda no Ministério da Justiça e na Polícia Federal? Quanto à opção do delegado Protógenes pelo PC do B, paciência. O delegado é tecnicamente muito competente, mas ele mesmo é quem diz que “é caminhando que se aprende a caminhar”. Pois então que caminhe, pois tem muito a aprender ou, melhor dizendo, a compreender.

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Posted on 03-09-2009
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Traquinos: Sasha no tempo do pai Obama…
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…Como John Jr na era Kennedy/ Img. Times
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Ganhou generosos e previsíveis espaços na mídia internacional – jornais impressos, revistas e edições on-line, portais , blogs e sites da Internet e nos noticiários da televisão – uma fotografia divulgada pela Casa Branca, que mostra a filha mais nova do presidente Barack Obama, Sasha, espionando o pai enquanto ele trabalha no Salão Oval da residência presidencial americana.

Dos sites da britânica Time, de Londres, ao da revista VEJA, no Brasil, ou o portal da UOL, do grupo Folha de S. Paulo, as mesmas e inevitáveis comparações com o famoso flagrante fotográfico capturado em 1963, de John F. Kennedy Jr brincando debaixo da escrivaninha do Salão Oval, enquanto seu pai lê documentos, dias antes do atentado que o mataria em Dallas, Texas.

Captada no início de agosto e divulgada agora pelo site oficial da Casa Branca, a fotografia mostra Sasha Obama, sapeca garota de oito anos de idade, espionando o pai detrás do sofá, enquanto ele lê documentos em sua mesa, aparentemente alheio ao que se passa à sua volta na sala, como assinalou o jornalista Ricardo Boechat, ao comentar a imagem na manhã desta quinta-feira, 3, na rádio Band News.

Sasha e sua irmã mais velha, Malia, são as crianças mais jovens a viver na Casa Branca desde os anos 60, mas o presidente Obama e sua mulher, Michelle, não cansam de repetir que querem que suas filhas tenham uma vida o mais normal possível.

OK, ainda assim o jornalismo, por dever de ofício, recomenda que se guarde sempre algum ceticismo de flagrantes como estes. Apesar das aparências, é possível que nem tudo seja mera coincidência.

Confiram

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 03-09-2009
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A música para começar este 3 de setembro de 2009 é “Mulher Nova, Bonita e Carinhosa”, do paraibano Zé Ramalho, na interpretação que Amelinha imortalizou na trilha sonora da série inesquecível da Rede Globo, “Lampião e Maria Bonita”.

Poderia ser também “Filha da Chiquita Bacana”, do baiano Caetano Veloso; “Dona da Minha Cabeça” , do pernambucano Geraldo Azevedo, ou ainda o hino do Clube Apolo Juazeirense”, de farras e carnavais saudosos à beira do Rio São Francisco.

Afinal, todas estas canções tem a cara e o jeito de uma aniversariante notívaga especialissima desta data: Maria das Graças Dourado Tonhá, ou simplesmente Gracinha, como todos a chamamos por aqui. Ela tem velado pelo Bahia em Pauta desde os seus primeiro dias, quando ilustrou o site-blog com tocante artigo sobre o o amor do casal de cangaceiros nordestinos, Maria Bonita e Virgulino Ferreira (história de sua maior predileção), além de atravessar noites seguidas garimpando na web boas e interessantes notícias para abastecer BP no dia seguinte.

Todos os que fazem Bahia em Pauta abraçam e parabenizam esta amiga, conselheira e colaboradora querida, inteligente e generosa, que só vendo para acreditar. Mas, mesmo sem ver, podem crer: ela merece todas as canções a abraços no dia de seu aniversário…e sempre!

(Vitor Hugo Soares, editor, por todos do BP )

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