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Posted on 21-08-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 21-08-2009

Obama: pé na estrada por reforma
bsaude
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, percorre o país debatendo com a população a proposta de reforma na saúde pública, que viabilize a alternativa de atendimento gratuito no setor para os americanos.

Obama quer recuperar o tempo perdido no Senado, onde encontra resistência dos republicanos à idéia, além de certa apatia dos democratas, enquanto especialistas discutem os prós e os contras da medida. A mídia americana, de uma maneira geral – canais de TV, jornais impressos e e blogs – estão massificando o tema diariamente. Na quarta-feira (19), ao conclamar o apoio de líderes religiosos em torno do projeto, Obama mandou um recado aos opositores: “é uma obrigacão moral e ética essencial”.

Entrevistada pelo The New York Times, a professora de administracão e Sociologia da Universidade de Harvard, Theda Skocpol – autora de um livro onde analisa as falhas na implantação de um seguro público de saúde, durante a gestão de Bill Clinton, em 1994 – acha que foi um erro estratégico da Casa Branca deixar o Congresso assumir a liderança na elaboração da legislação, sem apresentar um plano específico ao povo americano, mas apenas os princípios gerais da idéia.

Outra questão levantada durante os debates é o problema da fraude no sistema de saúde com estimativas que, segundo especialistas, variam de 60 a 600 bilhões de dólares por ano, ninguém sabe ao certo, de acordo com a National Public Radio (NPR). Em Maio de 2009, a administração Obama anunciou um novo grupo de trabalho composto por funcionários do Departamento de Justiça e do Departamento de Saúde e Serviços Humanos para levanter a fraude.

Enquanto isso, está em andamento, na Câmara dos Deputados, a revisão de projeto de lei com uma série de disposições anti-fraude, com previsão de gastos da ordem de 100 milhões por ano, o aumento das sanções para os autores e exigência de que os hospitais e similares prestadores de cuidados de saúde façam esforços no sentido de reduzir as chances de desenvolvimento de novos ilícitos na area.

Rosane é jornalista e estuda Política, Educação e Meio Ambiente, na Universidade de Harvard (EUA).


Em entrevista ao blog Oba Oba a DJ Vivian Seixas, filha de Raul Seixas abre o coração e fala sobre o baiano mais notável do rock brasileiro, que partiu há 20 anos, como alguém que conheceu e conviveu com o maluco beleza como ninguém.Vivi fala com carinho do Raul pai, caseiro, “às vezes meio careta”, mesmo quando já carregava o mito de revolucionário, o que ele sempre foi, de fato no terreno da criatividade e da ousadia, desde a infância.

Os primeiros tributos do Bahia em Pauta a Raul neste dia de recordações de um compositor, intérprete e pensador genial da Bahia e do País, são a reprodução de trechos da entrevista de Vivi, e a escolha de “Tente outra vez”, como música do dia. Tem mais, mas por enquanto confira a entrevista e a canção. Pense em Raul Seixas como se ele ainda estivesse entre nós, olhando com esperança para o futuro, mesmo quando o presente se mostrava desanimador.

( Vitor Hugo Soares)

===================================================== Vivi :”pai revolucionário e careta”
VIVI
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BLOG OBA OBA

Vivi e o pai Raul

“Há 20 anos, no dia 21 de agosto de 1989, a música brasileira perdia Raul Seixas. E já que o ano foi repleto de homenagens ao pai do rock brasileiro, o !ObaOba resolveu dar um tom diferente e trazer à luz um Raul caseiro, intimista, às vezes até meio “careta”. Fomos buscar um homem por trás do mito com alguém conheceu Raul melhor do que ninguém: sua filha Vivian.

Hoje, Vivi Seixas é DJ, especialista em house, já tocou na D-Edge, animou um fim de tarde em Ibiza, conheceu de perto a cena eletrônica da Austrália. É fã declarada de Pink Floyd, The Doors, Led Zeppelin e Jimi Hendrix, mas não teve paciência para dedicar-se às cordas do violão, que de acordo com ela, “machucam demais os dedos”. Nem por isso, o rock passou longe: ela já chegou a se apresentar com banda e é figurinha carimbada nos tributos a Raul Seixas. Afinal, ela é a “fã número zero” do pai.

E como fã número zero que é, é dela a palavra em nossa singela homenagem ao Maluco Beleza.

No início da carreira, o fato de ser filha do Raul Seixas ajudou ou atrapalhou?
Por um lado, abre muitas portas. Quando as pessoas veem o sobrenome Seixas, elas ficam curiosas, interessadas em conhecer. Por outro lado, tem uma responsabilidade maior, por ser filha dele. Às vezes, as pessoas esperam que eu seja tão genial e tão incrível como meu pai.

E o fato de você fazer um som diferente do dele não desagrada os fãs?
As pessoas cobram… (Perguntam) Se eu não toco violão, se eu não canto. Sempre tem essas perguntas. Mas acho que cada um tem que seguir o seu caminho. Como diria uma música do meu pai: “Não sei onde eu estou indo, mas sei que estou no meu caminho” (“Por quem os sinos dobram”). Enquanto vocês me criticam, eu estou no meu caminho. Durante um bom tempo, quando virei DJ, essa foi a música em que eu me espelhava.

Então, de um jeito ou de outro, a música do Raul te influencia…
Com certeza, me ajuda bastante. Sempre ouço os discos dele. Sou fã número um… Número zero, na verdade (risos)!

Sempre se ouve falar que o Raul era doidão, Raul era isso, Raul era aquilo. Como era o Raul em casa?
Pois é. Mas em casa, ele tinha um lado bem careta. Não gostava que eu fizesse malcriação com a minha mãe. Lembro que quando eu era bem pequenininha – devia ter uns quatro aninhos -, fiz uma malcriação qualquer, ele abaixou minha calcinha e me deu três tapas na bunda (risos). Ele disciplinava pra caramba, mas era um pai muito carinhoso, muito engraçado. Ele era todo carinho, bem mansinho… Nunca aumentava a voz, nunca gritava; coisa de baiano, né (risos)? E ele tinha umas brincadeiras engraçadas, que ele fazia comigo…

E você tinha um contato frequente com ele ou ele viajava muito?
Tinha. Até meus seis anos de idade, quando minha mãe se separou do meu pai. A gente morava junto em São Paulo. Mas, quando eu vim pro Rio, durante dois aninhos – quando eu tinha oito ele morreu -, ele morava em São Paulo, mas sempre vinha pro Rio me visitar, aparecia de surpresa no colégio. Eu adorava: descia na hora da aula, matava aula pra ficar conversando com o meu pai…

E os coleguinhas da escola nessa hora?
Ah, ficava o maior buxixo, né? “O Raul Seixas tá aí!”. E eu descia toda orgulhosa! Mas a gente sempre teve contato. Minha mãe sempre fez questão da gente estar sempre muito pertinho – ao contrário das minhas outras irmãs, com quem meu pai não teve muito contato.

Nesses últimos 20 anos, parece que Raul, Bob Marley e Jimi Hendrix só cresceram. Como você encara esse legado do seu pai hoje?
É verdade. Eu fico impressionada que muita garotada de oito anos de idade, que não era nem vivo quando meu pai morreu, vai nos shows e fala que é fã. Então, eu acho que ele tem essa mágica de tocar as pessoas da geração dele e as pessoas que estão crescendo hoje em dia, que são novinhas e que gostam de Raul por causa dos pais. Então, ele atinge do rico ao pobre, da madame ao… Ele vai viver pra sempre.

E como é acordar de manhã e pensar: “Pô, sou filha de um cara que vai viver pra sempre”?
Você acostuma, né (risos)? Mas é orgulho, cara! Tenho muito orgulho! E eu gosto de conversar sobre ele porque é uma forma que eu tenho de lembrar dele. Às vezes, as pessoas perguntam: “Você fica chateada de falar do seu pai?”; de forma nenhuma, eu gosto! A gente gosta de falar das pessoas que a gente ama…

Como foi quando ele morreu, você já tinha idade para assimilar e entender?
Ah, foi triste, né? Eu já tava bem espertinha… Mas eu lembro que um mês antes de ele morrer, eu fui a São Paulo fazer uma visita e eu, minha mãe e meu pai fomos numa padaria, umas 10h, 11h da manhã. E a gente foi de mãos dadas, andando. Ele chegou na padaria e pediu um chope. Eu comecei a chorar. Ele perguntou pra mim porque eu estava chorando e eu falei que não gostava que ele bebesse. Eu não lembro bem, mas ele falou alguma coisa tipo: “Poxa, papai sabe o que tá fazendo, não se preocupa”. E um mês depois ele morreu. Acho que foi um feeling que eu tive de que tinha alguma coisa que não estava legal.

Hoje existe um culto ao Raul, muitos fãs dele são meio idólatras. Como é isso pra você?
Pra mim, é difícil entender… Quer dizer, lógico que eu tenho noção do que ele representa. Mas, pra mim, é difícil entender o Raul como um mito, como um ídolo, porque, antes de ser o Maluco Beleza, ele é meu pai (risos). Mas eu acho que até hoje, as letras dele são muito atuais. Acho que é por isso que ele faz cada vez mais sucesso: você ouve uma música dele que foi gravada 30 anos atrás e parece que foi feita hoje, pro momento atual.

LEIA INTEGRA DA ENTREVISTA NO OBA OBA
http://www.obaoba.com.br

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Posted on 21-08-2009
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Michille Obama: “pernas demais?”
Obama
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Deu nos jornais

Agosto, 20, do verão americano de 2009. A primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, foi fotografada descendo do avião governamental Air Force One, vestindo bermuda e exibindo um vistoso par de “musculosas e volumosas coxas”, segundo as definições mais comuns na midia.

Pronto, estava estabelecida a polêmica! Jornais, radios e televisões, de ponta a ponta dos Estados Unidos, não falam em outra coisa, como revela o interessante e revelador texto produzido em Miami pelo repórter Manuel Aguiléra Cristóbal, publicado pelo jornal de Madri, El Mundo, que o Bahia em Pauta reproduz a seguir, para que seus leitores. (Vitor Hugo Soares)

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El Mundo – Manuel Aguilera Cristóbal

20 de agosto de 2009.- Pode ser fruto da falta de informações relevantes inerente à temporada de verão (nos EUA). Pode ser fruto da derivação para o espectáculo e a frivolidade dos informativos da televisão. Pode ser uma consequência do chamado jornalismo cidadão em que a maioria impõe o que é notíciável sem ter em conta nenhum manual ético nem profissional.

O que está claro é que aqui estamos falando das bermudas curtas da primeira dama do país mais poderoso do mundo e de suas volumosas e musculosas coxas. É apropriado que Michelle Obama exiba mais perna que o devido?

Esta é a pesquisa por excelência de todos os veículos de comunicação de ponta a ponta dos Estados Unidos. Nos meios anglos e nos hispanos. Na imprensa, no rádio e na trelevisão. O ‘Today Show’, un conhecido programa matinal da NBC, também levantou a questão e ao menos a resposta é animadora. Porque dentro do delírio que é propor a questão, 83% dos que opinaram apostam para que Michelle Obama faça o que lhe der vontade e utilize a roupa que considere mais conveniente durante suas férias.

Julia Guerra, estilista e designer de Miami, crê que a Michelle Obama não se deve comparar com outras ex-primeiras damas como Laura Bush ou Jackie Onassis. “Ela não está nem aí para o glamour de algumas de suas antecessoras. A imagem de Michelle Obama que me parece perfeita é a imagem da gente normal. Com a quantidade de problemas econômicos e sociais que existem, a ela satisfaz exibir uma imagem de pessoa normal da rua”.

O site HuffingtonPost.com promoveu também uma pesquisa em que a pergunta é se é correto que a mulher do presidente Barack Obama mostre tanto suas pernas. “Alguém imagina Laura Bush ou Patrícia Nixon de shorts?”, se perguntam. O veículo, de tendência conservadora, arremata: “Sem dúvida , Michelle tem formosas pernas, mas é apropriado que ela as exiba em seu papel de primeira dama?”.

O debate, em minha opinião, ainda que especialistas em marketing político, estilistas e experts em protocolo tentem, não há como contê-lo por vários motivos.

1-É claramente machista. Seria impensável uma mobilização parecida si quem usasse a bermuda curta fosse o marido de Angela Merkel (primeira ministra da Alemanha).

2-É uma consequência da ditadura da imagem e o culto ao corpo. Não é a primeira vez que se discute sobre o físico da senhora Obama. Já se analizaram criticamente seus braços e suas cadeiras antes das coxas. A comparação com Carla Bruni(primeira dama da França), que recentemente se deixou ver em bikini, fomenta a idéia a de que para ser bom governante tem que estar casado com uma “boazuda”.

3-Pode ser uma intromissão na esfera privada da familia Obama. A foto não foi captada em um ato oficial. Para muitos o problema é que Michelle está descendo do avião presidencial, o Air Force One.

Neste último ponto não estou tão seguro porque são os assessores de imprensa dos dirigentes políticos que gostam de abrir umas janela nos meios de comunicação durante as férias dos governantes. Ainda tenho pesadelos com as imagens da familia Aznar (do ex-presidente da Espanha) em Oropesa em que Josemari luzia “seu polo com croc” e Ana Botella um pareô de cores impossíveis que ocultavam suas coxas –talvez antecipando posteriores polêmicas.

Têm seu direito de vestir-se como queiram e mais ainda quando não estão em serviço. Michelle Obama parece ter perdido esse direito. Braços, cadeira, pernas… que será da proxima vez?

(Texto do jornal espanhol El Mundo, traduzido por Vitor Hugo Soares)

ago
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Posted on 20-08-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 20-08-2009

Bolt:  “agora estou cansado”
bolt
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O sobrehumano jamaicano Usain Bolt acaba de repetir a proeza dos 100m e sagrou-se campeão mundial dos 200 metros no Mundial de atletismo em Berlim, ou seja, com novo recorde do mundo: 19,19 segundos. Na corrida da tarde desta quinta-feira(20) Bolt nem teve de se esforçar muito: ganhou com vantagem significativa sobre os adversários e até desacelerou nos metros finais.

200m dos Mundiais de atletismo
Bolt “um pouco cansado” bateu novo recorde mundial

Mesmo admitindo no final que se sentia “um pouco cansado”, nesta corrida deu um novo show de velocidade e resistência física, o que o coloca a muitos metros de distância dos demais concorrentes atuais. Alonso Edward, do Panamá, foi segundo classificado (19,81s) e o norte-americano Wallace Spearmon foi medalha de bronze (19,85s).

“Posso dizer que não esperava [bater o recorde] porque estava um pouco cansado. Pensei que deveria tentar porque as pessoas estavam à espera disto, e que tentar não magoa. Esforcei-me muito e agora estou mesmo cansado. Talvez na próxima vez corra só os 200m ou os 100m”, disse Bolt à BBC, mal terminou a corrida. “Definitivamente mostrei que os meus recordes em Pequim [nos Jogos Olímpicos 2008] não foram uma piada”.

Cronologia do recorde do mundo dos 200m

19.83s: Tommie Smith (EUA), 16/10/68, no México (MEX)

19.72s: Pietro Mennea (ITA), 12/09/7 , no México (MEX)

19.66s: Michael Johnson (EUA), 23/06/96, em Atlanta (EUA)

19.32s: Michael Johnson (EUA), 01/08/96, em Atlanta (EUA)

19.30s: Usain Bolt (JAM), 20/08/08, em Pequim (CHI)

19.19s: Usain Bolt (JAM), 20/08/09, em Pequim (CHI)

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do Diário de Notícias, de Lisboa)

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Posted on 20-08-2009
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OPINIÃO/ PESADELOS

IDEOLOGIA

Graça Azevedo

Como cantava Cazuza: ideologia, eu quero uma prá viver. Eu também. Assim como a minha geração. Mas, os nossos heróis não morreram de overdose. Os nossos heróis estão nos matando de vergonha.

Nem nos nossos piores pesadelos poderíamos imaginar as alianças espúrias e comprometedoras que os homens, que nos colocamos no poder, estão fazendo em nome de uma tal governabilidade. Como se constroem alianças entre pessoas com ideais tão diferentes? Em que se baseiam estes acordos?

Na minha cabeça o enigma não se decifra. De um lado o partido que, em tese, estava contra todo tipo de corrupção, que colocava os militantes nas ruas para pedir o impeachment dos malversadores do erário público. Do outro lado os malversadores e corruptos. Agora juntos. Em nome da praticidade e com a desculpa asquerosa de “ser republicano”. Ou seja, a democracia pela qual lutamos só é possível quando todos chafurdarmos na lama.

Eu me recuso. Talvez o meu caminho passe a ser o mesmo pelo qual optaram amigos dos tempos das trevas. Isolar-me, não ler notícias, alienar-me do mundo. É melhor que ver o sonho transformado na torpe realidade que nos oferecem aqueles que colocamos no poder com a missão de mudar a Bahia e o Brasil.

Maria das Graças Azevedo é Socióloga

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Posted on 20-08-2009
Filed Under (Artigos, Rosane) by vitor on 20-08-2009

Rosane Santana

BOSTON (EUA) – Soa totalmente descabida a acusação de que o secretário estadual da Agricultura, Roberto Muniz, em sua campanha para a prefeitura de Lauro de Freitas, no ano passado, tenha insuflado partidários a fazer chacota contra a prefeita Moema Gramacho, por causa de um câncer de mama.

Conheco-o há pelo menos 10 anos. Ele é pai de duas mulheres e um homem sempre elegante no trato com todos. Viveu de perto o problema do câncer de mama, do qual foi vítima um membro da família muito próximo dele. Conhece, portanto, as dificuldades de quem enfrenta a doença, sobretudo as de caráter psicológico, o que acaba por envolver todos os familiares.

Imagino o quanto essa acusação deve estar incomodando não só a ele, mas à família e aos amigos mais próximos.

Portanto, vá com calma minha gente, calma!

Não fui autorizada pelo secretário a colocar essa nota. Meu último contato com Muniz foi há, pelo menos, três anos. Mas o faço no intúito e no dever de contribuir com a verdade.

(Rosane Santana é jornalista e estuda Politica, Educação e Meio Ambiente na Universidade de Harvard).

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Posted on 19-08-2009
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Chanel: elegância…
coco
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…é isso
elegancia
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Deu no blog MULHERES DE ALFA / ABRIL

COCO CHANEL

Gabrielle Bonheur Chanel, (Saumur, 19 de agosto de 1883 – Paris, 10 de janeiro de 1971), mais conhecida como Coco Chanel, foi uma importante estilista francesa e uma mulher à frente do seu tempo. As suas criações até hoje ditam e influenciam a moda mundial.

A família de Gabrielle era  numerosa: tinha quatro irmãos (dois meninos e duas meninas). O pai, Albert Chanel, era caixeiro-viajante e a mãe, Jeanne Devolle, era doméstica. Depois da morte precoce da mãe, que faleceu de tuberculose, o pai de Chanel ficou com a responsabilidade de tomar conta dos filhos. Devido à profissão de seu pai, Coco e as irmãs foram educadas em um colégio interno, enquanto que os irmãos foram trabalhar numa quinta.
Em 1903, com vinte anos, Gabrielle saiu do colégio e tentou procurar emprego na área do comércio e da dança (como bailarina) e também faz suas tentativas no teatro, onde raramente teve grandes papéis devido à sua estatura.
Com vinte e cinco anos, Chanel conheceu um rico comerciante de tecidos, chamado Etienne Balsan, com quem passa a viver.

Por volta de 1910, na capital parisiense, Coco vai conhecer o grande amor da sua vida: um milionário inglês Arthur Boyle. Boyle a ajudou a abrir a sua primeira loja de chapéus. A loja Chanel iria se tornar um sucesso e apareceria nas revistas de moda mais famosas de Paris. Com este relacionamento, Chanel aprendeu a freqüentar o meio sofisticado da Cidade Luz.

Algum tempo depois, Boyle acabou a relação com Gabrielle para casar com uma inglesa e meses mais tarde morreu num desastre de carro.

Com este desgosto, Chanel abriu a primeira casa de costura, comercializando também chapéus. Nessa mesma casa, começou a vender roupas esportivas para ir à praia e para montar a cavalo. Pioneira, também inventou as primeiras calças femininas.

No início dos anos 20, Chanel conheceu e apaixonou-se por um príncipe russo pobre, Dmitri Pavlovich, que tinha fugido com a sua família da Rússia, então União Soviética. A sua relação com Paulovitch a fez desenhar roupas com bordados do folclore russo e, para isso, contratou 20 bordadeiras. Neste período, Chanel conheceu muitos artistas importantes, entre eles, Pablo Picasso, Luchino Visconti e Greta Garbo.

Sua roupas vestiram as grandes atrizes de Hollywood, e seu estilo ditava moda em todo o mundo. Além de confecções próprias, desenvolveu perfumes com sua marca. Os seus tailleurs são referência até hoje.
Em 1921, criou o perfume que a iria converter numa grande celebridade por todo mundo, o Chanel nº5. O nome referia-se ao seu algarismo da sorte. Depois deste perfume, veio o nº17, mas este não teve o mesmo êxito que o nº5.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Chanel fechou a casa e envolveu-se romanticamente com um oficial alemão. Reabriu-a em 1954.

No final da guerra, os franceses conceituaram este romance mal e deixaram de frequentar a sua casa. Nesta década, Chanel teve portanto dificuldades financeiros. Para manter a casa aberta, Chanel começou a vender suas roupas para o outro lado do Atlântico, passando a residir na Suíça.

Devido à morte do ex-presidente norte-americano John Kennedy e à admiração da ex-primeira-dama Jackie Kennedy por Chanel, começou a aparecer nas revistas de moda com a criação do seu tailleur (casaco, fato e sapatos). Depois voltou a residir na França.

Faleceu no Hôtel Ritz Paris em 1971, onde viveu por anos. O seu funeral foi assistido por centenas de pessoas que levaram as suas roupas em sinal de homenagem.

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Posted on 19-08-2009
Filed Under (Artigos, Multimídia) by vitor on 19-08-2009


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O PÚBLICO, DE GARCIA LORCA
Oswaldo Gabrielli (escrito em 2007)

Federico Garcia Lorca, nasceu em Granada, mais precisamente em Fuentes Vaqueros, nos arredores rurais de Granada. Estudou Filosofia, Direito e Letras. Em 1919, mudou-se para Madri, onde conheceu o cineasta Luis Buñel e o pintor Salvador Dali e foi, então, bastante influenciado pelo surrealismo. Em 1929, Lorca foi aos Estados Unidos para estudar na Universidade de Columbia. Após o crack da Bolsa viu tudo mudar no país e conta-se que ficou impressionado com a brutalidade daquela sociedade moderna e sua falta de humanidade nas relações. Em seguida foi a Cuba e ficou fascinado com o contraste. Ali estava um povo massacrado, mas ainda assim havia alegria, música, sensualidade. Viajou também pra o Uruguai e Argentina e tudo isso influenciou sua obra vasta e fascinante onde a morte é uma constante, mas uma morte viva, pulsante, em diálogo com a vida. Foi um dos primeiros artistas a se tornarem vítimas da guerra civil espanhola. Por ter sido considerado pelos nacionalistas como sendo um perigoso militante socialista, foi assassinado em Granada, com um tiro na nuca, aos 38 anos. Sua peça teatral – O Público, raramente foi levada aos palcos e não existe uma versão final dela, pois, Lorca deixou três manuscritos dessa peça que a família censurou depois de sua morte. Ao longo dos anos eles foram sendo recuperados até se chegar a uma versão definitiva. É uma peça escrita no contraponto entre a luz e a sombra, o que é revelado e o que se oculta, uma peça na qual ele toca no tema da homossexualidade e explora a questão das máscaras, das quais a gente vai se despindo à medida que se vai vivendo.

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Suplicy: PT não cobrará
supla
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Lumarina
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…mandato de Marina na justiça

Marcela Rocha

A senadora Marina Silva (AC) já se desligou do PT na manhã desta quarta-feira. Após quase 30 anos de militância no partido, ela anunciou sua saída publicamente no plenário da Comissão de Meio Ambiente e, para sua direção no partido, Ricardo Berzoini, enviou uma longa carta.

O ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, alegou semana passada que o partido deveria ficar com o mandato dela, caso confirmada a desfiliação para se lançar candidata à Presidência da República pelo Partido Verde.

Suplicy desmente, diz TM: “Eu recomendo ao PT que não reivindique à Justiça Eleitoral, sobretudo porque ela tem valores semelhantes aos nossos”.

Ao anunciar sua decisão, a senadora afirmou que ainda avalia o convite do PV para participar da “refundação programática do partido” e se tornar candidata a presidente da República.

Suplicy já tem a candidatura de Marina como certa e afirma que “será forte e vai incidir sobre a preferência de candidatos de todos os partidos, não apenas do PT”.

– Marina vai tirar votos de todos os candidatos à presidência.

LEIA INTEGRA DA MATÉRIA EM TERRA MAGAZINE (http://terramagazine.terra.com.br)

(Postada por: Vitor Hugo Soares )

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Posted on 19-08-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 19-08-2009

João e Wagner: reaproximação preocupa Geddel
jowagner

Deu no jornal
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Em matéria assinada perla dupla de repórteres da editoria de Política, Patrícia França e Lilian de Souza, o jornal A TARDE publica em sua edição impressa desta quarta-feira), reportagem sobre a saída do PMDB da base do governo Jaques Wagner, e as consequências na nova arrumação do tabuleiro da política, do poder e do governo do Estado, cujo primeiro reflexo aparente é “o atrito entre o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e o prefeito de Salvador, João Henrique, segunda maior liderança do PMDB na Bahia”, de acordo com A TARDE.

A matéria assinala que no último domingo, o ministro (Geddel) pleiteou mais duas secretarias no governo municipal, a fim de contemplar o ex-secretário estadual e peemedebista Batista Neves (Infraestrutura) e um outro quadro político que seria indicado pelo deputado federal Severiano Alves (PDT).

A movimentação de Geddel, que é candidato ao governo do Estado em 2010, seria uma forma de evitar a consolidação da aliança entre Wagner e o PDT, que já tem duas secretarias na prefeitura e cuja adesão ao governo petista vem sendo negociada diretamente pele ministro do Trabalho Carlos Luppi, presidente nacional da legenda, adianta a reportagem de Patrícia e Lilian.

Segundo A TARDE, o fato teria sido relatado pelo próprio João Henrique ao governador Jaques Wagner (PT), em encontro realizado na segunda-feira, 17, na Governadoria, onde o peemedebista foi tratar de assuntos administrativos, como o Canal do Imbuí e o novo sistema viário do projeto Copa 2014. Fonte qualificada confirmou que houve a discussão no PMDB sobre a ocupação de mais espaço para o PDT.

Outra fonte, esta próxima do governador, informou a A TARDE , segundo está no texto das duas repórteres, detalhes da conversa de Wagner com o prefeito. Segundo a fonte, João teria revelado que Geddel justificou o pedido, temendo prejuízos no processo de cooptação de aliados à sua candidatura ao governo do Estado.

João e Geddel negam – Ouvidos na reportagem de A TARDE, tanto o prefeito João Henrique quanto o ministro Geddel negaram o episódio. “Isso é plantação do governo. Eu não pedi cargo nenhum, eu tenho o espaço do PMDB no governo municipal. Temos quatro secretarias. Quem está fazendo galinha gorda com cargos é o governador. Não tive desentendimento nenhum com o prefeito João Henrique”, retrucou o ministro da Integração.

Tempo quente promete a política baiana nos próximos dias, já se vê. Na capital e no interior não se fala em outra coisa.

(Postada por Vitor Hugo Soares, com informações de A TARDE)
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Leia íntegra da reportagem no jornal A Tarde
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