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Posted on 26-08-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 26-08-2009


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Solte o nó da gravata ou, se for seu caso, desate o sutiã, chute o balde (o de gelo, não, por favor, que pode estragar sua festa), tire os sapatos, com ou sem salto, e lance-os longe, até á cortina, se der. Agora, relaxe, relaxe, mesmo, ouvindo Dick e La Bengell, cantando Você, de Menescal e Bôscoli. Afinal, a noite chega e pede Bossa, muita Bossa, na Bahia de Todas as Novas, para aliviar tensões de mais um dia de trabalho. Na dúvida, fique como está, contanto que você, homem ou mulher, sinta-se despido(a) de qualquer vaidade. A vida é bela.Vale a pena acreditar nisso!

(Gilson Nogueira
, jornalista)

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Elza Soares é desde a manhã desta quarta-feira, 26, a mais nova cidadã honorária de Salvador. Recebeu, finalmente, da Câmara Muncipal, o título mais que merecido por esta notável cantora com recursos vocais e interpretativos dignos das maiores divas brasileiras do samba, ou mundiais, do jazz. Há muito os baianos tinham a carioca de todas as preferências, como uma das suas honorárias, pois sempre foi das maiores e melhores divulgadoras da música da terra. Nesta quinta-feira, a mais nova soteropolitana demonstrará todo o seu talento e versatilidade, mais uma vez, na participação especial que fará na abertura do projeto 10 anos de Jam no Museu de Arte Moderna -MAM. Talento profissional e improviso, em cenário baiano mais que apropriado para Elza, mesmo sem ensaio, arrasar mais uma vez por aqui, interpretando clássicos do samba e do jazz. Confira um deles, Aquarela Brasileira – uma raridadena gravada por Elza em 1973, música para terminar o dia no Bahia em Pauta.

Viva Elza!

(Postado por: Vitor Hugo Soares)

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Melaine em reabilitação…
atriz
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A consagrada atriz americana Melanie Griffith, casada há 12 anos com o ator espanhol Antonio banderas, deu entrada em um centro de reabilitação de viciados em drogas, como parte de um “plano rotineiro” para “manter-se sã”, segundo declarou seu agente à revista de celebridades People.

A edição on-line do jornal El Mundo , de Madri, assinala que segundo informações recolhidas por Poeple , a intérprete, de 52 anos, está no Centro de Reabilitação Cirque Lodge, em Utah. Revela, também, que esta é a terceira vez que Griffith ingressa em um centro com estas características, nos últimos anos.

Segundo informa  “El Mundo”, os problemas com as drogas e o álcool levaram a popular intérprete de filmes como ‘Two Much’ (1995) e ‘Lolita’ (1997) a ser internada na clínica Hazelden (Minesota) em 1988.
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…tem apoio de Banderas
Melband
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VICIADA EM FÁRMACOS – Em 2000 Melaine publicou um comunicado no qual assegurava que buscava tratamento para seu vício no consumo de certos fármacos. “Meu médico me recomendou o Hospital Daniel Freeman (Marina del Rey, California) para largar a medicação com receitas que tomava para uma lesão no pescoço”, disse a atriz na época..

Griffith, candidata ao Oscar de melhor atriz  por ‘Working Girl’ (1988), que recentemente atuou também em “Uma Secretária de Futuro”, escrevou termpos atrás em sua própria página da Internet que “sobrepor-se ao vício é duro mas resulta mais fácil se se tem alguém que ofereça seu apoio”. “Meu marido (Banderas) e minha família me apoiaram muito nesta viagem e continuam fazendo-o”, acrescentou.

( Texto publicado no jornal El Mundo, traduzido por Vitor Hugo Soares)

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Posted on 26-08-2009
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Edward Kennedy: perda democrata
Ed
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John, Bob e Ted: partiram os tres grandes dos Kennedy
kennedy

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Deu no jornal Público, de Lisboa, sobre a morte de Edward Kennedy

A notícia da morte do senador Edward Kennedy chega no momento em que uma luta de poder parece debilitar a visão democrata daquilo a que ele chamava “a causa da minha vida”: dar a todos os norte-americanos cobertura num sistema de saúde que eles possam pagar.

Depois de décadas a preparar o terreno um novo sistema de cuidados de saúde, Kennedy, que morreu terça-feira aos 77 anos, foi obrigado a desempenhar um papel limitado no combate, para fazer avançar esta legislação, desde que lhe foi diagnosticado um cancer no cérebro, em maio. Mas, apesar de ter estado afastado do Congresso a maior parte do ano, Kennedy, um dos mais eficazes legisladores da história dos EUA, conseguiu ajudar a escrever uma versão inicial da lei.

Entre tratamentos de quimioterapia, permaneceu em contacto, o melhor que podia, com colegas e com o presidente Barack Obama, a quem pediu que fizesse da reforma da saúde a sua prioridade máxima. Mas a ausência física de Kennedy, de  Capitol Hill, criou um vazio entre os que tentam forjar um acordo.

“Se o país acabar sem reforma da saúde, penso que a culpa será da desgraça divina”, disse Paul Light, do Centro de Estudos do Congresso da Universidade de Nova Iorque. “Kennedy tinha a energia necessária diante de negociações e era sensível à necessidade de bipartidarismo”, diz Light. “O debate agora está bloqueado e entra num círculo vicioso. Kennedy não o teria permitido.”

Mas a morte do senador, com a extensa cobertura midiática e a lembrança do carinho que as pessoas têm por ele, pode também fazer avançar uma legislação que será vista como um tributo ao trabalho da sua vida.

O senador republicano John McCain chamou a Kennedy “o membro mais eficiente do Senado quando queremos resultados”. Numa entrevista em junho com a Reuters, McCain notou as dificuldades em alcançar um acordo sobre a saúde sem ele. “A ausência de Ted Kennedy é um fator muito grande”, disse McCain. “O que Ted Kennedy faz habitualmente é sentar-se e negociar e depois é possível chegar a algum tipo de acordo.”

Muitos analistas acreditam que será possível chegar a uma lei do sistema de saúde até ao fim do ano. Mas dizem que certamente vai ficar longe do objectivo de Kennedy de dar cobertura a todos os 46 milhões de norte-americanos que não têm seguro de saúde.

“O que quer que aconteça, Kennedy merece crédito por ter sido durante décadas a luz que guiou todos neste assunto”, diz Ethan Siegal, do Washington Exchange, grupo que acompanha o Congresso para investidores institucionais.

Nascido no privilégio e na riqueza, Kennedy tornou-se numa voz dos jovens e velhos, pobres, minorias e trabalhores durante o quase meio século que passou no Senado. Ao longo dos anos, liderou bem-sucedidos esforços na melhoria das escolas, reforço dos direitos cívicos, aumento do salário mínimo, ilegalização de discriminações e alargamento do acesso a cuidados de saúde.

“Há muito a fazer”, disse Kennedy à Reuters numa entrevista de 2006 em que lhe foi pedida para explicar o que até os críticos chamam os seus esforços incessantes em nome dos oprimidos. “Acima de tudo é a injustiça que continuo a ver e a oportunidade de ter algum impacto sobre isso”, acrescentou.

(Nota so Bahia em Pauta: Texto do jornal Público, de Lisboa, com informações da Reuters)

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Posted on 26-08-2009
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Ira santa de um Senador
suplicy

Deu na revista digital:
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O senador pelo PT de São Paulo, Eduardo Suplycy, explicou em entrevista à revista digital Terra Magazine, a razão principal de sua inusitada atitude, ao aplicar “cartão vermelho” no presidente do senado, José Sarney (PMDB-AC), na tarde desta terça-feira, 25, que seguramente ficará na história do Congresso: “mostrei o cartão porque o povo brasileiro entende a linguágem do futebol”, disse Suplicy ao ser entrevistado pelo repórter Claudio Leal, ao celular, logo depois de descer da tribuna onde deu significado político ao tradicional gesto futebolístico.

– Ficaram bravos porque sabem que se trata de um símbolo compreendido com muita clareza pelo povo brasileiro. É da democracia que tenham discordado de mim… A discordância foi um tanto brava porque sabem que o povo brasileiro compreende muito bem os símbolos e a linguagem do futebol – declarou o senador, ainda ofegante..

Segundo revela no texto da matéria do reporter  da TM,  o senador Suplicy diz que tomou a decisão ao perceber que o senador Sarney não se licenciaria para contrapor as denúncias.

– … O Conselho de Ética arquivou as recomendações, arquivou os recursos. A maneira clara era mostrar um símbolo que o juiz mostra ao jogador indisciplinado.

O petista justifica a exaltação, nada compatível com seu temperamento, porque o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) disse, também aos berros, que ele não “estava sendo sincero”.

– O presidente Lula quer muito que eu compreenda suas razões e, pela maneira como eu formulei meu discurso, vai me compreender melhor – acredita Suplicy, segundo declarou a sangue ainda quente ao Terra Magazine depois do geste que tende a passar para a história do parlamento brasileiro.

(Postado por: Vitor Hugo Soares, com informações de Terra Magazine)

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