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Posted on 20-08-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 20-08-2009

Bolt:  “agora estou cansado”
bolt
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O sobrehumano jamaicano Usain Bolt acaba de repetir a proeza dos 100m e sagrou-se campeão mundial dos 200 metros no Mundial de atletismo em Berlim, ou seja, com novo recorde do mundo: 19,19 segundos. Na corrida da tarde desta quinta-feira(20) Bolt nem teve de se esforçar muito: ganhou com vantagem significativa sobre os adversários e até desacelerou nos metros finais.

200m dos Mundiais de atletismo
Bolt “um pouco cansado” bateu novo recorde mundial

Mesmo admitindo no final que se sentia “um pouco cansado”, nesta corrida deu um novo show de velocidade e resistência física, o que o coloca a muitos metros de distância dos demais concorrentes atuais. Alonso Edward, do Panamá, foi segundo classificado (19,81s) e o norte-americano Wallace Spearmon foi medalha de bronze (19,85s).

“Posso dizer que não esperava [bater o recorde] porque estava um pouco cansado. Pensei que deveria tentar porque as pessoas estavam à espera disto, e que tentar não magoa. Esforcei-me muito e agora estou mesmo cansado. Talvez na próxima vez corra só os 200m ou os 100m”, disse Bolt à BBC, mal terminou a corrida. “Definitivamente mostrei que os meus recordes em Pequim [nos Jogos Olímpicos 2008] não foram uma piada”.

Cronologia do recorde do mundo dos 200m

19.83s: Tommie Smith (EUA), 16/10/68, no México (MEX)

19.72s: Pietro Mennea (ITA), 12/09/7 , no México (MEX)

19.66s: Michael Johnson (EUA), 23/06/96, em Atlanta (EUA)

19.32s: Michael Johnson (EUA), 01/08/96, em Atlanta (EUA)

19.30s: Usain Bolt (JAM), 20/08/08, em Pequim (CHI)

19.19s: Usain Bolt (JAM), 20/08/09, em Pequim (CHI)

(Postado por Vitor Hugo Soares, com informações do Diário de Notícias, de Lisboa)

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Posted on 20-08-2009
Filed Under (Artigos, Eventuais, Multimídia) by vitor on 20-08-2009


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OPINIÃO/ PESADELOS

IDEOLOGIA

Graça Azevedo

Como cantava Cazuza: ideologia, eu quero uma prá viver. Eu também. Assim como a minha geração. Mas, os nossos heróis não morreram de overdose. Os nossos heróis estão nos matando de vergonha.

Nem nos nossos piores pesadelos poderíamos imaginar as alianças espúrias e comprometedoras que os homens, que nos colocamos no poder, estão fazendo em nome de uma tal governabilidade. Como se constroem alianças entre pessoas com ideais tão diferentes? Em que se baseiam estes acordos?

Na minha cabeça o enigma não se decifra. De um lado o partido que, em tese, estava contra todo tipo de corrupção, que colocava os militantes nas ruas para pedir o impeachment dos malversadores do erário público. Do outro lado os malversadores e corruptos. Agora juntos. Em nome da praticidade e com a desculpa asquerosa de “ser republicano”. Ou seja, a democracia pela qual lutamos só é possível quando todos chafurdarmos na lama.

Eu me recuso. Talvez o meu caminho passe a ser o mesmo pelo qual optaram amigos dos tempos das trevas. Isolar-me, não ler notícias, alienar-me do mundo. É melhor que ver o sonho transformado na torpe realidade que nos oferecem aqueles que colocamos no poder com a missão de mudar a Bahia e o Brasil.

Maria das Graças Azevedo é Socióloga

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Posted on 20-08-2009
Filed Under (Artigos, Rosane) by vitor on 20-08-2009

Rosane Santana

BOSTON (EUA) – Soa totalmente descabida a acusação de que o secretário estadual da Agricultura, Roberto Muniz, em sua campanha para a prefeitura de Lauro de Freitas, no ano passado, tenha insuflado partidários a fazer chacota contra a prefeita Moema Gramacho, por causa de um câncer de mama.

Conheco-o há pelo menos 10 anos. Ele é pai de duas mulheres e um homem sempre elegante no trato com todos. Viveu de perto o problema do câncer de mama, do qual foi vítima um membro da família muito próximo dele. Conhece, portanto, as dificuldades de quem enfrenta a doença, sobretudo as de caráter psicológico, o que acaba por envolver todos os familiares.

Imagino o quanto essa acusação deve estar incomodando não só a ele, mas à família e aos amigos mais próximos.

Portanto, vá com calma minha gente, calma!

Não fui autorizada pelo secretário a colocar essa nota. Meu último contato com Muniz foi há, pelo menos, três anos. Mas o faço no intúito e no dever de contribuir com a verdade.

(Rosane Santana é jornalista e estuda Politica, Educação e Meio Ambiente na Universidade de Harvard).

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