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Posted on 16-08-2009
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Usain Bolt: espanto em Berlim
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Usain Bolt é sem dúvidas o homem mais rápido do mundo. O jamaicano conquistou a medalha de ouro na final dos 100 metros nos Mundiais de atletismo com um recorde mundial: 9,58 segundos, bem abaixo dos 9,69s que obteve nos Jogos Olímpicos de Pequkm 2008.

Bolt, tricampeão olímpico (100m, 200m e 4x100m), mostrou superioridade clara sobre o norte-americano Tyson Gay (9,71), segundo classificado, e o seu compatriota Asafa Powell (9,84s), medalha de ouro.

Daniel Bailey, de Antigua, foi quarto classificado (9,93s), à frente do vice-campeão olímpico Richard Thompson, de Trindade e Tobago. O britânico Dwain Chambers, único europeu na corrida, foi sexto (10,00s).

(Vitor Hugo Soares, com ABÇ, de Madri e DN, de Lisboa)

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Posted on 16-08-2009
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E para terminar este 16 de agosto de saudades, no primeiro ano sem Dorival, o Bahia em Pauta trax mais Caymmi para seus leitores e ouvintes. Neste vídeo, também da lavra de preciosidades recolhidas pelo jornalista e colaborador deste site-blog, Claudio Leal, o baiano eterno esta acompanhado de dois outros mestres da nossa música: Silvio Caldas e Roberto Carlos. Bahia, Brasil e beleza por todo canto neste preito de recordação. Confira.
(Vitor Hugo Soares, com agradecimentos à colaboração de Claudio Leal)

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Marina e Dilma: reviravolta
eleição
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OPINIÃO/ SUCESSÃO

Marina e Dilma:trocando gravatas

Aparecida Torneros
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As notícias dão conta de que há uma guerra sem gravatas nos bastidores da política nacional. Sem gravatas, mas com bravatas, o que é rotineiro nesse gênero de brigas pelo espaço do poder máximo do executivo nacional. A novidade é o escanteio para o qual foram jogados os nomes masculinos.

Um Brasil cada vez mais feminino surge no cenário do comando com rédeas curtas, pois fica claro que há entre as possíveis candidatas, um fio que as liga ao discurso menos brincalhão a que nos acostumamos. Qual delas compararia episódios da vida nacional a passes de futebol? Talvez aprendam, para chegar mais perto dos ouvidos torcedores do eleitorado masculino, que hoje, estatisticamente, já é minoria.

Manchetes estampam a reviravolta no quadro sucessório presidencial que há muito vem beirando a feminilidade, com as presenças de canditadas em fase de pré-escolha ou de reedição de propostas. Roseana foi o balão de ensaio, da saga maranhense herdada do feudo da família Sarney, Heloísa, das Alagoas, é sempre um nome em pauta, com sua postura de salvadora da Pátria que se coloca bem, na medida do possível, quando lhe é dada a chance de emergir. Marta Suplicy está entre as menos cogitadas, atualmente, mas fez seu nome na historia paulista e nacional, entre declarações gozadoras que no fundo são audaciosos avanços da mulherada em busca do espaço antes ocupado pelo mundo dos machos a quem cabia falar o que bem lhe aprouvesse.

Eis que surgiram, de uns tempos para cá, duas figuras tão fortes e tão combatentes, de vidas pessoais visivelmente corajosas, a Marina e a Dilma. E aí estão elas, na disputa, atropelando prognósticos, um prato cheio para as instituições de pesquisa, capazes de acirrar o debate, de confundir os eleitores, mas , sobretudo, figuras propensas a enriquecer a já cansativa e repetitiva campanha eleitoral que nos invade ouvidos, olhos e paciência, via televisão, rádio e afins, nos anos eleitorais.

É que Marina usa somente bijuterias feitas com sementes da Amazônia, este é um dado a considerar, sua brasilidade acreana, certamente vai encantar parte do público como referência nacional. Dilma, a forte, enfrenta com dignidade o tratamento contra doença séria e não pára de trabalhar. Marina tem olhos de guerreira da tribo, Dilma absorve as mazelas do Governo e as transforma em obras, procedimentos, números positivos, comanda equipes e esbanja mais tecnicismo do que jogo partidário. Marina tem voz doce e sorriso meigo. Dilma tem voz empostada e sorri pouco, mas, lança olhares de incentivo aos brasileiros que dela esperam continuidade dos melhores programas da era lulista.

Parece que elas não tem companheiros candidatos ao posto de “primeiro damo”, são mulheres que se acostumaram a lutar sozinhas, salvo engano, talvez nem tanto, pois tem filhos, trazem a experiência da maternidade, fator ímpar na decisão de qualquer dirigente que busque equilibrar sentimentos e razão, coisa que mãe faz o tempo inteiro, ao longo da sua vida.

Fala-se em acordo para que não venham a se bater muito nos debates, caso sejam confirmadas como reais candidatas ao cargo no Palácio do Planalto, e , no fundo, nem há que se esperar uma peleia de mulheres ciumentas ou ambiciosas. O que se verá, se realmente acontecer, será o duelo de duas guerreiras, instadas pela solução que proporão ao país que amam, além do mais, o que se verá como fato novo, é que elas usarão baton e enfeites, ao seu modo, alguns arranjos de cabelos, cortes ou coques, talvez unhas pintadas, quem sabe uma fragrância cítrica de flores nativas, ou ainda roupas de corte sóbrio, não faltarão saias longas, colares, óculos fashion, expressões amigas, tipo “minha querida”, ou coisa que o valha, e dentre tantas suposições, uma agora me intriga…

Se combinassem as duas e chegassem de camisas e gravatas ao primeiro debate televisivo, criariam a maior expectativa de marketing, nunca dantes imaginada.

Aí, num gesto conjunto, Dilma e Marina, tirariam e trocariam as tais figuras simbólicas do traje masculino tradicional, com fazem os jogadores de futebol, com a troca de camisas, e nós teríamos a chance de ver, abolido, definitivamente o crime do colarinho branco em terras brasileiras. As gravatas entrarão para a história então, como fatos passados, e lenços coloridos, de poás, floridos, verdes e amarelos, enfeitarão os pescoços de uma e de outra, qualquer que seja a vencedora, já que a hora feminina do comando brasileiro chegou, afinal.

Aparecida Torneros, jornalista e escritora, autora de “A Mulher Necessária, mora no Rio de Janeiro.(http://blogdamulhernecessaria.blogspot.com)

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Posted on 16-08-2009
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A música para começar o dia neste site-blog baiano que vive de olho pregado no mundo, é Saudades da Bahia, e outra não poderia ser neste domingo, 16 de agosto, que marca o primeiro ano de saudades de Dorival Caymmi.

O vídeo é uma preciosidade garimpada para Bahia em Pauta pelo jornalista Claudio Leal, que trabalha com Bob Fernandes no Terra Magazine, em São Paulo, sem tirar os olhos de sua terra ( ambos, aliás, pois Bob também é baiano por adoção, dos melhores, com título recebido na Assembléia Legislativa e tudo).

As imagens mostram Tom Jobim , Dorival Caymmi e suas famílias em um ensaio na casa de Tom no Jardim Botanico, Rio de Janeiro, com direito a brincadeiras de crianças e cantos de pássaros ao fundo. O que de melhor se poderia desejar em um domingo de saudades?

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 16-08-2009
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Allende: sobre ele o foco…
chiallende

…da trama de Nixon e Medici

Deu no jornal: Folha de S. Paulo
trama
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Em sua edição deste domingo, 16, o jornal Folha de S. Paulo, traz reportagem assinada pelo reporter Fabiano Maisonnave, enviada de Caracas, na venezuela, sobre documentos dos EUA que revelam detalhes da reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Rchard Nixon, e o ditador do Brasil na época, Garrastazu Medici, na qual os dois planejavam a derrubada do governo democrático do Chile dois anos antes do golpe de Pinochet que derrubou o presidente Salvador Allende.Na reunião, o ditador brasileiro, segundo a reportagem da Folha, disse “estar trabalhando” para derrubar chileno

Relato da conversa mostra que foram tratados também temas como a instabilidade boliviana, a volta de Cuba à OEA e o Tratado de Itaipu

Veja a seguir a reportagem da Folha:
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Em conversa com o colega americano Richard Nixon, o presidente Emílio Médici afirmou que “estava trabalhando” para derrubar o governo do socialista chileno Salvador Allende, revelam documentos liberados pelo Departamento de Estado dos EUA e compilados pelo instituto de pesquisa não governamental Arquivo Nacional de Segurança, aos quais a Folha teve acesso.
O encontro ocorreu no Salão Oval da Casa Branca, às 10h de 9 de dezembro de 1971. Do lado brasileiro, só Médici estava presente, deixando o Itamaraty de fora. Sem falar inglês, precisou da ajuda do general Vernon Walters, que tinha forte ligação com o Brasil -era o adido militar americano no golpe de 1964.
O outro participante foi o assessor de Segurança Nacional e futuro secretário de Estado Henry Kissinger, relator do encontro, revelado quase 38 anos depois. “É fantástico ver que Médici tenha mantido conversas no mais alto nível sem se fazer acompanhar por ninguém”, diz o pesquisador Matias Spektor. “A Casa Branca e o Médici acreditavam que o Itamaraty estava tentando frustrar a visita presidencial. Os diplomatas brasileiros não gostavam da ideia de tanta proximidade entre os presidentes.”
A visita de Médici ocorreu num momento em que o Brasil começava a ter uma política externa mais ativa, enquanto os EUA, embora preocupados com o avanço esquerdista na América Latina, estavam atolados na Guerra do Vietnã.
Anticomunistas convictos, os presidentes conversaram sobre ações para derrubar os regimes esquerdistas de Chile e Cuba e “evitar novos Castros e Allendes”, como define Nixon.
Médici, quase dois anos antes do golpe de setembro de 1973 liderado pelo general Augusto Pinochet, prevê que Allende seria derrubado “pelas mesmas razões” que João Goulart.
A conversa também aborda a instabilidade boliviana. Médici diz que convenceu o ditador paraguaio Alfredo Stroessner (1954-1989) a vender a energia da futura usina de Itaipu aos bolivianos, sob o argumento de que, “se a Bolívia não fosse ajudada, sem dúvida se tornaria comunista”. O pré-acordo nunca foi levado adiante.
Em outro momento, eles mostram preocupação com as gestões do Peru para a volta de Cuba à OEA (Organização dos Estados Americanos). É quando ocorre a única intervenção de Walters, que diz que o presidente esquerdista peruano, Juan Velasco Alvarado (1968-1975) tinha um filho com uma ex-miss “muito de esquerda em suas opiniões e associações políticas” e que isso lhe seria um problema caso saísse a público.
Para continuar falando sobre esses temas, Nixon propõe a criação de um “canal” de comunicação fora dos meios diplomáticos e diz que seu homem de confiança seria Kissinger.
Médici concorda e diz que confiava no seu chanceler, Mário Gibson Barbosa, que tinha um “arquivo especial em que todos os itens eram manuscritos (…) de forma que nem os datilógrafos tinham conhecimento deles”.
Na avaliação do ex-embaixador do Brasil nos EUA Roberto Abdenur, a conversa “não chega a ser uma surpresa”. “O que os dois fizeram foi selar, no mais alto nível político, e em termos de organizada colaboração, algo em que ambos os lados já de há muito se vinham empenhando.”

Leia documentos da visita www.nsarchive.org

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Posted on 16-08-2009
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dorival
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Dezesseis de agosto de 2009.

Há um ano, nesta data, Dorival Caymmi morria no Rio de Janeiro e a música brasileira perdia um de seus nomes mais sagrados e mundialmente consagrados. A Bahia e o país inteiro lembrarão neste domingo o primeiro aniversário de morte de Dorival, como gostava de chama-lo carinhosamente Gilberto Gil. Seguramente foi Caymmi um dos principais responsáveis pela consagração da imagem humana e cultura da Bahia no Brasil e no resto do mundo, através de suas maravilhosas criações musicais.

Bahia em Pauta quer ser dos primeiros a prestar o tributo merecido a este artista e figura humana sem igual.São dele as três músicas para começar a madrugada de 16 de agosto, neste video gravado no show dos 90 anos de Dorival , na interpretação de seus três filhos que honram o sangue, a arte e a memória do pai: Nana, Dori e Danilo Caymmi. Durante o dia tem mais.

A idéia e seleção dos vídeos é do jornalista, amigo e colaborador deste site-blog, Claudio Leal. BP agradece.

(Vitor Hugo Soares)

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