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Cena de Woodstock
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ARTIGO / COMPORTAMENTO

WOODSTOCK: 40 ANOS DEPOIS

Regina Soares

Woodstock aconteceu numa época em que as diferenças entre a sociedade tradicional estruturada e a então conhecida como “contra cultura” eram as mais profundas, sobre assuntos como Vietnam, uso de drogas e a revolução dos valores.

O evento que agora, apesar de 40 anos passados, ainda é considerado como o que definiu a “Era de Aquarios”, na verdade, não aconteceu em Woodstock, pequena cidade no subúrbio de New York, conhecida pela não conformidade boêmia e residência de inúmeros músicos, entre eles Bob Dilan, e sim em uma fazenda dentro de outra pequena comunidade a 60 milhas de distancia, Bethel. Ironicamente os artistas que mais definiram o Festival de Woodstock, em verdade, não estavam la, Bob Dilan, Led Zeppelin, The Doors entre outros.

Quando foram anunciado os planos para o “Aquarian Exposition”, reunião de artes e musica, como tantas naquele verão de 1969, Woodstock fechou as portas e o nariz para o que se anunciava como uma invasão de milhares de jovens sujos e indisciplinados tomando as estradas e ruas de sua pequena comunidade.

Mais de 185.000 pessoas compraram entradas para Woodstock, mas, foi somente quando centenas de milhares mais se expremiam pelo parâmetro do festival, derrubando as cercas, que o evento foi considerado “free” (entrada livre) para os 500.000 que ali estavam. Se Woodstock começou somente como uma oportunidade comercial, se transformaria no maior já visto. O que determinaria que Woodstock ficasse na historia e alcançasse características míticas, foi o fato de ter sido filmado.

Foi o filme que tornou o Festival de Woosdstock o ponto mais alto da idade do “Amor e Paz”, a geração que ficou conhecida como “Woodstock Generation”, esses jovens felizes que levaram o idealismo a sua forma mais extrema. Eu não fui ao festival, mas vi o filme. Jovens dançando debaixo da chuva e na lama, desnudos dos adereços e cobertos de beijos enquanto Joe Cocker cantava With A Little Help From My Friends, tantas imagens que fizeram com que todos nos desejasse-mos ter estado la.

Regina Soares é advogada, mora na área da Baia de San Francisco, Califórnia, USA.

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MAIS UM, BAHÊA
Mais um, Bahêa!

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A música escolhida pelo Bahia em Pauta para terminar o dia, nesta sexta-feira,14, é seguramente uma das sete maravilhas da Musica Popular Brasileira, regravada agora em DVD no show de celebração dos 40 anos do conjunto MPB-4, com a participação de Zeca Pagodinho. Revestrimento moderno e de luxo para o samba de Chico Buarque de Holanda, luxuoso sempre. Confira.

( Vitor Hugo Soares)

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Ricardo Kotscho do Balaio…
kotscho

…Em conversa afinada com Marina
marinsilva

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DEU NO BALAIO

O jornalista Ricardo Kotscho publica nesta sexta-feira,14 em seu bem informado blog, Balaio do Kotscho, seguramente a mais completa e melhor entrevista exclusiva com a senadora Marina Silva, PT-Acre, na hora decisiva em que acreana parece enfrentar os seus últimos momentos de hesitação antes de trocar a legenda que ajudou a fundar pelo Partido Verde, ponte assencial para que ela possa disputar a eleição sucessória do presidente Lula, em 2010.

Profissional competente e hábil, amigo pessoal de longa data e muito afeto de Marina, Kotscho deixa claro ter saído da conversa convencido de que o pulo da senadora é apenas uma questão de dias, ou horas. O título da entrevista no Balaio já diz muita coisa:”Marina Silva no Balaio: as utopias e a mosca azul”.

É uma conversa atualissima e rica em informações políticas e pessoais sobre Marina Silva. Bahia em Pauta reproduz alguns trechos a seguir, e recomenda a leitura na íntegra no Balaio do Kotscho.

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Exclusivo/Marina Silva no Balaio: as utopias e a mosca azul

BRASÍLIA _ Duas da tarde de quinta-feira, dia 13. A senadora Marina Silva (PT-AC), 50 anos, está terminando de almoçar com Moara, sua filha de 19 anos, estudante de Direito, que acabara de chegar da Inglaterra.

Sai da cozinha do seu amplo, mas modesto apartamento funcional da 309 Sul, e recebe-me na sala com um beijo e o mesmo sorriso sereno e amigo de sempre.

Como o tempo que temos para conversar é pouco, alertou-me a assessora de imprensa Jandira Gouveia, vou direto ao assunto que agitou a semana política e o cenário da sucessão presidencial, desde que a sua candidatura presidencial foi lançada pela direção do PV.

Balaio _ Você sempre foi uma pessoa movida pelo coração, que eu sei. Neste momento, o que diz o teu coração: você fica no PT ou vai para o PV, que te ofereceu a candidatura à Presidência da República?

Marina _ Olha, se eu tivesse esta certeza no coração, chamaria meus velhos companheiros Binho (o ex-colega de faculdade e atual governador do Acre, Binho Marques), Jorge (duas vezes governador do Acre, Jorge Viana) e Tião (senador Tião Viana, do PT-AC), e falaria primeiro para eles. Nesse momento, eu ainda estou vivendo a elaboração de toda a exposição a que me submeti nos últimos dias, ouvindo todas as pessoas, que não foram poucas, para que seja uma decisão consciente da minha parte.

Nos 50 minutos seguintes, Marina manteve-se impassível sentada na mesma posição no sofá, com sua fala mansa e firme sobre a importância da luta contra o aquecimento global e pela preservação da natureza para as futuras gerações, disposta a não abrir o jogo político-partidário por enquanto.

Apesar dos poréns e no entantos, saí de lá convencido de que ela já foi picada pela mosca azul do PV. Posso estar enganado, claro, mas para mim agora é só uma questão de dias, não muitos, para que ela tome a grande decisão da sua vida. O calendário eleitoral fixa um prazo: 30 de setembro, a data limite para a mudança de partido.

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LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DA SENADORA MARINA SILVA AO JORNALISTA RICARDO KOTSCHO NO BALAIO DO KOTSCHO

(http://colunistas.ig.com.br/ricardokotschom)

(Postado por: Vitor Hugo Soares)

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Posted on 14-08-2009
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Deu no Blog do Tom:

PELA BONDADE DOS CRIMINOSOS

Em 2002, GILVAN CLEUCIO DE ASSIS foi preso por estupro, condenado a 22 anos de prisão. Seis anos depois, em 27 de novembro de 2008, já estava nas ruas, gozando do regime semiaberto, por ter cumprido 1/6 da pena.
No dia 5 de agosto deste ano de 2009, como se nada de mal à sociedade houvesse feito, beneficiado pelo programa de saída programada, foi colocado em liberdade na semana do dia dos pais… para matar uma mãe. A pediatra Rita de Cássia Tavares Giacon Martinez foi a sua nova vítima: sequestrada no Shopping Iguatemi, estuprada e assassinada violentamente.

Nunca é demais lembrar que uma condenação se dá como punição pelo crime cometido. É uma reprimenda, obviamente, por nocivo ato realizado. Portanto, não se compreende a abreviação da pena pelo fato de um criminoso se comportar bem posteriormente, quando na prisão. Bom comportamento, seja nas ruas, em casa ou na cadeia é uma obrigação de todo e qualquer indivíduo. Não pode ser considerado motivo para mimos ou vantagens.

Quem livre se comporta bem deve gozar da merecida liberdade. Bandido, que só se comporta bem atrás das grades, lá deve ficar. Lá ele é bonzinho? É bom que lá permaneça, para o bem de todos, inclusive em estímulo à longevidade da sua própria bondade.

Tom Tavares
(O Inimigo do Rei – seja ele quem, qual ou o que for)

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Posted on 14-08-2009
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Aposentados aguardam justiça
idosos
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OPINIÃO

Por uma aposentadoria mais justa

Milton Dallari

O reajuste anual das aposentadorias é sempre uma questão polêmica, por adotar critérios diferenciados para quem ganha menos ou mais de um salário mínimo. Não é exagero algum afirmar que é um dos grandes nós, difícil de desatar, no equilíbrio das contas da Previdência. Para arcar com a recomposição dos benefícios de um universo de aposentados que cresce a cada ano, o governo estuda diversas propostas. A mais recente, porém, apoiada pelo Presidente Lula, surpreende justamente por estar na contramão de projetos que visam à diminuição no rombo da Previdência, que deve terminar 2009 com déficit de R$ 41 bilhões.

Além de manter a política de um reajuste acima da inflação para os aposentados que ganham até um salário mínimo, o novo plano sugere reajuste acima da variação da taxa de inflação também para aposentados e pensionistas que recebem até dois ou três salários mínimos. A idéia inicial é dar a esse contingente de aposentados um aumento real de 2,5% acima da taxa de inflação acumulada no ano (estimada em 2009 em 4,5%) a partir de janeiro de 2010 – coincidência ou não, ano eleitoral. Para os demais seria mantida a política de apenas recompor as perdas inflacionárias.

Nada ainda está decidido e um projeto nesses termos tramita no Congresso Nacional. Outras sugestões estão sendo estudadas. Uma alternativa interessante – até agora não discutida em fóruns adequados, mas que poderia ser utilizada para recompor o poder de compra de todas as aposentadorias, sem onerar demasiadamente a Previdência –, seria estender a todos os aposentados e pensionistas o reajuste aplicado ao salário mínimo. Mas adotando uma fórmula inovadora e com duas continhas: a primeira incidindo sobre o salário mínimo, com o reajuste que a ele é dado anualmente. A outra, sobre os demais salários que compõem a aposentadoria – e sobre eles aplicando o reajuste de acordo com a taxa da inflação.

Vamos a um exemplo. Hoje o salário mínimo é de R$ 506,44. Caso o governo opte por um reajuste de 8% em 2010, o valor vai a R$ 546,95. Todos os aposentados e pensionistas seriam beneficiados com esses 8% a mais. Para os “demais mínimos” de quem ganha mais, o reajuste continuaria a ser pela inflação. Vejam a diferença de ganhos para um aposentado que hoje recebe três mínimos (R$ 1.519,32). Pelo sistema antigo e estimando uma recomposição inflacionária de 4,5%, seu benefício iria para R$ 1.587,68. Com a fórmula de “duas continhas”, o benefício iria para R$ 1.605,40 (uma diferença de R$ 17,72). Parece pouco, mas não é. Após alguns anos de aposentadoria, a diferença cumulativa já faria diferença.

O governo, congressistas, centrais sindicais e associações de aposentados intensificaram suas reuniões para estudar como fazer tal alteração na aposentadoria. Brevemente, deve sair uma decisão. Depois de tantos ônus provocados pelas últimas mudanças na Previdência nacional, finalmente parece se aproximar a hora de os aposentados serem brindados com o merecido bônus. Fica a expectativa de que esse reajuste realmente aconteça, e que não seja apenas mais uma ferramenta de campanha política em um ano de eleições.

Milton Dallari é conselheiro da Associação dos Aposentados da Fundação Cesp, diretor de administração e finanças do Sebrae-SP

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Posted on 14-08-2009
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Globo x Record: guerra continua/ Imagem Cris Rodrigues
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Os dois principais noticiários do horário nobre da televisão brasileira – o Jornal Nacional e o Jornal da Record – voltaram a dedicar seus melhores espaços na noite desta quinta-feira (13), a uma espécie de guerrilha santa que já se prolonga há três dias, repleta de lances de acusações por parte da Globo ao bispo Edir Macedo e mais nove membros da Igreja Universal do Reino de Deus, citados em processo do Ministério Publico de São Paulo por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Em resposta, a Record não apenas defende o líder religioso das acusações, mas lança outras, bastante pesadas, contra a emissora do Jardim Botãnico e seus proprietários – a família Marinho. Em seguidas aos dois noticiários de ontem, a revista digital Terra Magazine postou matéria assinada pelos repórteres Claudio Leal e Thais Bilenky, com os novos lances da guerra, cuja denominação as duas emissoras recusam, mas sem largar as armas de ataques em seus respectivos noticiários.

Bahia em Pauta reproduz, em seguida, o que Terra Magazine acaba de postar sobre os novos lances desta noite da guerrilha Globo x Record, com o bispo Macedo no meio.

(Vitor Hugo Soares)
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“Celso Freitas, apresentador do Jornal da Record, depois de série de ataques frontais à Rede Globo: “A Record não está em guerra com ninguém”. Mas durante longos minutos televisivos a emissora controlada pela Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) voltou a atacar o grupo de comunicações da família Marinho em horário nobre.

A longa reportagem do Jornal da Record começou recuperando imagens da edição de 12 de agosto de 2009 do Jornal Nacional, com as denúncias do Ministério Público contra o bispo Edir Macedo. Salta, então, para dezembro de 1995, com o JN fazendo “as mesmas denúncias” por ter “medo de perder o monopólio de transformar a verdade em mentira”, sustentou a Record.

Apresentado pelos ex-globais Celso Freitas e Ana Paula Padrão, o telejornal acusa a Globo de fazer agressões sem nenhuma novidade e, ao contrário das demais emissoras da televisão brasileira, se estender na cobertura do caso Igreja Universal. Diferentemente da Cultura, por exemplo, que não o noticiou, a Globo dedicou dez minutos ao caso, ressaltou a concorrente.

RELIGIÃO E AUDIÊNCIA – A Record acusa a Globo de desrespeitar a liberdade religiosa ao exibir imagens de cultos e insinuar roubos na instituição protestante. Usar câmera escondida, segue a emissora de Macedo, para mostrar imagens que podem ser vistas abertamente na programação da madrugada da Record e em horários nobres de outras emissoras, esvaziam a cobertura “agressiva” do caso.

Nesta quinta, o Jornal Nacional voltou a dedicar um bloco de reportagens sobre as investigações contra a Iurd. Amparado no jornal Estado de S. Paulo – destacado na edição -, o repórter César Tralli relatou que o dízimo de fiéis foi usado pela igreja de Edir Macedo para comprar imóveis (carros, emissoras de rádio e mais 19 empresas), como constatou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e o Ministério Público de São Paulo.

Entre os imóveis comprados pelo grupo, um prédio de R$ 8 milhões, em Salvador, e um terreno de R$ 8,48 milhões no Rio de Janeiro. O dinheiro passaria por “empresas de fachada”, segundo o MP. O advogado da Iurd, Arthur Lavigne, não concedeu entrevista à Rede Globo, mas em nota alegou não ter o inquérito do MP na íntegra.

Os dois grupos de comunicação recorreram a parlamentares para opinar sobre as investigações. A Globo ouviu os senadores Álvaro Dias (PSDB), Arthur Virgilio (PSDB), Eduardo Suplicy (PT) e Garibaldi Alves (PMDB).

A Record direcionou as entrevistas com os congressistas para a guerra entre as emissoras e a quebra do monopólio da Globo. Entre os entrevistados, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc (que defendeu o “não monopólio”), o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), Magno Malta (PR-ES) e o bispo Marcelo Crivella (PRB-RJ). Um membro do Ministério Público da Bahia, Almiro Sena, criticou indiretamente o trabalho dos colegas paulistas, ao falar em preconceito contra a religião. Cristovam Buarque se referiu à queda de audiência do “Jornal Nacional”.

Em nota enviada a Terra Magazine nesta quinta, a Central Globo de Comunicação afirma que está dando ao caso Universal “tratamento equivalente” ao que deu a outros fatos jornalísticos, como a deflagração da Operação Satiagraha, em julho de 2008.

Já a central de comunicação da Rede Record afirmou, oficialmente, que “não está atacando ninguém, apenas respondendo às acusações feitas e aos ataques que partiram da Rede Globo”.

O Ministério Público de São Paulo, na denúncia acolhida pela Justiça, incriminou o bispo Edir Macedo e outros nove membros da Igreja Universal por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. O MP apontou oito empresas de comunicação entre as dez favorecidas por transferências eletrônicas da Igreja – noutras palavras, o dízimo dos fiéis irrigaria, entre outras empresas, a TV Record.

Na noite da quarta-feira, 12, durante cerca de 15 minutos, o Jornal da Record rebateu as denúncias, destacou os trabalhos sociais da Igreja e se concentrou nos ataques à rival. Controlada pela Iurd, a Record usou imagens de arquivo para vincular a Globo à ditadura militar e aos escândalos Time-Life e Proconsult. E destacou que a emissora carioca ignorou o movimento Diretas-Já, em 1984.

Na sequência, a Record defende a prática do dízimo recorrendo à definição no dicionário, falas da população nas ruas e do livro de Edir Macedo, “O Bispo”. Nele, Macedo diz que o dízimo “revela fé na prática” e assegura que a Universal “não impõe nada, não cobramos nada de ninguém. Apenas conscientizamos as pessoas dessa prática”.

A reportagem argumenta, de acordo com o bispo no livro, que o crescimento da Igreja Universal explica e justifica as doações de fieis. Se o dinheiro fosse para “os bolsos do bispo”, não sobraria para a instituição se expandir. E se expande, mostra a reportagem, não apenas pelo Brasil, mas pelo mundo.

A Record cita, então, denúncias feitas à “família Marinho”, como do prejuízo do BNDES, “ocupação com submundo dos negócios”, acusações de um ex-funcionário de que a Globo desviaria dinheiro público para construir o Projac, questão “até hoje não devidamente esclarecida”, diz o telejornal.

A Record, então, atribui uma explicação: “Por trás dos ataques, a verdade: a queda de audiência (da Globo), e o crescimento da Record”, anuncia o repórter. Ao comparar o share, auferido pelo Ibope, entre 2004 e 2009, a Record informa que, enquanto cresceu oito pontos, a concorrente caiu dez.

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LEIA INTEGRA SOBRE O CASO EM TERRA MAGAZINE
(http://terramagazine.terra.com.br)

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