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Posted on 04-08-2009
Filed Under (Newsletter) by vitor on 04-08-2009

Deu no Boletim
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O advogado Inácio Gomes, colaborador deste site-blog, leu no Boletim Informativo da Associação dos Docentes da Universidade de Feira de Santana (UEFES) a seguinte nota sobre tropeços, vacilações e ineficências administrativas do Estado, que o Bahia em Pauta compartilha com seus leitores. A nota foi publicada no dia 18 de julho passado, mas segue atualissima. Quem sabe alguém ou alguma coisa se mexe? (VHS)

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Estado impotente para cobrar débito de R$ 6,9 bi

“O Estado da Bahia possui R$ 6,966 bilhões de dívida ativa. Em outras palavras, este é o volume de tributos devidos por contribuintes aos cofres públicos, cobrados pelo governo na Justiça, segundo a Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Se resgatados, poderiam ajudar a aliviar a grave dificuldade financeira enfrentada, inclusive com o atraso no pagamento de fornecedores e prestadores de serviços.

Os créditos tributários são dados de tal maneira como irrecuperáveis pelo Estado, que, no último balanço divulgado pela Secretaria da Fazenda, de 2008, quando a dívida estava em R$ 6,797 bilhões, ele provisionou praticamente todo o valor como perda (R$ 6,792 bilhões). Ou seja, o governo considera ser capaz de recuperar apenas R$ 5 milhões do montante total da dívida. Em bom português, o Estado não conta mais com 99,92% desse dinheiro ou reconhece que dificilmente terá este valor em caixa.

A Bahia tem índices de recuperação de créditos menores que a média do País, que fica em torno de 1%. No exercício de 2008, recuperou apenas 0,46% da dívida.

Em Goiás, em só um ano, o parcelamento saiu de R$ 40 milhões para R$ 800 milhões. Tem um retorno fantástico. O Governo da Bahia tem essa discussão, mas está parada. A última informação é que está dependendo de sistema informatizado

Neste ponto, o Estado da Bahia está atrás de Sergipe, Pernambuco e Rio Grande do Sul, dentre outros.

Na visão do especialista em contabilidade pública e professor da Ufba, Pedro Gomes, um grande volume de dívida ativa significa falha na gestão e falta de empenho do Estado para cobrar.

“O Estado não tem medidas céleres para recuperar o crédito tributário, a tendência é ele não recuperar nunca mais”, considera o diretor de Assuntos Econômicos e Financeiros do Instituto dos Auditores Fiscais da Bahia (IAF), Sérgio Furquin.

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aviao
O desastre aéreo do dia: Avião derrapa na pista, bate na torre de controle no aeroporto da Tailandia. O piloto morreu e mais 9 pessoas, feridas gravemente, seguem internadas, segundo as primeiras informações. Imagem Portal IG.

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Posted on 04-08-2009
Filed Under (Multimídia) by vitor on 04-08-2009


Depois da lingua ferina do ex-presidente Itamar Franco, nada melhor para levar esta terça-feira de inverno baiano, que a doce melodia que vem do alto das montanhas de Minas Gerais. “Sol de Primavera”, a maravilhosa canção de Beto Guedes, interpretada pelo próprio autor, é a música eleita para começar o dia no Bahia em Pauta. Só resta perguntar aos leitores mineiros do BP: Por onde anda Beto? E ouvir, em respeitoso silêncio de meditação, se possível, sua canção.

(Vitor Hugo Soares)

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Posted on 04-08-2009
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Itamar: banco de reserva?
ifranco

O ex-presidente da República, Itamar Franco, que acaba de ingressar no PPS depois de passar três anos sem partido, joga duro esta semana na entrevista à revista ÉPOCA. O esquentado político mineiro, com laços baianos, mira principalmente na cabeça do presidente Lula (PT).

A uma pergunta do jornalista Leandro Loyolla, que o entrevistou em Belo Horizonte, sobre a sempre crescente popularidade de Lula revelada nas pesquisas, e como o presidente deveria usar essa popularidade, a resposta de Itamar é contundente. Confira:

“O presidente hoje é um homem popular. Mas hoje o presidente, diante dessa popularidade, se sente um ser absoluto. Ele acha que é insubstituível. Ele acha que só ele fez alguma coisa  pelo Brasil, ninguém mais. O Brasil surgiu com ele – e é capaz de achar que vai acabar com ele. Às vezes a gente fica pensando se não foi o presidente quem abriu portos, e não D. João VI. Mas ele tem a sua responsabilidade – e as vezes não se cobra essa responsabilidade”.

“O presidente falou outro dia:´Teve gente que chegou a falar: nós precisamos nos desfazer do último paquiderme brasileiro, a Petrobras`. Por que o presidente não dá nomes? Ele chega a ser de uma irresponsabilidade… E a oposição brasileira não cobra! Eu cobro: presidente, quem queria vender o paquiderme?  Como ninguém cobra, ele solta as frases e fica por isso mesmo”.

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Bahia em Pauta observa em tempo:

Na explosiva entrevista, à revista semanal, Itamar Franco fala de seu ingresso recente no PPP – mas diz não ser candidato a nada: “Eu estava na arquibancada e via o jogo um pouco de longe. Resolvi ir para o banco de reservas, ver o jogo mais de perto”.

Política com sabor de puro queijo de Minas!

(Postada por: Vitor Hugo Soares)

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Posted on 04-08-2009
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rato

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